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domingo, 26 de maio de 2013

Mulheres participam da Marcha das Vadias em Porto Alegre


Faixas, cartazes e seios à mostra marcam na tarde de domingo a segunda edição da Marcha das Vadias em Porto Alegre. O grupo de mulheres saiu do Monumento ao Expedicionário, noParque da Redenção. De acordo com a Brigada Militar, mais de três mil pessoas participaram da caminhada até o Largo Zumbi dos Palmares. O movimento pede o fim da violência contra a mulher, a equiparação salarial e a legalização do aborto.
- Tivemos muitos avanços, como a Lei da Maria da Penha, mesmo que ela não proteja todas as mulheres. Mas ainda buscamos mais, como o fim do machismo - relata a publicitária Maria Fernanda, responsável pela Marcha na capital gaúcha. 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O que é ser mãe na Escandinávia

Uma estrangeira radicada na Noruega dá um relato sobre isso. a7

Uma das causas fundamentais do Diário é uma sociedade justa. A Escandinávia é um exemplo disso. O texto abaixo, publicado originalmente no blog de uma francesa radicada na Noruega, é uma pequena amostra do inspirador avanço social escandinavo.
Primeiro você deve saber que a família e maternidade são valores muito elevados na sociedade norueguesa. Natural de outro país, a França, isso é muito claro para mim.
As crianças são realmente priorizadas na Noruega. Há um dia do ano em que isto é extremamente óbvio: 17 de maio. Nesta data, que é o Dia Nacional da Noruega,  as crianças desfilam na rua. 

Vejam mais no DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Primeira mulher rabino em 75 anos é ordenada na Alemanha



Pela primeira vez em 75 anos, uma mulher foi ordenada rabino nesta quinta-feira na Alemanha, marcando a retomada de uma comunidade judaica devastada pela Shoah (Holocausto).

Alina Treiger, 31 anos, originária da Ucrânia, tornou-se sacerdote do culto judaico durante cerimônia emocionante em uma sinagoga do oeste de Berlim, que contou com a presença do presidente, Christian Wulff.

Ela é a segunda mulher ordenada na Alemanha. A primeira, também do mundo, a conseguir o título foi Regina Jonas, em 1935 - assassinada em Auschwitz em 1944, aos 42 anos.


Continue lendo no Terra. Foto com crédito para a AFP.


Marcadores: "judaísmo", "rabinato"

Hoje serão apresentadas duas fortes denúncias em Compostela e A Coruña contra o Papa

Tendo em vista a visita de Joseph Ratzinger à Galiza, esta não tem sido as únicas denúncias perante os tribunais . A primeira denúncia foi apresentada em 26 de outubro perante o Juizado de Instrução nº 1 de Santiago de Compostela por Mulheres Transgredindo, um dos coletivos que integra a Rede Feminista Galega.

Mulheres Transgredindo antes de apresentar esta denuncia, já havia realizado outras ações contra a igreja católica como o ya había realizado otras acciones contra la iglesia católica como o precintado simbólico de várias iglejas e da Catedral de Santiago, já que para elas: "O Papa representa a organização que mais dano tem feito às mulheres no mundo desde tempos imemorais". Além disso, o coletivo censura "o financiamento da visita com dinheiro público em tempo de crise" e pede "que as administrações devolvam o dinheiro com que financiam a visita e não contribuam nem um euro a mais à igreja católica".

Vejam mais detalhes em ALASBARRICADAS

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Embraer entrega avião personalizado à Azul



A Embraer entregou nesta quinta-feira um avião personalizado à Azul Linhas Aéreas. A aeronave, um jato do modelo 195, foi realizada também em parceria com a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) e teve seus detalhes pintados de cor de rosa para apoiar a causa.

A cor de rosa é conhecida como símbolo da luta contra o câncer de mama, segundo a entidade. Além disso, a tripulação do jato será composta apenas por mulheres, vestindo uniformes da mesma cor.


Continue lendo no Terra. Foto de Lucas Lacaz Ruiz.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

No Líbano, discriminação está contemplada por lei

Apesar de divergir de outros países do Oriente Médio em relação à liberdade da mulher, o Líbano também é conhecido e reconhecido por ser um país intolerante com mulheres estrangeiras. De acordo com integrante de ONG, discriminação é culpa da legislação.

Por Mona Alami
[11 de agosto de 2010 - 15h47]
O Líbano tem certa reputação de abertura devido à relativa liberdade que gozam suas mulheres em comparação com outros países do Oriente Médio. Porém, muitas estrangeiras sofrem uma grande discriminação. É comum ver em Beirute mulheres dirigindo caros veículos, acompanhadas de uma asiática ou uma africana no assento de trás. São suas empregadas domésticas, a maioria procedente de lugares como Etiópia, Filipinas, Nepal e Sri Lanka.

Estas não são apenas maltratadas por seus empregadores, que retêm seus passaportes e as obrigam a trabalhar sete dias por semana, como também sofrem discriminação em lugares públicos. Nos balneários podem ser vistas babás estrangeiras completamente vestidas apesar do calor, enquanto as crianças sob seus cuidados brincam felizes na piscina. “Reservei um quarto para a babá da minha filha no ano passado em um dos balneários do norte do Líbano. Fiquei indignada quando soube que ela não poderia ir à piscina conosco”, contou Nayla Saab, que emprega uma filipina.


Vejam mais em REVISTA FÓRUM

domingo, 8 de agosto de 2010

Em briga de marido e mulher se mete a colher, sim!

“Em briga de marido e mulher se mete a colher, sim”, avança Lilia Schraiber, pondo abaixo um velho e arraigado ditado popular. Bruno, ex-goleiro do Flamengo, usou-o em março para defender Adriano, então colega de time, que havia batido na noiva.

“Muitas vezes a própria mulher não tem consciência da ameaça”, observa Lilia Schraiber. Se é você amiga, vizinha ou parente, dê-lhe um toque. Se perceber que a situação está fora de controle, não hesite em chamar a polícia. O silêncio e o imobilismo são cúmplices da violência. Os comportamentos agressivos transgridem os direitos humanos. Questão de respeito ao direito e à dignidade da pessoa.


Leitura completa no VioMundo AQUI.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Legalização do aborto é questão de saúde pública e direito individual da mulher

Debate na 62ª Reunião Anual da SBPC mostra consenso dos pesquisadores em torno da polêmica.

À esteira do 3º Programa de Direitos Humanos do Brasil, pesquisadores recolocaram nesta terça, 27/07, na agenda política o tema do aborto como questão de saúde pública e direito individual da mulher.

A mesa redonda, realizada no auditório da reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), durante a 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência (SBPC), produziu um consenso de opiniões dos palestrantes Jefferson Drezett Ferreira, Thomaz Rafael Gollop e Estela Aquino.

Apresentados pela pesquisadora Rute M. G. Andrade, da SBPC, eles ofereceram dados e conceitos demonstrando a necessidade urgente da legalização do aborto para que as mulheres brasileiras possam receber um tratamento humanizado na rede hospitalar e fiquem livres da discriminação social a que continuam sendo vítimas por parte da sociedade brasileira. Os pesquisadores consideram inadmissível a interferência das igrejas numa questão que diz respeito "unicamente à individualidade das pessoas".

Vejam o texto completo em JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Campaña por Educación no Sexista y Antidiscriminatoria

[...] La Campaña por Educación no Sexista y Antidiscriminatoria es una articulación plural de organizaciones y personas de la sociedad civil latinoamericana y caribeña, en defensa y promoción del derecho humano a una educación pública, laica y gratuita para todas y todos.

Reconocemos la educación como un derecho humano fundamental, no como mercancía ni servicio que se da o se quita a voluntad. Los Estados están obligados a garantizarla.

[...] Hace ya 30 años que la Convención sobre la Eliminación de Todas las Formas de Discriminación contra la Mujer fue aprobada. No obstante, seguimos recibiendo una educación sexista bajo parámetros pretendidamente universales, ciegos ante las injustas diferencias entre géneros, que contribuyen a la discriminación.

Leitura completa AQUI.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Pressão internacional adia enforcamento de condenada no Irã

Delara Darabi tinha 17 anos de idade quando foi presa no Irã. Foi acusada de ter matado com uma punhalada a prima de 58 anos de idade. Respondeu, também, por furto na casa da prima morta e por manter relacionamento sexual com o namorado Amir Hossain de 19 anos de idade: no Irã, sexo só com o casamento e a adúltera recebe pena capital.

Hoje, Delara Darabi está com 23 anos. Continua presa desde os crimes consumados em 2005. Hoje, seria enforcada por ter sido considerada autora da punhalada, com intenção de matar. Ela nega o crime.

Pelo furto e intimidade com o namorado, cumpriu pena de 3 anos de cadeia. Recebeu, em público, 50 chicotadas pelo furto e mais 20 pelas relações amorosas com o namorado.

Notícia completa no Terra.

terça-feira, 17 de março de 2009

Controle social da mídia: um diálogo necessário

Do Seminário Nacional o Controle Social da Imagem da Mulher na Mídia
SP, 12 a 15 de março de 2009


O conceito de controle social, seus mecanismos e sua construção histórica foram o tema do último painel do seminário “O controle social da imagem da mulher na mídia”, realizado neste sábado (14). As cinco palestrantes abordaram questões variadas em torno do tema e apontaram possibilidades de intervenção para I Conferência Nacional de Comunicação, prevista para o início de dezembro.

Primeira a falar, Lurdinha Rodrigues, da Liga Brasileira de Lésbicas (LBL), fez uma explanação acerca do histórico recente dos instrumentos de controle social já existentes. “Controle social pressupõe participação da sociedade”, disse ela. “Nesse processo, as pessoas se descobrem enquanto sujeitos políticos e a própria qualidade da participação muda”, completou. Para ela, transparência é um princípio norteador das ações que buscam o controle social do Estado. No caso do debate da comunicação, isso inclui conhecer bem o que é público e o que é privado.

Continue a leitura AQUI.

domingo, 8 de março de 2009

Mulheres ocupam poucos cargos eletivos, mas são maioria do eleitorado

Brasília - As mulheres ainda não estão plenamente representadas na política brasileira, ocupando parcela pouco significativa dos cargos eletivos, apesar de constituírem a maioria do eleitorado do país. Nas eleições de 2008, por exemplo, 51,73% dos eleitores eram do sexo feminino, mas só 9,07% dos cargos de prefeito e 12,52% de vereador foram ocupados por mulheres. Os dados e a avaliação são do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), organização não-governamental que acompanha o desempenho feminino nas eleições desde 2000.
Em relação ao primeiro escalão das prefeituras, a proporção é de cerca de 20% das secretarias ocupadas por mulheres. O percentual sobe para 59,5% quando se fala de órgãos ligados à área social, informa a Secretária Especial de Políticas para as Mulheres.

Leia texto completo na Agência Brasil

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

África: 120 mi de mutilações genitais femininas

Realizada neste mês de dezembro, a conferência internacional do Cairo contra a mutilação genital feminina (MGF), apontou os países africanos onde essa condenável prática ainda é realizada: Yemen, Tanzânia, Quênia, Etiópia, Sudão, Egito, Chade, Nigéria, Niger, Camarões, Benin, República Centro Africana, Gana, Mali, Burkina Faso, Senegal, Mauritânia, Costa do Marfim.

Como se percebe, em pleno século 21, a mutilação genital feminina continua a ser realizada na África. E, em menor escala, na Ásia. Apesar do Protocolo de Maputo sobre direitos das mulheres africanas, a cultura tribal machista ainda não mudou.

Mais no Terra Magazine.


quinta-feira, 20 de novembro de 2008

CCJ do Senado aprova proposta que torna obrigatória licença-maternidade de seis meses

A concessão do período de seis meses de licença-maternidade pode deixar de ser opcional e passar a ser obrigatória para todas as mulheres que trabalham, em todos os setores da economia, e que contribuem para a Previdência Social.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (19) um projeto que altera o artigo 7º da Constituição, passando de 120 dias para 180 dias o período de licença maternidade.

Mais no UOL Notícias.