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quarta-feira, 8 de junho de 2011

"Ele resolve… STF, STJ, ele resolve! O cara tem trânsito político ferrado"

O título da nota é a frase gravada na operação Satiagraha, dita por Hugo Chicaroni, sobre Daniel Dantas. Foi no momento do flagrante da tentativa de suborno do delegado da Polícia Federal Victor Hugo, no vídeo que foi ao ar nos telejornais.

Por 3 votos a 2, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) concedeu nesta terça-feira um habeas-corpus a Daniel Dantas e anulou a ação penal da Operação Satiagraha. Ainda cabe recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), mas o Ministério Público (MP) decidiu pela nulidade do processo.

Visto no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sábado, 9 de abril de 2011

Bomba: Época revela que a AGU, sob Gilmar Mendes, advogou para Daniel Dantas

"No dia 4 de abril de 2002, a Anatel e a Advocacia-Geral da União (AGU) deram entrada a uma petição, na 31a Vara Cível da Justiça Estadual do Rio, principal foro onde TIW, fundos e Opportunity terçavam armas. Na petição, a Anatel e a AGU requeriam a admissão como assistentes do Opportunity na questão. Ao ser admitidas no caso, o processo seria transferido automaticamente da Justiça Estadual do Rio para a Justiça Federal."
Esse trecho acima a revista Época deixou escapar, e é a verdadeira notícia-bomba sem querer, em meio a reportagem desta semana, cujo foco era apenas o lobby de Dantas sobre FHC na ANATEL.

Para se situar na notícia: Gilmar Mendes foi Advogado Geral da União de 31 de janeiro de 2000 até 20 de junho de 2002, e o texto descreve uma manobra jurídica dos advogados de Daniel Dantas, com ajuda da AGU, para retirar um processo de um tribunal em que estavam perdendo a causa.

A notícia bomba leva à pergunta que não quer calar:

O que fazia a AGU de Gilmar Mendes, se metendo a advogar como assistente de um grupo PRIVADO (justamente o Opportunity), em uma empresa PRIVATIZADA, fora do interesse da União?


Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

domingo, 6 de junho de 2010

Depoimentos do mensalão reforçam ligação entre Dantas e Valério

Valério e Dantas são apontados, respectivamente, como operador e um dos financiadores do esquema de corrupção de congressistas

Depoimentos inéditos de executivos e autoridades portuguesas testemunhas no processo do mensalão revelam que o publicitário Marcos Valério intermediou um negócio na Europa de interesse direto do banqueiro Daniel Dantas.

Valério e Dantas são apontados, respectivamente, como operador e um dos financiadores do esquema de corrupção de congressistas.

A relação entre esses dois personagens nunca foi explicada pelas investigações e foi sempre negada por ambos.

(...)

Outro lado

O advogado de Valério, Marcelo Leonardo, minimizou as afirmações de que o seu cliente atuou na tentativa de vender a tele. Para Leonardo, os depoimentos deixam claro que o publicitário "não era um emissário do governo Lula".

Em nota, o Opportunity, de Daniel Dantas, afirma que Valério "jamais foi autorizado a representar os interesses" do grupo e que as "acusações parecem ter objetivo: produzir pistas erradas para camuflar os que, de fato, patrocinaram o mensalão".

Vejam mais em NOVO JORNAL

domingo, 12 de abril de 2009

As 250 Caixas da Kroll

Acontece que no seu depoimento, Protógenes lembrou das 250 caixas do processo da Kroll.

A história dessas caixas começou quando a Brasil Telecom, logo que Dantas foi deposto, descobriu que ele pagara US$ 40 milhões a Kroll e não tinha um comprovante sequer na contabilidade. A BrT acionou a Kroll.

Na Justiça de Nova York, seus advogados pediram um “discovery” ao Juiz. Equivale a uma busca e apreensão com um agravante: se não entregar tudo o que foi solicitado, e se descobrir mais tarde, vai todo mundo em cana.

A Kroll acabou entregando 250 caixas, coalhadas de comprovações das atividades ilegais de Dantas, com grampos e outras jogadas. Grampos ilegais - justamente o mote da CPI dos Grampos. Há de tudo, troca de emails entre ele e a Kroll, entre executivos do Opportunity, com informações variadas sobre privatização, sobre inimigos, sobre políticos.

Texto completo no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

IstoÉ Daniel Dantas

Na semana passada, a revista IstoÉ parece ter dado mais uma prova de que atua como títere dos poderosos, ao passo em que se distancia do compromisso com a sociedade brasileira e com a ética jornalística.

A matéria intitulada "Stédile, o intocável", publicada na revista no dia 08 de fevereiro e assinada pelo jornalista Hugo Marques, traz um emaranhado de informações confusas e descontextualizadas sobre o integrante da direção nacional do MST, João Pedro Stedile, numa clara tentativa de criminalizar a luta social.

No que tange ao texto da matéria, não é verdade que os ativistas da reforma agrária sejam intocáveis do ponto de vista legal. É justamente o inverso, já que sobre estes recaem inúmeros processos criminais, decretos de prisão preventiva e outros instrumentos de coerção manejados por representantes dos poderes constituídos. Se isto é fato – e os números dos relatórios da CPT comprovam – duas alternativas se apresentam: ou os repórteres da revista IstoÉ estão mal informados ou são impulsionados por interesses não revelados de grandes corporações. Talvez sejam as duas.

Vejam mais no Correio da Cidadania

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Dinheiro bloqueado da Satiagraha equivale a gasto federal com segurança pública

Brasília - O dinheiro bloqueado pelo Ministério da Justiça no exterior em contas bancárias relacionadas aos investigados na Operação Satiagraha da Polícia Federal, mais de US$ 2 bilhões (R$ 4,5 bilhões, aproximadamente), equivalem ao orçamento do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública co Cidadania), carro-chefe dos investimentos que o governo federal pretende fazer nos estados.

Vejam mais na Agencia Brasil

domingo, 16 de novembro de 2008

Rede de intrigas de Dantas mira Lula

Vasconcelo Quadros, JB Online

BRASÍLIA - Em guerra desde que foi deflagrada a Operação Satiagraha, Polícia Federal e Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estão de acordo em pelo menos um ponto: o banqueiro Daniel Dantas, controlador do Grupo Opportunity, construiu uma grande rede de intrigas para dividir e constranger o governo e continua conspirando para tornar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva alvo de desgaste. Segundo informações e análises que chegam a Lula, a estratégia de Dantas é salvar os negócios afetados pela ação da Polícia Federal e criar ambiente para tentar livrar-se das condenações judiciais que serão anunciadas ainda em novembro.

Dantas espalhou dossiês entre parlamentares do DEM e do PSDB, segundo fontes do congresso, para forçar uma investigação política que leve a familiares do presidente. Seu alvo principal é o filho de Lula, Fábio Inácio Lula da Silva, o Lulinha, sobre o qual, nos bastidores, diz ter coisas que até agora não mostrou. Em janeiro deste ano, diante dos rumores sobre uma suposta parceria informal entre Lulinha e os negócios agropecuários do dono do Opportunity no Sul do Pará, o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, levou o assunto a Lula. Cauteloso, o general informou o presidente sobre comentários de viagens de Lulinha à região de Marabá. Tranqüilo, Lula teria rechaçado a hipótese com um desafio.

– Quero que investiguem e, se ele tiver culpa, que responda. Ele me garantiu que não deve nada e não tem negócios na região. Se foi ao Pará, deve ter sido por outros motivos – teria dito o presidente, segundo fonte ligada ao GSI.

Lula não gostou das insinuações, mas ficou profundamente irritado com a ousadia do banqueiro em assediar correligionário do PT e Lulinha com a clara finalidade de constranger o governo. A guerra foi motivada pelo controle das teles, iniciada assim que Lula assumiu o governo, em janeiro de 2003. Agora ela está sendo intensificada porque o banqueiro teme perder uma fortuna vinculada ao Opportunity.


Vejam o texto completo no JB Online

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

CASAS BAHIA & POLÍCIA FEDERAL O que contam os jornais. E o que não contam

Por Luciano Martins Costa em 13/11/2008

Comentários para o programa radiofônico do OI, 13/11/2008

Os jornais de São Paulo seguem na trilha do assassinato de um jovem cliente, cometido por um segurança das Casas Bahia. Mas o leitor atento há de sentir falta de algumas perguntas básicas. Discute-se, por exemplo, se o jovem Alberto Milfont Júnior tinha ou não passagem pela polícia, como se isso justificasse o crime ou pudesse ser tomado como atenuante.

O Estado de S.Paulo foi visitar a Casa do Zezinho, no bairro do Capão Redondo, instituto de assistência social onde o jovem foi atendido na adolescência. Alberto Milfont Júnior freqüentou a entidade na adolescência e acabou se tornando educador voluntário e mediador de conflitos. Sua história é a de muitas crianças e jovens da periferia, que superam as dificuldades com a ajuda de entidades de assistência social.

Vejam mais no Observatório aa Imprensa

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Supremo impede acesso da CPI dos grampos a dados sigilosos de Daniel Dantas

Brasília - O banqueiro Daniel Dantas conseguiu hoje (18) mais uma decisão favorável no Supremo Tribunal Federal (STF). O vice-presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, concedeu liminar ao Banco Opportunity para suspender o envio de informações, referentes à Operação Chacal da Polícia Federal (PF), de posse da 5ª Vara Criminal Federal em São Paulo, para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas Clandestinas da Câmara. Na operação, a PF investigou possível espionagem da empresa Kroll contra a Telecom Itália, supostamente articulada pelo banqueiro.

No mês passado Dantas foi libertado da prisão duas vezes por decisões do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, após ser detido na Operação Satiagraha, suspeito de envolvimento em crimes financeiros. Na semana passada, o banqueiro também conseguiu no tribunal liminar que lhe garantia o direito de permanecer calado em depoimento à CPI dos Grampos.


Texto completo na Agencia Brasil.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Um roteiro inteiro para Daniel Dantas

Bandoleiro da bandalheira, mercenário da moeda-podre

Daniel Dantas é o bandoleiro da moeda, da especulação, do desprezo pelas regras, pela ética, pela moralidade. Para ele importante é acumular dinheiro, embora afirme sempre que não tem o menor interesse por isso. É uma espécie de Howard Hughes provinciano que se julga aristocrata. Não sai de casa, não é visto publicamente, mas apesar disso aparece nas mais diversas colunas, com notas sempre "plantadas" a seu favor.


Vejam o texto completo na coluna do Helio Fernandes na Tribuna da Imprensa.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

MST ocupa fazenda de empresa do grupo Opportunity

Brasília - Cerca de mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam, na manhã de hoje (25), a fazenda Maria Bonita, no município paraense de Xinguara. A área fica próxima a Eldorado dos Carajás e é da Agropecuária Santa Bárbara, empresa do Grupo Opportunity, controlado pelo banqueiro Daniel Dantas.

De acordo com o MST, a fazenda teria sido comprada de maneira ilegal em 2005, porque seria uma área pertencente ao Estado.


Veja mais na Agência Brasil.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Mangabeira se reuniu com a Kroll a pedido de Dantas

Em 2003, a BrT e Mangabeira, que morava em Massachusetts (EUA), assinaram um acordo pelo qual o filósofo serviria como um fiel depositário ou procurador da empresa ("trustee"). Sua atuação seria em ações judiciais da BrT contra a Telecom Itália e os dirigentes da mesma companhia, contra o grupo holandês Stet International e contra os fundos de pensão Previ (fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil), Petros (fundo dos funcionários da Petrobrás) e Telos (fundo dos funcionários da Embratel).

Conforme o combinado, Mangabeira poderia processar, negociar e estabelecer acordos dentro desses casos, fazer empréstimos e contratar serviços em nome da empresa. O acordo que lhe dava esses poderes tinha prazo de 20 anos.

Apesar de ser sócio minoritário da BrT, o Opportunity, de Dantas, tinha poderes para remover Mangabeira --e qualquer outro "trustee" que assumisse o cargo-- a qualquer momento. Dantas e Mangabeira são amigos.

Mais na Folha Online.


quarta-feira, 23 de julho de 2008

Dantas pode perder terras no PA

Governo estadual suspeita que fazendas do grupo foram adquiridas de forma irregular

BELÉM - O Instituto de Terras do Pará (Iterpa), por determinação da governadora Ana Júlia Carepa (PT), começou a fazer um levantamento para identificar o real montante de terras adquiridas no sul do Estado pela Agropecuária Santa Bárbara Xinguara, do grupo do banqueiro Daniel Dantas, que hoje seria dono de 15 fazendas na região (510 mil hectares), além de 450 mil cabeças de gado.


Texto completo na Tribuna da Imprensa.


terça-feira, 15 de julho de 2008

Ato de juízes mostra 'indignação', diz juiz do caso Dantas

O Juiz da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, Fausto Martin De Sanctis, afirmou nesta segunda-feira, 14, que a manifestação de cerca de 400 juízes de todo o País em seu apoio representa uma "gota d'água" e exige uma reflexão de todo o Judiciário. Durante o anúncio do manifesto, De Sanctis afirmou estar constrangido por ter que falar com a imprensa e a sociedade civil sobre uma decisão que é natural aos juízes. De Sanctis decretou na semana passada, por duas vezes, a prisão do sócio-fundador do Banco Opportunity, Daniel Dantas. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu os habeas-corpus que libertaram Dantas e afirmou que mandaria abrir um procedimento investigatório contra o juiz.



Veja mais no Estadão.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

TRF divulga nota sobre divergências do Judiciário

São Paulo - A presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, Marli Ferreira, comentou em nota oficial divulgada hoje, o embate entre o juiz federal Fausto Martins de Sanctis e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, sobre a prisão e soltura do sócio-fundador do Banco Opportunity, Daniel Dantas. No comunicado, Marli recomenda que os juízes, de todas as instâncias, "nunca se verguem ante interesses subalternos". "Ceder à campanha que se arma para desonrar qualquer de seus membros é amesquinhar a função judicial", diz a desembargadora federal.


Veja o final do texto aqui.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

O perfil criminoso de Dantas

Relatório da PF diz que banqueiro corrompe, intercepta ligações e manipula a mídia

SÃO PAULO - Relatório de Inteligência Policial que dá suporte à ordem de prisão do banqueiro Daniel Dantas afirma que ele corrompe, faz espionagem empresarial - inclusive com interceptações telefônicas ilegais -, manipula a mídia e se prevalece de bom relacionamento com autoridades públicas para manter protegida a sua organização criminosa. "O grupo Opportunity possui longa história, marcada por diversos fatos controversos e questionáveis.

Texto completo na Tribuna da Imprensa.

STF concede habeas a Daniel Dantas e outros 10

Portal Terra

SÃO PAULO - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, concedeu nesta noite habeas-corpus ao banqueiro Daniel Dantas e a outros 10 sócios e acionistas do banco Opportunity. Entre eles, está a irmã de Dantas, Verônica.


Vejam o texto completo neste endereço.

terça-feira, 8 de julho de 2008

PF prende Daniel Dantas, Celso Pitta e Naji Nahas

SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Federal informou nesta terça-feira que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, dono do Banco Opportunity.

Um porta-voz da Polícia Federal em São Paulo informou que o banqueiro foi preso no Rio de Janeiro, em uma operação relacionada ao escândalo do mensalão.

O ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e o empresário Naji Nahas também foram detidos na mesma operação da PF, para a qual foram expedidos 24 mandatos de prisão e 56 de busca em quatro Estados.

(Reportagem de Eduardo Simões; Edição de Renato Andrade)

domingo, 13 de janeiro de 2008

Banqueiro Daniel Dantas acusa empresa de telefonia Oi de corrupção do governo Lula

Advogados do grupo Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, apresentaram à Justiça de Nova York documento em que acusam acionistas da Oi (ex-Telemar) de corrupção de membros do PT no governo para conseguir que o presidente Lula altere a legislação para permitir a compra da Brasil Telecom. O documento também menciona o investimento milionário na empresa do filho do presidente Lula, a Gamecorp, em 2005. Os advogados do Opportunity alegam que a então Telemar tinha interesse na mudança da legislação do setor de telecomunicações. O controle da holding de telefonia era dividido entre fundos de pensão (maiores investidores nacionais), Citigroup (banco norte-americano), Opportunity (do banqueiro Daniel Dantas) e a Telecom Italia.