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domingo, 29 de setembro de 2013

DILMA NA ONU E A REAÇÃO VIRA-LATA



O discurso da presidenta Dilma Rousseff na abertura da 68ª Assembleia-Geral das Nações Unidas ainda repercute, especialmente nas redes sociais. E o que se vê, em boa quantidade, infelizmente, é o complexo de vira-lata arraigado em muita gente, aliado a quem tenta, de uma forma ou de outra, desmerecer a postura de nossa presidenta.
É pertinente levantar que espionagem acontece em todos os países; também o é questionar a espionagem interna, feita por indivíduos – esses dotados de algum poder, empresas e até pelo próprio Estado Brasileiro. Mas esses são problemas de ordem doméstica e, sim, devem ser tratados e resolvidos. Mas daí a negar o papel cumprido por Dilma essa semana é uma pouco demais. 


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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Convencimento, vergonha ou conveniência na ‘autocrítica’ da Globo?

O editorial do Globo começa mentindo: não foi um “apoio editorial”. O jornal, junto com os outros que ele cita – quase toda a mídia da época, que quase toda ainda anda por aí –, participou do bloco golpista que criou o clima favorável ao golpe, promoveu as “Marchas da Família, com Deus, pela Liberdade”, que funcionavam para tentar passar a ideia de que a população pedia um golpe militar.

Apoiou o golpe, buscou sua legitimidade e apoiou a ditadura militar ao longo de toda sua existência. E seguiu justificando-a até agora. 

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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Mídia e metrô tucano: como servir a Deus sem trair o Diabo?

Nunca a sorte política do PSDB – seus caciques e derivados— dependeu tanto da indulgência da mídia conservadora como agora.

E nunca como agora esse centurião de todas as horas esteve tão frágil para ajudá-los.

A sobrevivência mesmo esfarrapada do PSDB depende dramaticamente da decisão em torno da qual orbitam há dias os proprietários, editorialistas, colunistas, pauteiros e mancheteiros do dispositivo midiático conservador.

Aliviar ou não para um PSDB mergulhado até o nariz no conluio com oligopólios e corrupção no caso das licitações para compra de vagões do metrô, em São Paulo?

A hesitação no ar é tão densa que dá para cortar com uma faca.

Jorros de ambiguidade escorrem dos veículos impressos no café da manhã.


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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Um minuto do PAC, por favor! Para mostrar o Brasil que a Globo esconde.

O sétimo balanço do PAC-2 (Programa de Aceleração do Crescimento no período 2011-2014) mostrou o lado "oculto" do Brasil que a velha mídia esconde. Constata-se aumento dos investimentos em relação aos anos anteriores, canteiros de obras em todos os cantos do Brasil (que muita gente acha que é só da prefeitura), o que explica, em parte, a situação próxima do pleno emprego. E muita coisa pronta que mal é noticiada.

Justiça seja feita, o governo Dilma está sendo bastante austero em não gastar dinheiro com propaganda no PIG (Partido da Imprensa Golpista) para mostrar suas realizações, se limitando a divulgar campanhas ligadas à saúde e cidadania, ou de estatais que competem no mercado.

E o PIG, além de fazer oposição por ser demotucano, faz uma espécie de chantagem para obrigar o governo a fazer propaganda paga. Só noticia obras que estão com problemas, seja por embargos na justiça, seja pelo governo peitar empreiteiras que querem preços acima do que vale, seja para atender exigências do TCU, seja por causa de maus empresários e funcionários que se metem em fraudes e acabam em operações da Polícia Federal. Nada contra noticiar problemas, mas é um desserviço à cidadania não noticiar também aquilo que beneficia e é importante para a população.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=eIuLRVeHoLs


Visto no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
Davis Sena Filho
DAVIS SENA FILHO 
O pasquim Veja é uma vergonha para o jornalismo e para quem o exerce. Baseia-se, propositalmente, em um jornalismo meramente declaratório e em off, porque a intenção é criar uma atmosfera para derrubar um governo trabalhista


Todo mundo sabe, até os ímpios, os brucutus, os perversos e os patifes que a revista Veja, a Última Flor do Fáscio, é um pasquim de péssima qualidade editorial, e, por sê-lo, não é levado a sério, porque se fosse o povo brasileiro acreditaria nela, o que não é o caso, porque ninguém, a não ser a parte da classe média pequena Mussolini, a mesmíssima que, por meio do DNA, ainda usa vassouras janistas, realiza, de forma ridícula e total falta de senso, as marchas contra a "corrupção", que reúnem meia dúzia de gatos pingados convocados pelas redes sociais, bem como se transformam, de maneira permanente, em viúvas de Carlos Lacerda, político de extrema direita, golpista, e, lamentavelmente, conhecido pela alcunha de Corvo.

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De costas para o Brasil

O colapso da mídia conservadora chegou antes da falência do país, vaticinada há mais de uma década pelo seu jornalismo.

O velho ‘passaralho’ sobrevoa algumas das principais redações que compõem o núcleo duro da oposição ao governo Dilma.

Estadão, Abril, Folha, Valor lideram a deriva de uma frota experiente na arte de sentenciar vereditos inapeláveis sobre o rumo da Nação, enquanto o seu próprio vai à pique.

De bagres a pavões, cabeças experimentam o fio gelado da guilhotina dos custos nas grandes corporações.

A ‘descontinuidade’ de títulos, a supressão de cadernos, o emagrecimento das edições, o clamoroso empobrecimento da reportagem e o rapa nos borderôs dos freelas não deixam margem a dúvida.  


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quarta-feira, 5 de junho de 2013

A MÍDIA E O SEQUESTRO EM MARCHA DE UMA NAÇÃO


O noticiário das últimas horas está salpicado de dados e fatos que
ensejam maior reflexão sobre os rumos do país. Eles não revogam os desafios que cercam a largada  para um novo ciclo de crescimento. Os impulsos nesse sentido são objetivos. Encerram escolhas estratégicas. Seu escrutínio requer o discernimento engajado da sociedade.  Mas, se não contradizem essa inflexão, os indicadores correntes exibem ao mesmo tempo uma vitalidade que desautoriza a sofreguidão do jogral conservador. Seu repertório para 2014 consiste em passar uma borracha nos avanços econômicos e democráticos dos últimos 11 anos, com um objetivo claro: revogar as balizas sociais que influenciaram a ordenação da economia na última década. Impedir que elas condicionem  a pavimentação do novo ciclo. Ou seja, desconstruir a essência do que deve ser preservado.  Trata-se de  enfraquecer ou desmoralizar o esboço de Estado Social que vem sendo erguido desde 2003.  


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segunda-feira, 27 de maio de 2013

A elegante resposta de Dilma e a verdade sobre boatos do Bolsa Família


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Elegante e firme, a resposta da presidenta Dilma Rousseff em relação aos boatos sobre o falso fim do programa Bolsa Família está à altura do cargo que ela ocupa. Nós não temos esse limite, essa injunção do cargo, e dizemos com todas letras aqui no blog o que foi aquela irresponsabilidade: sabotagem com objetivos políticos e eleitorais.

A boataria espalhada há uma semana provocou corrida bancária e tumulto em 13 Estados e levou 920 mil dos 13,5 milhões de famílias beneficiárias do programa a sacar R$ 152 milhões.  A presidenta Dilma afirmou que os boatos sobre o Bolsa levam o governo federal a aprimorar o sistema de fiscalização do benefício. "O que a gente pode tirar de bom disso? Ficar sempre mais atentos para essa possibilidade (de boatos), porque durante 10 anos nunca houve isso", afirmou a presidenta.

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sábado, 18 de maio de 2013

Veja usa carro de líder do PSDB no Acre...

...para rondar a casa do governador Tião Viana; equipe da Veja se encontra em Rio Branco para acompanhar a Operação G-7, que deteve o diretor da Secretaria de Saúde do Acre, Tiago Viana das Neves Paiva, que é sobrinho do governador; "Não fiquei surpreso com essa relação promíscua. A revista Veja há muito tempo deixou de fazer jornalismo. Faz panfletagem tucana para atingir governos do PT", disse o secretádio de Comunicação do governo, Leonildo Rosas.

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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pesquisa 'sinistra' do Datafolha testa popularidade da volta da ditadura

Pouca gente viu, quase ninguém comentou. No feriado de 1º de maio, o instituto de pesquisa Datafolha, dos mesmos donos do jornalão Folha de S.Paulo, divulgou uma pesquisa restrita à capital paulista para conferir se os paulistanos apoiariam a implementação de uma ditadura no Brasil. 

Na pesquisa sinistra – para dizer o mínimo –, os números estimulados foram:
- 53% dos entrevistados disseram concordar com a afirmação: "democracia é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo". 

- 19% escolheram: "em certas circunstâncias, é melhor uma ditadura do que um regime democrático". 

- 20% escolheram: "tanto faz se o governo é uma democracia ou uma ditadura".
Os 8% restantes se dividem entre quem se declarou explicitamente favorável a uma ditadura e os que responderam "não sei". 

A notícia saiu sob o título “Apoio ao regime democrático tem ligeira queda” e tem viés de pregação antidemocrática. Isso porque, segundo a publicação, houve oscilação nos números em relação a 10 anos, quando 57% dos entrevistados responderam "democracia sempre" e os que responderam "depende das circunstâncias" foram 16%.  

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Eles bajulam a mídia de direita em busca de “proteção”




Um fenômeno político vem se materializando e precisa ser muito bem avaliado, pois começa a se tornar preocupante. Políticos de variadas tendências – alguns deles, supostamente aliados do governo Dilma – vêm deixando ver que estão em busca de construírem para si uma rede de proteção midiática como a de Fernando Henrique Cardoso e José Serra.
De fato, se não fosse a hecatombe social e econômica que os dois políticos tucanos legaram ao Brasil após sua desastrosa passagem pelo governo federal entre 1995 e 2002, seriam eleitoralmente imbatíveis graças à rede de proteção supracitada.
Por outro lado, sem o apoio que FHC e Serra recebem da mídia, provavelmente teriam dificuldade até em aparecer em público, dado o mal que causaram a este país com a privataria tucana – que vendeu 100 bilhões de dólares de patrimônio público a preço de banana e sumiu com os recursos – e com a depressão social e econômica que adveio daquele processo. 

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terça-feira, 30 de abril de 2013

Mercadante ignora o compromisso da Folha com a repressão da ditadura

Os carros dos agentes policiais e os veículos da Folha ficavam estacionados nas garagens da empresa. Não havia grande preocupação em esconder a logomarca da empresa nos veículos disponibilizados para a repressão. Certamente, o ministro Aloizio Mercadante, não sabia disto. Economista competente, Aloizio Mercadante desconhece também que eu fui um dos jornalistas presos em janeiro de 1974, no portão de entrada da Folha. O artigo é de Dermi Azevedo.

Gilmar Mendes e a turma do terror


Impressionante a má vontade de toda a imprensa com parlamentares petistas e o Partido dos Trabalhadores.  A turma do pânico já está aterrorizando desavisados com a PEC 33/2011 apresentada pelo deputado Nazareno Fonteles (PR/PI) – que propõe novas regras sobre casos de relação entre o parlamento e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Veículos  de comunicações da grande imprensa tentam vincular a PEC exclusivamente ao PT. Colunistas escrevem páginas inteiras de jornais, apresentadores  de telejornais levam convidados para a  bancada afim de, juntos, analisarem a  proposta... O ministro  do STF , Gilmar Mendes , figurinha carimbada na mídia, também apareceu  com sua frase de efeito : "eles rasgaram a Constituição", bradou o ministro, com o mesmo exagero de quem  no passado afirmou que o Brasil estava sob "estado policial", quando, denunciou a existência de  grampos de seu telefone, jamais exibida ou comprovada pelo ministro  ou pela investigação  da Policia Federal. 

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ex-delegado: Folha financiava operações na ditadura e Frias era amigo de Fleury



O ex-delegado da Polícia Civil Claudio Guerra (23) fez uma série de revelações nesta terça-feira (23), em depoimento à Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, sobre episódios da ditadura militar. Detalhou o caso conhecido como 'chacina da Lapa' e tratou da participação do dono da Folha de S. Paulo e de outros empresários no apoio financeiro à repressão.   

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Globo é pega no acórdão do 'mensalão' em negócio com Banco Rural considerado 'fraudulento'

 Em primeira mão no blog Os Amigos do Presidente Lula em 23/04/2013 às 19:30hs  
Nas páginas 2869 e 2870 do acórdão do julgamento da Ação Penal 470 do STF (vulgo "mensalão"), registra que o mesmo padrão de empréstimo feito do Banco Rural com o Partido dos Trabalhadores, foi feito com a "Globo Comunicações e Participações". Os ministros do STF consideraram "atos fraudulentos de gestão", segundo o acórdão.



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domingo, 31 de março de 2013

Dilma manda seguir em frente com a guerra pela audiência



José Genoino é alvo de ataques da mídia conservadora
José Genoino é alvo de ataques da mídia conservadora
Têm duas funções as cenas lamentáveis nas quais um dos mais importantes líderes da esquerda brasileira, guerrilheiro contra a ditadura que de branda não teve nada, é assediado por um comediante nos corredores da Câmara dos Deputados e, em seguida, ludibriado na sua boa-fé ao receber. com cortesia. um menino e o pai dele, a mando de um programa humorístico na TV Bandeirantes. A primeira delas é a prova mais cabal que o Brasil goza de um período esplendoroso quanto à liberdade de expressão, após a luta de milhares de brasileiros e brasileiras contra a censura ditatorial, entre os quais estava aquele homem que quiseram enxovalhar. A segunda serve para mostrar ao grande público o que a mídia conservadora anda fazendo com a liberdade que aquele senhor de cabeça grisalha e aspecto sisudo ajudou o país a construir.  

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sábado, 30 de março de 2013

Azenha: Globo consegue o que a ditadura não conseguiu: calar imprensa alternativa

Meu advogado, Cesar Kloury, me proíbe de discutir especificidades sobre a sentença da Justiça carioca que me condenou a pagar 30 mil reais ao diretor de Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, supostamente por mover contra ele uma “campanha difamatória” em 28 posts do Viomundo, todos ligados a críticas políticas que fiz a Kamel em circunstâncias diretamente relacionadas à campanha presidencial de 2006, quando eu era repórter da Globo.
Lembro: eu não era um qualquer, na Globo, então. Era recém-chegado de ser correspondente da emissora em Nova York. Fui o repórter destacado para cobrir o candidato tucano Geraldo Alckmin durante a campanha de 2006. Ouvi, na redação de São Paulo, diretamente do então editor de economia do Jornal Nacional, Marco Aurélio Mello, que tinha sido determinado desde o Rio que as reportagens de economia deveriam ser “esquecidas”– tirar o pé, foi a frase — porque supostamente poderiam beneficiar a reeleição de Lula.


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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Globo censura homenagem a Dilma da escola Nenê de Vila Matilde

Durante a transmissão do desfile da escola paulista Nenê de Vila Matilde, a Rede Globo ignorou a ala de homenagem à presidenta Dilma Rousseff. A decisão da emissora gerou protestos pelas redes sociais que, em contrapartida, exigem a imediata regulamentação dos meios de comunicação no Brasil. A Nenê de Vila Matilde foi a primeira a desfilar no segundo dia (9) do carnaval paulista. A escola homenageou as lutas populares.

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Atuação da Globo rebaixa e desqualifica a política

O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN) é deputado há 42 anos. A TV Globo tem 47. Alves é um dos donos da TV Cabugi, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Norte. Tem também a Rádio Globo Natal, a Rádio Difusora de Mossoró e o jornal Tribuna do Norte.
A TV de Alves surgiu em 1987, período em que ACM (o avô) era Ministro das Comunicações e distribuiu canais de TV para deputados e senadores votarem com o governo da época (Sarney) e com o "centrão" na Constituinte de 1988. O "centrão" era um bloco de parlamentares conservadores e/ou fisiológicos que barraram vários tópicos progressistas do interesse dos trabalhadores.

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A relação incestuosa entre a mídia e o judiciário



O pior livro de 2013 está prestes a ser lançado: Mensalão, de Merval Pereira.

Cuidado, pois.

Tratando-se de Merval, não poderia ser outra coisa que não a reunião de seus artigos maçantes e previsíveis ao longo do julgamento. Conteúdo novo? Talvez na próxima. Merval provavelmente pagou um mensalinho a um estagiário para compilar os artigos e vamos ficando por aí. 

O livro é revelador, não obstante. 

Ele mostra a relação incestuosa entre a Globo (e a grande mídia) e o STF. O prefácio é de Ayres Britto, que presidia o Supremo durante o Mensalão. 

Pode? Pode. 

É legal? É. 

É eticamente aceitável? Não. Exclamação. 

O pudor deveria impedir o conúbio literário entre Merval e Britto.  


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