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quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Rovai: Dez propostas para começar a democratizar a mídia
[Algumas propostas que poderiam ser pensadas para de fato implementar a democratização da comunicação no país:]
1 – Limitar qualquer grupo de comunicação, holding ou família que atue na área a ter mais de 10% das verbas publicitárias totais do Estado em suas diferentes instâncias, incluindo empresas majoritariamente públicas e a administração direta. Isso seria um instrumento de combate à propriedade cruzada.
2 – Não permitir que, em campanhas com verbas publicitárias públicas, um único tipo de veículo (TV, rádio, jornal, revista etc.) receba mais de 1/3 dos recursos.
3 – Criar um percentual obrigatório para que todos os anunciantes do governo destinem em seus planejamentos de mídia recursos para veículos de caráter predominantemente educativo e cultural.
4 – Fortalecer o jornalismo regional, [...]
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quarta-feira, 5 de setembro de 2007
ROVAI: Mr. Civita, cadê as fotos de Mônica Veloso?
``A Editorial Abril silenciou sobre as fotos de Mônica Veloso. A capa de Bárbara Paz chega às bancas como se eles não tivessem feito um baita alarido sobre as imagens quer produziram com a ex-amante de Renan. É mais uma prova de que as informações deste blog estavam corretas. E de que a nossa mídia é toda amiguinha, só aqui demos a informação e a repercussão foi zero, porque não interessa o assunto, afinal o pano de fundo é a CPI da Abril-Telefônica.''
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terça-feira, 19 de junho de 2007
Midiático Poder – O Caso Venezuela e a guerrilha informativa (2)
MÍDIA E GLOBALIZAÇÃO
Retrato do poder midiático
Por Eduardo Maretti em 19/6/2007
``O livro Midiático poder – o caso Venezuela e a guerrilha informativa, de Renato Rovai, aborda uma temática tão atual quanto preocupante, e bem definida na página de apresentação: a "concentração dos meios de informação em um número cada vez menor de grupos empresariais" e a "a partidarização de grupos midiáticos e o seu envolvimento com golpes de fundo político". Objetivamente, o tema é a tentativa de golpe que atingiu o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em abril de 2002.
Mas a realidade é outra em relação aos golpes de Estado com os quais a América Latina conviveu no século 20: no caso venezuelano, as elites já não se valem de um poder, por assim dizer físico (militar), para "derrubar a Bastilha"; utiliza-se do poder virtual dos meios de comunicação eletrônicos. A televisão substitui os tanques.''
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=438AZL004
Retrato do poder midiático
Por Eduardo Maretti em 19/6/2007
``O livro Midiático poder – o caso Venezuela e a guerrilha informativa, de Renato Rovai, aborda uma temática tão atual quanto preocupante, e bem definida na página de apresentação: a "concentração dos meios de informação em um número cada vez menor de grupos empresariais" e a "a partidarização de grupos midiáticos e o seu envolvimento com golpes de fundo político". Objetivamente, o tema é a tentativa de golpe que atingiu o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em abril de 2002.
Mas a realidade é outra em relação aos golpes de Estado com os quais a América Latina conviveu no século 20: no caso venezuelano, as elites já não se valem de um poder, por assim dizer físico (militar), para "derrubar a Bastilha"; utiliza-se do poder virtual dos meios de comunicação eletrônicos. A televisão substitui os tanques.''
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=438AZL004
Midiático Poder – O Caso Venezuela e a guerrilha informativa
MÍDIA E GLOBALIZAÇÃO
Por um modelo de comunicação democrático
Por Renato Rovai em 19/6/2007
``Aliás, é preciso registrar que alguns estudiosos só consideram como tentativa de golpe a ocorrida de 11 a 14 de abril de 2002, ocasião em que o presidente Hugo Chávez chegou a ser deposto e encarcerado. Divirjo deles. Entendo e defendo que, nos meses de dezembro de 2002 e janeiro de 2003, teve lugar outra investida golpista, mais complexa, mas nem por isso menos totalitária. Com a mídia capitaneando o processo, realizou-se por dois meses uma ação de desabastecimento de bens essenciais de consumo, principalmente para a população mais pobre, combinada com uma paralisação na produção de petróleo – que representa em torno de 50% da arrecadação fiscal do Estado venezuelano – e uma campanha de sonegação tributária. Tratou-se de um golpe midiático-econômico, a meu ver muito mais apropriado, por sua forma, à lógica e às dinâmicas daquilo que os neoliberais convencionaram chamar de "capitalismo moderno".''
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=438AZL003
Por um modelo de comunicação democrático
Por Renato Rovai em 19/6/2007
``Aliás, é preciso registrar que alguns estudiosos só consideram como tentativa de golpe a ocorrida de 11 a 14 de abril de 2002, ocasião em que o presidente Hugo Chávez chegou a ser deposto e encarcerado. Divirjo deles. Entendo e defendo que, nos meses de dezembro de 2002 e janeiro de 2003, teve lugar outra investida golpista, mais complexa, mas nem por isso menos totalitária. Com a mídia capitaneando o processo, realizou-se por dois meses uma ação de desabastecimento de bens essenciais de consumo, principalmente para a população mais pobre, combinada com uma paralisação na produção de petróleo – que representa em torno de 50% da arrecadação fiscal do Estado venezuelano – e uma campanha de sonegação tributária. Tratou-se de um golpe midiático-econômico, a meu ver muito mais apropriado, por sua forma, à lógica e às dinâmicas daquilo que os neoliberais convencionaram chamar de "capitalismo moderno".''
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=438AZL003
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