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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O ‘status quo’ se mobiliza

Uma pequena nota publicada pela Folha de S. Paulo na edição de sexta-feira (16/8) reflete mais intensamente o impacto provocado pelo fenômeno da Mídia Ninjado que as centenas de páginas já produzidas por intelectuais de várias grandezas, jornalistas e curiosos, em jornais, revistas e nas redes sociais digitais.
O texto em questão informa que o senador Aloysio Nunes Ferreira, do PSDB paulista, apresentou pedido de informações aos ministérios da Fazenda, Cultura e de Minas e Energia: ele quer saber se a Petrobras, o Banco do Brasil e entidades de apoio à cultura repassaram alguma verba para o coletivo de midiativistas que se notabilizou ao transmitir as manifestações que paralisam algumas das grandes cidades brasileiras desde junho.
A motivação do senador é explícita: “A Mídia Ninja fazcríticas à mídia tradicional, por isso quero saber de onde vêm os recursos dessa agência de notícias informal”, afirmou, segundo a Folha. Ou seja, ele se apresenta em defesa da imprensa que lhe dá o palanque.

domingo, 9 de maio de 2010

Depois do Quarto, surge agora o Quinto Poder

O batismo oficial no novo jargão aconteceu esta semana em São Petersburgo, na Florida, Estados Unidos durante uma conferência de dois dias entre blogueiros autônomos, especialistas universitários, gurus da internet, empreendedores virtuais e jornalistas profissionais.

A imprensa tradicional, tida como um quarto poder por sua enorme influência na área nacional dominada pelos três outros poderes (executivo, legislativo, judiciário), tem agora ao seu lado um eclético e emergente quinto poder, formado pelos novos protagonistas da comunicação digital.


Vejam o texto completo em OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

segunda-feira, 15 de março de 2010

Jornalismo de resistência traz experiência hondurenha para debate no Brasil

Karol Assunção *
Adital -

Discutir os desafios do jornalismo de resistência. É com esse objetivo que o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina apresenta, na edição deste mês do Círculo da Palavra, o jornalista hondurenho Rony Martinez, repórter da Rádio Globo do país centro-americano. A partir de amanhã (16) e até o dia 22, Martinez discutirá - em diversos espaços - com estudantes e profissionais de comunicação sobre a importância e os desafios de promover um jornalismo de resistência nos países.

A escolha do jornalista hondurenho para debater sobre a soberania comunicacional não foi à toa. Repórter da Rádio Globo Honduras, Martinez vivenciou - e ainda vivencia - o jornalismo de resistência no país centro-americano. Após o golpe de Estado que destituiu Manuel Zelaya do poder, em junho do ano passado, a Rádio assumiu o desafio de resistir ao governo de fato e de dar voz à população.

Vejam mais detalhes em ADITAL-Notícias da América Latina e Caribe