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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Problemas na Ginática Olímpica - III

Após acusações de Jade, CBG usa resultados para defender imagem

A lesão no punho direito de Jade Barbosa abriu o caminho para inúmeras críticas à direção da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica). Alvo de acusações que vão de erro na dosagem da medicação a maus tratos à atleta carioca, a entidade utiliza os resultados recentes da modalidade para defender a imagem.

"A confederação não é entidade aventureira. A seleção olímpica permanente foi criada em 2002 e desde então estamos em constante evolução. Você acha que é uma confederação que é negligente vai crescer desta maneira? Obtivemos conquistas expressivas em função de trabalho sério. Os resultados estão aí para mostrar isso", afirmou Eliane Martins, coordenadora da CBG.

Mais no UOL Esportes. Pois é. Esporte de alto rendimento é estressante, a glória é alcançada com esforço e dores, mas isto não deve incluir negligência e maus tratos aos atletas.

Problemas na Ginática Olímpica - II

Ex-ginastas acusam CBG de maus tratos e reforçam coro de Jade

Depois de Jade Barbosa disparar contra a Confederação Brasileira de Ginástica revelando ter sofrido com negligência médica e maus tratos, outras ginastas decidiram revelar o que passaram durante o período em que estiveram no centro de treinamento de Curitiba. Segundo apurou a reportagem do UOL Esporte, as atletas também tiveram problemas com a direção e o departamento médico da entidade, que teriam escondido lesões e prejudicado suas carreiras.

Veja mais, também no UOL Esportes.

Problemas na Ginática Olímpica - I

Jade acusa CBG de dar alta medicação e impedir de beber água

A polêmica lesão no punho direito de Jade Barbosa ganhou novos contornos nesta sexta-feira. Em entrevista à Folha de S. Paulo, a ginasta, que até agora havia mantido um comedimento em seu discurso, acusou a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) de ter prescrito a ela medicação em alta dosagem, o que teria proporcionado vômitos e mal-estar durante os Jogos de Pequim.

A carioca disse ao jornal que passou a tomar o antiinflamatório Prexige em fevereiro deste ano para controlar as dores no punho, a mando do médico da CBG, Mário Namba. A dose, que começou com um comprimido de 400 g no início do ano, passou a duas cápsulas em julho (na aclimatação no Japão para os Jogos de Pequim) e a três em agosto, durante as Olimpíadas. Segundo especialistas consultados pela Folha, a quantidade foi excessiva.

A notícia continua no UOL Esportes.