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terça-feira, 19 de março de 2013

Dilma cresce; mídia busca um ‘Capriles Nieto’ brasileiro

A restauração conservadora fareja frestas e flancos para romper o colar de governos de centro-esquerda que, nos últimos dez anos, estendeu suas contas formando um cinturão de políticas progressistas no interior da América Latina.

Vive-se, grosso modo, um interregno entre dois ciclos.

Um, que parece ter se completado com a consolidação de políticas sociais e salariais, que remodelaram a dinâmica da cidadania e do consumo em largas fronteiras da América Latina.

Em graus distintos, esse estirão foi favorecido pelo afrouxamento do gargalo externo, marcado por uma década de preços altos das commodities.

Não há automatismos na história. 


Vejam mais em Carta Maior-Blog das Frases

domingo, 23 de setembro de 2012

PAGAR PARA APANHAR


Uma suposta reportagem da Veja,  na qual o publicitário Marcos Valério, sem dar entrevistas, “revelaria” seus segredos em que “incriminaria” Lula como o responsável pelo chamado  mensalão -  uma grosseira montagem  -   faz surgir novamente, com força,  a necessidade de um jornal popular, democrático, de massas. Sem ele, as forças progressistas  ficam reféns, inertes e sem qualquer capacidade de resposta diante da verdadeira campanha de demolição de Lula, do PT e dos valores políticos defendidos pelas forças populares.
Nos países em que há governos populares na América Latina,   foram criados mecanismos de comunicação popular, seja com nova leis de comunicação, como na Argentina, Venezuela e Equador, fortalecendo a TV e o rádio públicos, mas também houve  o florescimento de jornais populares com capacidade de fazer a batalha de idéias com a imprensa conservadora sistematicamente sintonizada com as ideologias e os interesses dos EUA, e dos oligarcas nativos. No Brasil já houve um jornal, cuja criação foi estimulada pelo Presidente Vargas, o Última Hora, que foi  sufocado após o golpe de 1964.   

Vejam mais em PATRIA LATINA

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A voz do Brasil que nunca teve voz

Lula completou 66 anos esta semana: a metade deles emprestando a voz rouca e grave à defesa da democracia e da justiça social. Avant la lettre, ele deu voz à 'primavera árabe' brasileira. Mesmo quando lhe faltaram microfones, nas assembléias históricas da Vila Euclides, no ciclo das grandes greves do ABC paulista, nos anos 80, a voz rouca e grave ecoou através de outras vozes para se fazer ouvir em todos os cantos e lares mais humildes do país..

A economia e a sociedade que essa voz ajudou a construir hoje falam por ele. E torcem por ele, na certeza de que ele ainda falará por ela durante muito tempo, como líder político incontestável da grande frente progressista que deu voz a um Brasil que nunca antes teve voz nem vez na política nacional.

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Movimentos sociais do Brasil: vamos eleger Dilma Roussef presidenta

Quanto à eleição presidencial, as organizações populares que compõem a Via Campesina decidiram lutar para que não haja uma vitória eleitoral de uma proposta neo-liberal, como a que encarna o candidato "tucano" José Serra. Após o primeiro turno em 3 de outubro, queremos, com este comunicado ao povo brasileiro, manifestar nossa decisão política frente às eleições deste ano.

Avaliação do primeiro turno

As renovações que se fizeram nas Assembléias provinciais, na Camara dos Deputados, no Senado Federal, além da eleição e reeleição de governadores progressistas são boas noticias. No Senado Federal, especialmente, saimos vitoriosos com a eleição de companheiros e companheiras identificados com nossas lutas e com a não eleição de senadores que se destacaram pela perseguição aos movimentos sociais, estando identificados com os interesses do agronegócio.


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terça-feira, 24 de março de 2009

EUA bloqueiam declaração da água como direito humano

(...) O Fórum Mundial da Água, que se realizou em Istambul durante a semana passada, terminou no Domingo e não aprovou a proposta de considerar o direito à água como um direito humano, limitando-se a considerar a água uma "necessidade básica". A proposta foi feita por países da América Latina, mas os Estados Unidos boicotaram-na, assim como o Brasil, o Egipto e a Turquia, o país anfitrião.

Óscar Olivera, porta-voz da Coordinadora de Agua de Cochabamba (Bolívia) declarou: "O que vemos com preocupação no sul é que os governos progressistas, apesar do seu discurso a favor da água como direito humano, não tenham podido sair das estruturas herdadas de anteriores governos neoliberais".


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