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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Como a elite que frequenta Davos afundou a economia mundial

"Davos Man é um personagem que ganha milhões de dólares, passa toda a sua vida voando em aviões privados e dormindo em hotéis cinco estrelas. Uma pessoas que realmente deixa de pertencer a um país, uma espécie de cidadão global, mas cidadão muito privilegiado, não? Creio que Paulo Lemman, ao ser o principal acionista de empresas como Heinz e Burger King, é um exemplo desse arquétipo de Davos Man.
Há um capitulo no livro sobre um povoado na Suíça, próximo a Davos, com 15 mil habitantes e 30 mil empresas registradas, muitas delas são sedes corporativas de multinacionais. Lá encontrei a sede do Burger King, uma oficina pequena, com quatro mesas, três empregados. Por que? Porque não pagam impostos. 
Paulo Lemman pode ser uma pessoa com muita compaixão, é um filantropo, que também é outra característica do arquétipo de Davos. Mas essa filantropia de fazer doações para que brasileiros possam ir a universidades de elite, como Harvard, faz parte da ideia de 'eu tenho um dever, tenho que devolver algo para a sociedade'. Mas por que não mudam a política tributária de suas empresas para pagar impostos? Isso é um pouco da hipocrisia de Davos."

Confira no Jornal GGN

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Davos, a democracia e o capitalismo de Estado

Mauro Santayana
Nos corredores do encontro de Davos, de acordo com matéria de O Globo, empresários latino-americanos expressaram os temores de que “o capitalismo de Estado” represente um risco para democracia em nosso continente. Para entrar no assunto, convém saber o que, para esses senhores, é democracia,  capitalismo e Estado.  

Vejam o texto completo no JORNAL DO BRASIL

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Manifestantes constroem iglus para "Ocupem Davos"


DAVOS, 16 Jan (Reuters) - De olho no Fórum Econômico Mundial, a reunião anual de ricos e poderosos no resort suíço de inverno de Davos que acontece na semana que vem, manifestantes do movimento "Ocupem" revelaram suas acomodações em iglus nesta segunda-feira.

Quando estiver pronto, o Acampamento Iglu incluirá duas tendas aquecidas e uma cozinha externa ao lado das casas de gelo, que acomodam aproximadamente 50 pessoas sob temperaturas abaixo de zero, disse um ativista.

Leia MAIS.

domingo, 12 de junho de 2011

Vazou a lista dos frequentadores do “Club Bilderberg”

O ‘Club Bilderberg’ está reunido desde quinta-feira em St. Moritz, Suiça.

Seus críticos denunciam que este grupo de pessoas influi de maneira determinante sôbre a política e se constituem o governo mundial na sombra que determina as diretrizes economicas dos paises.

Ministros da economia, dirigentes de grandes transnacionaies, chefes de Estado e aristocratas estão sempre presentes nestes encontros que são celebrados anualmente em hotéis de luxo.

“O grupo de Bilderberg é como uma seleção ou um círculo restrito do Foro de Davos", explica Sergio Rossi, professor de Economia na Universidade de Friburgo. Um ambiente fechado, cuja opacidade de suas reuniões anuais incomoda a muitos.

(...)

Continuando, oferecemos-lhes a lista completa dos frequentadores da reunião ‘Bilderberg 2011’:


Vejam o texto completo e a lista da élite da élite em LibreRed.net ou no blog NEBULOSA DE ÓRION

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

''Estadista Global'' vai para o presidente Lula em Davos

Prêmios recebidos por Lula nas últimas semanas refletem o bom momento da imagem internacional do presidente. Em dezembro, o jornal francês Le Monde o escolheu como "Homem do Ano" de 2009. Em seguida, ele recebeu do diário espanhol El País o título de "Personagem Ibero-Americano de 2009". Logo depois, Lula foi escolhido pelo britânico Financial Times como uma das 50 personalidades que moldaram a década. Em maio, Lula recebeu um elogio público do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que durante encontro do G-20 afirmou: "ele é o cara". Antes de ir para a Suíça, Lula deverá participar em Porto Alegre do Fórum Social Mundial (FSM), criado como um contraponto ao Fórum Econômico Mundial.

Leia a íntegra AQUI.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

De Belém, um recado para Davos

O mundo se encontrou em Belém, no Brasil. O mundo se encontrou em Davos, na Suíça. Duas visões diferentes; uma social, humana, ecológica; outra econômica, capitalista. Os temas, os mesmos; a crise econômica, o aquecimento global, a paz, a guerra, a segurança. O que pensam os militantes da utopia, em Belém? O que pensam os senhores do poder econômico, em Davos? Por que tanta diferença entre os iguais? Por que tanta diferença entre os opostos? Um outro mundo é possível? Tudo merece reflexão, de ambos os lados, mesmo na diferença, com muita profundidade.


Vejam o texto completo no PT-Partido dos Trabalhadores

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Atraso se mudou para Davos. A chance de futuro visita Belém


Quando o FSM nasceu, como contraponto ao Fórum Econômico Mundial de Davos, a globalização ainda era cantada em prosa e verso e, seus críticos, taxados de anacrônicos, inimigos da tecnologia e malucos. Oito anos depois, os mantras neoliberais não só perderam força como estão cobertos hoje por pesadas nuvens de suspeição e descrédito. O novo, como se sabe mais do que nunca neste início de 2009, estará reunido em Belém, de 27 de janeiro a 1º de fevereiro, no Fórum Social Mundial.

Belém vive, de um modo muito peculiar, o ambiente que Porto Alegre conheceu em 2001, quando recebeu pela primeira vez o Fórum Social Mundial. Há, por certo, diferenças importantes. Uma delas não é um detalhe: o mundo mudou. Quando o FSM nasceu, como contraponto ao Fórum Econômico Mundial de Davos, a globalização ainda era cantada em prosa e verso e, seus críticos, taxados de anacrônicos, inimigos da tecnologia e malucos. Na época, o então presidente Fernando Henrique Cardoso chegou a escrever um artigo chamando os organizadores e participantes do Fórum de “ludistas” (numa alusão ao movimento dos trabalhadores ingleses no início do século XIX, que destruíam máquinas por temer perderem o emprego para elas).

Vejam mais na Agência Carta Maior