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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

As 10 técnicas do kit semiótico de manipulação das multidões



Chamado de “século das multidões”, o século XX nos deixou como legado um verdadeiro kit semiótico completo de ferramentas de gestão do comportamento de grupos e multidões. Esse kit composto por 10 ferramentas é aplicado na sua totalidade ou em fragmentos por políticos, agências governamentais, líderes de seitas, jornalistas e publicitários. Desde as manifestações de rua anti-globalização de Seattle em 1999, observa-se uma crescente importância na manipulação das multidões. A sequência atual de manifestações em diversos países como Brasil, Egito e Turquia nos faria questionar se estariam sendo aplicados nestes eventos ferramentas desse kit. Por isso, vamos entender cada uma dessas dez ferramentas para que possamos reconhecê-las nas ruas ou nas mídias.

O poder das multidões para determinar mudanças políticas é um dos temas mais significativos da História. Mas certamente as manifestações anti-globalização em Seattle em 1999 e em Londres em 2001 foram o ponto de viragem na maneira como os poderes estabelecidos viam os protestos. Os manifestantes utilizaram novas tecnologias de comunicação como laptops, Internet e mensagens em SMS por dispositivos móveis. A partir de então as agências governamentais responderam com suas próprias tecnologia invasivas: redes de monitoramento através de câmeras e sistemas de gestão das multidões.  
 
Vejam mais em CINEGNOSE

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

CEOs, advogados e jornalistas lideram lista de profissões com mais psicopatas

Para novo livro de psicólogo britânico, psicopatia é mais comum em profissões menos humanas e mais objetivas 

Circula pelos Estados Unidos um novo livro que lista as profissões que apresentam maior incidência desse distúrbio de personalidade para elucidar o comportamento de indivíduos psicopatas em ambientes de trabalho.
Segundo o psicólogo Kevin Dutton, autor de “A sabedoria dos psicopatas: o que santos, espiões e serial killers tem a ensinar sobre sucesso”, a carreira mais psicopata é a de CEO, seguida pela advocacia e pela comunicação social (apresentadores de rádio e TV). Cirurgiões aparecem em quinto lugar, logo à frente de jornalistas e agentes policiais.

 A profissões com maior incidência de psicopatas:

    CEO
    Advogado
    Comunicação Social (profissionais de Rádio e TV)
    Comerciante
    Cirurgião
    Jornalista
    Policial
    Sacerdote religioso
    Chef de Cozinha
    Burocratas

Vejam mais em OPERA MUNDI

quarta-feira, 28 de março de 2012

Um em cada dez empregados de Wall Street é um psicopata

Alexander Eichler 


Talvez Patrick Bateman não tenha sido um caso atípico. 
Um em cada dez empregados em Wall Street é provavelmente um psicopata clínico, escreve Sherree DeCovny num trabalho que acabou aparecendo na publicação comercial CFA Magazine.  No conjunto da população, a proporção está próxima a um por cento. "Um psicopata financeiro pode apresentar um perfil perfeitamente equilibrado para o posto de trabalho de diretor executivo, diretor, companheiro de trabalho e membro da equipe porque suas características destrutivas são praticamente invisíveis", escreve DeCovny, que reúne a investigação de vários psicólogos para seu trabalho, o qual sugere de forma otimista que as empresas financeiras não contratam psicopatas extremos.  
 

Vejam o texto original em SINPERMISO ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Mulher coragem

Por Jacques-Alain Miller*

Uma fórmula radical a respeito da coragem pode dizer: as mulheres tem coragem e os homens são covardes. Esto pode ser entendido a partir da referencia fálica, segundo se tenha ou não o órgão que, no corpo, encarna o significante fálico: os homens tem algo a proteger. Um homem é um dono. É essencialmente um dono; administrará melhor ou pior sua propriedade, mas está condicionado por ela. As mulheres, com respeito à referência fálica, não tem nada a perder. Não ter nada a perder pode outorgar uma coragem sem limites, mesmo assim feroz: mulheres que, para salvar o mais precioso, estão preparadas para até o fim sem deter-se, dispostas a lutar como querem.


Vejam o texto completo em PÁGINA/12

sábado, 16 de outubro de 2010

Paixão segue mesmos caminhos das drogas analgésicas

Amor intenso funciona como anestesia para algumas dores

por Katherine Harmon

Novas pesquisas mostram que sentimentos românticos intensos realmente podem aliviar a dor física através das mesmas vias neurais das drogas poderosas.

Simplesmente olhar para um retrato de sua (seu) amada (o) fez com que os voluntários de um estudo recente fossem capazes de reduzir substancialmente a dor. O efeito ocorre graças a um impulso nos centros de recompensa do cérebro, de acordo com resultados publicados em 13 de outubro na PLoS ONE.

"As áreas do cérebro ativadas pelo amor são as mesmas que o uso de drogas utiliza para reduzir a dor", disse Arthur Aron, professor de psicologia da State University of New York em Stony Brook e coautor do novo estudo.


Vejam mais detalhes em SCIENTIFIC AMERICAN

domingo, 28 de junho de 2009

Crisis económica, crisis moral

En psicología sabemos que cuando, en cualquier esfera del comportamiento, el sujeto no tiene o pierde la noción de lo que es justo, adecuado, aparecen lo que suele considerarse como conductas patológicas. Cuando damos por bueno que el marido insulte o menosprecie a la mujer, acabamos considerando la violencia de género como normal y la conducta patológica tiende a instalarse. Cuando dejamos que el adolescente grite a su madre, no estudie ni trabaje, consiga dinero para salir toda la noche, vuelva bebido, etc., estamos favoreciendo la aparición de comportamientos psicopáticos.

Creo que es lo que ha sucedido con la actual crisis económica. En esta nuestra sociedad global y globalizada, llevamos muchos años dando por buenas situaciones totalmente inmorales, ilógicas e intolerables desde cualquier pensamiento normal. Y ahora nos sorprende el estallido de la crisis. Durante demasiado tiempo hemos asistido pasivamente, con sólo las reacciones de pequeñas minorías, a un sin fin de despropósitos, totalmente inviables, que se han normalizado y nos han conducido, a lo que podríamos llamar “la patología de la Economía”

Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Apóie esta causa

Mais informações no enlace abaixo.
clipped from www.pol.org.br
8 Razões para aprender Psicologia no Ensino Médio
  • A Psicologia, enquanto ciência, apresenta um conjunto de teorias e estudos contemporâneos voltados para uma formação humanizadora do jovem.
  • Os estudos da Psicologia permitem uma relevante leitura das relações sociais e culturais na constituição dos sujeitos sociais.
  • A Psicologia possibilita que o jovem compreenda os fatores constitutivos da subjetividade humana, do desenvolvimento da personalidade, da vida comunitária e das novas organizações familiares.
  • A Psicologia contribui de forma direta para a concretização dos objetivos do ensino médio estabelecidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional-LDB favorecendo a construção de sujeitos autônomos e democráticos.

  • Apóie esta luta!

    Senadores e Deputados solicitamos a inclusão da Psicologia como disciplina no Ensino Médio nos Projetos de Lei que tramitam na Câmara e no Senado, tais como:

    blog it

    quarta-feira, 21 de novembro de 2007

    Bebês de seis meses preferem pessoas que ajudam o próximo

    "Os bebês com idades entre seis e dez meses analisam a forma como um indivíduo se comporta em relação a terceiros, e o avaliam em seguida como sendo atraente ou não", constataram três pesquisadores da faculdade de psicologia da Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

    Kiley Hamlin, Karen Wynn e Paul Bloom mostraram aos bebês uma cena, numa tela, onde um personagem tenta várias vezes subir ao topo de um morro.

    Na terceira tentativa, um outro personagem intervém ou para ajudar a pessoa ou para impedi-la de concretizar seu objetivo.

    A imensa maioria dos bebês, tanto de seis como de dez meses, estendeu a mão na direção do indivíduo que prestou solidariedade.

    CLIQUE NO TÍTULO DESTA.

    domingo, 17 de junho de 2007

    Tá irritado, então tu tá ligado?

    "- Quando pessoas em estados mentais neutros e pessoas com raiva foram apresentadas a mensagens persuasivas, pareceu que apenas as irritadas prestavam a atenção devida ao conteúdo - acrescenta Moons.
    De acordo com o pesquisador, pessoas em estado neutro responderam de forma idêntica a mensagens persuasivas e fracas, enquanto aquelas com raiva "mostraram-se menos indulgentes com argumentos fracos e ilusórios"."
    Leia completo no Jornal do Brasil Ciência.

    N.E. Pelo artigo no JB achei errada a conclusão a que chegaram os pesquisadores, pois para deixar os de um grupo com 'raiva' para o teste foi solicitado que "escrevessem sobre uma experiência passada que os havia irritado muito ou provocando um confronto entre dois integrantes, no qual um criticava com veemência crenças do outro". Ora, isto não deixa ninguém com raiva, mas é um belo exercício de memória e raciocínio lógico, verbal e narrativo, estímulo que desperta justamente várias das funções do cérebro que foram demandadas no teste imediatamente subseqüente e, na minha opinião, foi por isto e não por uma hipotética 'raiva' que os desse grupo se sairam melhor. (Notem que curiosa a conclusão, no penúltimo parágrafo do artigo)