quarta-feira, 21 de agosto de 2013
As 10 técnicas do kit semiótico de manipulação das multidões
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
CEOs, advogados e jornalistas lideram lista de profissões com mais psicopatas
CEO
Advogado
Comunicação Social (profissionais de Rádio e TV)
Comerciante
Cirurgião
Jornalista
Policial
Sacerdote religioso
Chef de Cozinha
Burocratas
quarta-feira, 28 de março de 2012
Um em cada dez empregados de Wall Street é um psicopata
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Mulher coragem
Uma fórmula radical a respeito da coragem pode dizer: as mulheres tem coragem e os homens são covardes. Esto pode ser entendido a partir da referencia fálica, segundo se tenha ou não o órgão que, no corpo, encarna o significante fálico: os homens tem algo a proteger. Um homem é um dono. É essencialmente um dono; administrará melhor ou pior sua propriedade, mas está condicionado por ela. As mulheres, com respeito à referência fálica, não tem nada a perder. Não ter nada a perder pode outorgar uma coragem sem limites, mesmo assim feroz: mulheres que, para salvar o mais precioso, estão preparadas para até o fim sem deter-se, dispostas a lutar como querem.
Vejam o texto completo em PÁGINA/12
sábado, 16 de outubro de 2010
Paixão segue mesmos caminhos das drogas analgésicas
por Katherine Harmon
Novas pesquisas mostram que sentimentos românticos intensos realmente podem aliviar a dor física através das mesmas vias neurais das drogas poderosas.
Simplesmente olhar para um retrato de sua (seu) amada (o) fez com que os voluntários de um estudo recente fossem capazes de reduzir substancialmente a dor. O efeito ocorre graças a um impulso nos centros de recompensa do cérebro, de acordo com resultados publicados em 13 de outubro na PLoS ONE.
"As áreas do cérebro ativadas pelo amor são as mesmas que o uso de drogas utiliza para reduzir a dor", disse Arthur Aron, professor de psicologia da State University of New York em Stony Brook e coautor do novo estudo.
Vejam mais detalhes em SCIENTIFIC AMERICAN
domingo, 28 de junho de 2009
Crisis económica, crisis moral
Creo que es lo que ha sucedido con la actual crisis económica. En esta nuestra sociedad global y globalizada, llevamos muchos años dando por buenas situaciones totalmente inmorales, ilógicas e intolerables desde cualquier pensamiento normal. Y ahora nos sorprende el estallido de la crisis. Durante demasiado tiempo hemos asistido pasivamente, con sólo las reacciones de pequeñas minorías, a un sin fin de despropósitos, totalmente inviables, que se han normalizado y nos han conducido, a lo que podríamos llamar “la patología de la Economía”
Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Apóie esta causa
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quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Bebês de seis meses preferem pessoas que ajudam o próximo
Kiley Hamlin, Karen Wynn e Paul Bloom mostraram aos bebês uma cena, numa tela, onde um personagem tenta várias vezes subir ao topo de um morro.
Na terceira tentativa, um outro personagem intervém ou para ajudar a pessoa ou para impedi-la de concretizar seu objetivo.
A imensa maioria dos bebês, tanto de seis como de dez meses, estendeu a mão na direção do indivíduo que prestou solidariedade.
CLIQUE NO TÍTULO DESTA.
domingo, 17 de junho de 2007
Tá irritado, então tu tá ligado?
De acordo com o pesquisador, pessoas em estado neutro responderam de forma idêntica a mensagens persuasivas e fracas, enquanto aquelas com raiva "mostraram-se menos indulgentes com argumentos fracos e ilusórios"."
Leia completo no Jornal do Brasil Ciência.
N.E. Pelo artigo no JB achei errada a conclusão a que chegaram os pesquisadores, pois para deixar os de um grupo com 'raiva' para o teste foi solicitado que "escrevessem sobre uma experiência passada que os havia irritado muito ou provocando um confronto entre dois integrantes, no qual um criticava com veemência crenças do outro". Ora, isto não deixa ninguém com raiva, mas é um belo exercício de memória e raciocínio lógico, verbal e narrativo, estímulo que desperta justamente várias das funções do cérebro que foram demandadas no teste imediatamente subseqüente e, na minha opinião, foi por isto e não por uma hipotética 'raiva' que os desse grupo se sairam melhor. (Notem que curiosa a conclusão, no penúltimo parágrafo do artigo)
