terça-feira, 18 de junho de 2013
Porque Aécio não conta a verdade sobre as tarifas de ônibus
O Senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, utilizou uma rede social para afirmar: “São brasileiros de diversas partes do país se mobilizando, entre outras questões, contra o aumento de passagens, contra a baixa qualidade dos serviços públicos, de transporte”.
Evidente que é precisa e louvável a análise de Aécio esquecendo-se apenas de informar que sua carreira política sempre foi financiada pelos concessionários de ônibus, patrimônio herdado de seu pai que igualmente foi desde a década de 60, defensor dos interesses dos concessionários de ônibus.
No congresso nacional Aécio sempre defendeu os interesses das empresas de ônibus mantendo paralisado quando presidente da Câmara dos Deputados todos os projetos que visavam modernizar e moralizar o setor. Sendo inclusive sua a iniciativa para prorrogação sem licitação das concessões de linhas interestaduais e internacionais.
Vejam mais em NOVOJORNAL
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
A Monsanto, além da justiça
Agricultores brasileiros, também cúmplices da agressão química contra a natureza, estão em litígio contra a Monsanto, que lhes cobrou royalties pelo uso de uma tecnologia cuja patente expirou em 2010, de acordo com a legislação brasileira. As leis nacionais estabelecem que o início da vigência de uma patente é a data de seu primeiro registro. A Monsanto invoca a legislação norte-americana, pela qual a patente passa a vigorar a partir de seu último registro. Como sempre há maquiagem dos processos tecnológicos, a patente não expira jamais.
Vejam o artigo completo no JORNAL DO BRASIL
domingo, 25 de dezembro de 2011
Deputados 'anônimos' conseguem jogar lei anticorruptor para 2012
Comissão especial da Câmara planejava votar em dezembro projeto que pune empresa que suborna agente público, mas tentativas de mudar texto forçam relator a negociar. Deputados do PMDB de Roraima e Rondônia tentam descaraterizar lei. Lobbies gostam de usar parlamentares de estados distantes, cujos eleitores são menos influenciados pela mídia do centro-sul.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
VOX POPULI PÓS-DEBATE: DILMA 54% x SERRA 22% O PLANO 'B' -- 'BÊ' DE SERRA 'BATUMOU'
O novo cardápio, antecipado desde já por notinhas e colunas em forma de aperitivo 'bem-informado' pretende enquadrar o futuro governo Dilma na engrenagem da ortodoxia rentista. O pressuposto é de que é possível passar uma borracha nas lições da maior crise capitalista desde 1929 e, sobretudo, na margem de manobra ideológica que ela abriu dentro do governo e do PT [leia coluna de Paulo Kliass nesta pág.]
Não por acaso, duas vezes nos úlimos dias, a candidata Dilma Rousseff rechaçou a ofensiva ardilosa que visa dois objetivos: o fundamental é 'viabilizar' nomes da confiança dos ' mercados' num futuro ministério; secundariamente, criar um clima de inquietação e desconfiança entre segmentos progressistas, avessos a retomada da agenda ortodoxa.
Indispor Dilma com movimentos sociais, por exemplo, seria uma forma de enfraquece-la e pavimentar a volta ao passado. Aspas para a reação da candidata diante da armação em curso:
"...o papo do ajuste fiscal é a coisa mais atrasada que tem. Não se faz ajuste fiscal porque se acha bonito. Faz porque precisa. E eu quero saber, com a inflação sob controle, com a dívida pública caindo e com a economia crescendo, vou fazer ajuste para contentar a quem? Quem ganha com isso? O povo não ganha..." [Dilma; Globo online, 10-09]
‘Estão querendo dizer que 2002 [o neoliberalismo ortodoxo tucano] vai continuar. Sinto informar que isso não existe mais, acabou [...]. O Brasil possui reservas de mais de US$ 255 bilhões; relação dívida/PIB em queda e inflação controlada. É um Brasil completamente diferente do Brasil que tínhamos em 2003 [...]. Ajuste fiscal [ou seja, arrocho ortodoxo] representa olhar apenas o hoje, considerando que o amanhã não existe; você diminui o Estado investidor e aumenta o Estado fiscalizador, porque o mais importante é fazer caixa. Eu não concordo com isso’. [Dilma; Valor, 1-09]"
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Presidente da AEPET, em defesa do Pré-Sal, enfrenta dezenas de lobistas
| ESCRITO POR JOSÉ CARLOS MOUTINHO | |
| 07-OUT-2009 | |
O presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET), Fernando Leite Siqueira, enfrentou dezenas de lobistas (assumidos e envergonhados) defensores da manutenção do regime de concessão e dos leilões das áreas petrolíferas nacionais no dia 28 de setembro, na Assembléia Legislativa do estado do Rio de Janeiro (Alerj). A batalha desigual, superada pelo patriotismo e energia inesgotáveis de Fernando Siqueira em prol do retorno da soberania pela União Federal no setor petróleo e na defesa da Petrobrás e de seu corpo técnico, foi pela programação do "Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio de Janeiro – Fórum Jornalista Roberto Marinho", que foi transmitido ao vivo pela TV Alerj, canal 12 da NET, e também pela parabólica. O evento, que foi dirigido pelo presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), teve como tema: "O Pré-Sal - Impactos do Novo Marco Regulatório no Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro".
No decorrer dos debates, o deputado estadual Paulo Ramos (PDT), um parlamentar historicamente identificado com a defesa dos interesses estratégicos nacionais, reconheceu que Fernando Siqueira lutava numa "arena" desfavorável e destacou que aquele evento foi um uma tentativa de "massacre", pois o presidente da AEPET, na defesa do Pré-Sal em favor do Brasil e dos brasileiros, enfrentou todo "o resto do mundo". Vejam o texto completo em CORREIO DA CIDADANIA |
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Lobistas sem Lobster
(N.E.: Notem a palavra "Se." Fonte em Inglês: NYT.)