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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

(Vídeo) Brasil: Marighella Poesia Liberdade

Sua vida
Carlos Marighella nasceu em Salvador, Bahia, em 5 de dezembro de 1911. Era filho de imigrante italiano com uma negra descendente dos haussás, conhecidos pela combatividade nas sublevações contra a escravidão.
De origem humilde, ainda adolescente despertou para as lutas sociais. Aos 18 anos iniciou curso de Engenharia na Escola Politécnica da Bahia e tornou-se militante do Partido Comunista, dedicando sua vida à causa dos trabalhadores, da independência nacional e do socialismo.
Conheceu a prisão pela primeira vez em 1932, após escrever um poema contendo críticas ao interventor Juracy Magalhães. Libertado, prosseguiria na militância política, interrompendo os estudos universitários no 3o ano, em 1932, quando deslocou-se para o Rio de Janeiro.


Vejam mais em KAOSENLARED.NET

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Folha de S. Paulo vive de rabo preso com o passado


Qual pode ser o interesse da empresa Folha de São Paulo em colocar suas mãos no prontuário de Dilma Roussef, guardado no Supremo Tribunal Militar? Boa coisa não é. A Folha, que deu carros para o DOI-CODI (Operação Bandeirante) armar ciladas e para transportar presos políticos para longas sessões de torturas não tem boas intenções. Essa empresa já publicou uma “ficha da Dilma” forjada pelos torturadores abrigados e escondidos em sites e blogs de difamação e insulto à democracia. Será que tem mais dessas “fichas da Dilma” para apresentar em seu currículo político? O artigo é de Ivan Seixas.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Entrevistado acusa fraude em matéria da 'Folha' sobre Dilma

A Folha de S.Paulo preparou uma “armadilha” para a Dilma usando uma entrevista que concedi a uma das suas repórteres da sucursal de Brasília.

Por Antonio Roberto Espinosa*

Encaminhei a carta abaixo à redação. E peço que todos os amigos que a façam chegar a quem acharem necessário: redações de jornais, revistas, emissoras de TV e pessoas que talvez possam ser afetadas ou se sintam indignadas pela má fé dos editores do jornal. Como sabem, sou favorável à transparência, por achar que a verdade é sempre o melhor caminho e, no fundo, revolucionária.


Vejam o texto da carta do Espinosa no Vermelho

sábado, 14 de março de 2009

A ditabranda dos alienados

Por Luciano Martins Costa em 10/3/2009

Apesar da retratação publicada no domingo (8/3), o infeliz trocadilho publicado em editorial da Folha de S.Paulo no dia 17 de fevereiro, que achou acertado qualificar como "ditabranda" o regime militar imposto ao Brasil a partir de 1º de abril de 1964, ainda produz artigos e debates. Não tão intensamente quanto deveria ou quanto merece a revisão daquele período, nem tão profundamente quanto o que nos recomendaria a necessidade de entender como vimos construindo penosamente a nossa democracia desde então.

Para não ter que discorrer monotonamente sobre o que tem sido abrigado pela imprensa, e em especial pela própria Folha, pode-se partir da observação de que a maioria das opiniões sobre a questão se concentra, de um lado, no grupo daqueles que foram atingidos pessoalmente pelos atos de violência dos agentes do regime ou estiveram próximos de outras vítimas, e, do outro lado, por aqueles que procuram justificar a ditadura, afirmando que, afinal, ela não foi tão dura quanto suas congêneres da Argentina ou do Chile.

Vejam o texto completo na NOVAE

quinta-feira, 5 de março de 2009

Um editorial repulsivo, por Pedro Tierra

17 de fevereiro de 2009. Uma terça-feira banal. Ou que poderia ser banal. Não foi. Ocorreu um fato que fez dela um dia relevante para o debate em torno da consolidação democrática da sociedade brasileira. O espírito do General Sílvio Frota, o Ministro do Exército que tentou derrubar o general Ernesto Geisel porque era um frouxo e assegurava que o general Golbery era um perigoso comunista, atravessou a Rua Barão de Limeira e baixou sobre a mesa do editorialista do Jornal Folha de S. Paulo. O resultado foi uma desastrada tentativa de reescrever um episódio recente da história do Brasil. Pelo olhar do general Frota, ou do Cel. Brilhante Ustra, terá sido seguramente uma “ditabranda” a ditadura militar brasileira de 1964 a 1985.


Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Terrorismo de Estado, por Deisy Ventura

Urge repelir a idéia de que a anistia "vale para os dois lados". Primeiro, pelo descalabro técnico. Depois, pela infâmia política

Esquentam as mãos do ministro Eros Grau, no Supremo Tribunal Federal, dois processos que marcarão a cultura política e a imagem internacional do Brasil.

Como relator da ação em que a OAB questiona a interpretação da Lei de Anistia, Grau pediu vista dos pedidos argentino e uruguaio de extradição do general Manuel Cordero, um dos protagonistas da iniciativa supranacional de repressão política denominada Operação Condor.


Vejam mais no Portal da Fundação Perseu Abramo