É significativo que o
novo papa tenha falado tanto em perdão. Essa insistência coloca em
dúvida a defesa que dele fazem diante das acusações de que teria
colaborado com o regime militar argentino e com o sequestro de filhos
dos militantes de esquerda, feitos prisioneiros uns e assassinados
outros. Essas crianças, das quais roubaram a identidade, foram entregues
a casais ligados ao sistema. Esse mesmo crime, com a hipócrita
justificativa da caridade, foi também praticado pelos bispos espanhóis
da Opus dei, durante o franquismo. Ao não conhecerem sua verdadeira
origem, as vítimas dos sequestros se tornam filhos de si mesmos.
Renegam, e com razão, os que os adotaram, e não têm onde ancorar o seu
afeto.
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terça-feira, 19 de março de 2013
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Madrid: a polícia fascista de Rajoy reprime brutalmente protesto de trabalhadores
A polícia fascista da Espanha atacou nesta sexta-feira manifestantes que contestavam a reforma trabalhista aprovada hoje pelo governo atendendo as medidas de austeridades, segundo Telesur.
Uma multidão se concentrou na Porta do Sol desta capital em protesto contra a reforma, que concede facilidades às empresas para demitir trabalhadores.Vejam o original em CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION
sábado, 26 de fevereiro de 2011
"Um médico então era como Deus, não imaginava que roubavam a minha filha"
MÉDICOS PRÓXIMOS A OPUS DEI CERTIFICARAM A MORTE DE BEBÊS.
As denúncias de crianças roubadas desde o franquismo até os anos 80 chegaram à Promotoria Geral do Estado. O Promotor determinou que se investiguem os desaparecimentos de bebês. DIAGONAL contribui com mais casos que vinculam ginecologistas próximos a OPUS DEI. (...)ROBO DE MENORES EN LOS ’60, ’70 Y LOS ’80
El robo de niños fue una práctica habitual durante la guerra civil. Se robaban los bebés de madres republicanas encarceladas, que parían en las prisiones. Sus hijos eran arrebatados, y luego ellas eran fusiladas, como han documentado las investigaciones de Tomasa Cuevas y Ricard Vinyes, entre otros. Esta práctica, inspirada en las teorías de Antonio Vallejo Nájera, con el paso de los años se convirtió en un negocio que afectó a madres sin filiación política y que duró hasta entrada la democracia.Vejam mais detalhes em DIAGONALweb
sábado, 4 de setembro de 2010
A Argentina põe outra vez a Espanha na enrascada do julgamento do franquismo
A Espanha é um país democrático, um Estado de direito reconhecido, e no caso em que caiba um julgamento de seu passado, se encarregará de faze-lo sem intermediários. Esta foi a atitude do governo quando a justiça argentina se propôs, em abril passado, investigar os crimes do franquismo. E é de supor que o executivo de José Luis Rodríguez Zapatero manterá a mesma atitude depois de que nesta sexta-feira a justiça argentina reabrira a investigação sobre os crimes de guerra atribuidos à ditadura e declarar-se nulo o arquivo da causa que, em maio passado, ditou a juiza de Buenos Aires María Servini.
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