sábado, 6 de agosto de 2011
A Globo vai partir pra cima de Amorim: isso prova que Dilma escolheu bem!
O jornalista, com quem conversei há pouco por telefone, estava indignado: “é cada vez mais desanimador fazer jornalismo aqui”. Disse-me que a orientação é muito clara: os pauteiros devem buscar entrevistados – para o JN, Jornal da Globo e Bom dia Brasil – que comprovem a tese de que a escolha de Celso Amorim vai gerar “turbulência” no meio militar. Os repórteres já recebem a pauta assim, direcionada: o texto final das reportagens deve seguir essa linha. Não há escolha.
Vejam o texto completo no blog ESCREVINHADOR
A República se consolida
Rapidamente, impressionou seus pares pelo desembaraço. Sua vida acadêmica é rica: professor-adjunto de Direito da Universidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em que se formou, nela também obteve o mestrado em Filosofia Analítica e Lógica Matemática.
Não obstante esses títulos, Jobim é intelectualmente discreto: nunca demonstra todo o seu saber nos pronunciamentos políticos ou em seus escritos.
A vaidade ele a guarda para a prática cotidiana da política. É um homem que, em todos os atos, parece dizer que nasceu para mandar. Mas, pelo que vemos, não entende que o poder depende da legitimidade.
Em seu caso, a legitimidade é conferida pela confiança da Presidente. Quando falta legitimidade a qualquer poder, ele é tão sólido quanto uma nuvem de verão.
Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Celso Amorim: Brasil superou o complexo de vira-lata
Em palestra a estudantes de Relações Internacionais, em Porto Alegre, o ex-chanceler disse que não vê "diferenças profundas nem superficiais" entre a política externa do governo Dilma e a do governo Lula. Celso Amorim apontou o conceito de desassombro como uma das razões do sucesso da política externa brasileira nos últimos anos. Segundo ele, o Brasil parou de ter medo da própria sombra e superou o complexo de vira lata cultivado por alguns setores da sociedade. O Brasil pode e deve influenciar os assuntos globais, acrescentou, destacando as mudanças dramáticas que estão ocorrendo no Oriente Médio e na África.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
domingo, 13 de fevereiro de 2011
“É preciso respeitar a decisão do povo de cada país”
Em entrevista exclusiva à Carta Maior, o embaixador Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, analisa os recentes acontecimentos no Oriente Médio e norte da África e suas possíveis repercussões. O ex-chanceler chama a atenção para o fato de que as revoltas populares ocorrem em países considerados “amigos do Ocidente” que não eram alvo de nenhum tipo de crítica ou sanção. “Há algumas lições a serem tiradas destes episódios. A primeira delas é que é preciso respeitar os movimentos internos e não querer impor mudanças a partir de fora”, diz Amorim, defendendo a postura adotada pela diplomacia brasileira nos últimos anos.Vejam a entrevista em CARTA MAIOR
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Celso Amorim alfineta o PIG: vazamento no Wikileaks sobre Honduras dá razão ao Itamaraty
“Tem coisas que ou a gente já sabia ou são interpretações subjetivas de agentes diplomáticos”, disse em viagem ao Rio de Janeiro nesta sexta.
Alfinetada na velha imprensa sobre Honduras
Amorim comentou um telegrama do embaixador estadunidense em Honduras, Hugo Llorens, avaliando que a destituição do ex-presidente do país Manuel Zelaya, no mesmo ano, foi “ilegal” e “inconstitucional”:
“Isso é muito interessante, porque nós (governo) fomos muito criticados, por muitos, inclusive por alguns de vocês (da imprensa)”, disse o chanceler, referindo-se às críticas recebidas pela atuação do governo brasileiro durante a crise em Honduras.
Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
O LOBBY ANTI-AMORIM
QUEM CONSEGUE EXPLICAR A SAÍDA DO MELHOR MINISTRO BRASILEIRO?
"...é evidente o esforço articulado de alguns setores anti-Amorim para emplacar Patriota.Ontem, o jornal “Folha de São Paulo” anunciou a indicação de Patriota. Era balão de ensaio. À tarde, O Globo anunciou que Patriota havia sido “aplaudido pelo Ministério das Relações Exteriores”. Na verdade, o aplauso foi de um diplomata aposentado, Jerônimo Moscardo.. "(Luis Nassif; 03-12. Leia mais)
domingo, 26 de setembro de 2010
Brasil pediu o retorno com garantias de Zelaya a Honduras
O chanceler brasileiro, Celso Amorim, pediu ao plenário da ONU em Nova York que Manuel Zelaya regresse a Honduras "sem ameaças a sua liberdade". O diplomata reitorou a condenação brasileira ao bloqueio que USA impõe sobre Cuba.
O Brasil "condena os movimentos antidemocráticos, como foi o golpe de Estado em Honduras", assinalou o ministro brasileiro de Relações Exteriores durante a abertura dos debates da Assembléia Geral das Nações Unidas.
Mesmo assim , considerou que "o regresso do ex-presidente Zelaya sem ameaças a sua liberdade é indispensável para a normalização total das relações de Honduras com o resto da região".
Vejam mais detalhes em URGENTE24
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Um novo mapa no mundo
Por Celso Amorim Há sete anos, quando se falava da necessidade de mudanças na geografia econômica mundial ou se dizia que o Brasil e outros países deveriam desempenhar um papel mais relevante na Organização Mundial do Comércio (OMC) ou integrar-se de modo permanente ao Conselho de Segurança na ONU, muitos reagiam com ceticismo. Desde então, o mundo e o Brasil mudaram numa velocidade acelerada e algumas supostas “verdades” do passado vão se rendendo ante a evidência dos fatos. As diferenças no ritmo de seu crescimento econômico em relação aos países desenvolvidos converteram os países em desenvolvimento em atores centrais da economia mundial.
Vejam o texto completo em REVISTA FÓRUM
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Amorim diz que Haiti vai precisar de “Plano Lula” para reconstruir o país
Porto Príncipe (Haiti) - O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje (23) que o Haiti vai precisar de um “Plano Lula” para a reconstrução do país, fazendo alusão ao Plano Marshall, a iniciativa dos Estados Unidos para reerguer a Europa depois da Segunda Guerra Mundial.Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL
domingo, 17 de janeiro de 2010
POLÍTICA EXTERNA: Sem medo de decidir
Entrevista com Celso Amorim
por Emiliano José e Nilmário Miranda
Esta matéria integra a edição nº 85 de Teoria e Debate
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
O ano do Brasil – e do presidente Lula
Argemiro FerreiraO professor (da Universidade de Harvard) Kenneth Maxwell – britânico de nascimento, radicado há muitos anos nos EUA – explicou na véspera do Natal, na sua coluna da “Folha de S.Paulo”, que “os brasileiros deveriam comemorar o fato de que tenham avançado tanto e de que um futuro promissor esteja ao seu alcance”. Para ele, “o Brasil encerra a década bem posicionado para o futuro”.
Brasilianista e autor de pesquisa que devassou a Inconfidência Mineira (“A Devassa da Devassa”), Maxwell também publicou outros trabalhos relevantes sobre Brasil e Portugal (entre eles, “Marquês de Pombal, o paradoxo do Iluminismo”). Antes expusera o papel de Henry Kissinger no golpe de 1973 no Chile – ousadia que o levaria ainda a deixar a revista Foreign Affairs e o Council on Foreign Relations.
Comprometido apenas com a seriedade do próprio trabalho, estava certo ainda ao contestar, no Financial Times, o medo das “reginasduartes” e o terrorismo desencadeado pelos tucanos na campanha eleitoral de 2002, o que reduziu o valor do real a 1/4 do valor do dólar. Agora Maxwell vê o respaldo de 80% dos brasileiros ao seu presidente, encarado no mundo como exemplo a ser seguido – e Personalidade do Ano, como proclamou o Le Monde no dia 24.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
'O G8 morreu', afirma Celso Amorim em Paris
De Paris para a BBC Brasil
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta sexta-feira que o G8, o grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo e mais a Rússia, "morreu".
"O G8 morreu. Não representa mais nada", disse Amorim, após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris. "Eu não sei como vai ser o enterro, às vezes o enterro ocorre lentamente."
segunda-feira, 13 de abril de 2009
O Itamaraty, as elites e o povo
(...)
O êxito do Itamaraty, nesses anos de Lula, é explicável. Houve, entre o presidente e a Secretaria de Estado, completo entendimento. Ainda no governo Itamar ocorreu um choque no Ministério do Exterior, quando o presidente anunciou o nome de José Aparecido para substituir o aristocrata Fernando Henrique. O próprio Fernando Henrique foi contra a indicação, embora, durante o regime militar, ninguém se opusesse a que o banqueiro monoglota Magalhães Pinto ocupasse o cargo. Aconselhado pelos seus médicos, Aparecido, que estava enfermo, declinou do convite, mas não abriu mão de indicar Celso Amorim para o lugar. Tanto naquele momento quanto nesses últimos anos, Amorim entendeu que nos devíamos unir aos povos que têm os nossos mesmos interesses. Talleyrand dizia aos jovens diplomatas que, surtout, pas trop de zéle. Amorim, ao empossar-se em 2003, como ministro de Lula, recomendou aos subordinados que não tivessem medo. Não tivessem medo de defender os interesses brasileiros no mundo, quaisquer fossem os interlocutores. Poderia ter sido mais claro e aconselhado a que não se inibissem naquele momento em que um operário assumia a Presidência da República.
Vejam o texto completo no blog Grupo Beatrice
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Viagem de Amorim ao Oriente Médio 'não foi fracasso', dizem especialistas

O chanceler brasileiro, Celso Amorim, retorna nesta quarta-feira de uma viagem ao Oriente Médio aparentemente sem conseguir atingir seu objetivo principal, que era incluir o Brasil no seleto grupo de países que vêm trabalhando no processo de paz entre Israel e o grupo islâmico palestino Hamas.
O resultado, no entanto, não deve ser visto como uma derrota da diplomacia brasileira. Pelo menos essa é a interpretação de especialistas em Relações Internacionais ouvidos pela BBC Brasil.
Vejam mais na BBCBrasil.com
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Altamiro Borges: Lampreia, o ''ridículo'' ex-chanceler de FHC
O diplomata de carreira Luiz Felipe Lampreia, ex-ministro das Relações Exteriores do governo FHC de 1995 a 2001, deixou de lado qualquer diplomacia - se é que algum dia teve - para atacar duramente o atual ministro Celso Amorim. O motivo da bronca, que deve ter agradado o regime sionista de Israel, foi a viagem do representante do presidente Lula ao Oriente Médio na tentativa de contribuir para um cessar-fogo na Faixa de Gaza. No seu blog, não por acaso postado no site do jornal O Globo, o ativo tucano destilou veneno. Como diz o ditado, a inveja é uma... desgraça!
Por Altamiro Borges
Vejam mais no Vermelho
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Brasil quer mudança no sistema financeiro mundial
Vejam mais no estadao.com.br
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
PCdoB informa Amorim sobre Encontro de 80 PCs do mundo em SP

Em audiência com Celso Amorim, nesta quarta-feira (22) em Brasília, o PCdoB informou ao o ministro das Relações Exteriores que o Brasil sediará dentro de um mês o 10º Encontro de Partidos Comunistas e Operários. Marcado para 21 a 23 de novembro, em São Paulo, o evento acontece pela primeira vez no Brasil, tendo como anfitrião o PCdoB, e deve reunir perto de 80 PCs de todos os continentes.
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