Mostrando postagens com marcador golpe militar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador golpe militar. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de setembro de 2014

Artista une passado e presente em fotos para expor trauma do golpe no Chile

11 de setembro de 1973: um dia que os chilenos querem apagar da memória. O golpe de Estado instituiu naquele dia um regime militar duro que só terminaria 17 anos depois. Mas para o artista chileno Andrés Cruzat, aquele passado sombrio jamais poderá ser esquecido.
E para 'dar vida' às memórias daquele tempo – às quais ele chamou de 'fantasmas' que convivem com os chilenos –, Andrés reuniu fotos marcantes dos principais acontecimentos daquele 11 de Setembro em sua obra "A Persistência da Memória".
"Pensei em usar esse título para essa série de fotos justamente porque é muito surreal a situação de estar lá, passear todos os dias com aqueles fantasmas, é como se esses lugares estivessem impregnados com essa memória", explica.

Confira a reportagem da BBC Brasil e algumas das fotos no UOL. 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Tailândia proíbe jogo que simula ditadura militar

A junta de governo da Tailândia, no comando de militares, proibiu um jogo eletrônico que permite, entre outras funções, criar uma ditadura militar em uma ilha paradisíaca fictícia, na qual existem "praias ensolaradas e corrupção política". O game, chamado Tropico 5, propõe aos jogadores construir a própria forma de governo na ilha, seja uma "utopia socialista na qual cada cidadão conta" ou sistema tirânico que transforma a nação em uma mina de recursos para uma conta bancária na Suíça.


Confira em ZH Tecnologia. 

sábado, 24 de maio de 2014

Um dia após golpe, junta militar prende premiê 'para sua própria proteção' na Tailândia

A junta militar que tomou o poder na Tailândia deteve nesta sexta-feira (23) a ex-premiê Yingluck Shinawatra e mais de 100 políticos, líderes e ativistas, proibindo-os de deixar o país. 
Segundo o porta-voz do Exército, Shinawatra e membros de sua família foram detidos "para sua própria proteção" e serão soltos "dentro de uma semana".
"No total, 155 pessoas foram proibidas de viajar ao exterior, salvo autorização" do novo regime militar, "para manter a paz e a ordem", declarou um porta-voz militar na televisão.


Confira no UOL Notícias. 

Exército anuncia golpe de Estado na Tailândia

O Exército da Tailândia deu nesta quinta-feira (22) um golpe de Estado, dois dias depois de declarar lei marcial sob o pretexto de solucionar a crise política no país após mais de oito meses de protestos antigovernamentais. A Constituição foi suspensa.


Leia mais no UOL Notícias. 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

FIM – O testamento de Salvador Allende (1908-1973)

Com o La Moneda bombardeado por caças e tanques, Salvador Allende pronunciou sua derradeira mensagem aos chilenos, pelo último meio que lhe restava, a Radio Magallanes _antenas de outras emissoras já haviam sido destruídas.
Foi como se Getulio Vargas, em vez de deixar uma carta testamento em 1954, a tivesse lido ao vivo, com o Palácio do Catete sob o ataque dos militares golpistas.
Antes do sacrifício, Allende começou, 40 anos atrás: “Compatriotas, esta será seguramente a última oportunidade em que eu poderei me dirigir a vocês”.
Referiu-se aos generais que o enganaram: “Minhas palavras não têm amargura, e sim decepção”.
Resistiu: “Diante desses fatos, só me cabe dizer aos trabalhadores: eu não vou renunciar. Colocado em uma encruzilhada histórica, pagarei com minha vida a lealdade do povo”.
“A história é nossa e a fazem os povos”, declarou.
Agradeceu a quem o levara ao governo: “Trabalhadores da minha pátria, quero lhes agradecer a lealdade que sempre tiveram, a confiança que depositaram em um homem que só foi intérprete de grandes anseios de justiça, que empenhou sua palavra de que respeitaria a Constituição e a lei, e assim o fez”.
Nomeou os pais do golpe: “O capital estrangeiro, o imperialismo, unido à reação, criou o clima para que as Forças Armadas rompessem com sua tradição…”.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

No aniversário do golpe, 68 pessoas são presas durante distúrbios no Chile

Sessenta e oito pessoas foram presas e cinco carros queimados em distúrbios registrados na madrugada desta quarta-feira (11), no início do dia de recordação dos 40 anos de golpe de Estado de Augusto Pinochet.


Confira a notícia da AFP  no UOL.

Após trauma de golpe militar de 64, brasileiros revivem repressão no Chile com Pinochet

Ser brasileiro em Santiago, em setembro de 1973, era uma condição de risco, e havia muitos nessa situação. Entre eles, conhecidos intelectuais e políticos brasileiros, como Fernando Gabeira, José Serra, Fernando Henrique Cardoso, Herbert de Souza e a economista luso-brasileira Maria da Conceição Tavares – os últimos chegaram a colaborar com ministérios do governo de Salvador Allende em alguns projetos.
Obrigados a sair do Brasil, encontraram no Chile uma experiência de socialismo democrático que parecia adequada aos seus ideais de esquerda. Porém, viveram lá o segundo golpe de Estado de suas vidas, e alguns não sobreviveram a ele.

Confira no Opera Mundi. 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

DE GOLPES E LABAREDAS

      
(HD)- Certa militante de partido da oposição usa a internet para divulgar “golpe comunista” em 2014. Estudante pernambucano de 19 anos, para ridicularizar o gesto, cria, pelo mesmo meio, a frase “Eu Vou. Golpe Comunista em 2014. Os reacinhas piram!”, ilustrada com a foice e o martelo, e consegue milhares de “apoiadores” para  manifestação fictícia marcada para o começo do ano que vem. O banner passa a ser reproduzido em sites de direita e de extrema direita, como se tratasse de  ameaça real. Um farmacêutico de 34 anos “reage”, criando página no Facebook, sob o título “Golpe Militar 2014”.
        Desta vez, no entanto, não se trata de uma “brincadeira”. Trata-se, sim, segundo ele, de “testar o apoio a um golpe militar no Brasil”, e de defender a tese de que “nenhuma solução virá das urnas”. A página, ilustrada com fotos copiadas de um site oficial do Exército, torna-se desaguadouro de comentários radicais.   


Vejam mais no blog do MAURO SANTAYANA

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla morre na prisão aos 87 anos

O ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla morreu nesta sexta-feira (17/05) em sua cela, aos 87 anos. A imprensa argentina informa que ele morreu de causas naturais, às 8h25. Videla foi o cérebro da ditadura que governou a Argentina entre 1976 e 1983, período em que desapareceram cerca de 30 mil pessoas, segundo organizações de direitos humanos.

Ele foi o primeiro presidente da ditadura militar da Argentina. Na década de 1980, durante o julgamento das juntas militares que governaram durante o período ditatorial, o ex-general foi condenado à prisão perpétua por homicídios qualificados, 504 privações ilegais de liberdade, torturas, roubos agravados, falsidade ideológica de documentos públicos, usurpações, extorsões, roubo de menores, entre outros crimes contra a humanidade.


Leia mais no Opera Mundi.

sábado, 11 de agosto de 2012

Brasil pode ter sido mais decisivo que EUA nos golpes latino-americanos





O Brasil pode ter tido um papel mais importante que os EUA nas ditaduras latino-americanas, embora a articulação estreita entre Brasília e Washington para perseguir militantes de esquerda nos anos 60 e 70 seja ainda quase desconhecida para a história oficial.
A missão de desvendar os meandros dessa cooperação e o verdadeiro papel que militares e civis brasileiros desempenharam em ditaduras como as do Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia caberá à recém-instaurada Comissão da Verdade, diz o pesquisador norte-americano Peter Kornbluh em entrevista ao Opera Mundi.

Confira então no Opera Mundi. 
Na foto Médici e Nixon, com crédito para o National Security Archive.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Ditadura brasileira soube de golpe contra Allende um mês antes

Documentos secretos do Itamaraty, agora abertos à consulta pública no Arquivo Nacional, comprovam que a ditadura brasileira sabia que iria ocorrer um golpe de estado no Chile mais de um mês antes do presidente Salvador Allende ser deposto, em 13 de setembro de 1973. E reforçam a tese defendida por pesquisadores da Operação Condor de que os militares brasileiros e seus aliados civis foram, ao lado dos Estados Unidos, os principais articuladores do golpe que derrubou o primeiro presidente socialista eleito pelo voto popular no mundo.




Confira no Sul21. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Após relatório de comissão da verdade, número de vítimas oficiais do regime Pinochet pode dobrar

A Comissão da Verdade do Chile, que investiga os crimes do regime militar do general Augusto Pinochet (1973-1990), entregará ao presidente chileno, Sebastián Piñera, até esta quinta-feira (18/08), relatório que pode duplicar o número de vítimas oficiais do período. Atualmente, o número oficialmente reconhecido de casos de detenção ilegal, tortura, execuções e desaparecimentos é 28.459.

A comissão recebeu 32 mil novas denúncias de violação de direitos humanos cometidas durante o período militar. Se essas denúncias forem validadas, elevarão para mais de 60 mil o número de vítimas de Pinochet. 





Continue lendo no Opera Mundi. 

quarta-feira, 8 de junho de 2011

ESTAMOS ATIÇAD@S: MARCHAS CONTRA O CONSERVADORISMO

Quarta-feira passada houve uma Marcha pela Família em Brasília. Só o nome já me dá calafrios, porque foi a Marcha da Família com Deus pela Liberdade que, em 1964, serviu de apoio civil pro golpe militar que mergulhou o Brasil nas trevas durante 21 anos.
Desta vez foi o pastor Silas Malafaia que organizou a marcha, que reuniu cerca de 20 mil pessoas em Brasília. Parlamentares evangélicos estiveram presentes, falando as mesmas barbaridades de sempre: “Se Deus criou macho e fêmea, não vai ser o Senado que vai criar um terceiro sexo com uma lei. É preciso que eles [homossexuais] entendam que o anseio grotesco de uma minoria não vai se fazer engolir”, disse o senador Magno Malta (PR-ES).

Vejam o texto completo no blog ESCREVA LOLA ESCREVA

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Anistia denuncia abusos de governo interino de Honduras

Caio Quero
Da BBC Brasil em Tegucigalpa

Na véspera da posse do novo presidente de Honduras, Porfirio Lobo, a organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional tornou pública uma série de denúncias sobre supostos abusos cometidos pelo governo interino do país, que assumiu após a deposição do presidente Manuel Zelaya, em junho do ano passado, e deixa o poder nesta quarta-feira.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Los militares aceptan que el Congreso decida la vuelta de Zelaya

"Preparen la champaña que mañana a las once firmamos el acuerdo", comentó en la noche del pasado jueves Vilma Morales, jefa del equipo negociador del Gobierno. Todo estaba a punto para que la crisis hondureña se resolviera al aceptarse que fuera el Congreso nacional el que decidiera la restitución de Manuel Zelaya en la presidencia. Presionado por el sector más duro de los empresarios, el gobernante de facto Roberto Micheletti reculó en el último minuto; el champaña no se descorchó.

Acompañada por oficiales del ejército y de la policía vestidos de civil, Marta Lorena Alvarado, viceministra de Exteriores de Micheletti, irrumpió en el piso octavo del Hotel Clarion en donde se celebraba el diálogo para intimidar y vigilar a los propios negociadores del Gobierno. Al presentarse la contrapropuesta de Micheletti de que fuera el Tribunal Supremo –con 13 de los 15 magistrados contrarios a Zelaya- el que tomara la decisión sobre el restablecimiento del orden constitucional alguien dio un fuerte golpe sobre la mesa. Y la mesa redonda del diálogo se desplomó física y simbólicamente al plegarse una de las tres patas. El incidente sirvió para rebajar un momento de mucha tensión.

Leia a íntegra em LA VANGUARDIA.

domingo, 27 de setembro de 2009

Callar es intervenir

Por Atilio A. Boron

En el día de ayer el Comité por la Defensa de los Derechos Humanos de Honduras (Codeh) hizo público un informe en el que responsabiliza al presidente de facto de ese país y líder de los golpistas, Roberto Micheletti, por las más de 101 muertes extralegales y sumarias perpetradas desde el 28 de junio hasta la fecha. La Codeh fue creada el 11 de mayo de 1981 por un grupo de ciudadanos hondureños preocupados por las graves violaciones a los derechos humanos que se estaban produciendo en ese país cuando el gobierno de Ronald Reagan decidió que Honduras sería la plataforma de operaciones desde la cual la Casa Blanca lanzaría su ofensiva en contra de la Revolución Sandinista, que acababa de triunfar en Nicaragua, y del Frente Farabundo Martí, que en El Salvador estaba progresivamente dirimiendo a su favor la lucha en contra del ejército salvadoreño y sus “asesores” estadounidenses. Como se recordará, Reagan dispuso que al frente de ese operativo estuviera John Negroponte, un hombre carente de escrúpulos morales y que no vaciló en organizar escuadrones de la muerte e involucrarse en el tráfico de armas y drogas de la Operación Irán-Contras dirigida por el Coronel Oliver North. La dura lucha de la Codeh y su intransigente defensa de los derechos humanos hizo que recién en noviembre de 1994 el gobierno de Honduras le otorgara un status jurídico legal.

Leia mais na Página/12.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

El IRI habló del golpe de Honduras meses antes

Funcionarios del Departamento de Estado han admitido que sabían que el golpe estaba en marcha pero Washington siguio financiando a los grupos involucrados en la ejecución del golpe.
El Instituto Republicano Internacional (IRI), considerado el brazo internacional del Partido Republicano de Estados Unidos, y uno de los cuatro “grupos claves” de la National Endowment for Democracy (NED, Fundación Nacional para la Democracia), parece que sabía del golpe de Estado en Honduras contra el Presidente Manuel Zelaya con meses de anticipación. El IRI es muy conocido por su papel en el golpe de Estado de abril de 2002 contra el presidente Hugo Chávez en Venezuela, y por la financiación y asesoramiento estratégico proporcionados a las principales organizaciones involucradas en el derrocamiento del presidente Jean Bertrand Aristide, de Haití, en 2004. En los dos casos, el IRI financió y/o entrenó y asesoró a los partidos políticos y grupos implicados en el derrocamiento violento y antidemocrático de los presidentes constitucionales.


Vejam mais em KAOSENLARED.NET

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Honduras: La policía cargó contra los simpatizantes de Zelaya (ya hay 1 muerto y varios desaparecidos)

Los agentes policiales arrojaron gases lacrimógenos a los seguidores del depuesto presidente de Honduras. El presidente de facto, Roberto Micheletti, niega que haya habido un golpe de Estado. Le falta decir que 'la casa está en orden'...

A la derecha, Roberto Micheletti, presidente de facto de Honduras.



Vejam mais em URGENTE24

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Elite política da Tailândia enfrenta um desafio materializado em cores de camisas

"A Tailândia está na iminência de ser um país excepcional tão mundano quanto outros países", diz Jakrapob Penkair, um dos líderes mais importantes das forças hoje aliadas contra Abhisit. "A transição consiste no fato de as pessoas estarem acordando para os seus direitos. A igualdade parece ser algo novo na Tailândia."

De um lado do abismo político estão os chamados "camisas vermelhas", que tradicionalmente são apoiados pelas áreas rurais e mais pobres da Tailândia. Seu líder, Thaksin Shinawatra, um bilionário das comunicações, conquistou o apoio de uma classe que há quatro anos vem sendo excluída da equação política da Tailândia, fornecendo assistência médica barata, melhorando a educação e persuadindo-os a ignorarem seu autoritarismo e acusações de corrupção.

Entretanto, essas falhas irritam a classe média e os centros de poder tradicionais - os quartéis, comitês e palácios de Bancoc - que apoiam a elite do país e que retiraram Thaksin com um golpe em 2006.

Abhisit chegou ao poder depois de uma votação parlamentar controversa em dezembro passado na qual persuadiu muitos dos aliados de Thaksin a passarem para seu lado. A oposição diz que o exército negociou o acordo, tornando o governo ilegítimo segundo sua perspectiva.

O texto completo, e bem elucidativo, é do Financial Times, republicado no UOL.