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sexta-feira, 6 de junho de 2008

Tucanos e o malufismo: mesmos métodos

O PSDB nasceu em 1988 com um discurso "ético" - seus impolutos líderes estariam abandonando o PMDB por não compactuar com os supostos métodos heterodoxos de administrar do então governador de São Paulo Orestes Quércia. Na verdade, sabe-se hoje que a heterodoxia de Quércia foi limitar o espaço dos caciques José Serra, Fernando Henrique, Mario Covas e Franco Montoro no governo do estado. Montoro e Covas, especialmente, abraçaram a questão da "ética na política" e fizeram da lisura e honestidade no trato da coisa pública uma verdadeira bandeira eleitoral.

De fato, sobre Franco Montoro jamais se ouviu qualquer tipo de referência a deslizes nesta seara - chegou a demitir o filho Eugênio de uma secretaria estadual quando foi governador de São Paulo.

Já sobre Mario Covas o Caso Alston começa a mostrar que as coisas não se deram tão etica e honestamente quanto os paulistas imaginavam. Ao contrário: o que se vê a cada nova revelação – além do Metrô, as propinas pagas aos secretários e integrantes do primeiro escalão da administração Covas/Alckmin envolveriam também a Eletropaulo e várias outras estatais –, é a persistência de um método que a vida inteira os tucanos atribuíram ao hoje deputado Paulo Salim Maluf, ex-governador do estado e ex-prefeito da capital, qual seja o de cobrar das empresas privadas "caixinhas" para "agilizar" a liberação de verbas ou mesmo a vitória das tais empresas em licitações públicas.

Veja mais no Blog Entrelinhas.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

PARAGUAI NÃO CONFIA EM URNA ELETRÔNICA DO BRASIL

O moderador do Fórum do Voto Eletrônico e autor do livro “Fraudes e Defesas no Voto eletrônico”, Amílcar Brunazo Filho, confirmou ao Conversa Afiada nesta terça-feira, dia 22, que a Justiça do Paraguai se recusou a usar as urnas eletrônicas brasileiras na eleição para Presidente, que ocorreu no último domingo. Segundo Brunazo, partiu dos candidatos da oposição o pedido para que a Justiça eleitoral desprezasse as urnas brasileiras.

Brunazo disse também que os candidatos de oposição consideram que as urnas eletrônicas brasileiras não são seguras. “Eles não confiam na urna eletrônica do Brasil”, disse Brunazo.

Texto completo no Conversa Afiada.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Voto-E: Debate sobre a segurança do processo eletrônico de votação no Brasil

Audiência Pública na Câmara Federal em 29 de março de 2007 realizou "Debate sobre a segurança do processo eletrônico de votação no Brasil".
http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/CCJaudiencia1.htm

Aproveito para indicar também este texto sobre a Lei do Voto Virtual às Cegas - Lei 10.740/03, do Senador Eduardo Azeredo:
http://www.votoseguro.org/textos/PLazeredo.htm

E, finalmente, o MANIFESTO DOS CIENTISTAS E PROFESSORES, que está aberto a apoio de brasileiros e brasileiras:
http://www.votoseguro.com/alertaprofessores/

Vermelho: Um golpe na reforma política

``A sessão da noite de quarta-feira (27) na Câmara dos Deputados confirmou as previsões mais pessimistas sobre os rumos da reforma política. Por 240 votos a 203, os parlamentares derrubaram uma emenda aglutinativa que tentava garantir alguns avanços no sistema eleitoral, com a introdução da lista flexível de votação e do financiamento misto, público e privado, das campanhas. Logo na seqüência, a maioria também rejeitou o projeto original, que propunha a lista fechada e o financiamento público exclusivo.''
Leia mais no Vermelho