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sábado, 11 de maio de 2013

Filme alemão sobre Segunda Guerra Mundial choca russos

Focada nos excessos isolados dos militares soviéticos na Alemanha, obra deturpa essência do conflito.  

Filme alemão sobre Segunda Guerra Mundial choca russos
Foto: kinopoisk.ru
O filme “Nossas mães, nossos pais”, exibido pelo canal de televisão alemão ZDF, conta a história de cinco jovens para os quais a Segunda Guerra Mundial se torna um desafio moral e ético, deixando a impressão de que a Alemanha está cansada de arrependimentos e tenta jogar a culpa sobre os outros. O filme basicamente apresenta os soldados soviéticos como estupradores, os poloneses como antissemitas desumanizados e os ucranianos como sádicos.  

A diplomacia russa considerou inaceitável o filme e enviou uma carta ao embaixador da Alemanha dizendo que a “maioria absoluta dos russos que teve a oportunidade de assistir ao filme” o achou inaceitável. Também foram criticadas as tentativas de equiparar as atrocidades cometidas pelas tropas hitlerianas na URSS aos excessos isolados perpetrados por militares soviéticos na Alemanha, os quais foram severamente punidos pelo comando militar soviético. 
 
Vejam mais em GAZETA RUSSA
 

domingo, 29 de julho de 2012

A falácia da intervenção “humanitária” na Síria

A questão internacional central, e também o principal embate da encruzilhada síria, está na perigosa articulação do conceito de “intervenção humanitária”. O intelectual e escritor belga Jean Bricmont, em recente fala na Unesco, chama a atenção para o que rotulou de “noção falaciosa de guerra humanitária”, e denuncia um condicionamento ideológico proveniente das mídias, que segundo ele visam a tornar uma intervenção militar na Síria aceitável aos olhos da opinião pública mundial. O artigo é de Larissa Ramina.

A Síria enfrenta, há mais de um ano, uma onda de contestações em relação ao regime de Bashar Al Assad. No último mês de abril, foi decretado um cessar-fogo conforme o plano de paz elaborado pelo emissário especial da ONU e da Liga Árabe, e ex-Secretário-Geral das Nações Unidas Kofi Annan. Mais de 300 observadores da ONU foram enviados ao país, mas as hostilidades perduram. No momento, apenas a metade desse número permanece, em razão da absoluta falta de segurança.  

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

terça-feira, 17 de julho de 2012

Quem são as fontes sírias utilizadas pelas agencias?

Quem são as fontes sírias utilizadas pelas agencias?


O jornalista Charlie Skelton quis saber quem são aqueles que fornecem informação a respeito da situação na Síria às agencias de imprensa e outros meios internacionais. Ele investigou então os assim chamados "especialistas em Síria", "testemunhas presenciais" ou "ativistas pela democracia" ... que aparecem constantemente nas citações dos referidos meios.     



Vejam o texto original em CONTRAINJERENCIA ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

terça-feira, 26 de julho de 2011

A OTAN ameaça atacar "objetivos civis"

A Organização do Tratado do Atlântico Norte antecipou que atacará antigos estábulos, dependências de uso agrícola, depósitos, fábricas e armazéns de víveres que, afirmou, se tratariam de bases operacionais camufladas de tropas que respondem a Muammar Khadafi.

"As tropas de Khadafi tem nestes momentos em seu poder instalações empregadas anteriormente com objetivos civis", afirmou o porta-voz da operação aliada no país norte-africano, o canadense Roland Lavoie.

Segundo a OTAN, o fato das tropas do governo se abrigarem nesses tipos de instalações, as convertem em objetivos potenciais dos ataques aéreos.

Essas instalações, acrescentou Lavoie via video-conferência, perderam "seu caráter civil" a partir do momento em que são utilizadas por leais com fins potencialmente ofensivos. 

Vejam o texto original em PÁGINA/12

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Libia, Viagra e a propaganda de guerra

Tanto Anistía Internacional como Human Rights Watch tem investigado a denúncia e não tem encontrado provas

A embaixadora dos EEUU na ONU acusou o governo líbio de estar fornecendo Viagra a seus soldados para realizar violações. Ela o fez em uma sessão a portas fechadas do Conselho de Segurança. Se o tema não fosse tão sério, daria para algumas anedotas (más). Na história da guerra, os soldados são geralmente jovens e eles não precisam de ajuda química para cometer esses atos.

Pelo menos, Susan Rice não fez como Colin Powell antes da invasão do Iraque. Não mostrou nem uma gravura e nem um pote de Viagra para sustentar suas afirmações. Se tivesse feito daria uma boa foto.

Antes dessa intervenção, e também depois, muitos meios de comunicação incluiram em suas informações essa denúncia. Desgraçadamente, cabe supor que tenha ocorrido violações, mas é algo muito diferente saber que tenham sido feitas de forma deliberada como parte de uma estratégia de guerra.

A denúncia concreta apareceu pela primeira vez numa entrevista a Al Jazeera com um médico. Não nenhuma prova que a sustentasse.

Tanto a Anistia Internacional como a Human Rights Watch tem feito investigações desta denúnicas e não tem encontrado provas. Suspeitam com razão que muitas delas procedem dos rebeldes, muito interessados em forçar a intervenção da OTAN a seu favor sem a qual não tinham muitas possibilidades de derrotar as tropas do governo.

Vejam o texto original (castelhano) em GUERRA ETERNA ou uma tradução livre em NEBULOSA.DE.ÓRION

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Líbia: Perguntas que é preciso colocar em cada guerra

Desde 1945, os Estados Unidos já bombardearam algum país vinte e sete vezes. E, a cada vez, afirmaram que estes atos de guerra eram "justos" e "humanitários". Hoje, dizem-nos que a guerra na Líbia é diferente das precedentes. O mesmo que foi dito da anterior. E da anterior. E de todas as outras vezes. Não estamos já na hora de pôr a preto e branco as perguntas que é preciso colocar em cada guerra para não deixar-se manipular? O artigo é de Michael Collon.

Michael Collon já publicou vários livros sobre as estratégias da guerra dos EUA e da mídia nos conflitos precedentes, apresenta uma análise global do caso líbio, em três partes: I: Perguntas que é preciso colocar em cada guerra; II: Os verdadeiros objetivos dos EUA vão mais além do petróleo; III: Pistas para atuar. Publicamos, a seguir, a primeira parte deste ensaio:

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

sábado, 14 de maio de 2011

Cinco Estratégias Comunicacionais de Guerra dos Estados Unidos

Por Felson Yajure

Tradução: ADITAL - 09/05/11

As guerras da atualidade começam nos meios. Em cada guerra, os meios do imperialismo tentam convencer-nos de que seus governos estão atuando bem e, para isso, utilizam 5 estratégias:

1. Ocultar a verdade: que a causa real são nos interesses econômicos. 2. Colocar a vítima como agressor e culpada e ao agressor como o defensor da justiça. 3. Desprestigiar às vítimas. 4. Monopolizar a informação. 5. Ocultar a história.

Essas estratégias também foram aplicadas contra a Líbia, uma revolta espontânea rapidamente transformada em guerra civil, aprendendo com o caso do Egito, onde ainda existe o perigo de perda do controle. Podemos dizer: Na política, nada cai do céu!

Vejam os cinco pontos estratégicos em detalhe em ADITAL

domingo, 24 de abril de 2011

Pacifistas constatan que no hubo bombardeo en oeste de Libia por Ejército de Gaddafi

El grupo Civiles Británicos por la Paz en Libia y demás activistas de Francia, Alemania, Túnez e Italia constataron con evidencias que no existe un bombardeo por parte del Ejército de Muammar Al Gaddafi en el oeste del país, como lo denuncian medios internacionales. No obstante, sí dieron cuenta de los efectos de las bombas de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN).

El enviado especial de teleSUR a Trípoli, Rolando Segura, conversó con algunos de los miembros del grupo británico que realizaron investigaciones por varios días en diversos puntos de la zona oeste del país norteafricano.


Vejam mais detalhes em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Comando militar dos rebeldes líbios entregue a colaborador da CIA

(Chico Villela)

Neste vídeo, a chegada de Hifter a Benghasi.

O Conselho Nacional Líbio, sediado em Benghasi, entidade que se proclama o novo governo do país e fala em nome dos rebeldes e combatentes, acaba de anunciar o nome do seu novo comandante militar: Khalifa Hifter, ex-coronel do exército líbio. O anúncio foi feito por jornal da rede McClatchy dos EUA.

O artigo revela que Hifter era próximo a Gaddafi, mas passou para a oposição nos anos 1980 após uma “aventura militar desastrosa” no Chade. Foi no Chade que a CIA e o MI6 britânico alojaram os campos em que jovens treinavam e eram armados para ataques ao regime líbio e suas forças. Hifter é o terceiro indicado em cerca de um mês de caos. Ao contrário do antecessor, que deixou Gaddafi há apenas um mês e será seu subordinado como chefe do grupo, Hifter tem longa e suspeita trajetória, típica de agentes importantes.

Hifter foi admitido nos Estados Unidos no início dos anos 1990, e morava próximo a Washington, a apenas cinco milhas da sede da CIA na Virgínia. Um amigo declarou: “Ele decidiu que tinha de voltar à Líbia. Com sua experiência militar, e seu forte relacionamento com oficiais de vários níveis, ele decidiu ir e verificar a possibilidade de participar no esforço militar contra Gaddafi”. Segundo o amigo, Hifter é muito popular entre os militares e é bastante experiente. E declarou ignorar a fonte de renda de Hifter durante os vinte anos em que morou nos EUA.

Vejam o texto completo em NOVAE

quinta-feira, 31 de março de 2011

The New York Times: Agentes de la CIA colaboran con los ataques aéreos y se encuentran con los rebeldes en Libia

La Agencia Central de inteligencia ha insertado agentes clandestinos en Libia para reunir información de inteligencia para ataques aéreos militares y contactar a los asediados rebeldes que luchan contra las fuerzas del coronel Muammar el-Qaddafi, de acuerdo con los funcionarios estadounidenses.

Mientras que el Presidente Obama ha insistido en que no hay tropas de tierra estadounidenses participando en la campaña libia, pequeños grupos de agentes de la CIA han trabajado en Libia durante varias semanas como parte de una fuerza en la sombra de los Occidentales que la administración Obama espera debiliten a las tropas del coronel Gaddafi, dijeron los funcionarios.

Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

segunda-feira, 28 de março de 2011

EUA e aliados cometem crimes monstruosos na Líbia

Miguel Urbano Rodrigues
Fonte: ODiario.info

Os EUA e os seus aliados repetem na Líbia crimes contra a humanidade similares aos cometidos no Iraque e no Afeganistão.

A agressão ao povo líbio difere das outras apenas porque o discurso que pretende justificá-la excede o imaginável no tocante à hipocrisia.

A encenação prévia, pela mentira e perfídia, traz à memória as concebidas por Hitler na preparação da anexação da Áustria e das campanhas que precederam a invasão da Checoslováquia e da Polónia.

Michel Chossudovsky, James Petras e outros escritores progressistas revelaram em sucessivos artigos - citando fontes credíveis - que a rebelião de Benghazi foi concebida com grande antecedência e minúcia e alertaram para o papel decisivo nela desempenhado pelos serviços de inteligência dos EUA e do Reino Unido.

Vejam mais detalhes em TRIBUNALIRAQUE.Info

Urânio empobrecido, uma estranha forma de proteger os civis líbios

Nas primeiras 24 horas de bombardeios a Libia, os aliados gastaram 100 milhões de libras esterlinas em munição dotada de ponta de urânio empobrecido. Trata-se de um resíduo do processo de enriquecimento de urânio que é utilizado nas armas e reatores nucleares, sendo uma substância muito valorizada no exército por sua capacidade para atravessar veículos blindados e edifícios. Esse urânio empobrecido pode causar danos renais, câncer de pulmão, câncer ósseo, problemas de pele, transtornos neurocognitivos, danos genéticos em bebês e síndromes de imunodeficiência, entre outras doenças. O artigo é de David Wilson. Stop the War Coalition


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

sexta-feira, 25 de março de 2011

Chefe militar dos EEUU diz que não pode excluir vítimas civis em operação na Líbia

O general Carter F. Ham, chefe do Comando Unificado ianque para África, declarou que não pode excluir que haja vítimas civis na operação militar da coalisão internacional na Líbia para fazer cumprir a zona de exclusão aérea.

Em uma roda de imprensa oferecida na base militar de Sigonella, na ilha italiana da Sicilia, e coletada pelos meios de comunicação italianos, o general respondeu assim à pergunta a respeito da ocorrência de vítimas civis até agora nas operações aéreas contra os objetivos militares líbios.

“Não estou seguro de poder dizer que não tenha havido civis implicados", comentou Ham, que agregou: "Estou seguro de que quem está operando (na Líbia) está seguindo uma lógica de precisão absoluta. Nossos pilotos estão desenvolvendo seu trabalho com precisão cirúrgica".

Vejam em CUBADEBATE

quarta-feira, 23 de março de 2011

Libia derriba dos aviones de EE.UU.


En la conferencia de prensa de Barack Obama en El Salvador, que acaba de terminar, a la pregunta de una periodista de Bloomberg sobre el derribo de dos aviones estadounidenses en Libia, Obama minimizó el incidente.

Al igual que ocurrió tantas veces en Afganistán, donde los helicópteros estadounidenses siempre caen por "problemas técnicos", Obama respondió que se había conseguido rescatar a los dos pilotos, y que toda la operación estaba prevista de antemano.

Vejam mais detalhes em LA HAINE.ORG

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Informação que sustentou guerra no Iraque desmentida por informador

Em entrevista ao jornalThe Guardian, Rafid Ahmed Alwan al-Janabi, a quem os serviços secretos norte-americanos denominaram “Curveball”, assumiu, pela primeira vez, que as informações relativas à existência de um programa de produção de armas de destruição massiva no Iraque eram falsas.

Segundo Rafid al-Janabi veio esclarecer, os agentes do serviço secreto alemão BND deram-lhe “a hipótese de fabricar uma versão da história que podia levar à queda do regime”, e que ele e os seus filhos estavam “orgulhosos” por terem “sido a razão que deu ao Iraque a hipótese de ter uma democracia”.

Vejam mais detalhes em ESQUERDA.NET

domingo, 29 de agosto de 2010

Aquilo que não ouvimos sobre o Iraque

O Iraque tem uma taxa de desemprego que se situa entre os 25% e os 50%, um parlamento disfuncional, uma epidemia de doenças sem controlo, um flagelo de doenças mentais e bairros de lata com um crescimento descontrolado. O assassínio de pessoas inocentes tornou-se parte da vida quotidiana. Que devastação os Estados Unidos da América desencadearam no Iraque!

O UN-HABITAT, um organismo das Nações Unidas, publicou recentemente um relatório de 218 páginas intitulado “State of the World’s Cities, 2010-2011” (“O Estado das Cidades do Mundo 2010-2011”). O relatório está repleto de estatísticas sobre as condições de cidades por todo o mundo e sobre a sua demografia. Define os habitantes dos bairros de lata como aqueles que vivem em centros urbanos sem uma das seguintes infraestruturas: estruturas estáveis que os protejam dos agentes ambientais, espaço de habitar suficiente, acesso à água satisfatório, acesso a instalações sanitárias e defesa contra a expulsão.

Vejam o text completo em ESQUERDA.NET

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O falso incidente do golfo de Tonkín: A desculpa ianque para o genocídio no Vietnã

Ao desclassificar os arquivos da National Security Agency (NSA), demonstrou-se que o incidente de Tonkín foi uma história inventada, para justificar a declaração de guerra ao Vietnã
A principios de agosto de 1964, o governo dos Estados Unidos, presidido por Lyndon B Johnson, inventou o que foi conhecido como "incidente do golfo de Tonkín", para induzir a opinião pública ianque na, então encoberta, guerra do Vietnã.

Segundo a história reproduzida pelo aparato governamental, varios botes vietnamitas haviam atirado contra um destróier ianque (USS Maddox), ancorado nas costas do Vietnam. Uma história totalmente falsa, como se demonstraria anos mais tarde ao se desclassificar os arquivos da National Security Agency (NSA), em que se reconhecia que o incidente do golfo de Tonkín foi uma história inventada. Apesar disso, foi vilmente utilizada para justificar a declaração do golfo de Tonkín, que serviu aos EE.UU. para expandir a guerra, no sudeste asiático. Um projeto que Kennedy, assassinado apenas 8 meses antes da declaração formal de guerra ao Vietnã, havia negado mas foi assinada por seu predecessor L.B. Johnson. Uma guerra que custou a vida de mais de um milhão e meio de vietnamitas.

O incidente do golfo de Tonkín é um dos exemplos mais palpáveis de operações de falsa bandeira idealizadas pelos governos, com o propósito de manipular a opinião pública a seu favor.

Veja o texto completo em KAOSENLARED.NET e clique abaixo para ver o vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=ytQqyw2oMEo

terça-feira, 27 de julho de 2010

Iraque está pior do que antes da guerra, diz ex-inspetor

O ex-inspetor de armas da ONU Hans Blix disse nesta terça-feira que alertou em 2003 os Estados Unidos e a Grã-Bretanha sobre sua falta de convicção na existência de armas proibidas no Iraque, o que não dissuadiu Londres e Washington de invadirem o país.

Blix disse a uma comissão de inquérito britânica que o Iraque em 2003 não era uma ameaça ao mundo, e que os anos de anarquia como consequência da invasão podem ter sido piores do que a tirania exercida antes pelo ditador Saddam Hussein.

"O Iraque estava em perigo em 2003? Não estava em perigo. Eles estavam praticamente prostrados. Em vez disso o que eles tiveram foi um longo período de anarquia. E uma conclusão que eu tentaria tirar é de que a anarquia pode ser pior que a tirania", disse ele.


Continua no Terra.

domingo, 29 de novembro de 2009

Invasão do Iraque: Responsabilidade e Responsabilização

Como a Rússia tinha dito, o Iraque não possuía armas de destruição maciça. A única fonte que afirmava que o Iraque tinha armas e estava ligado a Al Qaeda era o regime de Bush. Agora o primeiro dia do inquérito do Iraque em Londres expôs as mentiras, as traições, as maquinações e o engano, a teia de mentiras tecida pelo Bush Cia. Chega a altura para a responsabilidade, responsabilização e a prestação das contas.

Vejam mais em PRAVDA

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Ex secretario de imprensa diz que Bush manipulou opiniao publica

BLUE BUS:

O ex secretário de imprensa da Casa Branca, Scott McClellan, diz em seu livro de memorias que o presidente Bush embarcou numa "campanha de propaganda politica", em lugar de dizer a verdade, com o objetivo de vender a ideia da guerra no Iraque. "Em tempos de campanha permanente, tudo era manipulaçao de fontes de opiniao publica em beneficio do presidente" - acusa. Conclui - "A guerra do Iraque nao era necessaria". Noticia da AP, citando o New York Times e o Washington Post de hoje.