Mostrando postagens com marcador PIB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PIB. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Tucanos de armas na mão. Contra o Estado brasileiro

O conservadorismo brasileiro ignorou olimpicamente a desmoralizante refrega sofrida pelos pelotões do arrocho fiscal nos últimos dias.

Dois de seus centuriões (Rogoff & Reinhart - na foto ao lado), como se sabe, foram flagrados em malfeitos intelectuais por um estudante de economia de 28 anos.

O rapaz percebeu que eles deram uns esteroides à ponderação de dados que confirmavam suas teses. E ministraram um chá de sumiço aos teimosos números que refutavam as mesmas premissas.

Quais?

As de que, independente das condições de vento e temperatura, históricas e sociais, o gasto público é algo devastador, sobretudo quando transita na faixa dos 90% do PIB.  

Vejam mais no BLOG DAS FRASES

sábado, 1 de setembro de 2012

Economia da Colômbia passa a da Argentina e é a segunda maior da América do Sul


O ministro da Fazenda da Colômbia, Juan Carlos Echeverry, anunciou nesta sexta-feira (31/08) que o PIB (Produto Interno Bruto) de seu país superou o da Argentina e, assim, tornou-se o segundo maior da América do Sul. A declaração foi feita durante entrevista à emissora Caracol Radio.
“A Colômbia superou a Argentina no PIB. Somos a segunda economia da América do Sul, atrás apenas do Brasil. Isto era um sonho”, declarou.


Leia mais no Opera Mundi

terça-feira, 26 de julho de 2011

Venezuela registra a menor porcentagem de desigualdade social na América Latina

Caracas, 25 jul. AVN .- A Venezuela é o país que registra o menor porcentagem (0,38%) de desigualdade social no continente, de acordo com um informe da Comissão Econômica para América e o Caribe (Cepal).

O presidente do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), Elías Eljuri, assinalou nesta segunda-feira que este informe expressa a diminuição da pobreza extrema no país que passou de 21% em 1999, quando se produziu a chegada da revolução, a 6,9% na atualidade, com tendência a seguir caindo.  

Vejam o texto original em KAOSENLARED.NET e uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A CHANCE DE CORTAR A RAÇÃO RENTISTA

O agravamento da crise internacional é um dos argumentos utilizados pelo BC brasileiro, bem como pelos rentistas para justificar a alta dos juros no país. O argumento transpira um certo bodum de oportunismo amanhecido. O que se sugere é que haveria dificuldade de financiar a dívida interna dadas as incertezas nos mercados financeiros e a consequente má vontade dos investidores em aplicar seus fundos aqui.O juro alto seria a única forma de cevá-los a bater o ponto no caixa nativo. O que se observa nos últimos meses sugere o oposto. O Brasil tem tido dificuldades para conter massas de capitais que afluem em ondas tsunâmicas atraídos por níveis de rentabilidade indisponíveis em boa parte do planeta. A alavanca que move esse moinho, e seus estragos sabidos numa estrutura industrial afogada em importações, é uma taxa de juro real da ordem de 7%. Para se ter uma idéia do colosso basta lembrar que a Grécia --dissolvente e conflagrada-- paga 10% reais para colocar seus títulos no mercado (14% de face, menos 4% de inflação). Apenas 3 pontos acima do brasileiro sendo que a a economia grega dificilmente escapará de aplicar um sonoro calote nos detentores de seus esvoaçantes papéis. Mais ainda: a dívida pública grega é de 139% do PIB, contra 39% no caso brasileiro.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR de sexta-feira 17/06/2011

sábado, 4 de junho de 2011

Urubólogos perdem mais uma aposta contra o Brasil: PIB no 1º trimestre cresceu 1,3%

O fim-do-mundo previsto por amplos setores da imprensa oposicionista no início do ano, quando o governo Dilma anunciou a consolidação fiscal, passou longe do Brasil.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas produzidas no país, cresceu 1,3% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o trimestre anterior.

De acordo com o IBGE, o crescimento por setor foi:
- A agropecuária cresceu 3,3%
- A indústria, 2,2%
- os serviços, 1,1%

Em relação ao primeiro trimestre de 2010, o PIB registrou aumento de 4,2%. Nessa base de comparação, os serviços foram a atividade econômica com maior expansão (4%). A indústria cresceu 3,5% e a agropecuária, 3,1%.

Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE

sábado, 18 de dezembro de 2010

MANCHETES CONVEXAS

'Era Lula contratou 4 Itaipus em energia' (Folha, 18/12/2010)
'Planalto divulga decreto sobre racionamento' (Gazeta Mercantil, 15/05/2001)

LULA, POR STÉDILE

"Um grande líder popular, que começou na luta social e ascendeu ao maior cargo institucional desse país. No governo, apesar das limitações, articulou forças sociais, que conseguiram fazer mais do que a burguesia fez em 500 anos. Mas temos que diferenciar sempre o Lula do governo Lula, que foi um governo de composição de classes e transitório. Faltam ainda mudanças estruturais na nossa sociedade, que somente serão feitas combinando a disputa institucional com as lutas de massa" (João Pedro Stédile; 'Porradão'/IHU; 18-12)

FECHO
Ciclo Lula encerra com um PIB crescendo o dobro do de 2002 para uma inflação 50% menor e uma taxa de desemprego que é a metade da observada então: 5,7% contra 11,7%, respectivamente, segundo o IBGE (Carta Maior;17-12)

(Carta Maior; Sábado; 18/12/2010)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

FED MANTEM JURO ENTRE ZERO E 0,25% REVOADA ESPECULATIVA

capitais especulativos continuarão migrando para mercados de commodities, o que afeta o custo dos alimentos e a inflação; intensificam também a busca pelos mercados emergentes, sobretudo aqueles que aliam crescimento robusto e taxas de juros elevadas, caso do Brasil (PIB de 7,5% e Selic de 10,75%). Ingresso excessivo de capitais valoriza o Real, encarece as exportações brasileiras e barateia importações. Cadeias fabris sofrem erosão como resultado da substituição de insumos nacionais pelos importados, mais baratos. Efeito por enquanto é limitado; grosso das importações é de máquinas e equipamentos para aumentar capacidade instalada e melhorar a produtividade. Mas o tempo conspira contra a produção local. Redução de juros e controle de capitais formam o núcleo duro da agenda alternativa para 2011. Ortodoxia defende, primeiro, corte de gastos públicos para reduzir necessidade de captação de recursos pelo Estado. Alega que assim os juros caem naturalmente. O fato, porém, é que as despesas com juros estão entre os maiores dispendios do Estado, cerca de 6% do PIB. Queda de um ponto na Selic já redundaria em corte siginificativo nas despesas públicas -- no item de pior qualidade, que alimenta o rentismo.

(Carta Maior, 15-12)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Miguel Nicolelis: "Brasil precisa criar uma ciência tropical"

Neurocientista diz que é preciso um investimento de 4% do PIB nacional por décadas para Brasil ser competitivo na área científica.

Os tratamentos personalizados são modismos norte-americanos, a indústria farmacêutica precisa rever suas estratégias de mercado e o Brasil deve criar uma "ciência tropical".

O neurocientista Miguel Nicolelis surpreende ao falar sobre algumas questões fundamentais da saúde e da ciência.

Vejam mais detalhes no JORNAL DA CIÊNCIA-SPBC

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Brasil, o despertar do gigante latino-americano

Hedelberto López Blanch
Desde quando Luis Inácio Lula da Silva chegou à Presidência do Brasil em 2002, a economia do gigante latino-americano tem despertado de uma longa letargia.

O Banco Central informou que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para 2010 se elevará a 7,3%, superior ao estimado anteriormente que era de 5,8%.

A concretizar-se o aumento, será o maior da economia nacional desde 1986 o que indica que o gigante sul-americano despertou da letargia em que esteve submetido durante anos.

A entidade bancária assegura que o atual ciclo de expansão permanecerá estável a médio prazo porque existe um rumo favorável do mercado de trabalho, da renda real, dos investimentos e dos indicadores de confiança dos empresários e consumidores.

O Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a cifra alcançada é sumamente eloquente pois no primeiro trimestre de 2010 o PIB oi 9% superior comparado com o mesmo período de 2009.


Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Dilma Rousseff sugere 1,8% do PIB como meta de investimento em P&D

A candidata do PT à Presidência da República participou de encontro na 62ª Reunião Anual da SBPC, na tarde desta quarta-feira, dia 28, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, sugeriu colocar como meta para a área de ciência e tecnologia, caso eleita, investir entre 1,8% e 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Hoje, o Brasil investe 1,35% do PIB, segundo dados do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Em encontro promovido pela SBPC, a ex-ministra destacou ainda a importância da integração das políticas de C&T e educação para o desenvolvimento e soberania do país. Segundo Dilma, o "casamento" entre educação e a política de ciência, tecnologia e inovação é "uma das questões mais importantes para que o nosso país dê um passo decisivo na direção de se tornar desenvolvido, uma sociedade inclusiva e mais igual, uma nação soberana".

Vejam o texto completo no JORNAL DA CIÊNCIA-SBPC

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O déficit brasileiro é o menor dos membros do G-20

BRASIL E A CRISE INTERNACIONAL


Em 2009 o PIB (produto interno bruto) de todo planeta era de US$ 54,6 trilhões e a divida dos 30 países mais industrializados somava US$ 43,0 trilhões. Ou seja, 78% de tudo que se produzia no planeta;

Desde 2007 até hoje houve um aumento de 7 vezes no déficit das nações pelo repasse de amplos recursos públicos, em grande parte, ao Sistema Financeiro Privado;

Os membros do Mercado Comum Europeu tiveram seus limites financeiros fixados pelo Tratado de Maastricht para que as dividas públicas não ultrapassassem 60% de seus respectivos PIBs. E seus déficits não ultrapassassem a 3% do PIBs.


Vejam mais em GRUPO BEATRICE

quarta-feira, 31 de março de 2010

Conferência propõe destinar 7% do PIB para educação

Amanda Cieglinski

Repórter da Agência Brasil

Brasília - Terminou hoje (31) a primeira etapa de discussões das propostas que serão incluídas no documento final da Conferência Nacional de Educação (Conae). No eixo que trata sobre o financiamento da educação, foram aprovados temas importantes, como a determinação que o país invista 7% do Produto Interno Bruto (PIB) na área até 2011 e chegue a 10% em 2014.

A estimativa mais recente, de 2008, mostra que o Brasil aplica 4,7% ao ano na área de educação. Esse percentual equivale a R$ 136 bilhões investidos pela União, estados e municípios.


Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL

sábado, 9 de maio de 2009

PIB: Estamos fazendo a conta errada, por Ladislaw Dowbor

Crescer por crescer, é a filosofia da célula cancerosa" - Banner colocado por estudantes, na entrada de uma conferência sobre economia.

PIB, como todos devem saber, é o produto interno bruto. Para o comum dos mortais que não fazem contas macroeconômicas, trata-se da diferença entre aparecerem novas oportunidades de emprego (PIB em alta) ou ameaças de desemprego (PIB em baixa). Para o governo, é a diferença entre ganhar uma eleição e perdê-la. Para os jornalistas, é uma ótima oportunidade para darem a impressão de entenderem do que se trata. Para os que se preocupam com a destruição do meio-ambiente, é uma causa de desespero. Para o economista que assina o presente artigo, é uma oportunidade para desancar o que é uma contabilidade clamorosamente deformada.

Peguemos o exemplo de uma alternativa contábil, chamada FIB. Trata-se simplesmente um jogo de siglas, Felicidade Interna Bruta. Tem gente que prefere felicidade interna líquida, questão de gosto. O essencial é que inúmeras pessoas no mundo, e técnicos de primeira linha nacional e internacional, estão cansados de ver o comportamento econômico ser calculado sem levar em conta – ou muito parcialmente – os interesses da população e a sustentabilidade ambiental. Como pode-se dizer que a economia vai bem, ainda que o povo vai mal? Então a economia serve para quê?


Vejam o texto completo no Portal da Fundação Perseu Abramo

domingo, 15 de março de 2009

O Armagedon da grande imprensa

Este artigo estava concluído quando o IBGE anunciou crescimento de vendas no varejo em janeiro. E agora, qual será a manchete? “Governo falha. Demanda cresce e há sinais de aumento do consumo em 2009?” Fica como sugestão.
Crise econômica ou Armagedon? Após o IBGE ter divulgado uma queda de 3,6% no crescimento da economia brasileira no último trimestre de 2008, os editores de primeira página de O Globo e da Folha de São Paulo não hesitaram em recorrer, na quarta-feira, 11/3, às habituais formas de terrorismo editorial. A capa do diário carioca ostentava:" Indústria desaba. Consumo cai e já se teme 2009 com recessão". O jornal paulista não ficou atrás:" Queda do PIB no Brasil é uma das piores do mundo"


Vejam mais na Agência Carta Maior

quinta-feira, 12 de março de 2009

TORCIDA CONTRA

A queda de 3,6 % do PIB no quarto trimestre de 2008 foi uma paulada e revelou uma certa torcida pelo desastre econômico que poderia abalar a popularidade de Lula e interferir no jogo sucessório de 2010. Os jornais trouxeram cenários sombrios, com um mal disfarçado tom de eu não disse sobre as conseqüências da crise financeira internacional.
(...)
A crise interrompeu o que seria um crescimento espetacular, possivelmente na casa dos 7%, e aos seus primeiros sinais o governo atacou a escassez do crédito, irrigando a economia com financiamentos dos bancos públicos. Também foram tomadas medidas relativas a setores mais fortemente atingidos pela crise, como o automotivo, alvo de socorro em todo o mundo.


Vejam o texto completo no Direto da Redação

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

PIB cresce 6,8% no terceiro trimestre, segundo o IBGE

Rio de Janeiro - O Produto Interno Bruto (PIB) - soma de todos os bens bens e serviços produzidos no país durante o ano – apresentou crescimento de 6,8% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com igual período de 2007. A informação consta das Contas Nacionais Trimestrais, divulgadas hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).


Vejam mais no Jornal da Mídia

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Gasto público do governo federal em queda com relação ao PIB

Esqueçam aquelas matérias que saíram nos grandes jornais a respeito de um suposto descontrole do governo nos gastos públicos como resultado do ano eleitoral. O governo teria aberto as torneiras dos gastos públicos para beneficiar seus aliados nas campanhas eleitorais deste ano. Aquilo tudo era policatigem. Obviamente, em ano eleitoral, e nesse não poderia ser diferente, há uma maior execução nos primeiros meses do ano, tendo em vista a antecipação de gastos para cumprimento do calendário eleitoral. Mas disso não se pode concluir que os gastos estão descontrolados, ou entraram em rota de crescimento, como apregou nossa imprensa.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getúlio Vargas, uma das instituições mais críticas do governo, as despesas primárias cresceram menos que o PIB no primeiro semestre do ano. As despesas do governo tiveram crescimento real de 4,4%, ao passo que o PIB cresceu de 5,5% a 6% nesse primeiro semestre. Ainda é preciso lembrar que o calendário eleitoral provoca antecipação dos gastos, o que se deduz que a queda pode ser ainda maior para o segundo semestre. Clique aqui para ler a matéria publicada no Estado de São Paulo.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Britânicos vão superar americanos em renda, diz estudo

A previsão, da consultoria Oxford Economics, aponta que o PIB (Produto Interno Bruto) per capita do Reino Unido deve superar o dos Estados Unidos em 250 libras (cerca de R$ 860).

Segundo os analistas, em 2008, o PIB per capita do Reino Unido vai atingir 23,5 mil libras (cerca de R$ 81 mil), em comparação com os 23,25 mil libras (R$ 80 mil) previstos para os Estados Unidos.

De acordo com a previsão, o PIB per capita do Reino Unido será 8% maior do que o dos parceiros europeus na Alemanha e na França.

Texto completo na BBC Brasil. E um comentário: a partir do final do século XIX, a renda britânica normalmente diminuía frente à americana.


quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

O que segura o PIB

Algo intriga os economistas. De todos os países emergentes relevantes, o Brasil é hoje aquele que apresenta o melhor desempenho em vários setores empresariais. Tome-se, como exemplo, a indústria automobilística. Neste ano, as vendas devem crescer 28% no Brasil.

É mais do que os 26% da Argentina, os 21% da Rússia ou os 18% da Índia e da China. Apesar disso, o Brasil é o país com a menor taxa de expansão econômica – o que se projeta é um salto de 4,5% no PIB, enquanto os demais rodam a taxas de 6%, 8% ou até 10%. Pode-se alegar que o crescimento não é medido apenas pelo setor de automóveis. É verdade. Mas se a comparação for feita no agronegócio, na construção civil e em várias outras atividades, o Brasil também está melhor do que seus concorrentes. O que, então, explicaria uma diferença tão grande? Para alguns analistas, a resposta pode estar na estatística. “O Brasil está subestimando seu crescimento econômico”, garante o economista Francisco Lopes, que presidiu o Banco Central e é dono da consultoria Macrométrica. “Se a China adotasse um padrão de cálculo do PIB semelhante ao nosso, eles cresceriam dois ou três pontos a menos.”

LEIA MAIS CLICANDO NO TÍTULO

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Média de PIB de Lula chega a 3,6% e supera era FHC

O crescimento próximo dos 5% esperado para este ano deve fazer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se distanciar do antecessor Fernando Henrique Cardoso na média anual de crescimento da economia.

Enquanto nos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso a economia brasileira cresceu em média 2,3% ao ano – 2,5% no primeiro mandato e 2,1% no segundo –, o governo Lula deve fechar 2007 com uma expansão média de 3,63% ao ano. Leia mais na BBC