Depois de 244 anos em circulação e dezenas de edições, a Enciclopédia Britânica deixará de ser publicada no papel. A edição de 2010 é a última que vai poder ser guardada nas bibliotecas, já que as próximas publicações serão feitas somente online.
Continue lendo no Opera Mundi.
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quarta-feira, 14 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Matemática e a mulher transcendental, crônica de Sérgio Mascarenhas
Sérgio
Mascarenhas é professor e coordenador do Instituto de Estudos Avançados
(IEA) de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), presidente
Honorário da SBPC e Membro Titular da ABC.
Comemorou-se no dia 8 de março o Dia Internacional da Mulher. Escrevo esta crônica inspirado na imagem feminina, símbolo máximo da evolução biológica. Não sei por que ainda o machismo de homo-sapiens-sapiens e não femina-sapiens-sapiens! Todos sabemos que o feto nasce feminino e somente numa certa fase ulterior há a transição para o sexo masculino. Isso nos deixa, nós machos, resquícios e vestígios evolutivos como os bicos dos seios inúteis! Pensar que a força muscular e o tamanho do corpo, necessários para a função de provedor do caçador, acabou por ser o elemento dominante sócio-econômico na relação dos sexos é para mim um dos paradoxos evolutivos. Mas parece que está sendo corrigido gradualmente na era do conhecimento.
Vejam o texto completo no JORNAL DA CIÊNCIA
Comemorou-se no dia 8 de março o Dia Internacional da Mulher. Escrevo esta crônica inspirado na imagem feminina, símbolo máximo da evolução biológica. Não sei por que ainda o machismo de homo-sapiens-sapiens e não femina-sapiens-sapiens! Todos sabemos que o feto nasce feminino e somente numa certa fase ulterior há a transição para o sexo masculino. Isso nos deixa, nós machos, resquícios e vestígios evolutivos como os bicos dos seios inúteis! Pensar que a força muscular e o tamanho do corpo, necessários para a função de provedor do caçador, acabou por ser o elemento dominante sócio-econômico na relação dos sexos é para mim um dos paradoxos evolutivos. Mas parece que está sendo corrigido gradualmente na era do conhecimento.
Vejam o texto completo no JORNAL DA CIÊNCIA
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Por uma nova engenharia
O Brasil está ficando para trás em uma
área de fronteira do conhecimento, denominada "sistemas complexos", que é
tão importante como a nanotecnologia e as terapias com células-tronco,
nas quais o país tem investido e em que a nova área se aplica. O alerta é
de Sérgio Mascarenhas, professor do Instituto de Estudos Avançados
(IEA) de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP). No início da
década de 1970, quando foi reitor da Universidade Fed. de São Carlos
(UFSCar), Mascarenhas idealizou o curso de engenharia de materiais,
pioneiro na América Latina.
Segundo ele, o País deve investir agora na criação da engenharia de sistemas que interagem entre si e que são de alta complexidade, como são definidos os sistemas complexos. Ou, caso contrário, poderá ficar muito atrás de países como os Estados Unidos, que lideram nas pesquisas nessa nova área que reúne física, química, biologia, educação e economia, entre outras especialidades.
Vejam mais detalhes em FOTONBLOG
quinta-feira, 14 de julho de 2011
CERN lança uma iniciativa de hardware aberto e livre
somoslibres.org
Quatro meses depois do lançamento da primeira versão, a Organização Européia para a Investigação Nuclear (CERN) publica hoje a versão 1.1 da Licença de Hardware Aberto (OHL, por suas siglas em inglês), um marco legal inspirado no software livre cujo objetivo é facilitar o intercâmbio de conhecimentos entre a comunidade de desenho eletrônico utilizado nos aceleradores de partículas. Com esta iniciativa, em consonância com os ideiais da "ciência aberta", o CERN espera melhorar a qualidade do designer de hardware através da revisão por pares e garantir aos usuários, incluindo empresas, a liberdade para estuda-los, modifica-los e fabrica-los.
Texto visto em REBELIÓN.ORG com tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
Quatro meses depois do lançamento da primeira versão, a Organização Européia para a Investigação Nuclear (CERN) publica hoje a versão 1.1 da Licença de Hardware Aberto (OHL, por suas siglas em inglês), um marco legal inspirado no software livre cujo objetivo é facilitar o intercâmbio de conhecimentos entre a comunidade de desenho eletrônico utilizado nos aceleradores de partículas. Com esta iniciativa, em consonância com os ideiais da "ciência aberta", o CERN espera melhorar a qualidade do designer de hardware através da revisão por pares e garantir aos usuários, incluindo empresas, a liberdade para estuda-los, modifica-los e fabrica-los.
Texto visto em REBELIÓN.ORG com tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Software livre e Materialismo Histórico
Pablo Eduardo Romero
É importante aprofundar a discussão do software livre como uma forma de relação econômica diametralmente oposta a qualquer das concebidas no capitalismo.
Sua "filosofia", determinada pelas quatro liberdades, não é suficiente para inserir-se e triunfar em um complexo modelo economico orientado à acumulação do capital. É necessário visualizar a concepção materialista da história para entender que a aplicação de uma forma distinta de produção, baseada no intercambio de saberes, deve fundamentar-se em resolver uma necessidade material na sociedade. Uma vez estabelecida sua existência como um elemento pertencente à estrutura econômica da sociedade, se levantará a base real sobre a qual se apoiarão as superestruturas jurídicas e políticas que determinarão as formas de consciência social.
O primeiro êrro drástico é pensar que o software livre não gera nenhum custo. A informação e o conhecimento são recursos com valores de uso, que tem uma utilidade definida no trabalho material e mental, e excluir o software livre das relações economicas geraria a perda de sua interpretação como força produtiva. As utilidades relativas a este tipo de relação são essencialmente produzidas pela transferência de conhecimento.
Mas não se deve confundir-se com a nefasta transgressão que produziu o capitalismo com a geração de patentes que tentam converter o conhecimento em um bem de capital. A ação ativa de propagar o conhecimento na sociedade é que gera uma utilidade, não o conhecimento que se transmite. Este deve ser de livre acesso. O efeito desta atividade provoca a disseminação massiva dos saberes e propicia uma evolução tecnológica constante. Erradica a dependencia monopolista permitindo que a sociedade resolva suas necessidades escolhendo em suma diversidade de possibilidades, tecendo uma rede de força produtiva na estrutura economica social.
Como antecedente histórico extremo encontramos na extinta União Soviética o resultado negativo de uma forte estatização que, mediante o excessivo controle do conhecimento não permitiu o progresso tecnológico adequado. Apesar de contar com a metade dos engenheiros do mundo inteiro, estes estavam submetidos a fortes controles no acesso à informação. Por outro lado, o capitalismo praticamente privatizou o conhecimento e o confinou nas grandes multinacionais, tendo como resultados nefastos a dependencia e a submissão teconológica da maioria dos paises do mundo a uns poucos paises imperialistas.
pablo@ciudadccs.info.ve
Vejam em REBELION.ORG
Ciudad Caracas
É importante aprofundar a discussão do software livre como uma forma de relação econômica diametralmente oposta a qualquer das concebidas no capitalismo.
Sua "filosofia", determinada pelas quatro liberdades, não é suficiente para inserir-se e triunfar em um complexo modelo economico orientado à acumulação do capital. É necessário visualizar a concepção materialista da história para entender que a aplicação de uma forma distinta de produção, baseada no intercambio de saberes, deve fundamentar-se em resolver uma necessidade material na sociedade. Uma vez estabelecida sua existência como um elemento pertencente à estrutura econômica da sociedade, se levantará a base real sobre a qual se apoiarão as superestruturas jurídicas e políticas que determinarão as formas de consciência social.
O primeiro êrro drástico é pensar que o software livre não gera nenhum custo. A informação e o conhecimento são recursos com valores de uso, que tem uma utilidade definida no trabalho material e mental, e excluir o software livre das relações economicas geraria a perda de sua interpretação como força produtiva. As utilidades relativas a este tipo de relação são essencialmente produzidas pela transferência de conhecimento.
Mas não se deve confundir-se com a nefasta transgressão que produziu o capitalismo com a geração de patentes que tentam converter o conhecimento em um bem de capital. A ação ativa de propagar o conhecimento na sociedade é que gera uma utilidade, não o conhecimento que se transmite. Este deve ser de livre acesso. O efeito desta atividade provoca a disseminação massiva dos saberes e propicia uma evolução tecnológica constante. Erradica a dependencia monopolista permitindo que a sociedade resolva suas necessidades escolhendo em suma diversidade de possibilidades, tecendo uma rede de força produtiva na estrutura economica social.
Como antecedente histórico extremo encontramos na extinta União Soviética o resultado negativo de uma forte estatização que, mediante o excessivo controle do conhecimento não permitiu o progresso tecnológico adequado. Apesar de contar com a metade dos engenheiros do mundo inteiro, estes estavam submetidos a fortes controles no acesso à informação. Por outro lado, o capitalismo praticamente privatizou o conhecimento e o confinou nas grandes multinacionais, tendo como resultados nefastos a dependencia e a submissão teconológica da maioria dos paises do mundo a uns poucos paises imperialistas.
pablo@ciudadccs.info.ve
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sábado, 17 de abril de 2010
A física e a realidade
Conceitos da mecânica quântica podem ser difíceis de apreender, mas são parte fundamental das tecnologias que usamos no cotidiano, descreve Adilson de Oliveira. Ele alerta, entretanto, para a disseminação de ideias equivocadas sobre o assunto.(...)
Sem descambar para a pseudociência
Talvez devido ao grande sucesso de aplicação dos conceitos quânticos na descrição da matéria e da tecnologia que dela surgem, encontramos com relativa frequência aplicações da física quântica como pseudociência.
Vejam o texto completo em CIÊNCIA HOJE
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Portal Educação a Distância entra no ar com curso sobre Direitos humanos
Entra no ar hoje o portal Educação a Distancia. O projeto é uma iniciativa de dois expoentes da utilização da cidadania em rede proporcionada pelas novas tecnologias: o Instituto de Tecnologia Social – ITS e a E-Open Tecnologia em Software. Esta união, segundo os coordenadores da iniciativa, permitiu colocar em prática um atributo constantemente almejado pela chamada sociedade do conhecimento: a geração de valores sustentáveis e de responsabilidade social, por meio de uma parceria entre uma Organização Não-Governamental (ONG) e uma empresa.
O portal estréia com um curso gratuito on-line inédito: “Direitos Humanos e mediação popular de conflitos”. A iniciativa é da Secretaria Especial de Direitos Humanos do Governo Federal. O curso é direcionado a militantes de movimentos populares, lideranças comunitárias e pastorais.
Continue a leitura AQUI.
O portal estréia com um curso gratuito on-line inédito: “Direitos Humanos e mediação popular de conflitos”. A iniciativa é da Secretaria Especial de Direitos Humanos do Governo Federal. O curso é direcionado a militantes de movimentos populares, lideranças comunitárias e pastorais.
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