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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Como a tecnologia ajuda a tungar você, trabalhador

Toda vez que bater o ponto, o trabalhador terá de receber um comprovante impresso com o horário em que iniciou ou encerrou a sua jornada de trabalho. A mudança faz parte da regulamentação definida pelo governo federal para o ponto eletrônico, aquela maquininha que registra quando alguém entra e sai de mais um dia de trabalho, e está no cotidiano de milhares de empresas e de milhões de empregados.

Aqui na Repórter Brasil, Maurício Hashizume e Bianca Pyl se debruçaram por um longo tempo sobre os problemas relacionados ao ponto eletrônico – que muita gente achava a salvo de fraudes. Mas saiba que você, que bate seu cartãozinho todo santo dia, pode estar sendo enganado por ele. Em muitos casos, tempo de trabalho tem sido comido pelo patrão, que regula a máquina para que ela registre menos do que o trabalhado. E, até agora, quem já tinha percebido isso não conseguia comprovar.

O Ministério do Trabalho e Emprego e o Ministério Público do Trabalho recebeu muitas denúncias relacionadas a fraudes nos sistemas de ponto eletrônico utilizados por grandes empresas como magazines varejistas e redes de supermercados. São denúncias formuladas por trabalhadores e sindicatos, que revelam fraudes, em especial com a finalidade de reduzir as horas extras.

Continua no blog do Sakamoto.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

JUSTIÇA DESVALORIZADA

Berna (Suiça) - Aquela conclusão popular de que prisão é só para gente pobre e que rico pode pintar e bordar sem qualquer perigo é verdade batida e chapada.

Getúlio dizia “para os amigos tudo, para os inimigos a lei”, mas como ele mesmo dizia, “a lei, ora a lei”. A lei nua e crua é para a massa e sobra também para a classe média. Não é muito diferente aqui no Exterior, mas no Brasil parece ser o extremo total. Quem tem dinheiro, mesmo que seja roubado, para pagar uns 50 mil a cem mil reais para um advogado elaborar um bom habeas-corpus pode enganar deus e todo mundo, que nunca será preso. Pimenta Neves, ex-diretor do Estadão, e Paulo Roberto de Andrade, dono da falida Boi Gordo, que o digam.


Vejam o texto completo em Direto da Redação