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domingo, 23 de agosto de 2015

Investimento público em atletas paralímpicos garantiu sucesso em Toronto

Nunca se viu a bandeira brasileira tremular tanto quanto na quinta edição dos Jogos Parapan-Americanos 2015 realizados em Toronto, no Canadá. Com um total de 257 medalhas, sendo 109 de ouro, 74 de prata e 74 de bronze, 78% dos atletas os brasileiros conquistaram pelo menos uma medalha e terminaram em primeiro lugar em 10 das 15 modalidades disputadas.


Confira no Jornal GGN

quinta-feira, 18 de junho de 2015

A vitória dos Warriors na NBA e o que o futebol pode aprender com o basquete


O melhor do mundo perdeu. O Cleveland Cavaliers, time de LeBron, apanhou do Golden State Warriors. Aqui já vale notar: não é o Warriors, time do Stephen Curry. É outra coisa, um caso diferente do Cavaliers. O Warriors é um time coeso, completo. Um time que, se não tem um gênio, tem vários ótimos jogadores, e isso inclui os reservas.
O slogan do Warriors é muito bonito: “a força dos números”. Isso faz alusão tanto à força da torcida, que faz lotação esgotada há mais de 100 jogos, quanto à força do time, e prova dessa força é que Curry, o cara tido como o melhor jogador do time, não foi considerado o MVP (o melhor jogador, equivalente ao bola de ouro no futebol) afinal. Foi Iguodalla, que começou os playoffs na reserva.
Onde você encontra um reserva sendo MVP? Num time muito coeso, com talentos muito próximos, eis onde.
É interessante ver onde o futebol pode aprender com o basquete. Os brasileiros já tentaram importar algumas coisas, mas sempre as erradas. O mais importante não é a macaquice das cheerleaders, nem o show que se faz em volta do jogo.
O importante é o profissionalismo em algumas áreas.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

“Os times por imposição de CBV/Globo não possuem nome, quem decide o nome ridiculo do time é a rede que levou os direitos televisivos, sem pagá-los aos clubes”


UOL Esporte teve acesso ao conteúdo nesta quarta-feira. Leia abaixo o e-mail na íntegra, direcionado a Ary Graça, presidente da FIVB e licenciado da CBV, Renato D’Ávila, superintendente técnico de competições de quadra, e Fábio Assunção, diretor da entidade nacional.

“Prezados Ary, Renato, Fabio e demais dirigentes do vôlei nacional,

Parabéns a vocês da CBV. Atingiram todos os objetivos fixados para esta Superliga. Venceram, mesmo entre vitimas que terão, agora, que enterrar.

Deixo-lhes algumas ponderações tardias que deveria ter tido a coragem de fazer no ano passado, mas que a vitória e minha saúde me dissuadiram em fazer:

- 6 atletas de seleção num time com orçamento de R$ 17 mi

- 5 atletas de seleção num time com orçamento acima de R$ 12 mi que é mantido por contribuição sindical compulsória, por força de lei,  inclusive da minhas empresas. Recursos destinados legalmente e estatutariamente ao amparo social e educacional dos trabalhadores e de seus filhos.



quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Chegou o Salvador da Pátria

Foi assim, parodiando versos carnavalescos que o Comitê Olímpico Brasileiro anunciou aos quatro ventos a contratação do super Steve Rush e de sua consultoria norte americana, a TSE/Consulting.

Naquele debate havido no Senado Federal, em que o presidente Nuzman retirou-se do recinto, seu substituto na mesa, acuado pelas perguntas dos senadores, tentava explicar que um dos grandes legados do Pan Americano teria sido o know how adquirido por brasileiros em organizar competições de grande porte.

Ora, o ex-jogador de vôlei sentado ao meu lado, levantou a bola de maneira tão perfeita, que não me restou outra opção que não cortá-la e fazê-la explodir no chão da quadra adversária.

Ao ouvir aquele comentário do representante do COB, eu retruquei sem pestanejar:

"Ora, se vocês aprenderam com o Pan a organizar eventos de grande porte, por que razão contrataram a empresa suiça EKS, a peso de ouro, sem licitação pública, para prestar assessoria para a campanha olímpica?".

Uma moça que estava sentada na platéia olhou para mim e sorriu.

Os senadores sacudiram a cabeça positivamente. E não houve resposta da outra parte.

Pois é, o COB adora contratar consultoria no exterior.

Agora quem vem por aí é o Mister Steve Roush, ex-diretor de alto rendimento do Comitê Olímpico dos Estados Unidos ("USOC") e sua empresa de consultoria TSE/Consultings.

O "post" completo no blog do Juca Kfouri.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Brasil deve aproveitar Parapan para discutir políticas de "acessibilidade", diz ministro

O Ministro do Esporte, Orlando Silva Junior, que acompanha pessoalmente as competições dos Jogos Parapan-Americanos 2007, disse que este é um bom momento para a sociedade discutir questões ligadas à acessibilidade das pessoas com deficiência no país. E, assim, levar o Estado a construir políticas públicas que levem cidadania a esses brasileiros.

LEIA EM ADA DIGITAL

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Ignorance is bliss

Talvez os seres humanos, ao contrário do que se pensou até aqui, estejam na base e não no topo da cadeia evolutiva. Afinal são amplamente conhecidos os efeitos maléficos do pensamento, da utilização exagerada do intelecto. Os macacos, por exemplo, sempre citados como nossos antecessores seriam, na verdade, nossos descendentes. Depois, na escalada dos degraus da evolução, viriam os cães, os sapos e as galinhas. Em seguida o Galvão Bueno e assim por diante até chegarmos ao paraíso que é a irracionalidade total. Ou seja, mesmo para o nosso locutor oficial falta ainda um certo caminho até os micróbios, protozoários e amebas; onde só existe a vida sem necessidade de abstrações inúteis: ser ou ser, eis nenhuma questão.

Leia o texto do José Pedro Goulart, na íntegra, clicando no título desta postagem.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Utilidades Esportivas com Halem Souza

Competições esportivas não ajudam a reduzir a taxa de juros; não tornam os políticos menos corruptos; não corrigem falhas do controle aéreo; não acabam com a Guerra do Iraque. São, se pensarmos de modo cru, inúteis. Como a Literatura, se estendermos o raciocínio. Mas como escreveu Hans Ulrich Gumbrecht*, "não há outro fenômeno na cultura contemporânea que leve o prazer da beleza a mais gente do que os esportes. Se deixamos de reconhecer esse fato é porque temos enormes dificuldades para separar a fruição da beleza dos rituais da 'cultura elevada'."

Fonte: Ração (Razão) das Letras

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Esporte É o bicho

"O mascote Cauê virou Caô (mentira na gíria carioca), e o Pan se transformou em Pandemônio. Um protesto contra os gastos no Pan e a política de segurança às vésperas dos Jogos foi promovido na frente do prédio da Prefeitura carioca, nesta sexta, dia da festa de abertura da competição." (UOL)

N.E.: É o bicho. Quando eu disse isso, muitos “patriotinhas” me criticaram. DUH! A genialidade humana tem limites. A estupidez, não.