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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Geheime Staatspolizei

A Gestapo, ou Geheime Staatspolizei, foi criada em 1933, por Hermann Göering, e originalmente era apenas um departamento da polícia prussiana. Seus membros, inicialmente, eram recrutados dentro da própria estrutura policial, que se tornou sinônimo de polícia política e representou bem todo o arbítrio nazista. Seus primeiros alvos eram todos que se contrapunham ao nascente governo de Hitler. Comunistas, socialistas, anarquistas, liberais; depois católicos, protestantes, maçons e judeus. Ao fim, tornou-se o grande instrumento de dominação e terror sobre a Europa ocupada pelos nazistas.

(...)

A notícia de que oito integrantes da Federação Anarquista Gaúcha foram indiciados por crimes contra a honra, incitação ao crime e formação de quadrilha ou bando - e que outros tantos dirigentes de entidades sindicais e movimentos sociais o virão a ser nos próximos dias - em razão das denúncias que fazem das ilegalidades praticadas pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul, sob o comando de Yeda Rorato Crusius, após inquérito policial concluído em tempo recorde, é o mais grave atentado já praticado contra uma associação política no Rio Grande e no Brasil, desde a redemocratização do país.

Nem o regime militar, em seu declínio, a partir de 1979, não tinha mais força e coragem para praticar atos de tamanha insanidade, a exemplo deste.

Confira mais no RS Urgente.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

"Compromisso com a sociedade"

Ronchetti: Ele fez, é fundador, ele é no meio dele ele foi aprovadíssimo. Enfim, para essa indicação de desembargador, se a senhora puder ajudar, eu estou lhe dando as recomendações dele que é uma pessoa de altíssima competência.

Yeda: Muito obrigada. Sendo um dos três já é uma prova de que ele é de altíssima competência. Eu já busquei saber também dele né… É uma maravilha que a gente tenha alguém desse porte, né?

Ronchetti: Ele é, pode ter certeza.

Yeda: E também eu aprendi durante esse ano, viu, Ronchetti, que eu vou usar a caneta para nomear quem tenha compromisso com o governo.

Ronchetti: Ele tem. Ele é do PSDB desde a sua fundação. Ajudou na minha primeira campanha, minha segunda campanha, ele é fundador nacional do PSDB.

Veja o post completo no RS Urgente.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Os ratos

O advogado Adão Paiani (foto), ex-ouvidor da Secretaria de Segurança Pública do RS, envia artigo intitulado “Os ratos”, tratando do mais recente escândalo do governo Yeda Crusius:

O fato novo envolvendo o Chefe de Gabinete da Governadora do Estado, Ricardo Lied; essa figura que, como outros, move-se nas sombras e escaninhos do poder, como a longa manus de interesses impublicáveis da Progenitora Maior do Estado, não pode e não deve ser encarado como algo menor. Muito ao contrário, é talvez um dos episódios mais graves ocorridos não apenas nesse governo, que tanto tem se notabilizado pela prática quase diária de atrocidades contra a justiça, a lei e a cidadania; mas na história recente do Rio Grande.

Continue lendo no Marco Weissheimer - RS Urgente.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Sindicância de Yeda criada para apurar denúncia acaba investigando o denunciante

Pois bem. A sindicância anunciada como um procedimento para apurar uma denúncia acabou investigando o denunciante. É o que diz hoje, no jornal Zero Hora, o chefe adjunto da Casa Civil, Francisco Luçardo, presidente da comissão de sindicância. Segundo ele ele, o foco da investigação foi a Ouvidoria da Secretaria de Segurança e não as denúncias feitas pelo ex-ouvidor. Ao divulgar, ontem, o resultado da “investigação”, o blog do jornalista André Machado comentou: “A principal sugestão é de mudanças na ouvidoria. Pouco para o que se esperava”. É mais do que isso. É um escândalo. Mais um neste governo que deveria trocar o nome da Secretaria da Transparência para Secretaria da Opacidade.

Veja o texto completo no blog do Marco Weissheimer, o antigo RS Urgente.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Menos encenação

Tragedy and ComedyImage by ocadotony via Flickr

E isso por uma razão muito simples: a política é o espaço da ética, e não do cinismo. Ao contrário do teatro, nenhum experimentalismo moral é bem-vindo em política, e todo jogo de cena só faz por merecer vaias. Há um escândalo de corrupção e investigações em andamento, donde se supõe que emergirão responsáveis. Declarações que comprometem sobremaneira nossa governadora foram feitas e esperamos explicações. É isso que publicamente precisa ser cobrado. [...] O que o Rio Grande do Sul precisa, realmente, é de gente que encene menos.
Leia mais em La Vieja Bruja
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A "pacificação" do Rio Grande - II


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A Brigada Militar voltou a entrar em ação, desta vez, contra a 13ª Marcha dos Sem, em frente ao Palácio Piratini. Os brigadianos trancaram a passagem do carro de som da manifestação e usaram balas de borracha e as chamadas "bombas de efeito moral" para dispersar os manifestantes. As primeiras informações dão conta que cerca de dez pessoas ficaram feridas.

Os deputados Raul Pont, Dionilso Marcon, Ronaldo Zulke, Mariza Formolo, do PT, e Raul Carrion, do PCdoB, saíram da Assembléia e foram conversar com o comandante da Brigada Militar, coronel Paulo Roberto Mendes, que comandava a operação. Criou-se uma grande confusão e os parlamentares chegaram a ser empurrados por brigadianos. Ronaldo Zulke disse ao coronel Mendes: "O senhor pode falar conosco. Somos parlamentares. Não precisa se esconder atrás dos PMs".


O texto continua no RS Urgente. Foto de Ronaldo Bernardi, do jornal Zero Hora.

A "pacificação" do Rio Grande

Veja abaixo fotos de Caco Argemi, da assessoria de imprensa do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, sobre a repressão da Brigada Militar contra grevistas, hoje pela manhã, em frente à agência central do Banrisul, na capital. São imagens que mostram o tipo de "pacificação" que está sendo construída pelos atuais detentores do poder político no Estado:
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O texto e a foto vieram do RS Urgente. A foto é de Caco Argemi, encontrada no RS Urgente, mas a galeria inteira está no saite do Sindicato dos Bancários.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Pimenta nos olhos dos outros é refresco...

O ditado popular acima se aplica muito bem à nota do PSDB em defesa do governo gaúcho de Yeda Crusius, enlameado até o pescoço por conta das denúncias do vice-governador, que pertence ao DEM, tradicional aliado dos tucanos. Quando a denúncia é contra o governo Lula, o PSDB atira primeiro e pergunta depois. Já se o vice-governador revela o descalabro que se tornou a gestão de Yeda, não se pode prejulgar, pois não há nada que a desabone...

Falando em governo gaúcho e lembrando que o foco do escândalo está no Detran do Rio Grande do Sul, uma boa pauta que a imprensa de São Paulo está deixando de lado é o caso das carteiras de habilitação falsificadas no Detran paulista. Ora, os tucanos estão tomando conta da lojinha desde 1995, quando Mário Covas assumiu o governo do estado, mas a grande imprensa simplesmente ignora ou omite este fato quando são descobertas 200 mil carteiras de habilitação falsas. Se alguém cutucar um pouco, vai achar coelho neste mato...

Veja mais no Blog Entrelinhas.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Privatização da CEEE?

A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), está tentando negociar um acordo com o governo federal para privatizar a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), afirma o site Relatório Reservado, em seu boletim para assinantes de 9 de janeiro de 2008. A operação, caso tivesse o aval da União, envolveria diretamente a Eletrobrás e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Yeda quer que o banco financie o comprador da empresa gaúcha, através de uma linha de crédito de até 40% do valor a ser pago pela mesma. Além disso, segundo a mesma fonte, Yeda tenta arrancar da Eletrobrás, dona de 32% da CEEE, a garantia de permanência no capital da companhia mesmo após o leilão. A presença da Eletrobrás no negócio é considerada fundamental por Yeda para atrair os investidores privados, pela possibilidade de ter ao lado um parceiro forte.

Yeda, diz ainda a publicação, quer enterrar o antigo modelo de venda da CEEE (formatado durante o governo Britto), que prevê apenas a venda dos ativos em geração e transmissão. A meta seria a venda do controle de toda a empresa. A governadora tucana estima que a operação poderia render entre R$ 4 e R$ 5 bilhões. A venda da CEEE abriria as portas, afirma o Relatório Reservado, para outras privatizações, como a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e da Sulgás. Para Yeda, a participação do BNDES e da Eletrobrás na privatização seria um importante trunfo político. Assim, ela constrangeria a oposição na Assembléia Legislativa, especialmente o PT. Durante a campanha eleitoral, não custa lembrar, Yeda garantiu que não privatizaria nenhuma empresa em seu governo.

Está escrito aqui.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Contemplar com eficiência

Trecho do editorial do jornaleco da Azenha de hoje, exaltando como "experiência inovadora" o projeto das OSCIPs, recém aprovado pela Assembléia farrapa:

"O recurso às parcerias com o setor privado só se justifica se implicar diminuição da burocracia no fornecimento de um determinado serviço, com redução de custos para o poder público e melhoria da qualidade para o consumidor final. Obviamente, esse tipo de inovação irá se chocar sempre com os interesses de corporações influentes de servidores, na maioria das vezes mais preocupados em garantir privilégios do que em contemplar com eficiência as aspirações dos contribuintes" (Os grifos são meus).

Bem, se alguém ainda não sabia o que o Grupo RBS pensava sobre a maioria dos servidores do funcionalismo público gaúcho, que ao contrário dos jornalistas de ZH não precisam lamber as botas de ninguém em função do fato de terem sido aprovados em transparentes concursos públicos, o texto acima, extremamente preconceituoso, generalista e rançoso, acaba de deixar isso bem claro.

A maioria dos professores da rede estadual e da Uergs, dos servidores da saúde, do judiciário e do ministério público gaúcho, bem como de toda e qualquer área pública, seja estadual ou não, ingressa no serviço público mais com o objetivo de garantir privilégios do que contemplar com eficiência as aspirações dos contribuintes. Isso de contemplar com eficiência as aspirações alheias só quem faz é a iniciativa privada, claro. É por isso, e não pelo lucro, que as corporação privadas existem. O sentido da existência do Grupo RBS é contemplar com eficiência as aspirações alheias, inclusive.

De La Vieja Bruja.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Sobre regras, decretos e variáveis, segundo um certo ponto de vista


O porta-voz oficial dos interesses patronais de hoje dá voz à Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

Para Elizabeth,
"a falta de regras claras e a tomada de decisões por meio de decretos, que mudam de uma hora para outra as variáveis envolvidas na escolha de uma área de instalação, ameaçam a concretização de projetos como os que a Aracruz, Stora Enso e Votorantim Celulose e Papel (VCP) têm para a Metade Sul gaúcha. Outro foco de estresse, disse, são o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), os quilombolas e os povos indígenas", segundo o jornaleco da Azenha (Os grifos são de La Vieja).

Caramba. É possível tal falação distorcer mais a verdade?

Em primeiro lugar, nunca faltaram regras claras de licenciamento ambiental para a silvicultura extensiva aqui no RS. Os resultados do estudo de Zoneamento Ambiental para a atividade de Silvicultura no RS, iniciado ainda no governo de Germano Rigotto, o Meigo (2003-2006), está à disposição de Elisabeth e das empresas que ela representa no sítio da Fepam (
Fundação Estadual de Proteção Ambiental) já há um bom tempo. O que Elisabeth esqueceu de dizer ao jornaleco foi que tais regras não estavam suficientemente claras para os interesses das empresas que ela representa, tanto que somente em função disso, e a fim de atender tais interesses, foi que os novos jeitos de governar transferiram, da Fepam para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), um órgão de governo sob controle e longe dos olhos do Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA), atribuições antes exclusivas da referida Fundação.

Para conferir, basta se acessar o sítio da Fepam, aqui. Ver-se-á, então, que as resoluções do CONSEMA foram transferidas para o sítio da SEMA. Entre tais resoluções encontraremos, por exemplo, a que "
Dispõe sobre a qualificação dos Municípios para o exercício da competência do Licenciamento Ambiental dos empreendimentos e atividades considerados como impacto local, no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul" (167/2007) e a que "Altera a Resolução CONSEMA nº 102, de 24 de maio de 2005, que 'Dispõe sobre os critérios para o exercício do Licenciamento Ambiental Municipal, no âmbito do Rio Grande do Sul' e dá outras providências" (168/2007), bem como inúmeras que habilitam "Municípios para realização do Licenciamento Ambiental das Atividades de Impacto Local", uma das estratégias encontradas pelo novo jeito de governar a fim de flexibilizar a interpretação e a aplicação das regras do referido zoneamento.

Ou seja, as regras sempre foram claras. O que houve foi que nem o novo jeito de governar atual e nem as papeleiras gostaram das referidas regras, estabelecidas a partir dos resultados do estudo de Zoneamento Ambiental para a Atividade de Silvicultura no RS realizado pela Fepam, estudo esse realizado por técnicos competentes que deixaram claro que, ao contrário do que afirmou Elizabeth, não mudariam "de uma hora para outra as variáveis envolvidas na escolha de uma área de instalação".

E foi somente por isso, e por nenhum outro motivo, que decisões foram tomadas por meio de decretos, como afirmou Elizabeth de Carvalhaes. Ou seja, a Bracelpa está reclamando de barriga cheia, pois as únicas decisões tomadas por meio de decreto aqui no RS assim o foram com o único objetivo de beneficiar a atividade de silvicultura, eufemismo para fabricantes de celulose e papel, e não para prejudicá-la. Foi por tal motivo, e por nenhum outro, que a Rainha das Pantalhas passou por cima das atribuições da Fepam e do CONSEMA, concentrando todo o poder de decisão sobre a atividade de silvicultura no RS sob a SEMA.

O texto continua em La Vieja Bruja.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Governo do RS apresenta PL de Oscips e funcionários da TVE fazem abaixo-assinado

Enquanto o governo gaúcho deve apresentar hoje (10/10) o projeto de lei do marco institucional das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), funcionários da TVE-RS, que pode ser atingida pela nova legislação, pedem assinaturas da sociedade em um documento que condena a possível transformação do status público da emissora. O abaixo-assinado, direcionado à Assembléia gaúcha e lançado no último domingo (07/10) em Porto Alegre, afirma que os servidores da Fundação Cultural Piratini – que engloba a TVE e a FM Cultura – estão preocupados com os desgastes que vêm sofrendo a rede.

“O orçamento vem sendo reduzido a cada ano e os equipamentos não têm manutenção. Por causa disso, a programação foi afetada e o sinal da TV já não chega a boa parte do interior do Estado do RS”, afirma o documento, que já apresenta mais de 900 assinaturas. No texto, os organizadores lembram que, em maio deste ano, foi lançado um manifesto público para denunciar a precarização do serviço no canal e sugerir alternativas econômicas por meio de mudanças no modelo de gestão.

Em 04/10, o presidente da Fundação Piratini, Luiz Fernando Moraes, afirmou ao Comunique-se que ainda não existe qualquer decisão a respeito do futuro da emissora, mas que a necessidade de mudanças na administração era incontestável. “Não podemos garantir audiência engessados em um modelo de gestão pública, pois na comunicação é preciso constante renovação tecnológica e agilidade. Mesmo que não se trate de uma rede comercial, estamos inseridos em um mercado de comunicação e precisamos ter agilidade compatível com essa atividade”, afirmou Moraes na semana passada, quando anunciou a instalação de um novo equipamento transmissor até o final do ano na TVE. Na ocasião, o presidente da Fundação garantiu que os investimentos extras em infra-estrutura – R$ 1,5 milhão no governo passado e R$ 600 mil em 2007, apenas para aquisição e implantação do maquinário – não tinham relação com as eminentes mudanças políticas.

Novos cenários
Paralelamente aos temores por parte dos funcionários, novos cenários e faixas de horário vão sendo definidos na TVE. Entre as atrações atingidas pela reformulação estão TVE Repórter, Jornal da TVE, Frente a Frente, Radar, Cidadania, TVE em Dia, Contra Plano e Produto Independente. Segundo Moraes, trata-se da execução de uma estratégia de melhoria prevista desde o início de sua gestão, que está funcionando graças à mobilização de todos os funcionários. “Trata-se de um esforço conjunto para qualificar o nosso produto final”, afirma.

Leia abaixo parte do texto do abaixo-assinado, disponível no site www.petitiononline.com/TVE_FM:

"A TVE (canal 7) e a Rádio FM Cultura (107.7), emissoras da Fundação Piratini, vêm sofrendo um período de desgastes que pode culminar na sua extinção. O orçamento vem sendo reduzido a cada ano e os equipamentos não têm manutenção. Por causa disso, a programação foi afetada e o sinal da TV já não chega a boa parte do interior do Estado do RS. Para piorar, há falta de pessoal: não foram chamados todos os aprovados no último concurso, que sequer foi renovado. Devido às más condições de trabalho, muitos profissionais de alta qualificação se demitiram. Preocupados com essa situação, os funcionários lançaram um Manifesto denunciando a precarização do serviço e, principalmente, sugerindo alternativas para viabilizá-las economicamente, propondo uma mudança radical no modelo de gestão em maio de 2007 (...).



Veja o restante do texto no Comunique-se.

sábado, 6 de outubro de 2007

O pacotaço e a sociedade gaúcha

Neste caso poderíamos enxergar numa associação a tentativa (com relativo sucesso na conjuntura gaúcha do ano passado - eleições estaduais e nacionais) de representar supostos interesses de classe média.
Estou falando da ACLAME (Associação da Classe Média). Aquela mesma associação que, durante a eleição de 2006, distribuiu a rodo adesivos contendo a expressão "Chega de imposto". Se seguirem a linha de 2006, devem posicionar-se contra. Com a palavra seus atuais diretores e conselheiros. Lembro de alguns mais conhecidos do (as) gaúchos(as): Daniel de Moraes Andrade, Fernando Luiz Schüler e Alberto Möesch. Lembro destes por seus poderes e influências nos atuais governos estadual e municipal. O primeiro - presidente da ACLAME até 2006, se não me engano - é atual secretário de infra-estrutura do governo Yeda, o segundo é secretário de justiça do mesmo governo e o terceiro, secretário de meio-ambiente do governo Fogaça. Vai ser difícil de explicar...
Este é o trecho final do "post" do André Passos, no Paidéia Gaúcha, um blog novo e já relevante. Confira o texto completo.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Um Balanço do Governo Yeda

A deputada Stela Farias (PT) fez um balanço hoje, na tribuna da Assembléia Legislativa, das ações do governo Yeda Crusius (PSDB). Destaco alguns trechos do pronunciamento:

“O discurso da crise se alimenta do desmonte do Estado, que se alimenta, por sua vez, do discurso da crise. A estratégia política da governadora é alardear um discurso de crise para justificar o seu ajuste fiscal. O orçamento 2008 é uma peça de ficção. E agora sabemos que se tratava de uma isca para implantar o que os jornais batizaram de Pacote da Yeda. O pacote ainda não tramita na Assembléia, mas se sabe, pelos jornais, que a idéia principal é derrubar a emenda que autoriza a venda de patrimônio público somente mediante plebiscito”.

Mais no RS Urgente.


domingo, 5 de agosto de 2007

Plano? Razão?

Embora a manchete de capa fosse "Os planos de Yeda para o Estado e Santa Maria", não há uma palavra sequer a respeito de projetos. Talvez porque o único plano de Yeda seja cortar gastos (leia-se investimentos sociais) e privatizar o pouco que resta da estrutura estatal gaúcha.
Diário da Cratera Urbana: A Razão: Yeda e Santa Maria

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