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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Conselho de Segurança da ONU inclui a Frente Al-Nusra em sua lista negra de sanções


O Conselho de Segurança das Nações Unidas(CSNU) incluiu nesta quinta-feira a 'Frente al Nusra', um dos grupos opositores armados que luta contra o governo sírio, em sua lista negra de sanções, ao considera-la um ramo do grupo terrorista Al-Qaeda. 
 
Segundo a representação diplomática ianque ante a ONU, nenhum dos membros do CSNU se opuseram a sua inclusão na lista negra de entidades associadas à rede Al-Qaeda.   
 
Vejam a tradução completa no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Damasco acusa provocação no ataque em Tremseh

O massacre coincide com a reunião do Conselho de Segurança da ONU
O massacre na província síria de Hama foi uma provocação terrorista antes da reunião do Conselho de Segurança da ONU. Afirmou o Ministério do Exterior sírio.
Nesta quinta soube-se da notícia de que a aldeia de Tremseh havi sofrido um ataque com fogo de artilharia que havia causado mais de 200 mortos. A oposição atribuiu a responsabilidade a Damasco. No entanto, a televisão estatal responsabiliza o massacre e acrescenta que as forças governamentais entraram na aldeia porque seus habitantes haviam solicitado ajuda. Kofi Annan, o enviado especial da ONU e a Liga Árabe para o conflito da Síria, condenaram nesta sexta-feira o uso de armamento pesado em Tremseh. Os acontecimentos nesta localidade ocorreram no mesmo dia em que o Conselho de Segurança estava reunido para debater uma nova resolução sobre a Síria. Um projeto apresentado pelos EEUU, França e o Reino Unido prevê sanções contra o país árabe. A Rússia nega-se terminantemente apoiar este plano. No entanto, uma decisão final deve ser tomada antes do dia 20 deste mês, quando acabar o mandato da missão dos observadores na Síria, em que os membros do Conselho devem decidir sob seu prolongamento e quais seriam as condições. Por outro lado, um jornal ianque publicou que os militares sírios estão retirando armas químicas dos depósitos. Damasco desmente esta informação.

Vejam o texto original em RT ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Jornal britânico diz que Brasil é modelo de diplomacia e compara Lula a Franklin Roosevelt

O Brasil “não apenas deve ter um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, como também é a melhor razão para uma reforma do órgão e para uma tentativa de tornar o sistema internacional mais representativo”. É o que diz um elogioso editorial publicado nesta segunda-feira (11/06), no qual o jornal britânico The Guardian sugere uma maior valorização da diplomacia de Brasília e destaca a ascensão econômica vivenciada pelo país ao longo dos últimos anos.
  
Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Síria: guerra por procuração

Se fosse necessário fixar uma data que assinalasse o fim da "era pós-soviética" na política mundial, esse dia seria 4 de Fevereiro de 2012. O duplo veto da Rússia e da China à resolução proposta pela Liga Árabe ao Conselho de Segurança da ONU é um evento histórico monumental.

Curiosamente, o secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, escolheu o próprio dia do veto para provocar a Rússia. Disse ele que a NATO terá os primeiros elementos do sistema de mísseis anti-balísticos (ABM) dos EUA implantados e em actividade na Europa na data da próxima cimeira da NATO, em Maio, em Chicago, sejam quais forem as objecções de Moscovo.

O primeiro duplo veto de russos e chineses na questão síria, em reunião do Conselho de Segurança da ONU em Outubro, foi movimento coordenado, com o objectivo de fazer gorar uma resolução que poderia ser aproveitada pela NATO para montar uma operação militar na Síria. Mas o segundo duplo veto, em movimento para pressionar o presidente Bashar al-Assad da Síria a deixar o poder, tem significado muito mais amplo.  


Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

terça-feira, 25 de outubro de 2011

CUBA: O SÍMBOLO QUE NÃO SE DOBROU


A Assembléia Geral da ONU acaba de votar, pela 20ª vez, uma moção que pede o fim do embargo comercial contra Cuba. Dos 191 países presentes apenas dois manifestaram-se contra a suspensão do cerco comercial iniciado em 1962: EUA e Israel. Para que a decisão da Assembléia Geral tenha efeito executivo ela deve se transformar em resolução do Conselho de Segurança da ONU, onde os EUA tem poder de veto. Os EUA tem relações comerciais com outros Estados que se autodefinem comunistas. O caso mais notório é o da China. As exportações norte-americanas para a China alcançaram US$ 103 bilhões no ano passado, com expansão de 37%; as importações de produtos chineses pelos EUA passaram de  US$ 283 bilhões. Cuba é um símbolo. O atrevimento de um pequeno país, ao escolher um caminho próprio para o desenvolvimento, talvez seja um exemplo mais perigoso --porque alastrante-- do que o natural respeito soberano entre gigantes. E o fato é que  Cuba, apesar de tudo,  não se dobrou.

(Carta Maior; 4ª feira, 26/10/ 2011)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Na Líbia de conflitos, o atual pode estar perto do fim

O noticiário ainda está um tanto desencontrado. É todo originário de agências internacionais norte-americanas. Então, o melhor é esperar os acontecimentos na Líbia, mas agora tudo indica que sua capital, Trípoli, e o regime do presidente Muamar Kaddhafi cairão.

Alguns jornalistas cobram a posição do governo brasileiro sobre a questão. Um deles é o veterano Clóvis Rossi em seu artigo de hoje na Folha, "Trípoli deixa Brasil do lado errado da história". A principal referência dele para analisar dessa forma é que o Brasil, ao lado da Alemanha, China, Índia e Rússia, absteve-se de votar, em março, pela proposta norte-americana da zona de exclusão aérea aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU.

Mas, Rossi, que não é bobo, sabe que o governo de transição (dos rebeldes) - ou a Comissão como é chamada - não passa de um amontoado de ex-ministros e ex-integrantes do núcleo duro do regime que governou a Líbia por 40 anos. A começar pelos ex-ministros de Relações Exteriores, do Interior e da Justiça, alguns eram responsáveis pelas operações políticas e militares, pela repressão e pela política externa.  


Vejam o texto completo no BLOG DO ZÉ

sábado, 6 de agosto de 2011

A guerra no interior da oposição líbia (com protagonismo da Al Qaeda) suscitou crescentes dúvidas no ocidente.

A Líbia, sob Khadafi foi o primeiro estado árabe a tratar as mulheres como iguais o que desgostou muitos grupos tradicionais e religiosos que hoje forma a coluna vertebral da oposição na Líbia.

Os principais meios de comunicação ignoram certos aspectos (cruciais) da guerra na Líbia (trad google apenas retocada)
Los principales medios de comunicación ignoran ciertos aspectos (cruciales) de la guerra en Libia.

(trad google apenas retocado)Liz Fox, The Daily News (jornalista canadense) Publicação: quarta-feira, 03 de agosto de 2011

Sem dúvida, o regime de Muammar Khadaffi tem muitos defeitos.
Sem dúvida, durante seus 40 anos de regime autoritário sobre a população líbia de 4,5 milhões logrou-se o crescimento da educação, da saúde público e do nível de vida que superam significativamente os das demais nações africanas ou árabes.
A Líbia, sob Khadaffi foi o primeiro Estado árabe a tratar as mulheres como iguais o que desgostou a muitos grupos tradicionais e religiosos que, agora junto aos estudantes e profissionais formam a coluna vertebral da oposição da Líbia a qual as forças da OTAN apoiam agora. 

Vejam o texto original em KAOSENLARED.NET ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

terça-feira, 22 de março de 2011

Demolição da Sociedade Internacional

Jorge Gómez Barata (especial para ARGENPRESS.info)

A Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU e o discurso pronunciado por Ban Ki-moon na reunião dos Estados Unidos, ONU, OTAN e a Liga Árabe que precedeu ao inicio da agressão a Líbia significa um passo na demolição do sistema de segurança coletiva para cuja criação a humanidade teve que sofrer a experiência de duas guerras mundiais.

Em 1917, rompendo a tradicional política isolacionista inspirada no legado de George Washington, os Estados Unidos se envolveram na Primera Guerra Mundial na qual, pagando o precio de 130. 000 mortos, derrotaram a Alemanha e outros países europeos convirtendo-se na primeira potência mundial. Naquele contexto, o presidente Woodrow Wilson, previu a formação da Sociedade das Nações, eixo de um mecanismo de segurança coletiva para impedir ó la formación de la Sociedad de Naciones, eje de un mecanismo de seguridad colectiva destinado a impedir outra carnificina semelhante.

Vejam o texto completo em ARGENPRESS.info

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Venezuela insiste com os EEUU na extradição de terroristas

Venezuela insistiu hoje junto à ONU em sua reclamação pela extradição de vários terroristas que cometeram atos delitivos nesse país e agora vivem protegidos nos Estados Unidos.

A demanda foi reiterada pelo representante permanente da Venezuela ante as Nações Unidas durante um debate do Conselho de Segurança em torno do trabalho de vários comites vinculados à luta contra o terrorismo.

Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Chanceler britânico pede entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU

No primeiro discurso de um chanceler britânico dedicado inteiramente à América Latina em 200 anos, o ministro William Hague defendeu nesta terça-feira a entrada do Brasil no Conselho de Segurança (CS) da ONU e o fim da “negligência” nas relações entre a Grã-Bretanha e os países latino-americanos.

“Vamos interromper o declínio da presença diplomática britânica na América Latina”, disse Hague em discurso na Canning House, centro de estudos das relações entre britânicos, hispânicos e luso-brasileiros, em Londres.

Vejam mais detalhes em BBC BRASIL

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O acordo nuclear Brasil-Turquia

O acordo entre Brasil, Turquia e Irã vai aos poucos ganhando terreno, não obstante as sanções.

(...)

A Rússia acaba de declarar nessa sexta-feira (13/8/10) que irá suprir combustível nuclear à nova planta nuclear de Bushehr a partir do dia 21 deste mês, iniciando um processo que irá durar até o final do mês finalizando com o reator emitindo eletricidade para cidades iranianas; oficiais russos e iranianos declararam:

"A partir desse momento, o reator de Bushehr será oficialmente considerado como uma instalação nuclear produtora de energia elétrica".

Se a Rússia conseguir finalizar esse plano, irá colocar um fim em anos de arrastação-de-pé sobre o reator de Bushehr. Apesar de Moscou ter assinado um contrato de US$ 1 bilhão para construir a planta em 1995, a conclusão dela tem sido adiada durante todos esses anos.

Não ficou interessante a jogada? (...)


Continue lendo no blog do Luís Nassif.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Rússia diz que sanções da UE contra Irã são "inaceitáveis"

A Rússia disse nesta terça-feira que novas sanções da União Europeia contra o Irã prejudicam as tentativas internacionais de resolver as preocupações sobre o programa nuclear do país, atrapalhando as esperanças de uma cooperação mais próxima entre Moscou e o Ocidente sobre a questão.

Continue lendo o texto da Reuters, no UOL.

domingo, 25 de julho de 2010

Brasil, Turquia e Irã retomam negociações sobre programa nuclear

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Um mês e meio depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas impôs uma série de sanções ao Irã, o Brasil e a Turquia voltam a discutir sobre o programa nuclear iraniano. Os ministros das Relações Exteriores iraniano, brasileiro e turco têm um almoço marcado para amanhã (25), em Istambul, na Turquia. Antes, os ministros brasileiro Celso Amorim e o turco, Ahmet Davutoglu, têm uma reunião separada.

Diplomatas brasileiros que acompanham o assunto afirmaram à Agência Brasil que o almoço entre os representantes dos três países é uma resposta a um pedido do ministro das Relações Exteriores do Irã, Manuchehr Mottaki. Ao final do encontro, os chanceleres deverão conceder uma entrevista coletiva.

Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Brasil acusa Conselho de Segurança da ONU de “mandar” no mundo

BRASÍLIA, BRASIL - Ao rebater críticas ao Brasil e à Turquia pelo acordo nuclear com o Irã, e pedir que as potências emergentes sejam ouvidas nas questões internacionais, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, acusou diretamente os Estados Unidos, China, França, Reino Unido e Rússia de mandarem no mundo.

Por ANTONIO CARLOS LACERDA

Correspondente no Brasil

Em uma referência direta a esses aos cinco países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, o chanceler brasileiro disse que "continua a ser prerrogativa de um pequeno número de países as decisões do mundo”.

"As decisões globais foram feitas por um punhado de potências tradicionais. Os membros permanentes do Conselho de Segurança tinham (e ainda têm) o privilégio de dar as cartas sobre questões de paz e segurança internacional", disse Celso Amorim.

Vejam mais no PRAVDA.RU

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Brasil diz que não discute sanções propostas pelos Estados Unidos ao Irã

Thais Romanelli

Diante da resistência de Estados Unidos ao acordo firmado entre Turquia, Brasil e Irã e o anuncio feito pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, nesta terça-feira (18/5), sobre a aprovação de um rascunho com novas sanções ao país governado por Mahmoud Ahmadinejad, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, disse que irá reivindicar diante do Conselho de Segurança da ONU uma atitude mais diplomática.

Amorim, que lembrou que o acordo é “resultado de uma negociação, e não de confrontação”, informou que enviará uma carta escrita em parceria com o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, aos membros do conselho solicitando a interrupção dos debates em torno das sanções. Em Nova York, a enviada brasileira à Organização das Nações Unidas afirmou que "o Brasil não está envolvido em qualquer discussão sobre um esboço neste momento porque sentimos que há uma nova situação".


Vejam mais em OPERA MUNDI

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Honduras: gorilas no poder

HONDURAS: BRASIL PEDE REUNIÃO DO CONSELHO
DE SEGURANÇA DA ONU
SÃO PAULO, 22 SET (ANSA) - O governo do Brasil
pediu hoje ao Conselho de Segurança da ONU que
se reúna em caráter urgente para discutir a situação
do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya,
que há mais de 24 horas está hospedado na Embaixada
do país em Tegucigalpa.


ZELAYA DIZ QUE 300 PESSOAS FORAM DETIDAS
PERTO DE EMBAIXADA
SANTIAGO DO CHILE, 22 SET (ANSA) - O presidente
deposto de Honduras, Manuel Zelaya, informou que
300 pessoas foram detidas na manhã de hoje por
terem descumprido o toque de recolher imposto
pelo governo de facto de Roberto Micheletti.
Em entrevista ao jornal La Segunda, do Chile, o

mandatário, que voltou ontem ao país passados 86
dias do golpe que o tirou do poder, qualificou como
"um ataque aleivoso" a repressão policial contra seus
apoiadores que se reuniram diante da Embaixada do
Brasil, onde ele recebeu abrigo.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

EUA podem apoiar entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU

Nova York (Estados Unidos) - A reivindicação do Brasil para integrar o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) poderá ter o apoio dos Estados Unidos. O assunto foi tratado hoje (22), em Nova York, durante reunião entre o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice.

De acordo com fontes diplomáticas, o ministro mencionou um artigo da secretária publicado em agosto na revista Foreign Affairs, no qual ela ressalta o Brasil e a Índia como grandes nações e destaca a importância da reforma do Conselho de Segurança da ONU. No texto, Condoleezza não explicita o apoio ao Brasil, mas diplomaticamente isso pode ser interpretado como um sinal de apoio à causa brasileira.

Condoleezza também quis saber de Amorim como está a situação na Bolívia e ressaltou a importância do diálogo para resolver os conflitos no país. Ela pediu um relato da reunião da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), realizada recentemente em Santiago, no Chile.



Vejam o texto completo na Agencia Brasil.