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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Teles privatizadas continuam saqueando o Brasil
Depois de pegar emprestados bilhões de reais a juros subsidiados com o BNDES nos últimos anos, a Telefónica Brasil (VIVO) aprovou o pagamento de um bilhão, seiscentos e cinquenta milhões de reais em dividendos, relativos apenas ao lucro auferido nos três primeiros trimestres de 2012. Setenta e quatro por cento dessa quantia, ou o equivalente a quase 500 milhões de euros, vai direto para a matriz, na Espanha.
Quanto ao cabide de empregos do Conselho da Telefónica - lembram que essa foi uma das desculpas para a privatização das estatais, inclusive Telebras, na década de 90 ? - continua lindo.
Mal saiu Iñaki Undargarin, ex-jogador de basquete e genro do Rei Juan Carlos, o Caçador de Elefantes, acusado de corrupção e contratado por um milhão e quinhentos mil euros (quase 4 milhões de reais) por ano, como "conselheiro" para a América Latina, já entrou Rodrigo Rato, ex-presidente do FMI e sob investigação por fraude no banco estatal espanhol Bankia, que vai receber belíssima soma para atuar como "consultor externo" da multinacional espanhola, que, no Brasil, é comandada, há anos, por um ex-diretor da ANATEL.
Confira no Rede Democrática, via blog do Luís Nassif.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Por que ninguém consegue responder esta pergunta?
Esta semana, a revista Veja estampou em sua capa a pergunta: “Por que o Brasil tem o iPhone mais caro do mundo?” Na reportagem de oito páginas, eles culpam o custo Brasil e listam inúmeros motivos que explicariam os preços mais altos do iPhone – e de roupas, acessórios e perfumes – no País. Só que eles deixaram um grande problema de lado.
A Veja começa a explicar a diferença de preços com o câmbio: o real é uma das moedas mais valorizadas do mundo, o que torna mais barato comprar no exterior. Isso cria uma diferença de preço entre Brasil e EUA, mas obviamente explica apenas parte do problema.
(...)
A Veja se esqueceu do lucro Brasil.
Confira no Gizmodo Brasil.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Lucro Brasil faz o consumidor pagar o carro mais caro do mundo
O Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por quê? Os principais argumentos das montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil são a alta carga tributária e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o “alto valor da mão de obra”, mas os fabricantes não revelam quanto os salários – e os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos os custos de produção, um segredo protegido por lei.
Continue lendo no blog O Mundo em Movimento.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Os novos empresários religiosos têm mesmo é de dar graças a Deus
A expansão das seitas religiosas que funcionam como autênticas empresas representa um importante fenômeno contemporâneo, especialmente no Brasil. O que são essas "religiões do lucro"? O que explica sua fantástica multiplicação? Por que algumas delas se tornaram organizações de grande porte, com atuação multinacional, como a "Universal do Reino de Deus" e a "Deus é Amor"?
Pode a teoria econômica responder a tais perguntas? Com certeza, sim. Por um lado, porque os elos de dependência entre religião e economia sempre existiram. Para funcionar, qualquer Igreja precisa cobrir seus custos: quem sustenta o padre ou pastor?, como é paga a manutenção dos templos? Por outro lado, porque as organizações religiosas têm sido mais e mais concebidas como
empreendimentos geradores de receitas, pela venda de ilusões embaladas em linguagem bíblica - uma boa definição para as religiões do lucro. Sua simples existência já justifica falar-se de uma "microeconomia da empresa religiosa".
Continue a leitura AQUI.
Pode a teoria econômica responder a tais perguntas? Com certeza, sim. Por um lado, porque os elos de dependência entre religião e economia sempre existiram. Para funcionar, qualquer Igreja precisa cobrir seus custos: quem sustenta o padre ou pastor?, como é paga a manutenção dos templos? Por outro lado, porque as organizações religiosas têm sido mais e mais concebidas como
empreendimentos geradores de receitas, pela venda de ilusões embaladas em linguagem bíblica - uma boa definição para as religiões do lucro. Sua simples existência já justifica falar-se de uma "microeconomia da empresa religiosa".
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