sábado, 25 de outubro de 2014
O cerco à imprensa livre na Grécia
domingo, 23 de setembro de 2012
PAGAR PARA APANHAR
Vejam mais em PATRIA LATINA
sábado, 19 de maio de 2012
FHC, o midiático bailarino da pós-política
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Os clones de Wikileaks, novas redes de espiões
Os vazamentos de Wikileaks tem feito com que outros projetos na rede imitem seus objetivos. Repassamos alguns daqueles que tem conseguido ter mais influência tanto na Europa como na América Latina.
Entrevista com Víctor Sampedro, catedrático de Comunicação Política: "Wikileaks pôs em evidência que não temos liberdade de imprensa”
Vejam o texto completo (castelhano) em DIAGONALweb
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Debate sobre liberdade de imprensa e regulação da mídia avança no mundo
Em um gesto pouco comum no Brasil, o jornal O Estado de São Paulo assumiu seu apoio ao candidato da oposição, acusando o governo de “perder a compostura” com as críticas. O editorial da Folha de S.Paulo, publicado na capa, afirma: “Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas – e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo”.
Vejam mais detalhes em OPERA MUNDI
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Governo argentino regulamenta lei contra concentração na mídia
"Os grupos concentrados terão um ano a partir de amanhã para se ajustar à nova lei", disse a agência de notícias sobre a decisão que, segundo analistas, poderia provocar um conflito entre os poderes, já que foi contestada por um juiz.
A aplicação do artigo 161 afetaria empresas que possuem mais licenças que as permitidas pela lei de meios de comunicação, aprovada no ano passado em meio a um feroz enfrentamento do governo com os maiores jornais do país, Clarín e La Nación, críticos da gestão da presidente Cristina Fernández.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Ao contrário do que diz, Sarney já processou jornalistas
(...)
Além disso, somam-se incontáveis casos de processos eleitorais em que, apesar de não ser autor, Sarney é diretamente beneficiado. Um caso emblemático foi o da jornalista Alcinéa Cavalcante, que em 2006 foi réu em mais de 20 processos movidos pela coligação do então candidato à reeleição no Senado.
Alcinéa iniciou o movimento “Xô Sarney”, que se espalhou pela Internet. Por isso e por matérias publicadas em seu blog, ela chegou a ser indiciada pela Polícia Federal.
Texto completo no Comunique-se.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Qual a relevância dos jornalões?
Há evidencias de que, na seleção das matérias a serem noticiadas, predominam as referências implícitas ao grupo de colegas e às fontes em relação às referências implícitas ao próprio público, isto é, às audiências e/ou aos leitores. Isto significa que, enquanto o público em geral é pouco conhecido pelos jornalistas, o contexto profissional-organizativo-burocrático imediato exerce uma influência decisiva na seleção do que vai ser noticiado. Vale dizer, a origem principal das expectativas, orientações e valores profissionais dos jornalistas não é o "público" para o qual eles e elas deveriam escrever, mas o "grupo de referência" constituído, sobretudo, por colegas e fontes.
Na verdade, as fontes com as quais os jornalistas "conversam" regularmente constituem um público fundamental para suas próprias notícias. Jornalistas recebem muito mais "reações" sobre suas matérias, coberturas, reportagens e análises de suas próprias fontes do que de qualquer outro grupo social. Eles estão permanentemente em contato com suas fontes e delas recebem cumprimentos, correções, reclamações, afrontas, negativas de acesso, cassação de credenciais etc.
Confira o texto no Observatório da Imprensa, via Luís Nassif.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Gazeta Mercantil sai de circulação
O diretor-geral do jornal Gazeta Mercantil Jackson Fullen acaba de avisar aos jornalistas da redação em São Paulo que o tradicional jornal econômico vai parar de circular amanhã (sexta). .
“Esta (de quinta) será a última edição do jornal”, disse o diretor em reunião com os editores.
O jornal completaria 80 anos em 2010. Fonte: Jornal Já.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Painel reforça necessidade de estratégias comuns entre países
SP, 12 a 15 de março de 2009
O painel “A Experiência Internacional: Mulher, Mídia e Controle Social”, coordenado por Sílvia Pimentel, do Cedaw – Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher, trouxe mais um desafio para as mulheres brasileiras: a necessidade de se trabalhar pela implementação de ações comuns em âmbito global.
A catalã Lídia Vivalta, da Red de Mujeres Periodistas y Comunicadoras de Catalunya e da Rede Internacional de Jornalistas com Visão de Gênero, discorreu sobre o contexto de regulamentação da mídia na era pós-Franco na Espanha e frisou que a legislação sobre a comunicação é diferenciada em cada estado - a Espanha está dividida em 18 comunidades autônomas.Continue a leitura AQUI.
domingo, 1 de março de 2009
Mobilidade Social: A imprensa ignora o Brasil
Já se passou mais de uma semana da divulgação, pela Fundação Getúlio Vargas, da pesquisa sobre a mobilidade social no Brasil. As conclusões são interessantes e deveriam estar inspirando debates muito mais ricos do que tem sido admitido pela imprensa sobre o nosso modelo econômico e as chances brasileiras diante da crise mundial.
Aliás, uma leitura cuidadosa do estudo autoriza a jogar no lixo muita coisa que se tem publicado ultimamente sobre macroeconomia, crise, programas de inclusão social e alguns outros temas muito em voga.
Leitura completa AQUI. Dica do blog Ainda a mosca azul.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Condenada táctica
¿A qué le teme Israel? Usar la excusa de “áreas militares cerradas” para evitar la cobertura de su ocupación de la tierra palestina es algo que sucede desde hace muchos años. Pero la última vez que Israel jugó este juego –en Jenin, en 2000– fue un desastre. Imposibilitados de constatar la verdad con sus propios ojos, los periodistas citaban a los palestinos que afirmaban que los soldados israelíes habían cometido una masacre –e Israel se pasó años negándolo–. En realidad hubo una masacre, pero no a la escala que originalmente se informó.
Ahora el ejército israelí está intentando nuevamente la misma condenada táctica. Prohíban la prensa. Mantengan fuera a las cámaras. Hace pocos días, sólo horas después de que el ejército israelí entrara a Gaza para matar a más miembros de Hamas –y más civiles, por supuesto– Hamas estaba informando la captura de dos soldados israelíes. Los periodistas en el terreno podrían haber aclarado la verdad o la mentira sobre esto. Pero al no haber ni un solo periodista occidental en Gaza, los israelíes tuvieron que decirle al mundo que no sabían si la versión era verdadera o no.
Mais na Página/12.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Gasto público do governo federal em queda com relação ao PIB
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getúlio Vargas, uma das instituições mais críticas do governo, as despesas primárias cresceram menos que o PIB no primeiro semestre do ano. As despesas do governo tiveram crescimento real de 4,4%, ao passo que o PIB cresceu de 5,5% a 6% nesse primeiro semestre. Ainda é preciso lembrar que o calendário eleitoral provoca antecipação dos gastos, o que se deduz que a queda pode ser ainda maior para o segundo semestre. Clique aqui para ler a matéria publicada no Estado de São Paulo.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Fazendo Media dá o livro Afundação Roberto Marinho
"É fundamental para a compreensão do funcionamento do maior império de comunicação que existe no Brasil."
“O escândalo Globo/Time Life não é meramente um caso de um sócio brasileiro (Roberto Marinho) que aceita como sócio uma empresa estrangeira (Grupo Time-Life), contra todas as leis do país. O escândalo Globo/Time-Life é mais do que isso. É antes de mais nada um suporte de mídia que visava apoiar, dar base, sustentação e consolidar a ditadura no Brasil, apoiada e supervisionada pela CIA, por exigência dos Estados Unidos, comandado por terroristas da CIA, como Vernon Walters e Joe Walach, sendo este último com emprego fixo na Globo, como "representante" do grupo Time-Life”.
Basta clicar aqui para baixar o texto na íntegra, em arquivo PDF com 1,751 KB.
Assine o jornal impresso Fazendo Media. Informe-se aqui.
terça-feira, 25 de março de 2008
“Imprensa brasileira deveria assumir posição”, diz chefe de redação da Folha Universal
“Imprensa brasileira deveria assumir posição”, diz chefe de redação da Folha Universal
O chefe de redação da Folha Universal, Celso Fonseca, foi o convidado na manhã de terça-feira (25/03) do Comunique-se para estrear o “Papo na Redação” em vídeo em 2008. Fonseca respondeu aos leitores em entrevista mediada pelo presidente do Comunique-se, Rodrigo Azevedo. Falou da linha editorial da Folha Universal, dos detalhes da nova redação em São Paulo, e recebeu o apoio – e também as inquietações – da comunidade jornalística.
Sobre a linha editorial do jornal, Fonseca afirmou que “sabe onde está trabalhando”. Um recado de quem sabe qual veículo chefia. “A gente evita falar de temas polêmicos à Universal”, admitiu, em resposta às perguntas de leitores e do repórter Marcelo Tavela, do Comunique-se, sobre como a Folha Universal trata de temas como o homossexualismo. E alfinetou: “A imprensa brasileira deveria ser honesta e assumir posição.” Fonseca cita como exemplo a imprensa norte-americana que tem uma posição editorial bem marcada, bem como a própria Folha Universal, postura esta que o jornalista defende.
Para Fonseca, o problema no Brasil é que os veículos não assumem uma posição. Considerando os temas mais apropriados (“família” e “ética”) para um jornal como a Folha Universal, distribuído nas igrejas, Fonseca afirma que no semanal tem toda a liberdade para trabalhar. Conta de pautas que conseguiu fazer, como denúncias sobre a retirada de moradores de rua com esguicho d’água em São Paulo e sobre tortura, que não passaria em qualquer outro meio de comunicação. “(A Folha Universal) é o veículo que tenho menos interferência editorial na minha vida”, declarou o jornalista, que tem experiências no Estadão, Jornal da Tarde, Portal Terra, revista Brasileiros, e Diário do Povo, de Campinas, no interior de São Paulo.
Texto completo no Comunique-se.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Semanais em queda, Carta Capital foi a unica a subir, diz Marplan
Uma pesquisa do instituto Marplan tornada publica na semana passada indica queda no numero de leitores na maioria das semanais. Na Veja, o recuo foi de 9%, na Exame, de 7%. As baixas foram mais expressivas na Época (-15%), Istoé (-18%) e Istoé Dinheiro (-34%). Segundo a pesquisa, apenas a Carta Capital subiu, a alta foi de 15%. O levantamento refere o periodo de outubro de 2006 a setembro de 2007.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Termina o sufoco da mídia oficialista guasca
E depois ainda ouço alguns basbaques encheram a boca reclamando da necessidade de termos uma imprensa livre. Imprensa livre?
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
O problema de Veja
A troca de mensagens pública entre o repórter Jon Lee Anderson e o editor de Internacional de Veja, Diogo Schelp é um bocado importante – e não pelo que ela diz a respeito de Schelp; pelo que diz sobre Veja.
A argumentação de Schelp em sua defesa é ruim. Fonte não deve qualquer sigilo a repórter – a nossa é uma profissão que deve operar às claras. O sistema de filtro de mensagens da Abril é de fato muito rigoroso e dá problema com mensagens perdidas a toda hora. Mas este é um problema que a Abril deve resolver com sua equipe técnica. Numa empresa jornalística, é um problema sério. Usar o anti-spam como desculpa para não ter contatado uma fonte é piada.
Por fim, ele reconheceu publicamente que Veja tem uma lista negra: quem cai lá não sai na revista. Não é o único órgão de comunicação grande que tem uma lista dessas, mas há um motivo pelo qual ninguém assume sua existência. É que não pode ter. Noticia-se, sempre, o que é notícia; e procura-se, sempre, quem melhor pode informar a respeito de um assunto. Quando uma publicação reconhece que tem uma lista negra, está dizendo que não tem pudores de usar sua influência para fazer com que alguém suma do mapa da relevância, independentemente de ser notícia ou não. (Não que, neste caso específico, Anderson vá sentir falta.)
Mas não era Schelp que deveria responder pela crítica e é injusto que a revista o tenha exposto desta forma. Nenhum jovem jornalista deveria ser obrigado a debater com um repórter de primeira linha do jornalismo mundial. É um debate perdido de início e, portanto, uma exposição cruel.
A reportagem sobre Che não saiu como saiu porque esta é a qualidade de trabalho que Schelp pode apresentar. Quem o conhece diz que é bom repórter, que jamais tem preguiça de apurar. A reportagem saiu assim porque assim é a linha editorial de Veja: a tese já está definida antes que qualquer repórter se lance à apuração. As fontes consultadas são aquelas que confirmarão a tese. Se alguém disser o contrário, que seja ignorado. Não é a curiosidade, a tentativa de compreender o mundo, que move a pauta de Veja. O que lhe move é a vontade de dizer o que seus leitores devem pensar.
O texto, bem interessante, continua no Weblog do Pedro Dória.
domingo, 30 de setembro de 2007
Para Bernstein, Bush é um desastre maior que Nixon
Ele atribui o “desastre” no governo Bush à total falha no sistema, que não conseguiu lidar com as dificuldades que Bush impôs aos jornalistas, à sociedade. Na época de Nixon, a matéria deles “foi apenas uma semente”. “Conseguimos atrair a atenção de um juiz corajoso e ele começou a fazer a parte dele. Daí, apareceu um senador corajoso. Apenas um dos 100 que nós temos. Começou uma investigação parlamentar, pois um senador conseguiu convencer todos os outros. Houve as audiências Watergate. Eles decidiram que o presidente devia estar dentro das leis como qualquer outro cidadão. Nixon foi obrigado a entregar as fitas que mostravam o presidente dos EUA como culpado de corrupção e abuso de poder. Os próprios membros do partido dele disseram que não o iriam apoiar. Foi aí que ele renunciou. Resumindo, todo o sistema democrático funcionou”.
Texto completo no Comunique-se.
sábado, 29 de setembro de 2007
Como manipular uma notícia
Trata-se tipicamente de uma matéria destinada a enganar o leitor, vender gato por lebre, com a intenção de prejudicar Lula.
Foram três os recursos usados para manipular a notícia.
O primeiro é a foto de Lula e Edir, que tem o objetivo de mostrar que os dois são aliados.
Os dois outros recursos estão no texto. Primeiro, a Folha mente ao dizer que quando Lula e Edir apertaram o botão, "Serra e Kassab" estavam na platéia. Não é verdade: o governador e o prefeito estavam no palco e participavam do evento no mesmo plano do presidente da República.
Um pouco mais abaixo, a reportagem informa que uma comitiva de ministros participou da cerimônica e "não se sentiu constrangida" com a fala de Edir sobre a Globo. Ora, também estavam presentes secretários e colaboradores do governo Serra. Por que a Folha não registrou o fato ou repercutiu com os tucanos a fala do Bispo?
Continue lendo no Blog Entrelinhas.