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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Reféns de um Banco Central “independente”

No dia 12 de Novembro de 2010, o governador do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, escreveu uma carta ao governo irlandês. A carta era e continua a ser secreta, mas consta que exigia à Irlanda um pedido de resgate imediato sob pena de suspensão do financiamento do Eurosistema à banca irlandesa. No dia 21 de novembro o governo irlandês solicitou o resgate.

No dia 5 de Agosto de 2011, Jean-Claude Trichet escreveu mais duas cartas, uma ao primeiro-ministro de Espanha Zapatero, outra ao primeiro-ministro italiano Berlusconi. Ambas foram mantidas secretas durante muito tempo, mas deixaram de o ser para desgosto do BCE.


Confira as cartas no blog Ladrões de Bicicletas, via Jornal GGN

quinta-feira, 18 de abril de 2013

JURO E TOMATE: O MOLHO AZEDO DO LAISSEZ-FAIRE

A instabilidade climática que indexou o país ao tomate nas últimas semanas veio para ficar. 
O Brasil é o quinto lugar do planeta mais alvejado por desastres climáticos na última década. O semiárido nordestino vive desde outubro uma das piores secas em meio século. A resposta ortodoxa para eventos climáticos extremos será sempre a mesma: ‘sobe o juro!'. Não importam os custos, nem as causas. A ausência de uma política estatal de estoques de alimentos acentua a vulnerabilidade ao clima desordenado. Tido como um dos cinco maiores celeiros do mundo, o Brasil simplesmente não dispõe dos ditos celeiros para intervir no abastecimento. A rede pública de armazéns  foi privatizada e sucateada nos governos Collor e FHC. Esta semana, quando já galgava o patíbulo do Copom, o governo, finalmente, decidiu espetar armazéns estatais em áreas estratégicas do território nacional. Nas últimas décadas, a supremacia neoliberal colonizou a agenda da segurança alimentar em todo o mundo. Aos livres mercados -‘mais eficientes e ágeis'-  caberia assegurar o suprimento da sociedade. No ápice da escassez e da fome geradas pelo colapso financeiro de 2007/2008,nações e organismos internacionais viram-se desarmados. Onde estavam os estoques? Onde continuam a repousar. Em celeiros das grandes corporações que dominam o  comércio agrícola mundial. A alta do juro nesta 4ª feira condensa essa trama de interesses e engodos, que compõem o molho azedo do laissez-faire. (LEIA MAIS AQUI)
(Carta Maior;5ª feira,18/04/2013)
 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Banco Central decide fechar os bancos Cruzeiro do Sul e Prosper


O Banco Central (BC) anunciou nesta sexta-feira (14) a liquidação dos bancos Cruzeiro do Sul (CZRS4) e Prosper. A Bovespa informou que as negociações com as ações do banco Cruzeiro do Sul estão suspensas, depois de acumularem valorização 55,6% em três dias.
Segundo o BC, do total de depósitos à vista e a prazo do Banco Cruzeiro do Sul e do Banco Prosper, cerca de 35% e de 60%, respectivamente, contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC é administrado pelos próprios bancos e cobre aplicações de até R$ 70 mil, em caso de quebra da instituição financeira.


Mais no UOL Economia

terça-feira, 5 de junho de 2012

Cruzeiro do Sul tem histórico de episódios negativos

Não é de hoje que o banco Cruzeiro do Sul atravessa problemas. Com quase 20 anos nas mãos da família Indio da Costa, a instituição coleciona um histórico recente marcado por balanços reprovados por auditores, acusação de desvio de recursos e investigações por parte das autoridades.


Leia o texto completo no IG Economia.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Monti e Papademos representam a cultura predatória do mercado, diz intelectual italiano

Mario Monti e Lucas Papademos, economistas renomados, ex-funcionários de organismos financeiros da União Europeia, porta-vozes da ditadura financeira neoliberal. Para o filósofo e ativista político italiano Franco Berardi, conhecido como “Bifo”, esse é o perfil dos novos premiês da Itália e da Grécia, nomeados após a derrubada de seus antecessores pela pressão dos mercados e dos países mais ricos da União Europeia. A missão de ambos é aplicar uma receita familiar aos países latinoamericanos, que nos anos 1980 e 1990 estiveram à mercê do FMI (Fundo Monetário Internacional): corte de gastos públicos e sociais, privatização de estatais, demissão e redução de salários e pensões. Tudo com a desculpa do resgate do equilíbrio fiscal.

“Na Europa, existe há anos um diretório financeiro que atua para um grupo hiperliberal e dogmático do Banco Central Europeu. Agora estão colocando seus homens na cúpula dos governos nacionais. A ditadura financeira fecha-se como uma corda no pescoço da democracia europeia e, o que é ainda pior, fecha-se no pescoço da sociedade europeia”, critica Berardi, em entrevista ao Opera Mundi.


Confira o restante do texto e a entrevista no Opera Mundi.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

CARTA MAIOR - Quarta-feira - 31/08/2011

**livro escrito por executivo do Banco Central alemão culpa muçulmanos pelo' emburrecimento' do país** obra vendeu mais de um milhão de exemplares**STF declara legal a conquista do professorado que prevê 1/3 de atividade extra classe ** produção de uma tonelada de minério de ferro custa US$ 29 ** a mesma tonelada rende US$ 180 dólares** mineradoras pagam apenas 2% de royaltie; estão isentas de ICMS; não arcam com PIS-Cofins e na AM dispõem de dedução no IR ** governo quer elevar percentual de royalties para 4% ** Brasil exportou 311 milhões de toneladas de minério de ferro em 2010** lucro da Vale do Rio Doce foi de US$ 28 bilhões** empresa foi privatizada em 2007  por US$ 3 bi, no governo FHC

(Carta Maior; 4º feira, 31/08/ 2011)
 

sábado, 2 de julho de 2011

Vende-se o Partenon

Uma foto de Billy the Kid, tirada nos anos 80 do século XIX, a única existente do bandido cinematográfico, foi leiloada dias atrás nos Estados Unidos e arrematada por mais de 1 milhão de dólares. Pergunto aos meus botões quanto valeria o Partenon, ou um arquipélago do Mar Egeu. Inimaginável, respondem. Até um certo ponto, digo eu.

À deriva de uma Europa assolada pela crise econômica e financeira, à custa de um buraco negro, abismo vertiginoso de mais de 600 bilhões de euros, para cobri-lo a Grécia anuncia o propósito de pôr em leilão o seu inestimável patrimônio artístico e natural. Daí a lógica da pergunta acima. Poderia, porém, dirigir muitas outras ao Oráculo de Delfos. Que diria Homero? Ou, ao se falar no Egeu, o seu herói mais humano, o Odisseu? Ou a poetisa Safo, ou outro que versejava, Teócrito, a pressagiar Caymmi, escrevia “deixa que o mar azul quebre sobre a praia, mais doce a seu lado transcorrerei a noite”?

Continue lendo o editorial de Mino Carta na CartaCapital.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A CHANCE DE CORTAR A RAÇÃO RENTISTA

O agravamento da crise internacional é um dos argumentos utilizados pelo BC brasileiro, bem como pelos rentistas para justificar a alta dos juros no país. O argumento transpira um certo bodum de oportunismo amanhecido. O que se sugere é que haveria dificuldade de financiar a dívida interna dadas as incertezas nos mercados financeiros e a consequente má vontade dos investidores em aplicar seus fundos aqui.O juro alto seria a única forma de cevá-los a bater o ponto no caixa nativo. O que se observa nos últimos meses sugere o oposto. O Brasil tem tido dificuldades para conter massas de capitais que afluem em ondas tsunâmicas atraídos por níveis de rentabilidade indisponíveis em boa parte do planeta. A alavanca que move esse moinho, e seus estragos sabidos numa estrutura industrial afogada em importações, é uma taxa de juro real da ordem de 7%. Para se ter uma idéia do colosso basta lembrar que a Grécia --dissolvente e conflagrada-- paga 10% reais para colocar seus títulos no mercado (14% de face, menos 4% de inflação). Apenas 3 pontos acima do brasileiro sendo que a a economia grega dificilmente escapará de aplicar um sonoro calote nos detentores de seus esvoaçantes papéis. Mais ainda: a dívida pública grega é de 139% do PIB, contra 39% no caso brasileiro.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR de sexta-feira 17/06/2011

domingo, 31 de outubro de 2010

Um ninho tucano cheio de negócios

O ex-genro de FHC foi quem levou a Varig a entrar em recuperação judicial e negociou os ativos dela

Claudio Magnavita , Jornal do Brasil

Nos embates eleitorais do 2º turno está faltando uma palavra: genro. Parece ter sido ela extirpada do dicionário do candidato do PSDB. Em dois casos, a palavra pode ter efeito nefasto. José Serra acusa o atual governo de aparelhar as agências reguladoras e esquece de dizer que foi o então genro do presidente Fernando Henrique Cardoso o primeiro escolhido para presidir a Agência Nacional de Petróleo (ANP). David Zylbersztajn foi o interlocutor do setor do petróleo no governo FHC e depois se transformou no grande broker da área petrolífera, promovendo a quebra do monopólio da Petrobras e planejando o esquartejamento da empresa, que recebeu um X para que se tornasse menos dolorosa a partilha. A Petrobras só não migrou para grupos empresariais ligados a Zylbersztajn porque houve um acidente de percurso: a derrota do candidato da situação, Serra, na disputa da Presidência com Lula em 2002.

Vejam mais detalhes no JORNAL DO BRASIL




domingo, 12 de setembro de 2010

Folha escondeu nome da filha de Serra em 2001 sobre o vazamento dos sigilos bancários

Em 2001, o jornal Folha de São Paulo, publicou uma reportagem sobre o mesmo assunto que a revista Carta Capital resgatou essa semana.

O próprio jornal havia se aproveitado do "site" deixar estas informações abertas, para publicar uma lista de deputados que tinham passado cheques sem fundos.


A Folha disse que a empresa era Argentina, mas escondeu uma informação relevante: o nome da filha de Serra, sócia na época da empresa, ao lado da irmã de Daniel Dantas, presa na Operação Satiagraha.


Segue
a matéria da Folha de S. Paulo, 31/01/2001:

"Site pode ser processado por divulgar dados sigilosos do BC"


Vejam os detalhes da reportagem da "ditabranda" no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Revista mostra empresa da filha de Serra e da irmã de Daniel Dantas promovendo intensa quebra de sigilo bancário

A revista Carta Capital desta semana traz reportagem de Leandro Fortes que deixa o Zé Baixaria e seus papagaios na imprensa em uma sinuca de bico:

Por 15 dias no ano de 2001, no governo FHC e José Serra (PSDB), a empresa Decidir.com abriu o sigilo bancário de 60 milhões de brasileiros.


A Decidir.com foi resultado da sociedade, em Miami, da filha de Serra com a irmã de Daniel Dantas.


O primeiro ramo de atividade da empresa era "assessorar licitações públicas".


Depois, a empresa resolveu ser uma concorrente da Serasa.


Fez um acordo com o Banco do Brasil e através disso conseguiu abrir sigilos bancários.


O notável empreendimento de Miami conseguiu também a proeza de abrir e divulgar a lista negra do Banco Central.


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Brasil, o despertar do gigante latino-americano

Hedelberto López Blanch
Desde quando Luis Inácio Lula da Silva chegou à Presidência do Brasil em 2002, a economia do gigante latino-americano tem despertado de uma longa letargia.

O Banco Central informou que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para 2010 se elevará a 7,3%, superior ao estimado anteriormente que era de 5,8%.

A concretizar-se o aumento, será o maior da economia nacional desde 1986 o que indica que o gigante sul-americano despertou da letargia em que esteve submetido durante anos.

A entidade bancária assegura que o atual ciclo de expansão permanecerá estável a médio prazo porque existe um rumo favorável do mercado de trabalho, da renda real, dos investimentos e dos indicadores de confiança dos empresários e consumidores.

O Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a cifra alcançada é sumamente eloquente pois no primeiro trimestre de 2010 o PIB oi 9% superior comparado com o mesmo período de 2009.


Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

quinta-feira, 1 de julho de 2010

INVESTIMENTO RECORDE QUESTIONA ALTA DE JUROS



AMPLIAÇÃO DE CAPACIDADE PRODUTIVA CONTRARIA AVALIAÇÃO ORTODOXA DE 'PIB INELÁSTICO' DO BC

Empresas brasileiras registram o maior nível de investimento dos últimos 10 anos no 1º quadrimestre de 2010. Área de infraestrutura lidera com inversões equivalentes a 12,6% do faturamento líquido das 500 principais empresas do país. Recursos estão sendo canalizados para gargalos históricos do desenvolvimento, como as áreas de saneamento, transportes e rodovias. Capacidade produtiva cresce em ritmo acelerado: produtividade industrial tem aumento acima do reajuste da folha salarial; empresas ampliam escala para atender a demanda de massa, sem pressões inflacionárias. Produção de máquinas, equipamentos e edificações cresceu 38,5% em maio, em relação a igual mês de 2009. Não há motivo para o Banco Central exercer o papel de vice oculto de Serra e continuar elevando a taxa de juro, que já custou ao país a estonteante soma de R$ 179 bilhões em 12 meses até abril (5,4% do PIB X 0,4% do PIB para um ano de Bolsa Família). O desvio de recursos públicos para pagar o serviço da dívida interna retirou da sociedade nesse período o equivalente a R$ 920 mil per capita, valor subtraído do bem-estar de cada brasileiro para remunerar os detentores de títulos do governo. O BC ameaça elevar ainda mais a Selic, que passou dos 8,75% em julho de 2009 para os atuais 10,25%. O mercado prevê uma taxa de 12% ao fim do ano, baseado na falaciosa interpretaçao de PIB inelástico do BC [PIB potencial], um dogma que a expansão dos investimentos desmente. Como diz o ex-ministro Delfim Netto: 'O que se pretende com uma taxa Selic de 12,5% não é a estabilidade, mas uma redistribuição de renda a favor do setor financeiro'


(Carta Maior, 01-07)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O império retoma o ataque

Escrito por Wladimir Pomar

Segundo notícias recentes, porta-vozes do sistema financeiro internacional estão alertando seus acionistas de que o mercado de ações brasileiro estaria formando uma bolha, a economia do Brasil estaria aquecida e o real supervalorizado. Em outras palavras, parece estar findando a lua de mel entre o sistema financeiro internacional e a política de crescimento do governo brasileiro, embora tal sistema tenha sido um dos que mais lucraram nos últimos anos.

O desconfiômetro deve nos conduzir a uma análise mais cuidadosa do assunto, de modo a descobrir se há razões reais para o alerta, ou se se trata de jogada política, tendo em vista possíveis mudanças na política monetária brasileira. O Banco Central se apressou a tranqüilizar o sistema financeiro internacional, afirmando que o Brasil pode adotar medidas que impeçam um crescimento superior a 2% ao ano, desde que retire os incentivos fiscais e aumente a taxa Selic, a taxa básica de juros.

Ou seja, o Banco Central, numa penada, mudou toda a perspectiva de crescimento do país. Por um lado, avisou ao governo que a política monetária deve manter tranqüilos os acionistas dos bancos internacionais. Por outro, informou aos empresários que não devem investir na ampliação de sua capacidade produtiva. Primeiro, porque isso pode causar fricções com o sistema financeiro internacional. E depois porque vale mais a pena aplicar no jogo de ações da bolsa de valores, que lhe garante um rentismo certo.

Vejam mais em CORREIO DA CIDADANIA

domingo, 29 de novembro de 2009

CPI da Dívida Pública (1)

Escrito por Paulo Passarinho
28-Nov-2009

Estive recentemente na Câmara Federal, onde prestei depoimento à CPI da Dívida Pública. O convite à minha participação foi uma iniciativa do deputado Ivan Valente, do PSOL de São Paulo. Na ocasião, também participou da sessão desta importante Comissão Parlamentar de Inquérito o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga.

Foi uma grande oportunidade de expor aos parlamentares a minha visão a respeito do que considero um dos mais graves problemas que temos de enfrentar: o endividamento do Estado brasileiro.

As conseqüências desse problema extrapolam a área econômico-financeira. Deixa seus nefastos efeitos no conjunto das demais políticas públicas, não somente em termos de restrições orçamentárias, mas nas próprias opções de conteúdo político dos governos.

Vejam o texto completo em CORREIO DA CIDADANIA

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A Casa da Mãe Joana do Banco Central

No final do ano passado, em pleno burburinho da crise, um diretor do Banco Central deu uma entrevista em “off” alertando que, se a Fazenda decidisse tomar qualquer medida para conter fluxos de capital, a diretoria do banco se demitiria em bloco.

Na ocasião, sugeri que a Polícia Federal abrisse um inquérito e processasse o irresponsável que se escondia atrás do sigilo de fonte para cometer essas irresponsabilidades.

Continua no blog do Luís Nassif.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

As aplicações das divisas

O Banco Central promoveu, nos últimos meses, uma forte mudança na carteira de investimentos das reservas internacionais. Resgatou, em apenas um ano, US$ 24,3 bilhões que estavam aplicados em títulos do Tesouro dos Estados Unidos. Também deslocou uma montanha de recursos para papéis americanos de prazo mais curto, numa realocação que, apenas em maio, chegou a US$ 12 bilhões.
Foto Destaque

Com reservas de US$ 209,821 bilhões, o Brasil é o quarto maior financiador do Tesouro americano, atrás da China, do Japão e do Reino Unido. Nessa condição, os seus movimentos não passam despercebidos no mercado financeiro. A grande dúvida é se o BC já estaria colocando em marcha uma estratégia de fuga do dólar, cuja perda de valor parece inevitável depois que os Estados Unidos promoveram monumentais estímulos monetários e fiscais para reanimar a sua economia.

Texto do Valor Econômico, no blog do Luís Nassif.

terça-feira, 21 de abril de 2009

A maldição do Banco Central

Com a economia começando a se estabilizar, voltará a lógica absurda do Banco Central: acenar com inflação futura novamente, manter juros elevados, atrair capitais externos de novo, devido à queda acentuada dos juros internacionais e à perspectiva do duplo ganho no Brasil: com juros elevados e com apreciação cambial.

Voltará o mesmo jogo de sempre e provavelmente Lula nada fará para não prejudicar as eleições de 2010. É a maldição brasileira, que poderia ser rompida agora, com a ajuda da crise internacional, mas que voltará a se repetir.

Texto completo no blog do Luís Nassif.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

160 Bilhões de Juros

Em 2007 pagamos 160 bi só de juros

O Brasil gastou menos com o pagamento de juros em 2007. Os economistas celebraram o percentual de pouco mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) – que é a soma de toda riqueza produzida pelo país - gasto com o pagamento de juros. O percentual é o menor desde 1997 quando o país gastou aproximadamente de 5% do PIB. No entanto, apenas em 2007, foram gastos mais de R$ 160 bilhões com pagamento de juros.

Continue lendo no Diário Gauche.