quarta-feira, 23 de setembro de 2015
A miopia na análise dos recordes do dólar
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Alan Greenspan, ex-presidente da Reserva Federal: “Sempre podemos imprimir mais dinheiro” (+ Video)
Greenspan assinala que o problema não é a dívida dos Estados Unidos mas a profunda crise européia, que ameaça terminar com o euro e neste caso não se sabe quem pagará. Para Greenspan, por outro lado, os Estados Unidos sempre paga porque a única coisa que tem que fazer é imprimir dinheiro. Simples assim. Só requer tinta e papel para sair dos problemas. Que tal?
Vejam o texto original em CUBADEBATE e uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
Quão grande é a dívida dos Estados Unidos?
É por isso que a página usdebt.kleptocracy.us fez um trabalho interessante, ao explicar de forma gráfica os grandes volumes que são manejados no mundo financeiro - em especial, da dívida.
Cem Dólares
$100 - é a cédula mais falsificada em todo o mundo, e uma cédula que mantém a economia mundial em movimento.
Vejam o texto original em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION
domingo, 31 de julho de 2011
Brasil e América do Sul já se preparam para calote na dívida dos EUA
Impasse sobre dívida dos Estados Unidos deixa América do Sul em alerta. Países temem invasão de dólares de especulador em fuga dos EUA, com conseqüências desastrosas para indústrias locais. No Brasil, governo se deu superpoderes para supervisionar especulação. No continente, ministros da economia vão discutir proteção conjunta em duas reuniões em agosto. Problemas econômicos globais foram o tema principal de encontro da presidenta Dilma Rousseff com a colega argentina, Cristina Kirchner, nesta sexta-feira (29/07). Dilma criticou "imobilismo político" dos EUA frente à iminente crise da dívida.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
O dólar tem seus dias contados
Adaptação de Fernando Hirschy
A moeda americana se transformou na maior bolha especulativa da História e está condenada a uma forte queda. Os ataques contra o euro são apenas uma cortina de fumaça para esconder a falência da economia americana, defende a jornalista suíça Myret Zaki em seu último livro, O Fim do Dólar.
“A queda do dólar se prepara. É inevitável. O principal risco no mundo atualmente é uma crise da dívida pública americana. A maior economia mundial não passa de uma grande ilusão. Para produzir 14 trilhões de renda nacional (PIB), os Estados Unidos geraram uma dívida de mais de 50 trilhões que custa 4 trilhões de juros por ano.” O tom está dado. Ao longo das 223 páginas de seu novo livro, Myret Zaki, editora-adjunta da revista Bilan, Zaki faz uma acusação impiedosa contra o dólar e a economia americana, que considera “tecnicamente falida”. A jornalista se tornou, nos últimos anos, uma das mais famosas escritoras de economia da Suíça. Em seus últimos livros, ela abordou também a situação desastrosa do banco suíço UBS nos Estados Unidos e a guerra comercial no mercado da evasão fiscal. Na entrevista a seguir, Myret Zaki defende a tese de que o ataque contra o euro serve para desviar a atenção sobre a gravidade do caso americano.
Vejam mais detalhes da entrevista em VIA POLÍTICA
quarta-feira, 27 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Chegou a hora de uma nova ordem monetária internacional
A contínua diluição das dívidas em dólar pede a mudança para uma nova ordem multi-divisas. A defesa da revisão — pelos países ocidentais liderados pelos Estados Unidos — da forma como as atuais contas correntes são mensuradas expõe plenamente suas tentativas de transferir as responsabilidade dos desequilíbrios da economia global aos países que têm superavit no comércio exterior.
Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Aumenta o fedor da decadência econômica dos EE.UU. - Quando sairão às ruas os ianques oprimidos?
É uma notícia muito importante, especialmente para o período de festa do dia de Ação de Graças pobre em notícias, mas não a vi nem no Bloomberg, na CNN, no New York Times e em nenhum outro lugar da mídia impressa ou televisiva dos EE.UU. O avestruz mantém sua cabeça enterrada na areia.
Previamente a China conclujiu o mesmo acordo com o Brasil. Como tem uma provisão importante e crescente de dólares de superávit comercial com o qual realiza comércio, a China indica que prefere rublos russos e reais braileiros a mais dólares dos EE.UU.
Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
A China continua a retirar suas reservas de títulos do tesouro dos EUA
Durval de Noronha Goyos - 08/09/2010
Milão – A República Popular da China acelerou o ritmo de retirada de suas reservas denominadas em moedas estrangeiras, e estimadas em aproximadamente US$ 2,5 trilhões, não apenas do dólar norte-americano, como dos títulos do tesouro dos EUA (Estados Unidos da América). No primeiro semestre de 2010, a China reduziu sua posição em títulos do tesouro dos EUA em 6%, para um total de US$ 843 bilhões.
A percepção do governo chinês é que a importância relativa do dólar americano decresceu substancialmente após a crise, não apenas pelos fundamentos fracos da economia dos EUA, como também pelo papel mais relevante de outros países em desenvolvimento na economia e nas trocas globais.
O país oriental, desde a crise de 2008, tem procurado movimentar suas reservas para ativos mobiliários que tenham lastro em mercadorias de relevância estratégica para sua economia. Da mesma maneira, a China tem feito investimentos em títulos de outras economias dinâmicas na área do comércio internacional, notadamente na Ásia.
Vejam o texto completo em ÚLTIMA INSTÂNCIA
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Você está preparado para a chegada do colapso econômico e da nova Grande Depressão?
“Já é matematicamente impossível liquidar a dívida nacional dos EUA”. Quem argumenta é o site The Economic Collapse*, especializado em economia: “Se o governo dos EUA tomasse todos os dólares, centavo a centavo, de todos os bancos, negócios e contribuintes, ainda assim não seria capaz de liquidar a dívida nacional. E se assim fizesse, obviamente a sociedade estadunidense cessaria de funcionar porque ninguém teria mais dinheiro para comprar ou vender fosse o que fosse”. (1)O site também revela que não é o governo dos EUA quem emite a divisa (quem imprime seu dinheiro), “quem o faz é o Federal Reserve”. E explica que o Federal Reserve é um banco privado, portanto com o objetivo de lucro, instituído e operado por um grupo muito poderoso da elite dos banqueiros internacionais (“homens brancos de olhos azuis”, diríamos em boa alegoria). Basta darmos uma olhadela numa nota de dólar para vermos que se trata de uma “Federal Reserve Note”, pertence, portanto, aos donos do Federal Reserve.
Vejam o texto completo em PRAVDA.RU
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Perto do Brasil, mas longe do dólar
Na reunião de ministros da Economia tentarão intensificar o uso do sistema de pagamentos em moeda local, evitando a divisa estadunidense. Os chanceleres se reunirão previamente. Haiti, Honduras e União Européia na agenda.
Vejam mais em PÁGINA/12
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
O grande buraco negro e o futuro do dólar
Durante meses o governo dos EUA insistiu em que o pior da "recessão" está chegando ao fim e que os primeiros sinais da retomada estão à vista. A realidade é o oposto. A crise financeira que começou em agosto de 2007 no pequeno segmento de "sub-prime", ou de alto risco, relativo ao mercado de dívidas hipotecárias de US$ 20 milhões de milhões, está agora se espalhando, legalmente, para o segmento "prime", ou de alta qualidade. A economia da única superpotência mundial está a tornar-se cada vez mais parecida com a do Império Romano no século IV, quando este colapsou em anarquia, dívidas e caos. As nações do mundo estão tomando medidas para se afastar da dependência do dólar. China, Rússia, Brasil e Cazaquistão estão em busca de uma nova moeda para as reservas. A China está silenciosamente fazendo acordos bilaterais de swap de moedas com parceiros comerciais asiáticos, assim como a América Latina e os antigos países da União Soviética. A principal moeda comercial da Área de Livre Comércio China-ASEAN [1] provavelmente não será o dólar. Na América Latina, os países da ALBA [2] estão mudando do dólar para o sucre como divisa do comércio, a partir de janeiro de 2010. O Mercosul passará a recusar o dólar no comércio exterior em 2011.
Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A busca da nova moeda
à cata de informações sobre a quantas andam os US T-bonds, deparei-me com um quadro absolutamente surrealista:
Três explicações totalmente desencontradas acerca da queda dos títulos do tesouro dos EUA nos leilões, recordes diga-se de passagem, realizados no início desta semana.
A primeira explicação possível é a mais que indiscreta ausência da China dos Leilões realizados em 31 de Julho, sexta feira passada, que parece indicar que a China já está passando das palavras às ações, no que tange seus receios quanto a estes títulos e sinaliza isto, mesmo sem querer, a todos os investidores.
Ver em: clique aqui.
O texto continua no blog do Luís Nassif.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Brasil y China, contra el dólar
quinta-feira, 26 de março de 2009
OU VAI OU RACHA

Bristol (EUA) – Passou quase despercebido no noticiário, mas a China acaba de dar mais um sinal de que pode provocar alteração profunda no panorama econômico internacional.
A partir da Conferência de Bretton Woods, em 1946, quando o dólar foi adotado como moeda de reserva para todos os países, os Estados Unidos passaram a gozar de uma situação privilegiada.
É isto que leva não só o Brasil como a China e outras nações a financiarem o American way of life, investindo em Letras do Tesouro dos Estados Unidos.
Vejam o texto completo no Direto da Redação
terça-feira, 24 de março de 2009
China sugere substituição do dólar em reservas internacionais
O diretor do Banco Central Chinês, Zhou Xiaochuan, não mencionou diretamente o dólar, mas afirmou que a crise expôs os riscos de se fazer uso de apenas uma moeda.
"A explosão da crise e sua proliferação para o mundo todo refletiu as vulnerabilidades e riscos sistêmicos no sistema monetário internacional", disse Xiachuan em um ensaio publicado no site do Banco do Povo da China.
Xiaochuan afirmou que a supremacia do dólar no sistema financeiro levou a crises cada vez mais frequentes desde o início da década de 70.
BBC
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Dólar, o rejeitado
Durante décadas, aquele papel esverdeado com a foto de um sujeito meio careca, meio cabeludo significou bem mais do que um simples mecanismo de pagamento. O dólar, com a face de Benjamin Franklin e a inscrição In God We Trust (Em Deus Nós Confiamos) no verso, representava a grande reserva de valor mundial. Era um dinheiro que poderia repousar debaixo do colchão e continuar valendo a mesma coisa muitos anos depois. Graças a essa solidez, a riqueza árabe se converteu em petrodólares, as exportações asiáticas geraram trilhões investidos em títulos americanos e os Estados Unidos desfilaram vitoriosos como o império econômico global. Na semana passada, porém, essa realidade parecia desmoronar, com a surra que o dólar tomava de várias moedas. O euro, que nasceu a US$ 0,85, era negociado a US$ 1,50 e ninguém enxergava o fundo do poço. Num encontro em Cingapura, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, elevou a tensão ao sinalizar que poderá aplicar suas divisas – uma montanha de US$ 1,4 trilhão – em euros ou ienes. “Estamos preocupados em preservar o valor das reservas”, disse ele. Dias antes, na Arábia Saudita, exportadores de petróleo começaram a discutir fórmulas de fixar o preço do barril com base numa cesta de moedas – e não mais em dólar, apenas. Nada, porém, causou tanto impacto quanto a decisão da modelo brasileira Gisele Bündchen, que exigiu ser paga em euros ao assinar um contrato com a multinacional americana Procter & Gamble. O estrago foi tão grande que a debâcle do dólar passou a ser chamada de “efeito Gisele” Ela fez mais para restabelecer a verdade no mundo do que qualquer economista”, avalia o banqueiro Paulo Guedes, fundador do Pactual e um dos sócios da gestora de recursos Fidúcia.
LEIA MAIS CLICANDO NO TÍTULO.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
A China e o valor do dólar
O Tesouro dos EUA percebeu uma desvalorização no mercado de títulos públicos seus nas últimas cinco semanas, o que deixa o dólar vulnerável.
Principal suspeito: China.
Do blog do Pedro Dória.
domingo, 17 de junho de 2007
Não é Apenas o Real que se Valoriza
Via Baguete Diário.
