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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A miopia na análise dos recordes do dólar

O indexador utilizado para calcular a cotação efetiva do dólar é o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado). Corrige-se o real pela IPCA, o dólar pela inflação dos EUA e faz-se a conversão para se chegar ao câmbio efetivo.

Efetuando essas contas, chega-se à conclusão de que o dólar a R$ 4,00 em setembro de 2015 tem o mesmo valor real do dólar de R$ 0,85 em setembro de 1994, isto é, após a apreciação de 15% imposta pelo real.
O alarido atual é ridículo. Em outubro de 2002, configurada a vitória de Lula, o valor efetivo do dólar equivalia a um dólar atual na casa dos R$ 8,76.


Confira o texto completo no Blog do Luís Nassif

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Alan Greenspan, ex-presidente da Reserva Federal: “Sempre podemos imprimir mais dinheiro” (+ Video)

Alan Greenspan, o ex-presidente da Reserva Federal e guru das finanças mundiais, tem a receita mágica para sair da crise e superar a armadilha da dívida que levou os Estados Unidos a perder o triplo A.

Greenspan assinala que o problema não é a dívida dos Estados Unidos mas a profunda crise européia, que ameaça terminar com o euro e neste caso não se sabe quem pagará. Para Greenspan, por outro lado, os Estados Unidos sempre paga porque a única coisa que tem que fazer é imprimir dinheiro. Simples assim. Só requer tinta e papel para sair dos problemas. Que tal?  

Vejam o texto original em CUBADEBATE e uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

Quão grande é a dívida dos Estados Unidos?

9 Agosto 2011   

114.5 trilhões de dólares é o número o qual se eleva a dívida dos Estados Unidos em dívidas não financiadas. Mesmo sendo um número grande, é difícil poder visualizar a dimensão da dívida que responde os Estados Unidos atualmente.
É por isso que a página usdebt.kleptocracy.us fez um trabalho interessante, ao explicar de forma gráfica os grandes volumes que são manejados no mundo financeiro - em especial, da dívida.
670
Cem Dólares
$100 - é a cédula mais falsificada em todo o mundo, e uma cédula que mantém a economia mundial em movimento.
 
Vejam o texto original em CUBADEBATE ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ÓRION

domingo, 31 de julho de 2011

Brasil e América do Sul já se preparam para calote na dívida dos EUA

Impasse sobre dívida dos Estados Unidos deixa América do Sul em alerta. Países temem invasão de dólares de especulador em fuga dos EUA, com conseqüências desastrosas para indústrias locais. No Brasil, governo se deu superpoderes para supervisionar especulação. No continente, ministros da economia vão discutir proteção conjunta em duas reuniões em agosto. Problemas econômicos globais foram o tema principal de encontro da presidenta Dilma Rousseff com a colega argentina, Cristina Kirchner, nesta sexta-feira (29/07). Dilma criticou "imobilismo político" dos EUA frente à iminente crise da dívida.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O dólar tem seus dias contados

Por Samuel Jaberg, de Swissinfo.ch

Adaptação de Fernando Hirschy

A moeda americana se transformou na maior bolha especulativa da História e está condenada a uma forte queda. Os ataques contra o euro são apenas uma cortina de fumaça para esconder a falência da economia americana, defende a jornalista suíça Myret Zaki em seu último livro, O Fim do Dólar.

“A queda do dólar se prepara. É inevitável. O principal risco no mundo atualmente é uma crise da dívida pública americana. A maior economia mundial não passa de uma grande ilusão. Para produzir 14 trilhões de renda nacional (PIB), os Estados Unidos geraram uma dívida de mais de 50 trilhões que custa 4 trilhões de juros por ano.” O tom está dado. Ao longo das 223 páginas de seu novo livro, Myret Zaki, editora-adjunta da revista Bilan, Zaki faz uma acusação impiedosa contra o dólar e a economia americana, que considera “tecnicamente falida”. A jornalista se tornou, nos últimos anos, uma das mais famosas escritoras de economia da Suíça. Em seus últimos livros, ela abordou também a situação desastrosa do banco suíço UBS nos Estados Unidos e a guerra comercial no mercado da evasão fiscal. Na entrevista a seguir, Myret Zaki defende a tese de que o ataque contra o euro serve para desviar a atenção sobre a gravidade do caso americano.


Vejam mais detalhes da entrevista em VIA POLÍTICA

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Chegou a hora de uma nova ordem monetária internacional

A contínua diluição das dívidas em dólar pede a mudança para uma nova ordem multi-divisas. A defesa da revisão — pelos países ocidentais liderados pelos Estados Unidos — da forma como as atuais contas correntes são mensuradas expõe plenamente suas tentativas de transferir as responsabilidade dos desequilíbrios da economia global aos países que têm superavit no comércio exterior.


Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Aumenta o fedor da decadência econômica dos EE.UU. - Quando sairão às ruas os ianques oprimidos?

Às vésperas do dia de Ação de Graças China Daily y People’s Daily Online em inglês informaram que a Rússia e China tinham cengado a um acordo para abandonar o uso do dólar ianque em seu comércio bilateral e utilizar em seu lugar suas próprias divisas. russos e chineses disseram que haviam dado esse passo com o fim de isolar suas economias dos riscos que haviam debilitado sua confiança no dólar dos EE.UU. como moeda de reserva mundial.

É uma notícia muito importante, especialmente para o período de festa do dia de Ação de Graças pobre em notícias, mas não a vi nem no Bloomberg, na CNN, no New York Times e em nenhum outro lugar da mídia impressa ou televisiva dos EE.UU. O avestruz mantém sua cabeça enterrada na areia.

Previamente a China conclujiu o mesmo acordo com o Brasil. Como tem uma provisão importante e crescente de dólares de superávit comercial com o qual realiza comércio, a China indica que prefere rublos russos e reais braileiros a mais dólares dos EE.UU.

Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A China continua a retirar suas reservas de títulos do tesouro dos EUA

Durval de Noronha Goyos - 08/09/2010

Milão – A República Popular da China acelerou o ritmo de retirada de suas reservas denominadas em moedas estrangeiras, e estimadas em aproximadamente US$ 2,5 trilhões, não apenas do dólar norte-americano, como dos títulos do tesouro dos EUA (Estados Unidos da América). No primeiro semestre de 2010, a China reduziu sua posição em títulos do tesouro dos EUA em 6%, para um total de US$ 843 bilhões.

A percepção do governo chinês é que a importância relativa do dólar americano decresceu substancialmente após a crise, não apenas pelos fundamentos fracos da economia dos EUA, como também pelo papel mais relevante de outros países em desenvolvimento na economia e nas trocas globais.

O país oriental, desde a crise de 2008, tem procurado movimentar suas reservas para ativos mobiliários que tenham lastro em mercadorias de relevância estratégica para sua economia. Da mesma maneira, a China tem feito investimentos em títulos de outras economias dinâmicas na área do comércio internacional, notadamente na Ásia.

Vejam o texto completo em ÚLTIMA INSTÂNCIA

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Você está preparado para a chegada do colapso econômico e da nova Grande Depressão?

“Já é matematicamente impossível liquidar a dívida nacional dos EUA”. Quem argumenta é o site The Economic Collapse*, especializado em economia: “Se o governo dos EUA tomasse todos os dólares, centavo a centavo, de todos os bancos, negócios e contribuintes, ainda assim não seria capaz de liquidar a dívida nacional. E se assim fizesse, obviamente a sociedade estadunidense cessaria de funcionar porque ninguém teria mais dinheiro para comprar ou vender fosse o que fosse”. (1)

O site também revela que não é o governo dos EUA quem emite a divisa (quem imprime seu dinheiro), “quem o faz é o Federal Reserve”. E explica que o Federal Reserve é um banco privado, portanto com o objetivo de lucro, instituído e operado por um grupo muito poderoso da elite dos banqueiros internacionais (“homens brancos de olhos azuis”, diríamos em boa alegoria). Basta darmos uma olhadela numa nota de dólar para vermos que se trata de uma “Federal Reserve Note”, pertence, portanto, aos donos do Federal Reserve.



Vejam o texto completo em PRAVDA.RU

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Perto do Brasil, mas longe do dólar

Na reunião de ministros da Economia tentarão intensificar o uso do sistema de pagamentos em moeda local, evitando a divisa estadunidense. Os chanceleres se reunirão previamente. Haiti, Honduras e União Européia na agenda.


Vejam mais em PÁGINA/12


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O grande buraco negro e o futuro do dólar

Durante meses o governo dos EUA insistiu em que o pior da "recessão" está chegando ao fim e que os primeiros sinais da retomada estão à vista. A realidade é o oposto. A crise financeira que começou em agosto de 2007 no pequeno segmento de "sub-prime", ou de alto risco, relativo ao mercado de dívidas hipotecárias de US$ 20 milhões de milhões, está agora se espalhando, legalmente, para o segmento "prime", ou de alta qualidade. A economia da única superpotência mundial está a tornar-se cada vez mais parecida com a do Império Romano no século IV, quando este colapsou em anarquia, dívidas e caos.

As nações do mundo estão tomando medidas para se afastar da dependência do dólar. China, Rússia, Brasil e Cazaquistão estão em busca de uma nova moeda para as reservas. A China está silenciosamente fazendo acordos bilaterais de swap de moedas com parceiros comerciais asiáticos, assim como a América Latina e os antigos países da União Soviética. A principal moeda comercial da Área de Livre Comércio China-ASEAN [1] provavelmente não será o dólar. Na América Latina, os países da ALBA [2] estão mudando do dólar para o sucre como divisa do comércio, a partir de janeiro de 2010. O Mercosul passará a recusar o dólar no comércio exterior em 2011.

Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A busca da nova moeda

à cata de informações sobre a quantas andam os US T-bonds, deparei-me com um quadro absolutamente surrealista:

Três explicações totalmente desencontradas acerca da queda dos títulos do tesouro dos EUA nos leilões, recordes diga-se de passagem, realizados no início desta semana.

A primeira explicação possível é a mais que indiscreta ausência da China dos Leilões realizados em 31 de Julho, sexta feira passada, que parece indicar que a China já está passando das palavras às ações, no que tange seus receios quanto a estes títulos e sinaliza isto, mesmo sem querer, a todos os investidores.

Ver em: clique aqui.

O texto continua no blog do Luís Nassif.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Brasil y China, contra el dólar

El presidente brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, desembarca hoy en Pekín con el firme propósito de sellar un pacto estratégico entre Brasil y China que puede consolidar a ambos países como la punta de lanza de las potencias emergentes en el nuevo tablero global. Tras su paso por Arabia Saudí, Lula llega a China rodeado de una comitiva de 200 empresarios brasileños y varios de sus ministros, y repleto de proyectos, unos más realistas que otros, centrados principalmente en los ámbitos financiero, comercial y tecnológico. Se trata de la segunda visita oficial del mandatario brasileño al gigante asiático, y se produce en un momento inmejorable: el mes pasado, China se convirtió en el primer socio comercial de Brasil, desbancando por primera vez a EE UU.

Vejam mais no EL PAÍS.COM

quinta-feira, 26 de março de 2009

OU VAI OU RACHA


Bristol (EUA) – Passou quase despercebido no noticiário, mas a China acaba de dar mais um sinal de que pode provocar alteração profunda no panorama econômico internacional.

A partir da Conferência de Bretton Woods, em 1946, quando o dólar foi adotado como moeda de reserva para todos os países, os Estados Unidos passaram a gozar de uma situação privilegiada.

É isto que leva não só o Brasil como a China e outras nações a financiarem o American way of life, investindo em Letras do Tesouro dos Estados Unidos.



Vejam o texto completo no Direto da Redação

terça-feira, 24 de março de 2009

China sugere substituição do dólar em reservas internacionais

O Banco Central da China pediu o estabelecimento de uma nova moeda para substituir o dólar nas reservas mundiais administradas pelo Fundo Monetário Internacional.

O diretor do Banco Central Chinês, Zhou Xiaochuan, não mencionou diretamente o dólar, mas afirmou que a crise expôs os riscos de se fazer uso de apenas uma moeda.

"A explosão da crise e sua proliferação para o mundo todo refletiu as vulnerabilidades e riscos sistêmicos no sistema monetário internacional", disse Xiachuan em um ensaio publicado no site do Banco do Povo da China.

Xiaochuan afirmou que a supremacia do dólar no sistema financeiro levou a crises cada vez mais frequentes desde o início da década de 70.

BBC

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Dólar, o rejeitado

O mundo abandona a moeda americana, que derrete à luz do dia. Será esse o começo do fim do império?

Durante décadas, aquele papel esverdeado com a foto de um sujeito meio careca, meio cabeludo significou bem mais do que um simples mecanismo de pagamento. O dólar, com a face de Benjamin Franklin e a inscrição In God We Trust (Em Deus Nós Confiamos) no verso, representava a grande reserva de valor mundial. Era um dinheiro que poderia repousar debaixo do colchão e continuar valendo a mesma coisa muitos anos depois. Graças a essa solidez, a riqueza árabe se converteu em petrodólares, as exportações asiáticas geraram trilhões investidos em títulos americanos e os Estados Unidos desfilaram vitoriosos como o império econômico global. Na semana passada, porém, essa realidade parecia desmoronar, com a surra que o dólar tomava de várias moedas. O euro, que nasceu a US$ 0,85, era negociado a US$ 1,50 e ninguém enxergava o fundo do poço. Num encontro em Cingapura, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, elevou a tensão ao sinalizar que poderá aplicar suas divisas – uma montanha de US$ 1,4 trilhão – em euros ou ienes. “Estamos preocupados em preservar o valor das reservas”, disse ele. Dias antes, na Arábia Saudita, exportadores de petróleo começaram a discutir fórmulas de fixar o preço do barril com base numa cesta de moedas – e não mais em dólar, apenas. Nada, porém, causou tanto impacto quanto a decisão da modelo brasileira Gisele Bündchen, que exigiu ser paga em euros ao assinar um contrato com a multinacional americana Procter & Gamble. O estrago foi tão grande que a debâcle do dólar passou a ser chamada de “efeito Gisele” Ela fez mais para restabelecer a verdade no mundo do que qualquer economista”, avalia o banqueiro Paulo Guedes, fundador do Pactual e um dos sócios da gestora de recursos Fidúcia.

LEIA MAIS CLICANDO NO TÍTULO.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

A China e o valor do dólar

O Tesouro dos EUA percebeu uma desvalorização no mercado de títulos públicos seus nas últimas cinco semanas, o que deixa o dólar vulnerável.

Principal suspeito: China.


Do blog do Pedro Dória.

domingo, 17 de junho de 2007