Quando o Conselho de Segurança das Nações Unidas se negou a aceitar as severas sanções desejadas pelos EE.UU., Obama reagiu com um típico estilo de Bush e optou por faze-lo só. As novas sanções dos EE.UU. contra o Irã - promulgadas por Obama em primeiro de julho - constitui um inconfundível ato de guerra.
Se impostas em sua totalidade, a economia do Irã será potencialmente destruida. O New York Times esboça as partes centrais das sanções:
"A lei assinada pelo senhor Obama impõe multas a entidades estrangeiras que vendem peróleo refinado ao Irã ou o ajudam com sua capacidade de refino interior. Também exige que empresas estadunidenses e estrangeiras buscam contratos com o governo dos EE.UU. certifiquem não participam de negocios proibidos com o Irã" (primeiro de julho de 2010).
O Irã tem que importar a maior parte de seu petróleo de corporações e nações estrangeiras que não tem a tecnologia necessária para refinar o combustível que extrai de seu solo. Ao cortar o suprimento de petróleo refinado, os EE.UU. causarão um dano massivo, irreparável, à economia iraniana, o que equivale a um ato de guerra.
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