quarta-feira, 25 de junho de 2008
Ibope da Globo em 2008 é o menor da história
Nos últimos cinco anos, a queda de audiência da Globo entre 7h e 0h ficou em -20%, tanto na Grande SP como no país. Em São Paulo, dos 22,6 pontos de média registrados no primeiro semestre de 2004, a emissora caiu para 18 este ano. Cada ponto equivale a cerca de 55 mil domicílios sintonizados na Grande SP.
No Brasil, as médias da Globo foram 24,2 em 2004, contra e 19,5 em 2008. É a primeira vez que a rede fica abaixo dos 20 pontos nessa faixa horária.
Texto completo no UOL Notícias. Nada de muito emocionante. Como disse o Luiz Carlos Azenha, a tendência natural é a TV aberta ir ficando cada vez menos relevante, com a concorrência da TV por assinatura, e da Internet.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Abril, Record e Band fazem manifesto contra Globo
Apesar de apoiar o PL-29, o documento proporá mudanças. Pela redação atual, o PL-29 obriga a distribuição de dez canais nacionais no pacote básico das operadoras. Para os grupos Abril, Record e Bandeirantes, isso favorece a Globo, que ocuparia sete dessas vagas. Cada um deles quer ocupar dois canais.
Texto completo no Comunique-se.
quinta-feira, 27 de março de 2008
As migalhas da TV por assinatura
As migalhas da TV por assinatura
Nelson Hoineff
O deputado Jorge Bittar (PT-RJ) tem uma granada nas mãos. Deve lançá-la na Comissão de Ciência e Tecnologia no próximo dia 2 de abril. Ela pode demolir o arcaico modelo de TV por assinatura que vem sendo praticado desde 1992 no Brasil. Mas, se hesitar demais, o modelo continuará sendo o mesmo - e o deputado ainda poderá ficar sem alguns dedos.
O projeto de lei (PL) 29/2007, do qual Bittar é relator, trata do mercado de produção, programação, empacotamento e distribuição de conteúdo pelas TVs por assinatura. Nos últimos cinco meses, vários substitutivos foram agregados ao projeto. Os mais revolucionários dizem respeito a um sistema de cotas para a produção brasileira de caráter independente.
Não há nada de surpreendente aí, exceto a possibilidade de se corrigir uma distorção grosseira que existe neste mercado desde que ele se implantou no país. É uma herança que vem da televisão aberta - um setor que reage historicamente à regulamentação como se tal coisa implicasse em interferência ou censura - e por isso não desfruta apenas da liberdade que deveria ter, mas de uma impunidade negada a quase todos os outros ramos de atividade.
O texto continua no Observatório da Imprensa.