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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Os significados da vitória de Macri na Argentina

E por falar em Macri, o que poderá ser o governo dele? É importante notar que com ele a direita argentina chega ao poder após muito tempo pelas urnas, e não por meio de um golpe militar. Tudo bem que Carlos Ménem, presidente do país na década de 1990 fez um governo neoliberal, mas ao menos era do Partido Justicialista (peronista) e em sua campanha eleitoral no longínquo 1989 apresentou uma plataforma política progressista. Com Macri não é assim. Seu partido, o Cambiemos, que faz parte da coligação Proposta Republicana (PRO), buscou apresentar-se nesta eleição como uma novidade, mas defendeu uma plataforma política de direita e teve como aliado a União Cívica Radical, mais antigo partido político argentino em atividade, fundado em 1891. Macri, cuja família enriqueceu durante o último ciclo militar (1976-1982), esteve inclusive próximo a Ménem nos anos 1990, presidiu o Boca Juniors e foi prefeito de Buenos Aires. Não é um novato, portanto. E por mais que tenha um discurso modernizado, é um político tradicional da direita argentina, e deverá implementar um clássico pacote de medidas cujas consequências mais duras deverão cair sobre os setores populares e a classe média.  A Argentina deverá encarar no curto e médio prazos um duro ajuste das contas públicas, a desvalorização cambial, cortes nos gastos e investimentos estatais, nova rodada de abertura comercial, alívio tributário para os setores exportadores e um reordenamento da política externa do país. Não se pode dizer que esteja totalmente descartada uma nova rodada de privatizações de empresas estatais. Provavelmente muito disso vai depender da capacidade de resistência dos segmentos populares e dos setores progressistas do país.


Confira no Jornal GGN

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Os EEUU pretendem controlar a América Latina




A analista internacional argentina Stella Calloni adverte nesta terça-feira que os incidentes ocorridos em Caracas, e o fato de que os EEUU não tenham reconhecido a vitória de Nicolás Maduro, o candidato vencedor nas eleições presidenciais de 14 de abril, demonstram que os ianques tentam controlar as democracias da América Latina.   


Visto em Hispan.TV

sábado, 22 de setembro de 2012

Apoie denúncia à Polícia Federal sobre falsificação de pesquisas




A Organização Não Governamental Movimento dos Sem Mídia irá protocolar na segunda-feira na Superintendência Regional de São Paulo do Departamento de Polícia Federal, na Delegacia de Defesa Institucional – Delinst, a representação abaixo reproduzida.
A denúncia versa sobre inquietude crescente quanto à confiabilidade e à veracidade de pesquisas de opinião eleitorais que, tal qual na última eleição presidencial, continuam sendo alvo de desconfiança de atores políticos e de amplos setores da sociedade civil.

Vejam mais no Blog da Cidadania

Jornalismo cafajeste na Globo para apoiar campanha cafajeste de Arthur Virgílio


O ex-senador Arthur Virgílio (PSDB), descambou para a cafajestagem na campanha eleitoral. Sem qualquer noção de civilidade, está simplesmente tripudiando sobre uma cusparada no rosto de sua adversária, Vanessa Grazziotin (PCdoB), ato praticado por seus cabos eleitorais.

Na porta de uma emissora de TV onde houve um debate, pelas fotos e vídeos disponíveis, comprova-se que os militantes de Vanessa, faziam a festa da democracia pacificamente, com bandeiras e camisas da sua candidata. Já os cabos eleitorais de Virgílio, em vez de festejar seu candidato, faziam manifestação agressiva e provocativa, levando bonecas de Vanessa vestida de "bruxa" e cartazes ofensivos. Coisa de molecagem buscando provocar confusão. Mas até aí tudo bem, a militância de Vanessa ignorava.


Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Serra com medo de Paulo Preto

O ex-governador José Serra já monitora a CPI.Uma nota na coluna de Azedo informa que, na segunda-feira, em São Paulo, reuniu-se com o líder do PSDB, Bruno Araújo (PE), para pedir mais empenho da bancada no sentido de protegê-lo.Serra disse que quer evitar que a CPI vire um palanque eleitoral para seus adversários o atacarem na disputa pela prefeitura de São Paulo.   
 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

TEQUILA COM PIMENTA. E PÓLVORA.


"O México tem o homem mais rico do mundo (Carlos Slim) e 42% da população na pobreza; o salário mínimo atual é  28% menor, em termos reais, do que há 17 anos, quando sua economia  se fundiu a dos EUA , com o Nafta; nesse caldo de cultura de desigualdade e desesperança, o narcotráfico deita e rola e já fez mais de 50 mil cadáveres desde 2006. O conjunto será administrado nos próximos seis anos por um engomadinho, que, na forma, no conteúdo e no patrocínio midiático lembra muito Fernando Collor de Mello. Peña Nieto é mais o cadeado de um modelo falido --com design renovado-- do que um candidato de carne e osso. Nesse caldo de cultura, a rebelião da juventude mexicana contra a manipulação midiática  reflete  a emergência de uma cidadania que não aceita mais ser tutelada em seu discernimento nem fraudada no seu voto. Direto do México, Eduardo Febbro, ouviu  integrantes desse sopro de ar fresco no viciado sistema político local. O movimento Yosoy 132 criou um canal próprio de TV para cobrir o pleito e discutir temas da campanha com os candidatos e com os eleitores, o canal 131. "O problema central no México não está no fato de que os meios de comunicação e o poder político sejam cúmplices, mas sim que são a mesma coisa", dizem eles.(leia a reportagem nesta pág)."


 
(Carta Maior; 2ª feira/02/07/2012)

terça-feira, 20 de março de 2012

James Petras: a Síria não é uma luta entre democratas e autoritários

Síria - Direitos nacionais e imperialismo


Efraín Chury Iribarne entrevista James Petras, que afirma que a Síria “não é uma luta entre democratas e autoritários, é uma luta entre duas variações de autoritarismo”.
Chury: Muito bem, e o que fazemos a partir deste momento é simplesmente te dar a palavra. Estou te escutando...
Petras: Comecemos com as eleições na Rússia onde o candidato Putin ganhou por 2/3 dos votos, com 65% da votação e com uma participação de 64% do eleitorado, que é 30% mais do que os que votam nas eleições americanas.  

Vejam mais em PATRIA LATINA

sábado, 26 de novembro de 2011

A ESQUERDA, A LIÇÃO ESPANHOLA E O PT



Em pleno colapso do neoliberalismo, a direita venceu as eleições na Espanha, no último domingo, não tanto por seus méritos e votos, mas pela rendição do PSOE aos mercados e o elevado nível de abstenção. O universo eleitoral do conservadorismo cresceu pouco mais de 600 mil votos em relação a 2008, já o PSOE perdeu 4,5 milhões de eleitores. A novidade, de fato, foi o avanço  das forças à esquerda, entre as quais destaca-se o movimento Esquerda Unida, que saltou de 2 para 11 deputados, com forte apoio dos 'indignados'. Para falar sobre essa travessia política, de cuja irradiação depende uma saída progressista para a crise européia, o correspondente de Carta Maior em Madrid, Oscar Guisoni, conversou com o coordenador geral da Izquierda Unida, Cayo Lara; leia nesta pág. Leia também a coluna da editora de Política,  Maria Inês Nassif, sobre o desafio de reconstrução do PT: como renovar um partido de esquerda pós a experiência do poder? Sobre o mesmo tema, publicamos ainda um artigo de Tarso Genro na edição deste fim de semana. 


(Carta Maior; Sábado; 26/11/ 2011)
 

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

¿Otra vez elecciones en Cuba?

Para algunos en el mundo debe haberles sonado algo raro el anuncio del Consejo de Estado de la República de Cuba sobre que el domingo 25 de abril se efectuarán las elecciones para delegados a las 169 Asambleas Municipales del Poder Popular.

Eso es perfectamente comprensible, pues uno de los componentes principales de la guerra mediática contra la Revolución cubana ha sido negar, escamotear o silenciar la realización de elecciones democráticas: las parciales, cada dos años y medio, para elegir a delegados (concejales), y las generales, cada cinco, para elegir a los diputados nacionales e integrantes de las asambleas provinciales.

(...)

El Registro Electoral es automático, universal, gratuito y público. Al nacer un cubano no sólo tiene derecho a recibir educación y salud gratuitamente, sino que cuando arriba a los 16 años de edad automáticamente se le inscribe en el Registro Electoral. Por razones de sexo, religión, raza o filosofía política a nadie se le excluye. Tampoco si pertenece a los cuerpos de defensa y seguridad del país. A nadie se le cobra un solo centavo por aparecer inscripto, y mucho menos se le somete a engorrosos trámites burocráticos como exigirles fotos, sellos del timbre o la toma de huellas dactilares. El Registro es público, se expone en lugares de masiva afluencia del pueblo en cada circunscripción..

Vejam o texto completo em REBELION.ORG


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Enquanto isso, no Uruguai


De Allan Macdonald no REBELIÓN

El golpista Pepe Lobo, nuevo líder de la dictadura, no representa ni a 1 de cada 10 hondueños Elecciones en Honduras: La participación fue del 21,5%

El Frente Nacional de Resistencia Popular, la mayor organización político y social de Honduras, difundió unos datos en los que se confirma la raquítica participación en los comiciones hondureños, un escasísimo 21,5%. Este dato se evidencia en los medios del fascismo hondureño, los cuales no nuestran ninguna imagen de gente votando, sólo algunas fotos del candidato ganador y otras donde algo más de una decena de personas festejan el resultado de las elecciones.

Vejam mais em REBELIÓN

domingo, 29 de novembro de 2009

Honduras - ditadura do século XXI

Honduras: Continúa la persecución y cacería de opositores por las fuerzas represivas del Estado

Las fuerzas represivas del Estado en cuyo poder descansa la emergente dictadura del siglo XXI en Honduras, ha desplegado intensos operativos en varias regiones

Alerta 5. La persecución contra líderes y lideresas del movimiento social se ha intensificado en los últimos días en los departamentos de Olancho, Intibucá, Francisco Morazán, Colón, Choluteca y El Paraíso en un despliegue militar y policial sin precedentes, como si se tratara de una alerta en estado de guerra. Las fuerzas represivas del Estado en cuyo poder descansa la emergente dictadura del siglo XXI en Honduras, ha desplegado intensos operativos en varias regiones del país para identificar a los opositores y las opositoras a las fraudulentas elecciones y callar las voces de aquellos y aquellas que en los últimos meses se han identificado con la resistencia.


Honduras: Esta dictadura es peor que la de los años 80

Organizaciones de derechos humanos impugnan elecciones ante el TSE :: Ya son 30 las personas que han sido asesinadas por el golpe de Estado, nueve en el último mes

Bertha Oliva, coordinadora del Comité de Familiares de Detenidos Desaparecidos en Honduras (COFADEH), recibió a Sirel en su oficina cuyas paredes están cubiertas de atestados por el incansable trabajo desarrollado en casi 30 años de lucha en defensa de los derechos humanos en Honduras.

Bertha sufrió en carne propia la violencia de la represión militar desatada en el país en los años 80. El 11 de junio de 1981, cuerpos paramilitares penetraron en altas horas de la noche en la casa donde estaba durmiendo con su marido, el miembro fundador de la Unión Revolucionaria del Pueblo (URP), Tomás Nativí Gálvez, y se lo llevaron. Pese a las denuncias y a las movilizaciones, Bertha, que en aquel momento tenía cuatro meses de casada y tres meses de embarazo, nunca más lo volvió a ver.


Vejam os textos completos em LA HAINE.ORG

terça-feira, 7 de abril de 2009

Comissão aprova proposta que torna voto facultativo a partir dos 65 anos

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta terça-feira (7) proposta de emenda constitucional que torna o voto facultativo para quem tem mais de 65 anos. Pela lei atual, o voto é obrigatório para quem tem até 70 anos. A matéria será ainda apreciada em plenário.

Mais no UOL Notícias.

terça-feira, 17 de março de 2009

Vitória da FMLN em El Salvador

SAN SALVADOR .— A Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FLMN) ganhou as eleições presidenciais de El Salvador com 51,3% dos votos, segundo o escrutínio de 90,4% das atas eleitorais, em uma tendência que se considera irreversível, segundo informou a agência ANSA.

Mauricio FunesDe imediato, os seguidores da FMLN começaram a sair para as ruas de San Salvador para comemorar o triunfo do candidato Mauricio Funes, de 49 anos, que assumirá o poder em 1º de junho próximo. O seu contrário Rodrigo Ávila, do partido Aliança Republicana Nacionalista (Arena), obteve 48,7%n dos votos, informou o Supremo Tribunal Eleitoral (TSE).


Vejam mais no Digital Granma Internacional