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domingo, 23 de setembro de 2012

“É impossível pensar o sistema capitalista internacional sem o dinheiro do narcotráfico"

O tráfico de drogas movimenta cerca de 500 mil milhões de dólares por ano, afirma o jornalista brasileiro José Arbex Jr.. “O mercado clandestino é essencial para a sobrevivência do capitalismo, a proibição acrescenta valor à droga e é um prémio para os traficantes”, diz o historiador Henrique Carneiro. Por Isabel Harari, Carta Maior.
"O dinheiro não está nas favelas nem nos morros, faz parte do sistema financeiro e sustenta os grandes bancos", diz Arbex.
"É impossível pensar o sistema capitalista internacional sem pensar no dinheiro do narcotráfico", denunciou o jornalista José Arbex Jr. em Simpósio sobre Esquerda na América Latina, realizado na Universidade de S. Paulo, Brasil. A mesa também contou com a presença do historiador Henrique Carneiro, a especialista em História da Cultura Rosana Schwartz e Julio Delmanto, mestrando em História Social e membro do coletivo DAR (Desentorpecendo a Razão). O fio condutor do debate foi a relação de simbiose entre o proibicionismo e o sistema financeiro capitalista.  

Vejam mais em ESQUERDA.NET

domingo, 25 de setembro de 2011

México ruma para se tornar um estado policial

As luzes de alarme já acenderam. O México caminha para a instauração de um Estado policial. No dia 21 de setembro, o presidente Felipe Calderón enviou à Câmara de Deputados uma iniciativa para renovar o Código de Procedimentos Penais que daria margem legal para realizar detenções arbitrárias em caso de urgência, incorporaria ao marco legal do país um sistema de investigação sem autorização judicial, incluindo a batida em residências por denúncia anônima, a revista de pessoas e veículos e a intervenção em comunicações entre particulares. Também assentaria as bases para a criação de um corpo de agentes infiltrados.

A medida se soma a outras já anunciadas. Em agosto, a Anistia Internacional advertiu que a situação do México está na fronteira de uma repressão generalizada como resultado da suposta responsabilidade do Exército nos casos de desaparecimentos forçados. O país, assinalou o organismo, do ponto de vista dos direitos humanos, poderia viver circunstâncias similares às verificadas nas ditaduras militares do Cone Sul nas décadas de 1970 e 1980.





Leia o texto completo na Agência Carta Maior

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Aromas de la CIA

Guillermo Tell

A própria fonte se encarrega de esclarecer que se para muitos não constitui notícia que a CIA está envolvida nas redes de narcotráfico, agora por outro lado, já se passaram das bem fundamentadas suspeitas acumuladas e da teoria do conhecimento pleno, confirmado oficialmente, perante cujo cúmulo suspeito que não restem mais quem se aferre a apelidar tantas denúncias de "complô dos comunistas".

De acordo com os dados desclassificados, que representam apenas uma parte do que está guardado e bem selado até o ano 2030, a sinistra instituição financiou pelomenos com dois milhões de dólares a resistência afegã nos anos 80 através dos cartéis locais da droga. E na América Latina recorreu a organizações de narcotraficantes para financiar movimentos desestabilizadors contr governos desobedientes aos designios de Washington, em troca de seguras lavagens de dinheiro em Wall Street.

E tudo isto a custa de danos colaterais aos próprios Estados Unidos que viu aumentar o consumo de cocaína de 80 toneladas métricas para 600 toneladas métricas em menos de um década, ampliando assim um mercado que tanto tem estimulado cartéis na fronteira com o Méxido.

A CIA, além de acumular incontáveis malfeitos políticos, tem aromas de cocaína, heroína e ópio.

Vejam em CUBADEBATE

domingo, 3 de abril de 2011

Segundo documentos desclassificados, a CIA financiava o narcotráfico mundial (+Vídeo)

A Agência norte-americana de inteligência (CIA, por suas siglas em inglês) ajudava o narcotráfico para recolher recursos para realizar suas operações clandestinas, segundo apontam documentos com selo federal ianque que foram desclassificados.

A história das relações entre a CIA e o narcotráfico começou nos anos 70 e teve ponto culminante nos anos 90.

Mais de 8.000 documentos do governo federal desclassificados pela Ata de Informação Pública revelam detalhes destes controvertidos vínculos. Informes da década de 80 mostram que para se opor à presença militar soviética no Afeganistão, os EE.UU. gastaram mais de 2 bilhões de dólares no financiamento da resistência afegã através dos cartéis de drogas. Os mesmos documentos indicam que a CIA também esteve envolvida com narcotraficantes latinoamericanos.


Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

sábado, 25 de setembro de 2010

Cem mil vítimas diretas de uma guerra civil não declarada - México, país cemitério

Qualquer, e todos, podem ser assassinados. Os postos de venda de diários e revistas, em distintas cidades do México, jorram sangue començando pelos portais, matizados com alguma modelito desnuda ou semidesnuda.


"Se continuar assim, teremos que ir-nos para outro país", escuta-se dizer a algumas pessoas que acreditam que no entanto o Distrito Federal não foi atingido pela guerra. Ainda que em sua periferia não tenha faltado cadáveres, amontoados uns em cima dos outros, com legendas que advertem que as batalhas recém começaram. Falta muito por matar e pouco donde se proteger, se se observam a militarização crescente e os milhões de pessoas que para salvar o dia a dia devem ir passando a gosto, ou a contragosto, pelas filas dos contendores, ou, enquanto possam caminhar pela margem neutra sem que uma bala nem tão perdida, se os leve para sempre.

O México ficou preso em uma armadilha mortal. Pelas suas terras passam forças do exército e policiais, divididas em bandos que confrontam paramilitares, parapoliciais, quadrilheiros e improvisados; agentes - secretos ou não - da CIA e da DEA; comandos de elite dependentes do governo de Felipe Calderón e as "Companhias da Morte S.A." encarregadas de traficar imigrantes de um lado a outro.


Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Corrupções

No Afeganistão foram encontradas nove toneladas de ópio e heroína com um funcionário pago pela CIA

A Casa Branca se queixa da corrupção imperante no governo do presidente Hamid Karzai. Tem razão: do aeroporto de Kabul saem cada semana - várias vezes - vasilhas carregadas de dólares em espécie que altos funcionários afegãos enviam ao exterior. Para suas contas naturalmente. Um só em viagem a Dubai levou 52 milhões de notas verdes
(www.npr.org, 1/2/10). A maioria desse dinheiro tem origem na apropriação impune de terras públicas e privadas e, sobretudo, do comércio de ópio. Desde a derruba dos talibãs em 2001, o Afeganistão se converteu no maior produtor mundial de estupefaciente.


Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG

domingo, 27 de junho de 2010

Os grandes negocios do sistema capitalista

Luis Torres Rodríguez
A Organização dos Estados Unidos da América do Norte (OEUAN) mais conhecida como ONU, acaba de publicar o "Informe Mundial sobre as Drogas 2009" e "A Globalização do Delito", donde nos dão a conhecer os maiores perigos que enfrenta a sociedade que são: os negócios ilícitos lucrativos globalizados, a violência globalizada e a corrupção globalizada.

Dados impressionantes que geram pânico saem à luz não para soluciona-los sim para atemorizar-nos. Nos explicam uma vez mais o por que o Estado e os organismos internacionais são incapazes de controlar a insegurança do ser humano e privilegiam exclusivamente os lucros economicos e financeiros.

O negócio mais rentável do mundo, segundo a ONU, é o tráfico da cocaína que gera 72.000 milhões de dolares ao ano (na realidade deve ser o segundo negócio mais rentável do mundo e muito longe do primeiro). Destes lucros, 38.000 ficam nos EEUU e Canadá; e, 34.000 na Europa, donde é consumida a droga. os principais paises produtores da coca são Colômbia e Peru, aliados dos EEUU.

Apenas os 5% do preço da droga fica em mãos de insurgentes, traficantes e agricultores.

O seguinte grande negócio é a venda de heroína que gera em torno de 32.000 milhões de dolares ao ano. Os 90% da produção vem do Afeganistão, país invadido e controlados pelos EEUU.


Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

domingo, 4 de abril de 2010

A estratégia da CIA para manipular a opinião pública europeia quanto à guerra no Afeganistão — Revelações de um documento ciático

Desde o seu lançamento em 2007, o sítio web de denúncias WikiLeaks tem sido sujeito a "actos hostis" de serviços de segurança estatais e privados por revelar casos de crime, corrupção e violência perpetrados na profundidade dos estados capitalistas.

Mas ao invés de se acovardar com as ameaças do governo ou actos abertos de violência, incluindo o assassínio de dois promotores dos direitos humanos em Nairobi, em Março último, os quais proporcionaram aos denunciantes relatórios sobre matanças extra-judiciais da polícia do Kenya, WikiLeaks virou a mesa sobre a CIA.

Em 26 de Março, o grupo publicou um documento notável que esboça a estratégia da Agência para manipular a opinião pública europeia sobre o apoio declinante à guerra no Afeganistão.
(...)
Como sabemos através de incontáveis investigações e revelações ao longo de décadas, desde o Vietname até o Watergate e desde o caso Irão-Contra à infindável "Guerra ao terror", o comércio internacional de drogas é a criada de serviço das campanhas de contra-insurgência do Pentágono, de operações da CIA e da violência das elites por todo o mundo.

O New York Times informou a 21 de Março que as lucrativas plantações de ópio do Afeganistão já não são um objectivo das operações militares. Segundo o Times, a posição dos militares é clara: "As forças dos EUA já não erradicam", como afirmou um oficial da NATO. O ópio é o principal meio de vida de 60 a 70 por cento dos agricultores em Marja, a qual foi tomada pelos rebeldes Taliban numa grande ofensiva no mês passado. O fuzileiros navais americanos que ocupam a área têm ordens para deixar incólumes os campos dos agricultores".


Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Narcotráfico gera recursos à CIA para suas operações de desestabilização e extermínio

Veja este excelente vídeo. Como a CIA introduziu o crack e a cocaína nos Estados Unidos, assim gerava vultosos recursos, com os quais financiar os CONTRAS na Nicarágua... entre outras operações encobertas... (1)

E hoje?

Ninguém tem se perguntado por que o narco número 82 na listas dos narcos mais procurados da DEA é o presidente de uma país, e não conseguem "encontra-lo" (Uribe na presidência da Colômbia)?

Ninguém tem se perguntado com que dinheiro a CIA financia suas multiplas operações de desestabilização e extermínio da reivindicação social? ...Golpe de Estado em Honduras e rápido crescimento da Estrutura paramilitar em Honduras, desestabillização do processo emancipativo na Venezuela. Massacres e extermínio da reivindicação social mediante a ferramenta paramilitar na Colômbia, em Honduras, no Peru, no México; injeção de Maras para a desintegração do tecido social em toda América Central...

Vejam o texto completo do artigo em KAOSENLARED.NET

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Cómo financia EE.UU. a los talibanes


The Nation-ICH

Traducido del inglés para Rebelión por Germán Leyens

El 29 de octubre de 2001, mientras el régimen talibán en Afganistán estaba bajo ataque, el embajador del régimen en Islamabad dio una caótica conferencia de prensa frente a varias docenas de periodistas sentados en el césped. A la derecha del diplomático talibán estaba sentado su intérprete, Ahmad Rateb Popal, un hombre de impresionante presencia. Como el embajador, Popal llevaba un turbante negro y tenía una inmensa barba tupida. Tenía un parche negro sobre su ojo derecho, una prótesis en su brazo izquierdo y lA mano derecha deformada, resultado de heridas recibidas durante un accidente con explosivos durante una antigua operación contra los soviéticos en Kabul.

Pero Popal era más que un antiguo muyahidín. En 1988, un año antes de que los soviéticos huyeran de Afganistán, Popal había sido acusado en EE.UU. de conspiración por importar más de un kilo de heroína. Los expedientes legales muestran que fue liberado de la prisión en 1997.

(...)

Bienvenidos al bazar de contratación de tiempos de guerra en Afganistán. Es un carnaval virtual de personajes dudosos y de conexiones tenebrosas, con ex funcionarios de la CIA y ex oficiales militares que se unen con antiguos talibanes y muyahidines para cobrar fondos del gobierno de EE.UU. en nombre del esfuerzo de la guerra.

En este grotesco carnaval, los contratistas militares de EE.UU. son obligados a pagar a presuntos insurgentes para proteger rutas de abastecimiento estadounidenses. Es un hecho aceptado en la operación de logística militar en Afganistán que el gobierno de EE.UU. financia a las mismas fuerzas a las que combaten los soldados estadounidenses. Y es una ironía letal, porque esos fondos representan una cantidad inmensa de dinero para los talibanes. “Es una gran parte de sus ingresos,” dijo a The Nation en una entrevista uno de los altos funcionarios de seguridad del gobierno afgano. En la práctica, funcionarios militares de EE.UU. en Kabul calculan que un mínimo del 10% de los contratos de logística del Pentágono –cientos de millones de dólares– se utiliza para pagar a insurgentes.

Vejam o texto completo em REBELIÓN

quinta-feira, 17 de julho de 2008

La Armada mexicana interviene un submarino cargado con droga en el Pacífico

La Armada mexicana ha interceptado un pequeño submarino cargado con droga cerca de la costa de Oaxaca, en el Pacífico mexicano, según ha informado la Secretaría (ministerio) de Marina (SEMAR). Cuatro personas han sido detenidas en la operación. Un portavoz de SEMAR ha señalado que la nave, que no contaba con permiso de navegación, fue avistada a 15 kilómetros mar adentro con dirección al norte de México, por lo que fue seguida desde un helicóptero. Cuando la nave salió a flote, infantes de la Marina descendieron con sogas desde el helicóptero para capturar a los tripulantes del submarino.


Vejam no EL PAIS.com.