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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Marcada por ditaduras, Guatemala vê genocida no banco dos réus


Um dos mais sanguinários dos muito sanguinários generais ditadores que assolaram a Guatemala, Efraín Ríos Montt, está sentado no banco dos réus, acusado de genocídio e crimes contra a humanidade, entre outras selvagerias menores.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Chomsky: neoliberalismo é a raiz comum das crises actuais

Quando se fala da "crise", quase todos se referem à financeira, visto que afecta directamente os ricos, mas a crise dos mil milhões de seres humanos que passam fome - entre eles cerca de 40 milhões nos Estados Unidos - não é a que tem mais urgência, porque todos os que a sofrem são pobres, afirmou Noam Chomsky.

Com voz tranquila, Chomsky cuidadosamente destruiu os mitos do chamado mercado livre, e documentou de maneira sintética as muitas situações de crise - a económica e a financeira, a do militarismo, a do ambiente e a alimentar, entre outras - e as suas ligações comuns, construindo uma radiografia de um sistema que se mascara de "democracia", mas cujo objectivo final é socializar os prejuízos e privatizar os lucros e defender o privilégio de uma cada vez mais reduzida minoria rica, com consequências cada vez mais sinistras para as maiorias e para o próprio planeta.


Vejam mais em ESQUERDA.NET

terça-feira, 3 de março de 2009

América minada - Colômbia

A Colômbia assumiu no ano passado o primeiro lugar no mundo em novas vítimas de minas antipessoal e o Peru minou suas fronteiras com o Equador para uma guerra que nunca aconteceu, além de possuir 1.711 áreas desminadas, mas ainda perigosas, em volta de suas torres de transmissão de energia elétrica. Também foram registradas, apenas nos dois últimos anos, vítimas de minas no Chile, El Salvador, Honduras e Nicarágua. Argentina, Venezuela, Bolívia e Guatemala seguem com campos minados mais ou menos identificados representando riscos à população. Isso, apesar de Estados Unidos e Cuba serem os únicos países das Américas a não assinarem o Tratado de Otawa, de 1997, que proíbe a fabricação, comércio e uso das minas antipessoal. Saiba mais no Mediaquatro.

N.E. - O Brasil segue fabricando as bombas cacho, cluster ou de fragmentação, "que após explodirem lançam uma série de submunições. Tais bombas nem sempre explodem na hora, mas mantém o potencial explosivo. Em 2005, foram atingidas 6.873 pessoas em 78 países." Ditabranda Online.

sábado, 7 de junho de 2008

Vice-premiê de Israel ameaça atacar o Irã

O vice-primeiro-ministro israelense, Shaul Mofaz, afirmou que, se o Irã mantiver um programa de armas nucleares, Israel vai atacar o país.

"Se o Irã continuar com seu programa para desenvolver armas nucleares, vamos atacar", disse Mofaz em entrevista ao jornal israelense Yediot Ahronot. "As sanções são inúteis."

"Atacar o Irã para paralisar seus planos nucleares será inevitável", acrescentou o vice-primeiro-ministro.

Mofaz é um dos três vice-primeiros-ministros de Israel e também é o ministro dos Transportes do país.

Ele também já foi comandante do Exército e ministro da Defesa e faz parte da liderança do partido Kadima - o mesmo do primeiro-ministro Ehud Olmert, que está enfrentando acusações de corrupção.

Texto completo na BBC Brasil.


sexta-feira, 9 de maio de 2008

EUA reativam frota para patrulhar mares latino-americanos

Alejandro Sánchez, analista associado ao Conselho para Assuntos Hemisféricos, um organismo de investigação americano, afirma que a reativação da Quarta Frota é uma decisão mais política do que militar.

"Nos últimos anos os Estados Unidos se concentraram no Iraque e Afeganistão. Agora estão tentando voltar para a América Latina", disse à BBC.

Para Sanchez, "ainda que a Venezuela adquira submarinos russos ou que o Brasil queira desenvolver um submarino nuclear, nenhum destes países pode representar uma ameaça militar aos Estados Unidos".

Comentário sobre a reativação da Quarta Frota dos Estados Unidos. Texto completo na BBC Brasil.


sábado, 19 de janeiro de 2008

Fogo sobre o Camboja

O banco de dados, ainda incompleto (ele apresenta vários períodos “obscuros”), revela que, de 4 de outubro de 1965 a 15 de agosto de 1973, os Estados Unidos lançaram sobre o Camboja uma quantidade de bombas muito maior do que se estimava até agora: 2.756.941 toneladas, totalizando 230.516 surtidas sobre 113.716 locais. Mais de 10% desse bombardeio foi indiscriminado: 3.580 locais apresentavam alvos “desconhecidos” e 8.238, simplesmente não apresentavam alvos. O banco de dados revela, também, que o bombardeio começou durante a presidência de Lyndon Johnson e não de Richard Nixon – portanto, quatro anos antes do que geralmente se supunha.

O impacto do bombardeio, objeto de muita discussão nas últimas três décadas, mostra-se agora mais claro do que nunca. A matança de civis no Camboja jogou um povo exasperado nos braços de um movimento guerrilheiro que até então recebera um apoio relativamente limitado da população, provocando a expansão da guerra do Vietnã no interior do Camboja, um golpe de estado em 1970, a rápida ascensão do Khmer Vermelho e, em última instância, o genocídio cambojano.

O excerto acima é parte de texto do Le Monde Diplomatique, sobre os bombardeios dos Estados Unidos, no Camboja nas décadas de 1960 e 1970. Confira o texto completo no Le Monde Diplomatique Brasil.