quarta-feira, 3 de abril de 2013
Marcada por ditaduras, Guatemala vê genocida no banco dos réus
terça-feira, 23 de junho de 2009
Chomsky: neoliberalismo é a raiz comum das crises actuais
Quando se fala da "crise", quase todos se referem à financeira, visto que afecta directamente os ricos, mas a crise dos mil milhões de seres humanos que passam fome - entre eles cerca de 40 milhões nos Estados Unidos - não é a que tem mais urgência, porque todos os que a sofrem são pobres, afirmou Noam Chomsky. Com voz tranquila, Chomsky cuidadosamente destruiu os mitos do chamado mercado livre, e documentou de maneira sintética as muitas situações de crise - a económica e a financeira, a do militarismo, a do ambiente e a alimentar, entre outras - e as suas ligações comuns, construindo uma radiografia de um sistema que se mascara de "democracia", mas cujo objectivo final é socializar os prejuízos e privatizar os lucros e defender o privilégio de uma cada vez mais reduzida minoria rica, com consequências cada vez mais sinistras para as maiorias e para o próprio planeta.
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terça-feira, 3 de março de 2009
América minada - Colômbia
sábado, 7 de junho de 2008
Vice-premiê de Israel ameaça atacar o Irã
O vice-primeiro-ministro israelense, Shaul Mofaz, afirmou que, se o Irã mantiver um programa de armas nucleares, Israel vai atacar o país.
"Se o Irã continuar com seu programa para desenvolver armas nucleares, vamos atacar", disse Mofaz em entrevista ao jornal israelense Yediot Ahronot. "As sanções são inúteis."
"Atacar o Irã para paralisar seus planos nucleares será inevitável", acrescentou o vice-primeiro-ministro.
Mofaz é um dos três vice-primeiros-ministros de Israel e também é o ministro dos Transportes do país.
Ele também já foi comandante do Exército e ministro da Defesa e faz parte da liderança do partido Kadima - o mesmo do primeiro-ministro Ehud Olmert, que está enfrentando acusações de corrupção.
Texto completo na BBC Brasil.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
EUA reativam frota para patrulhar mares latino-americanos
Alejandro Sánchez, analista associado ao Conselho para Assuntos Hemisféricos, um organismo de investigação americano, afirma que a reativação da Quarta Frota é uma decisão mais política do que militar.
"Nos últimos anos os Estados Unidos se concentraram no Iraque e Afeganistão. Agora estão tentando voltar para a América Latina", disse à BBC.
Para Sanchez, "ainda que a Venezuela adquira submarinos russos ou que o Brasil queira desenvolver um submarino nuclear, nenhum destes países pode representar uma ameaça militar aos Estados Unidos".
Comentário sobre a reativação da Quarta Frota dos Estados Unidos. Texto completo na BBC Brasil.
sábado, 19 de janeiro de 2008
Fogo sobre o Camboja
O banco de dados, ainda incompleto (ele apresenta vários períodos “obscuros”), revela que, de 4 de outubro de 1965 a 15 de agosto de 1973, os Estados Unidos lançaram sobre o Camboja uma quantidade de bombas muito maior do que se estimava até agora: 2.756.941 toneladas, totalizando 230.516 surtidas sobre 113.716 locais. Mais de 10% desse bombardeio foi indiscriminado: 3.580 locais apresentavam alvos “desconhecidos” e 8.238, simplesmente não apresentavam alvos. O banco de dados revela, também, que o bombardeio começou durante a presidência de Lyndon Johnson e não de Richard Nixon – portanto, quatro anos antes do que geralmente se supunha.
O impacto do bombardeio, objeto de muita discussão nas últimas três décadas, mostra-se agora mais claro do que nunca. A matança de civis no Camboja jogou um povo exasperado nos braços de um movimento guerrilheiro que até então recebera um apoio relativamente limitado da população, provocando a expansão da guerra do Vietnã no interior do Camboja, um golpe de estado em 1970, a rápida ascensão do Khmer Vermelho e, em última instância, o genocídio cambojano.
O excerto acima é parte de texto do Le Monde Diplomatique, sobre os bombardeios dos Estados Unidos, no Camboja nas décadas de 1960 e 1970. Confira o texto completo no Le Monde Diplomatique Brasil.