“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.
Leia mais no Vi o Mundo, via blog do Luís Nassif.
Leia também, sobre este assunto, no blog do Sílvio Meira, no Terra Magazine: - não é a urna, é o sistema: hacker mostra como mudar o resultado da eleição, e diz que mudou em 2012;
