Mostrando postagens com marcador fraudes eleitorais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fraudes eleitorais. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Voto eletrônico: Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição


Um novo caminho para fraudar as eleições informatizadas brasileiras foi apresentado ontem (10/12) para as mais de 100 pessoas que lotaram durante três horas e meia o auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro (SEAERJ), na Rua do Russel n° 1, no decorrer do seminário “A urna eletrônica é confiável?”, promovido pelos institutos de estudos políticos das seções fluminense do Partido da República (PR), o Instituto Republicano; e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), a Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini.
Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como — através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado.
“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados  mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.

Leia mais no Vi o Mundo, via blog do Luís Nassif.

Leia também, sobre este assunto, no blog do Sílvio Meira, no Terra Magazine: - não é a urna, é o sistema: hacker mostra como mudar o resultado da eleição, e diz que mudou em 2012;

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Televisa recebeu dinheiro público para manipular eleições mexicanas, diz jornal

A Televisa, maior rede de televisão do México, é acusada de ter recebido dinheiro público em troca de uma cobertura ampla e favorável ao candidato à Presidência Enrique Peña Nieto, do PRI (Partido Revolucionário Institucional) em seus programas jornalísticos e de entretenimento, enquanto este era governador do Estado do México e já preparava sua atual estratégia eleitoral.

Além disso, a rede de TV é acusada de ter promovido, na eleição presidencial passada, em 2006, uma campanha com o objetivo de prejudicar a imagem de Andrés Manuel Lopez Obrador, do PRD (Partido da Revolução Democrática), principal rival de Peña Nieto e derrotado na ocasião por apenas 0,68% dos votos a menos do que Felipe Calderón.


A informaçãodiz é do jornal britânico The Guardian, que afirmou ter recebido cópias de uma série de documentos de um funcionário da própria Televisa. E que, embora não tenha como confirmar a autenticidade do papéis, realizou extensas verificações cruzadas entre os nomes, as ações de mídia e situações mencionadas se alinham com o conteúdo obtido.




Leia mais no Opera Mundi.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O caso do sigilo fiscal, reedição da fraude do “bebê-diabo”

Em 1975, o diário paulista “Notícias Populares”, do grupo Folha, sustentou por quase 30 dias uma notícia forjada em torno de um tal “bebê-diabo”, que multiplicou a tiragem do jornal. Quando o público começou a se cansar, o jornal anunciou a fuga do “bebê-diabo” – e encerrou o assunto. O episódio atual em torno do sigilo fiscal repete o embuste, um clássico do jornalismo marrom, desta vez com a participação generalizada da mídia dominante. Quando ficou claro que a sucessão de manchetes não estava arranhando o favoritismo da coligação petista, os jornalões mudaram de assunto, trocando-o por outro. O artigo é de Hideyo Saito.


Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

sexta-feira, 12 de março de 2010

TSE inviabiliza a investigação de fraude em urna eletrônica

Para a advogada Maria Cortiz, falta de transparência e o custo da urnas eletrônicas brasileiras são dignos de maior atenção. Contudo, alerta, o Tribunal Superior Eleitoral "inviabiliza" investigação sobre fraudes e "ridiculariza" quem levanta essas questões. Em entrevista a Terra Magazine, a especialista em auditoria de processo eleitoral aponta essas e mais uma série de falhas no sistema que adota o voto eletrônico desde 1996.

- As urnas não são invioláveis - pontua Cortiz.

A advogada presta consultoria para o PDT e PT, mais recentemente. Por conta disso, conta ter visto e denunciado uma série de fraudes envolvendo as urnas eletrônicas brasileiras. Na entrevista abaixo ela detalha casos em que elas foram violadas e, segundo a advogada, nada foi feito. Segundo ela, pelo contrário, "os pedidos foram indeferidos". "Estão parados".

Continue lendo no Vi o Mundo.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Especialistas em tecnologia dizem que urna eletrônica não é segura

O professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Dourado Rezende disse que o modo mais seguro de evitar fraudes é dar ao eleitor a possibilidade de fiscalizar o processo. Para isso, é preciso haver um registro impresso da votação.

Continua no saite Gazeta de Novo.

sábado, 22 de novembro de 2008

FRAUDE NOS EUA PODE SE REPETIR NO BRASIL

Acabo de ler dois livros imperdíveis para quem gosta de se informar sobre processos eleitorais: What went wrong in Ohio, The Conyers Report on the 2004 presidential election What Happened in Ohio? A documentary record of theft and fraud in the 2004 election Os dois livros oferecem provas factuais de que o secretário de Estado de Ohio, o republicano Kenneth Blackwell, usou sua autoridade para suprimir votos de eleitores democratas e pode ter agido para garantir a reeleição de George W. Bush em 2004. Esclareço: nos Estados Unidos as eleições são organizadas em nível estadual. E autoridades estaduais, independentemente de partido, organizam as eleições. Em Ohio, além de secretário estadual Blackwell era também co-presidente da campanha Bush-Cheney 2004.

Confira mais no Vi o Mundo.