Mostrando postagens com marcador índios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador índios. Mostrar todas as postagens

sábado, 24 de outubro de 2015

Das Américas à Oceania. 1º Jogos Mundiais Indígenas reúnem quase 50 povos

Sediado em Palmas, capital do Tocantins, o 1º Jogos Mundiais dos Povos Indígenas começam nesta sexta-feira (23), proporcionando uma verdadeira encruzilhada cultural.
Até 1º de novembro, o evento reunirá quase 50 povos originários de suas terras. São 23 etnias brasileiras, todas juntas na Aldeia Okara, com representações das cinco regiões do país e de quase todos os biomas nacionais:Pampas, Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e Floresta Amazônica. Apenas a Caatinga não tem representação nos Jogos.
Atletas de mais 24 países já estão em Palmas. Eles vêm das três Américas, da África, da Ásia e da Oceania, de países como EUA, Panamá, Bolívia, Etiópia, Congo, Mongólia, Rússia e Austrália.

Leia mais no UOL Esporte

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Anistia Internacional repudia assassinato de líder indígena no Mato Grosso do Sul e pede urgência na investigação

A Anistia Internacional manifesta sua preocupação com o agravamento da violência contra o povo Guarani-Kaiowá no Mato Grosso do Sul. No dia 29 de agosto de 2015, um ataque às terras Ñanderú Marangatú no município de Antonio João, deixou mulheres e crianças feridas e o indígena Simião Vilhalva morto.

Confira no sítio da Anistia Internacional, via Jornal GGN.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Indígenas protestam contra mudança na demarcação de terras

Na semana em que a Constituição de 1988 completa 25 anos, índios de várias regiões do Brasil promovem nesta terça-feira em Brasília uma manifestação para defender os direitos que lhes foram assegurados pela Carta e protestar contra propostas no Congresso que os afetam.

A passeata, que segundo organizadores deverá agregar mais de mil líderes indígenas, além de quilombolas e apoiadores, integra uma série de atos em vários pontos do país promovidos pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

O principal alvo do grupo é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215. Defendida por parlamentares ruralistas, a PEC alteraria o processo de demarcação de terras indígenas.


Confira a notícia da BBC Brasil, disponível no UOL

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A cobrança anunciada da presidenta Dilma à Comissão da Verdade



ImageA presidenta Dilma Rousseff está cobrando resultados mais concretos dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade (CNV). É o que disseram os jornais por estes dias. Na 6ª pp, (29.03), O Globo deu uma página sobre essa cobrança. A chefe do governo, que sancionou a lei de criação da CNV e indicou seus sete membros, quer uma mudança no rumo dos trabalhos, como investimento maior nos depoimentos públicos dos parentes das vítimas e ações que sensibilizem a opinião pública, segundo a imprensa.  



Vejam mais no blog do JOSÉ DIRCEU

sábado, 23 de março de 2013

Cacique sofre ameaça em Marãiwatsédé depois da retirada de invasores



Damião Paridzané foi ameaçado por um antigo morador de Posto da Mata, uma das comunidades retiradas da terra indígena

Ruy Sposati,
de Campo Grande (MS)
A paz para os Xavante de Marãiwatsédé ainda parece algo distante. O cacique da aldeia, Damião Paridzané, sofreu uma ameaça em público no dia 8 de março, pouco mais de um mês depois de finalizada a desintrusão do território. A terra indígena fica situada nos municípios de Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia e São Félix do Araguaia, nordeste do Mato Grosso. Os indígenas lutaram por quase meio século para garantir a permanência na área.
A ameaça aconteceu na área comercial do município de Bom Jesus do Araguaia. O cacique estava na cidade com um grupo de jovens guerreiros Xavante. Num momento em que Damião estava sozinho, foi abordado por um antigo morador de Posto da Mata, uma das comunidades retiradas da terra indígena. "Ele ameaçou e culpou o cacique Damião de ter tirado todos os posseiros de lá", relata o indígena Aquilino Tsere'ubu'õ Tsirui'a.   

Vejam mais em BRASIL DE FATO

sábado, 9 de março de 2013

Indígenas retomam área na fronteira com o Paraguai e são ameaçados por pistoleiros

Cerca de 130 indígenas Guarani Kaiowá retomaram área invadida por fazenda no tekoha - aldeia - Kurusu Ambá, na noite de quinta-feira, 7, no município de Coronel Sapucaia (MS), fronteira com o Paraguai, onde estão armando acampamento. Na manhã de hoje, um grupo de homens armados em duas caminhonetes - identificadas pelos indígenas como de propriedade da fazenda retomada - se aproximou da área, ameaçando a comunidade.


Confira no sítio do CIMI.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Pistoleiros rondam e atacam comunidades Guarani e Kaiowá


Duas comunidades Guarani e Kaiowá do Mato Grosso do Sul foram atacadas durante o carnaval. Dia 7, pistoleiros contratados por fazendeiros atacaram dois adolescentes do tekoha – “o lugar onde todos somos”, a aldeia – Sombrerito, no município de Sete Quedas, fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai. Um indígena ficou ferido. Dia 10, uma caminhonete com quatro homens armados invadiu o acampamento de Pyelito Kue/Mbarakay, em Iguatemi, também na fronteira com o Paraguai, apontando armas de fogo contra a comunidade.
As denúncias foram realizadas pelos indígenas através do Conselho do Aty Guasu, a grande assembleia Guarani e Kaiowá do Mato Grosso do Sul, e somam-se a outros três ataques realizados contra os indígenas no mês de janeiro.

Confira no Campanha Guarani.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Terras nas mãos de poucos

Quase um terço das áreas da Terra Indígena Marãiwatsédé (localizada em Alto Boa Vista, 1.065 quilômetros de Cuiabá) está nas mãos de 22 grandes posseiros. 

Entre eles estão prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, empresários e um desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Ao todo, o grupo reúne mais de 32 fazendas que somam 44,6 mil hectares. 

A informação consta de um levantamento produzido pelo Ministério Público Federal a partir de dados do Incra, Ibama e Funai, ao qual o DIÁRIO teve acesso. 

Na lista de grandes posseiros constam os nomes do desembargador Manoel Ornellas, do atual prefeito de São Félix do Araguaia, Filemon Limoeiro, e do empresário Mohamad Zaher, vereador em Rondonópolis. 



Confira a notícia no Diário de Cuiabá, via blog do Luís Nassif

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Madeireiros queimam criança indígena no Maranhão, mas imprensa silencia

Uma criança de oito anos da etnia Awá-Gwajá foi queimada viva por madeireiros no município de Arame, a 476 km de São Luís (MA). Ela faleceu no local. A informação, inicialmente divulgada pelo jornal "Vias de Fato", foi confirmada pelo representante do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) no estado, Gilderlan Rodrigues da Silva.
Mídia muda
De acordo Gilderlan, a Fundação Nacional do Índio (Funai) foi alertada pelos Awá-Gwajá várias vezes a respeito da proximidade dos madeireiros da região no território indígena, mas não se mobilizou. "Qualquer questão de abuso contra os indígenas daqui pouco sai na mídia. Os madeireiros são muito blindados pela imprensa para não sujar a imagem das invasões das terras indígenas", disse o representante do CIMI, ao Informe JB. Jornalistas do "Vias de Fato" disseram que a influência do senador José Sarney (PMDB-AP) nos jornais locais é muito forte para que os problemas da questão indígena sejam divulgados.  

Vejam mais no JORNAL DO BRASIL

sábado, 11 de agosto de 2012

Pistoleiros atacam acampamento Guarani Kaiowá e indígena está desaparecido


Pistoleiros atacaram no fim da manhã desta sexta-feira, 10, acampamento erguido por cerca de 400 Guarani Kaiowá em terra indígena retomada durante a madrugada no município de Paranhos, Mato Grosso do Sul. Segundo informações prestadas por um indígena que estava durante o ataque, que terá o nome preservado por motivos de segurança, o Guarani Kaiowá Eduardo Pires não conseguiu fugir e está desaparecido.   

O tekoha (território sagrado) Arroio Koral foi homologado pelo governo federal, mas ainda estava ocupado por fazendeiros. “Está comprovado que a terra é nossa, não pode ser assim de continuar matando os Guarani, mas se é para morrer por nosso tekoha, vamos morrer tudo agora", disse o indígena que quando falou com a equipe de jornalismo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) estava “escondido no meio do mato”.


População indígena no País cresce 205% em duas décadas

Os índios no Brasil somam 896,9 mil pessoas, de 305 etnias, que falam 274 línguas indígenas, segundo dados do Censo 2010 divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a primeira vez que o órgão coleta informações sobre a etnia dos povos. O levantamento marca também a retomada da investigação sobre as línguas indígenas, parada por 60 anos.


Confira no IG

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Paraíba:Atentado matou cacique Potiguara

 
Questões fundiárias e um quadro de violência na região permeiam a lista de lideranças Potiguara marcadas para morrer. Geusivan foi baleado com dois tiros na cabeça enquanto jogava dominó numa praça da aldeia Brejinho, município de Marcação, litoral norte paraibano.
 
O cacique Potiguara Geusivan Silva de Lima, 30 anos, morreu no início da noite desse domingo (5), depois de permanecer seis dias internado em estado grave no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, na Paraíba. 

Vejam mais em KAOSENLARED

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Índios recuam e dizem que não acharam corpos de professores no MS

A organização católica Cimi (Conselho Indigenista Missionário) se retificou nesta quinta-feira e negou que uma comunidade de índios tenha achado mortos os dois professores guaranis desaparecidos desde a sexta-feira passada no Mato Grosso do Sul.

Mais na Folha Online.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Os "ianomâmis" e os "misquitos"

Tomás Borge, moreno, baixo, forte, atarracado, que conheci na Nicarágua, em julho de 79, como ministro do Interior, logo depois que os sandinistas puseram o ditador Somoza para correr, era o mais velho dos líderes da guerrilha e, na hora da vitória, o único sobrevivente dos 10 que fundaram a Frente Sandinista e subiram as montanhas em 1961.

- Olha, vocês no Brasil tomem cuidado. Na Nicarágua, na luta contra Somoza, os índios "misquitos", que viviam numa das nossas fronteiras, creio que com Honduras, não apoiaram os sandinistas. Nós decidimos não hostilizá-los e até, no poder, pensamos em nos aproximarmos deles.
- E como é que as coisas se desenrolaram?
- Logo começaram a aparecer, na mídia hostil à Nicarágua sandinista, "informações" sobre o "genocídio dos misquitos" pelo novo governo ou com a nossa cumplicidade.

"Informações", é claro, acompanhadas de apelos em favor da criação e reconhecimento de uma nação independente dos "misquitos", destacada do território da Nicarágua e de território correspondente do outro lado da fronteira.
Leia o artigo de Sebastião Nery na TRIBUNA DA IMPRENSA.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Morales recebeu cachimbo da paz

No Diário Digital: "O Presidente da Bolívia, Evo Morales, recebeu na segunda-feira um «cachimbo da paz» e um machado tradicional de uma delegação de índios dos EUA e da Nova Zelândia que o visitaram no palácio presidencial de La Paz. Os índios americanos ofereceram o «cachimbo da paz» e a pena do poder, enquanto os maoris neozelandeses entregaram um machado tradicional, informou a Agência Boliviana de Informação (ABI).
Tupiniquim - Blog sobre Povos Indígenas

Blogged with Flock