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domingo, 2 de agosto de 2015

Bebê palestino morre queimado em ataque de colonos israelenses



Um bebê palestino morreu queimado e seus pais ficaram feridos em estado grave em um ataque cometido nesta sexta-feira por colonos israelenses que atearam fogo a sua casa na Cisjordânia ocupada, um ato classificado de terrorista por Israel. Esta classificação bastante incomum nestes casos e as condenações unânimes dos líderes israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, não convenceram os palestinos. Estes últimos consideram o governo totalmente responsável pela morte do bebê, por ser a "consequência direta de décadas de impunidade, ante o terrorismo dos colonos".


Confira no Correio do Povo

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Alta comissária da ONU critica EUA por armar Israel

A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, denunciou nesta quinta-feira (31) os Estados Unidos por proporcionar armamento ao Exército israelense e não fazer o suficiente para deter a ofensiva contra a faixa de Gaza.


Confira a notícia da EFE no UOL

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Crianças foram mortas enquanto dormiam, diz ONU sobre ataque a escola em Gaza

O chefe da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNWRA) classificou de "vergonha universal" o ataque israelense nesta quarta-feira (30) contra uma escola mantida pelo organismo no campo de refugiados Jabaliya, na faixa de Gaza, onde centenas de palestinos haviam se refugiado. Ao menos 19 morreram e 90 ficaram feridos no ataque. 
"Ontem à noite, crianças foram mortas enquanto dormiam ao lado de seus pais no chão de uma sala de aula em um abrigo da ONU em Gaza. Crianças mortas enquanto dormiam; isso é uma afronta para todos nós, uma fonte de vergonha. Hoje o mundo está em desgraça", afirmou em nota Pierre Krähenbühl, comissário-geral da UNRWA.

Confira no UOL Notícias.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Animação resume conflito entre a Palestina e Israel em três minutos; assista

Está circulando pelas redes uma animação cujo título é “This land is Mine”, em livre tradução, “A ilha é minha”. Produzido por Nina Paley, o vídeo, que tem três minutos de duração, faz um resumo da história do conflito entre a Palestina e Israel.
Em seu blog, Nina Paley explica a canção que dá título ao vídeo. Segundo Paley, “This land is mine é uma paródia da ‘Canção êxodo’”, que era “uma trilha sonora do sionismo americano na década de 1960 e 70, que visava expressar o direito judaico por Israel”. A autora do vídeo explica que ao “colocar a música na boca de todos os partidos em guerra” está “criticando” a canção original.

Confira na Revista Forum

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Israel mata palestino na Faixa de Gaza e rompe cessar-fogo com Hamas

A Força Aérea de Israel efetuou um "ataque seletivo" na Faixa de Gaza, matando um palestino. Um porta-voz militar israelita disse nesta terça-feira (30/04) que o ataque ocorreu há dez dias e o alvo estava sob acusação de ser "terrorista de alto nível".

Com os disparos, Israel rompeu o acordo de cessar-fogo assinado com o Hamas em novembro do ano passado. Na ocasião, as duas partes se comprometeram a não realizar mais atentados seletivos após oito dias de ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza.

Segundo informações da agência AFP, o homem morto, um salafita, foi o coordenador de um ataque em Eilat, o centro turístico de Israel no Mar Morto, no dia 17 de Abril.



Leia mais no Opera Mundi.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A última escaramuça palestiniana: um novo jogo?


O mundo inteiro observou o último e violento conflito entre Israel e os palestinianos. Toda a gente reteve a respiração quando o presidente Morsi do Egito mediou uma trégua, que, até o momento, está a durar. E todos, exceto os israelitas, aplaudiram Morsi por ter conseguido chegar à trégua, o que parecia difícil.
Mas qual o seu significado? Para responder, temos de nos perguntar o que cada um dos quatro principais intervenientes desejava ganhar. Os quatro eram o primeiro-ministro Bibi Netanyahu de Israel, o presidente Obama, o presidente Morsi, e a liderança do Hamas. Cada um deles queria coisas diferentes.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Forças de Defesa de Israel invadem ONGs palestinas na Cisjordânia

Soldados israelenses invadiram nesta terça-feira (11/12) os escritórios de três organizações civis que defendem os direitos humanos do povo palestino, localizados no centro de Ramallah, a capital oficial da Cisjordânia, em plena área A (sob total controle da administração palestina, segundo os Acordos de Oslo). Antes mesmo do amanhecer, os oficiais arrombaram as portas da União dos Comitês das Mulheres Palestinas, da Rede de ONGs Palestinas e da Addameer e confiscaram diversos itens.


Confira no Opera Mundi. 

sábado, 24 de novembro de 2012

Israel detém na Cisjordânia 2 parlamentares do Hamas

Forças do Exército israelense detiveram nesta sexta-feira (23) na Cisjordânia 28 palestinos, entre eles dois parlamentares do Hamas, informou o movimento islamita na Faixa de Gaza.

A batida aconteceu em Ramala, capital administrativa da Cisjordânia e sede do Governo da Autoridade Nacional Palestina (ANP), presidida por Mahmoud Abbas, assim como em Qalkilia e Hebron.

Entre os detidos há pelo menos dois parlamentares islamitas do Conselho Legislativo da ANP e outros altos dirigentes do Hamas na Cisjordânia, indica um comunicado.


Notícia da EFE, vista no UOL

domingo, 16 de outubro de 2011

Acordo Israel-Hamas ofusca Abbas, mas resgata esperança nas negociações, diz especialista


O Oriente Médio foi pego de surpresa na última terça-feira (14/10) com o anúncio de que o governo de Israel e o movimento islâmico Hamas chegaram a um acordo para libertar o soldado israelense Gilad Shalit em troca da soltura de 1.027 prisioneiros políticos palestinos. O acordo, obtido após cinco anos de duras negociações, ocorreu três semanas depois de o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina) e líder do moderado Fatah, Mahmoud Abbas, ter submetido às Nações Unidas o pedido de filiação do Estado palestino— à revelia de Israel e dos Estados Unidos.


Para o escritor e analista político Youssef Munayyer, diretor do Palestine Center, em Washington, o “timing” não foi mera coincidência. “Certamente não seria a primeira vez que Israel aprova a libertação de presos para criar atrito entre os grupos palestinos”, disse Munayyer em entrevista concedida aoOpera Mundi por email. “O acordo é resultado de um alinhamento de interesses entre o Hamas e o governo de Benjamin Netanyahu. Ambos se beneficiam com esse revés para Abbas”.


Leia mais no Opera Mundi

sábado, 17 de setembro de 2011

Só um lado da história não vale

É verdade que ultrapassamos o profético 1984 de George Orwell sem ver uma bomba atômica explodir na cidade inglesa de Colchester ou mesmo a totalidade da população ser doutrinada e controlada 24 horas por dia pelas intrometidas “teletelas” – inevitável dizer que surgem algumas dúvidas sobre a segunda afirmação. Mas o vídeo divulgado pelo Ministério dos Assuntos Exteriores de Israel recentemente, que percorre de forma didática o conflito entre palestinos e judeus, provoca, no mínimo, algumas comparações com o mundo imaginado pelo escritor inglês há mais de 60 anos. O filme, com cerca de cinco minutos, é uma resposta à campanha palestina ao redor do mundo pelo reconhecimento pleno do estado árabe na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (Onu), que se reúne em 22 de setembro. A Autoridade Palestina, reconciliada com o grupo em poder da Faixa de Gaza, o Hamas, insiste na manobra para isolar Israel e os Estados Unidos diante da comunidade internacional. É certo que qualquer avanço será vetado pelos Estados Unidos. Mas também não há dúvidas de que se os palestinos conseguirem cooptar alguns pesos-pesados europeus e um número expressivo de votos, o governo israelense ficará num cenário constrangedor.




Leia o texto completo, e aproveite para assistir os vídeos, que estão encaixados na matéria, na CartaCapital

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Palestinos lançam campanha oficial para obter reconhecimento na ONU


A ANP (Autoridade Nacional Palestina) iniciou oficialmente nesta quinta-feira (08/09) sua campanha para obter reconhecimento na ONU como Estado membro de pleno direito, pedido que apresentará na Assembleia Geral da organização no final de setembro.
Em carta entregue no escritório do secretário-geral da ONU em Ramala, a ANP anunciou o início da campanha e conclamou os líderes da comunidade internacional a fazerem esforços "para que o povo palestino alcance suas justas reivindicações".
A carta menciona que, entre as medidas previstas com o fim de obter o respaldo internacional, estão uma série de atos pacíficos marcados para antes de 21 de setembro, quando será inaugurado o período de sessões da Assembleia Geral da ONU em Nova York. 


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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Estado palestino: muitas fronteiras a serem estabelecidas


Na prática, é possível que a declaração da ONU não leve a grandes mudanças e, pior, que Israel a utilize para recuperar o status quo [Ler: Os planos da direita israelense para "restaurar o status quo"]. Assim, o país seguirá utilizando o expediente retórico e político de se dizer sem interlocutor, seguirá desrespeitando as decisões e recomendações da comunidade internacional e perseverará na construção de assentamentos, preferencialmente para comunidades ultra ortodoxas, em territórios palestinos, estabelecendo como que um cinturão de fanáticos religiosos e de elementos de uma direita bélica e paranoide, cercando a Israel legal, em nome de um delírio expansionista, eventualmente com um temerário e assombroso fundamento religioso [Ler:Novos assentamentos: Israel não precisa de um "lebensraum"]. 

As vozes críticas, isto é, que estabelecem as conexões e não lidam com os fatos a despeito de sua história são poucas e de certa idade. Talvez esse seja um dos elementos mais melancólicos para quem é de esquerda e sabe o que Israel significou para gerações de militantes antirracistas, antimilitaristas, socialistas e humanistas liberais, no pós Segunda Guerra. Há também ex-diplomatas israelenses nos EUA que defendem a viabilidade do retorno à Linha Verde, além da pequena esquerda israelense. 





Confira a reflexão sobre a possível declaração de reconhecimento do Estado Palestino pela ONU em setembro na Agência Carta Maior

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Honduras declara apoio à criação do Estado palestino

O presidente de Honduras, Porfirio Lobo, declarou nesta quinta-feira (18/08) o apoio do pais centro-americano à criação de um Estado palestino em 20 de setembro, durante a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).  As informações são da agência de notícias Associated Press.

"Cada povo tem o direito de existir, de ter seu próprio território. E se alguns estão insatisfeitos comigo, minha resposta é a seguinte: o povo palestino existe e tem o direito de ter seu território", declarou o líder hondurenho na abertura da 1ª Cúpula Mundial de Afrodescendentes, em La Ceiba, no litoral norte de Honduras.


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terça-feira, 19 de julho de 2011

ONG denuncia condenação de menores palestinos que atacam israelenses

Só um menor palestino, dos 853 processados por lançar pedras contra israelenses, foi absolvido no período 2005-2010, denunciou a ONG B'Tselem, uma organização israelense que vela pelos direitos humanos dos palestinos nos territórios ocupados.

Segundo um relatório publicado nesta segunda-feira (18/07) pela organização, os outros 852 foram declarados culpados em um acordo fora dos tribunais.

O motivo desse alto número se deve à pressão à qual se vêem submetidos os menores e suas famílias e ao fato de que, se não se declaram culpados e o processo judicial tem continuidade, as condenações se tornam piores.

Dos 853 menores, 34 tinham entre 12 e 13 anos; 255 entre 14 e 15; e os outros entre 16 e 17. 





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domingo, 3 de julho de 2011

Hamas acusa Grécia de colaborar com bloqueio israelense à Gaza

O movimento islâmico Hamas acusou neste sábado (02/07) a Grécia de colaborar com Israel no bloqueio à Faixa de Gaza, após impedir que a flotilha partisse de seus portos e também por ter abordado um dos navios em alto-mar.

"Impedir a flotilha de chegar à costa de Gaza não só é desumano, como também significa que colabora com Israel na imposição do bloqueio", disse Ismail Radwan, um dos dirigentes do movimento islamita em Gaza. 



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segunda-feira, 6 de junho de 2011

E onde está a OTAN? Soldados israelenses assassinam 23 palestinos em Golan e ferem outros 350

O exército israelense disparou contra manifestantes sirios e palestinos que entraram nos Altos do Golan, território ocupado por Israel, matando 23 pessoas e ferindo outras 350, segundo a Síria.

Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Em discurso, Obama reitera apoio à criação de Estado Palestino com fronteiras baseadas em 1967

O discurso do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, realizado nesta quinta-feira (19/05) que anuncia os rumos da política externa norte-americana sobre os países árabes, deixou clara a posição a favor de um Estado palestino com fronteiras permanentes e baseadas em 1967, antes da Guerra dos Seis Dias.

“Apoiamos um Estado palestino viável e um Estado de Israel seguro. Dois Estados com fronteiras permanentes, baseadas em 1967, que devem ser seguras para os dois Estados. O povo palestino tem o direito de se auto-libertar”.


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Leia também: Premiê de Israel rebate Obama e diz que fronteiras de 67 são "indefensáveis"

sexta-feira, 22 de abril de 2011

INTELECTUAIS ISRAELENSES VÃO ÀS RUAS EM DEFESA DE UM ESTADO PALESTINO

Hanna Maron, atriz israelense de 87 anos, que perdeu uma perna num ataque palestino, leu nesta 5º feira uma declaração assinada por intelectuais israelenses que apoiam a criação de um Estado palestino. A manifestação ocorreu diante do Hall da Independência em Tel Aviv, onde foi proclamada a independência de Israel, em 1948. Subscrito por dezenas de intelectuais, acadêmicos e personalidades israelenses, o documento defende a criação de um Estado palestino com base nas fronteiras de 1967. A Faixa de Gaza está incluída. Entre os signatários estão 20 ganhadores do Prêmio Israel, a mais importante honraria do país.


(Carta Maior; 6º feira, 22/04/2011)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

7.000 palestinianos fizeram no domingo greve da fome

13 de Abril de 2011

De acordo com o ministro palestiniano para os assuntos dos presos, Issa Qaraqi, mais de 7000 palestinianos presos nas cadeias de Israel fizeram um dia de greve da fome, no domingo passado, dia 10, em protesto contra as condições em que são tratados. Há neste momento cerca de 8000 palestinianos presos, entre os quais várias centenas de crianças. (Uruknet)


Vejam TRIBUNALIRAQUE-Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque

terça-feira, 22 de março de 2011

Pelo menos quatro palestinos morreram após um ataque da artilharia israelense

Gaza, 22 de marzo, RIA Novosti.

Pelo menos quatro palestinos, dos quais três meninos, morreram e outros foram feridos após um disparo da artilharia israelense contra um campo de futebol na Faixa de Gaza, informou a RIA Novosti um porta-voz dos centros médicos do enclave.

“Um projétil atingiu os meninos que estavam jogando futebol", disse.

Segundo o interlocutor da agência, foram lançados pelo menos quatro projéteis contra esse campo de futebol localizado no leste da cidade de Gaza.

Vejam mais detalhes em RIA NOVOSTI