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quarta-feira, 2 de março de 2011

Ministra da Cultura faz as vontades da corte analógica

A chapa esquenta na questão dos direitos autorais.
No centro do debate, estão as ações e opiniões da ministra da Cultura, Ana de Hollanda. Ela tem dado marcha a ré em relação a várias iniciativas modernizantes da gestão anterior.
Nesta segunda (28), a ministra mandou embora Marcos Souza, que encabeçava a Diretoria de Direitos Intelectuais. No lugar dele, entra a advogada Marcia Regina Barbosa, que teria sido indicada por Hildebrando Pontes Neto, um advogado que tem o ECAD entre seus principais clientes.
A nomeação foi tão polêmica que 16 funcionários ameaçaram demissão coletiva nesta terça (1).
A ministra e irmã de Chico Buarque parece teleguiada pelas forças da antiguidade analógica. Responde aos anseios de uma velha corte institucional, de decrépitos senhores que agitam suas bengalas contra os “blogs e redes sociais”.

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terça-feira, 7 de abril de 2009

Juca e os fora-da-lei (Rouanet), por Maurício Thuswohl

(...)
Um dos pontos positivos mais marcantes do atual governo é o trabalho desenvolvido no Ministério da Cultura para dar maiores oportunidades de expressão artística e cultural a regiões e populações culturalmente “ilhadas” ou marginalizadas de norte a sul do Brasil. Neste sentido atuou desde o primeiro momento o ex-ministro Gilberto Gil, que soube enfrentar com coragem e serenidade a onda de protestos e resistência surgida no seu próprio meio, a elite cultural brasileira. Nesse embate, Gil perdeu umas e ganhou outras, mas jamais recuou da intenção de realizar o “Do-in cultural” que prometera ao país assim que assumiu o ministério.



Vejam o texto completo no Portal da Fund. Perseu Abramo

terça-feira, 17 de março de 2009

Clima quente no Ministério da Rouanet. Juca Ferreira que se prepare

[...] Para 2009, a previsão é de que de renúncia fiscal esse ministério informal arrecade R$ 1,37 bilhão. O orçamento previsto para o MinC é R$ 1,35 bilhão.

[...]Atualmente quem manda nele são os diretores de marketing das grandes empresas, que operam a verba com liberdade total. Mas o dinheiro é da sociedade, já que se trata, vou repetir, de renúncia fiscal.

[...]Este blogue, por exemplo, foi informado que o Instituto Cultural Itaú está, junto com um escritório de advocacia para lobby da lei Rouanet em São Paulo, contratando uma das maiores assessorias de imprensa do Brasil para plantar notas contra a reforma. Ela é uma uma companhia que trabalha apenas com notícias. Daqui a pouco os leitores vão ver muitos coleguinhas colunistas dando pau no ministro Juca Ferreira.

N.E. - Importantíssima informação do blog do Rovai = Revista Forum. A Rouanet virou um jeitinho muito frouxo de as grandes empresas usarem parte do que deveriam pagar de impostos para promover ações de marquetim e não de cultura. Leia mais que vale o clique.

sábado, 1 de novembro de 2008

Ministro da Cultura anuncia Mamberti como novo presidente da Funarte

Brasília - Se o Brasil quiser ser uma nação bem sucedida neste século vai ter que incluir a área de cultura na construção das políticas públicas, desafia ministro da Cultura, Juca Ferreira.

Durante cerimônia realizada hoje (31) para anunciar o ator Sérgio Mamberti como novo presidente da Fundação Nacional da Artes (Funarte), Ferreira falou sobre o desafio de revigorar e revitalizar a instituição. “Vamos apresentar ao governo uma proposta de reformatação da Funarte para que ela seja uma instituição de fato nacional. Esse projeto começa a ser posto em prática tão logo o novo presidente assuma”.


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