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quarta-feira, 8 de julho de 2009

G-8: pressão do Brasil influi na pauta

RIO - A maior aproximação entre Brasil, França e Estados Unidos – após a eleição de Obama – rendeu frutos para o encontro do G-8 (grupo dos países mais ricos do mundo mais a Rússia), que começa quarta-feira em Áquila, na Itália. Especialistas afirmam que a pressão brasileira contra medidas protecionistas, a ajuda aos países mais pobres e a adoção global de uma moeda alternativa ao dólar – assunto discutido constantemente pelos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) – definiram a agenda do encontro do grupo. Além disso, os resultados das medidas adotadas pelo governo brasileiro para combater a tormenta econômica chamaram a atenção dos países do G-8.

A especialista em Comércio Exterior da Fundação Getulio Vargas (FGV) Lia Valls diz que a prova da maior voz do Brasil sobre o G-8 são as consultas feitas pelos líderes do grupo ao presidente Lula antes dos encontros.


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sexta-feira, 12 de junho de 2009

'O G8 morreu', afirma Celso Amorim em Paris

Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta sexta-feira que o G8, o grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo e mais a Rússia, "morreu".

"O G8 morreu. Não representa mais nada", disse Amorim, após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris. "Eu não sei como vai ser o enterro, às vezes o enterro ocorre lentamente."

sexta-feira, 8 de maio de 2009

No Dia do Diplomata, Lula festeja G20 e derrota da Alca

''Sem nenhuma arrogância'', Lula narrou sob o seu ponto de vista o nascimento do G20:


''Eu fui a Berlim no ano retrasado. Quando nós tivemos uma reunião do G5 (China, Índia, Brasil, [México] e África do Sul) nós aprovamos um documento. Chegamos em Berlim, nós fomos para a mesa e eu fui o orador do G5. Entreguei o documento para a Angela Merkel e ela concordou com o meu documento: 'Não, o G8 aceita o seu documento'. Eu disse: 'Minha querida, o teu documento é antagônico ao meu, como é que você aceita o meu assim? Vocês estão dizendo uma coisa e nós estamos dizendo outra.


Aí eu comuniquei que eu não iria mais ao G8. É um cafezinho muito caro. Pegar um avião daqui para Berlim para fazer aquela reunião que a gente fazia... Sempre é importante, porque você sempre conversa com alguém. Mas o dado importante é que eu disse que não ia mais, comuniquei ao Celso que não ia mais, que não dava para fazer umauma viagem de 12 horas para chegar lá, ficar 10 minutos em uma reunião em que eles já tinham decidido tudo, já tinham elaborado tudo. Eles podem continuar fazendo a reunião deles, mas eu não sou obrigado a ir.

(...)"


Veja o texto completo no Vermelho.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Dezenas de ativistas continuam com protestos contra G8 no Japão

Toyako (Japão), 7 jul (EFE).- Cerca de 150 pessoas protestaram hoje, em Date (Hokkaido, Japão) contra o Grupo dos Oito (G8, sete países mais ricos do mundo e a Rússia), em uma zona montada para o acampamento dos ativistas reunidos por ocasião da cúpula da organização, segundo disse à agência Efe uma testemunha da manifestação.


Os manifestantes protestaram de maneira pacífica em um dos acampamentos habilitados pelas autoridades japonesas, próximo de Toyako, e segundo a testemunha, não se registrou nenhum tipo de enfrentamento violento.


Os manifestantes protestaram contra o G8, as grandes desigualdades econômicas no mundo e o desenvolvimento da energia nuclear.


Mais no G1.