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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

CEOs, advogados e jornalistas lideram lista de profissões com mais psicopatas

Para novo livro de psicólogo britânico, psicopatia é mais comum em profissões menos humanas e mais objetivas 

Circula pelos Estados Unidos um novo livro que lista as profissões que apresentam maior incidência desse distúrbio de personalidade para elucidar o comportamento de indivíduos psicopatas em ambientes de trabalho.
Segundo o psicólogo Kevin Dutton, autor de “A sabedoria dos psicopatas: o que santos, espiões e serial killers tem a ensinar sobre sucesso”, a carreira mais psicopata é a de CEO, seguida pela advocacia e pela comunicação social (apresentadores de rádio e TV). Cirurgiões aparecem em quinto lugar, logo à frente de jornalistas e agentes policiais.

 A profissões com maior incidência de psicopatas:

    CEO
    Advogado
    Comunicação Social (profissionais de Rádio e TV)
    Comerciante
    Cirurgião
    Jornalista
    Policial
    Sacerdote religioso
    Chef de Cozinha
    Burocratas

Vejam mais em OPERA MUNDI

quarta-feira, 28 de março de 2012

Um em cada dez empregados de Wall Street é um psicopata

Alexander Eichler 


Talvez Patrick Bateman não tenha sido um caso atípico. 
Um em cada dez empregados em Wall Street é provavelmente um psicopata clínico, escreve Sherree DeCovny num trabalho que acabou aparecendo na publicação comercial CFA Magazine.  No conjunto da população, a proporção está próxima a um por cento. "Um psicopata financeiro pode apresentar um perfil perfeitamente equilibrado para o posto de trabalho de diretor executivo, diretor, companheiro de trabalho e membro da equipe porque suas características destrutivas são praticamente invisíveis", escreve DeCovny, que reúne a investigação de vários psicólogos para seu trabalho, o qual sugere de forma otimista que as empresas financeiras não contratam psicopatas extremos.  
 

Vejam o texto original em SINPERMISO ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

domingo, 25 de julho de 2010

A mídia brasileira é um cardume de serrasalminae?

O prezado leitor Gaio Grimald encaminha uma questão difícil:

Gostaria de propor algo que até agora é misterioso para mim:
– Levando em consideração que a mídia de massa tradicional brasileira age como Bando, reagindo à excitação instintivamente e agindo em ataque e defesa coordenadamente, comparáveis a um cardume de serrasalminae;
Analise por favor, como um grupo antes tão diversificado, fomentador de mentes criativas e humanas, regrediu a ordem natural darwiniana para estes cabeças-de-peixe atuais em vias de extinção.
Outro grupo que aparenta alguns parcos indícios do mesmo mal é o de Exmos do STJ brasileiro..

Segue minha resposta:

Creio que esse processo seja melhor explicado pela psicologia social ou pela sociologia. A análise psicanalítica apenas apresentaria explicações pontuais e limitadas a alguns indivíduos. Assim, prefiro não me arriscar nesses dois campos nos quais não sou especialista.

Mas não posso deixar de comentar sua menção à “regressão darwiniana” mencionada pelo estimado leitor. A palavra regressão é perigosa, porque o senso comum a associa à um retrocesso, à volta a uma situação inferior. A teoria da evolução não comporta essa idéia de inferioridade entre os seres. Ela baseia-se na capacidade de adaptação ao ambiente como atributo fundamental para a sobrevivência. Assim, talvez se possa utilizar a idéia de adaptação e sobrevivência para explicar o comportamento dos jornalistas. Um pequeno exemplo pode nos ajudar:


Vejam o texto completo no blog DR.JULIUS SODENBERG

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Você matou meu personagem no Counter-Strike, prepare-se para morrer



Depois que o seu personagem no Counter-Strike morreu em uma brica de facas, Julien Barreaux, de 20 anos, passou seis meses localizando o seu matador virtual. Aí ele pegou uma faca de verdade e foi visitar o cara.

A história continua no Gizmodo Brasil.

domingo, 28 de junho de 2009

Crisis económica, crisis moral

En psicología sabemos que cuando, en cualquier esfera del comportamiento, el sujeto no tiene o pierde la noción de lo que es justo, adecuado, aparecen lo que suele considerarse como conductas patológicas. Cuando damos por bueno que el marido insulte o menosprecie a la mujer, acabamos considerando la violencia de género como normal y la conducta patológica tiende a instalarse. Cuando dejamos que el adolescente grite a su madre, no estudie ni trabaje, consiga dinero para salir toda la noche, vuelva bebido, etc., estamos favoreciendo la aparición de comportamientos psicopáticos.

Creo que es lo que ha sucedido con la actual crisis económica. En esta nuestra sociedad global y globalizada, llevamos muchos años dando por buenas situaciones totalmente inmorales, ilógicas e intolerables desde cualquier pensamiento normal. Y ahora nos sorprende el estallido de la crisis. Durante demasiado tiempo hemos asistido pasivamente, con sólo las reacciones de pequeñas minorías, a un sin fin de despropósitos, totalmente inviables, que se han normalizado y nos han conducido, a lo que podríamos llamar “la patología de la Economía”

Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET