quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Mensalão: prisão imediata sem justificação concreta é nazismo jurídico
(jurista e professor, é fundador da Rede de Ensino LFG e diretor-presidente do Instituto Avante Brasil.)
Nos delicados momentos de alto risco para o Estado de Direito e suas garantias todos nós, por mais que nosso espírito esteja carregado de emoção e de ódio contra os fraudadores do dinheiro público e do poder, de sectarismos partidários ou de preconceitos ideológicos, temos que contar até 10, dar espaço para a razão e raciocinar como juristas e cidadãos preocupados com o futuro da nação, não com imediatismos populistas irracionais, típicos da era nazista de Hitler.
Há um livro que todos os acadêmicos e juristas jamais poderiam deixar de ler: Los juristas del horror (de Ingo Müller). Quem lê este livro tem a nítida sensação de que a prisão imediata de qualquer réu no país, antes do trânsito em julgado, como mera antecipação da pena, tal como pediu o procurador-geral, sem a presença dos requisitos da prisão preventiva, pouco importando se o réu é rico ou pobre, petista ou peessedebista, preto ou branco, tem todo sabor de exceção, colocando esse ato do procurador-geral, com todo colorido populista, ao lado dos atos idênticos dos juristas nazistas como Goering, Goebbels, Rosenberg, Himmler, Dahn, Schaffstein, Schmitt, tidos como juristas monstros, guiados pelo fanatismo, demagogia e populismo.
Vejam o texto completo no JORNAL DO BRASIL
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Os ministros de STF e as suas sentenças; simples e ridículo assim
Parece haver um certo consenso de que o STF extrapolou, às raias de um golpe, no julgamento da ação 470. A data em que foi marcado o início e o fim do debate da ação, de modo a coincidir com o começo do primeiro e do segundo turno das eleições municipais, convenhamos, por si só, já configuraria uma aberração. Estranha-se que os advogados dos réus não tivessem insistido em adiá-lo. Para uma instituição, que se diz neutra, e que, pela Constituição, deveria sê-lo, o comprometimento político, a partir daí, deixou de ser uma hipótese. A condenação quase unânime dos réus não deveria, sob este aspecto, espantar ninguém. Já estava inscrito na escolha da data do julgamento. Os ministros brasileiros dali em diante inscreveriam seu juízo na máxima de Voltaire, eles "só se serviram do pensamento para autorizar as suas injustiças e só empregaram as palavras, para disfarçar seu pensamento".
Houve coisa igual em qualquer época democrática do Brasil?
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
STF extingue ação penal contra Maluf
O ministro Joaquim Barbosa reconheceu a extinção da punibilidade de Maluf, acusado dos crimes de falsidade ideológica e de responsabilidade por fatos ocorridos em 1996, quando era prefeito de São Paulo.
Veja o texto completo no blog do Fred.
sábado, 12 de junho de 2010
Para jurista, Judiciário do Brasil é avesso à democracia
Jorge Normando Rodrigues afirma que expansão do Direito sobre as questões sociais é fruto de encolhimento da política e representa risco à democracia
Publicado em 10/06/2010, 16:20
São Paulo - “O Poder Judiciário do brasil é avesso à democracia. Existe para impedir a universalização dos direitos”. A enfática afirmação é do jurista Jorge Normando Rodrigues, colaborador de sindicatos ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Ele entende que é verdadeira a afirmação de que o Direito está se imiscuindo nas questões sociais, promovendo a chamada “judicialização” de tais questões. Rodrigues aponta que isso não é fruto da expansão do Judiciário, mas do enfraquecimento da luta política. A retração das lutas de massas no pós-muro de Berlim fez com que, na década seguinte, os juízes passassem a decidir sobre questões que antes diziam respeito ao debate político. “Seja pela disputa política pelo programa de televisão, seja pela atividade parlamentar, seja pelos movimentos sociais”, pondera o jurista, que participou nesta quinta-feira (10) do 2º Seminário Democracia e Anistia, realizado no Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Vejam mais em BRASIL ATUAL
sexta-feira, 23 de abril de 2010
A Idade Mendes
domingo, 21 de março de 2010
Os Maluf na página da Interpol
Vejam s quem a Interpol colocou na sua pgina na Net como procurados pela justia dos USA com foto e tudo:
Legal Status
Present family name: MALUF
Forename: PAULO
Sex: MALE
Date of birth: 3 September 1931 (78 years old)
Place of birth: Brazil
Language spoken: Portuguese
Nationality: Brazil
Offences
Categories of Offences: FRAUD CONSPIRACY, THEFTS
Arrest Warrant Issued by: NEW YORK / United States
IF YOU HAVE ANY INFORMATION CONTACT YOUR NATIONAL OR LOCAL POLICE
Veja mais no blog do Luís Nassif.
Aqui a página de Paulo Maluf.
Aqui a página de seu filho Flávio Maluf.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Links para 11 textos fundamentais sobre o Caso Battisti
De todos os lados nos chegam artigos denunciando a teia de falsidades que foi tecida para justificar a extradição de Cesare Battisti.
Então, vale a pena apresentar alguns deles, pedindo aos cidadãos com espírito de justiça e amor pela liberdade que os divulguem por todos os meios, numa corrente solidária para inviabilizarmos uma aberração jurídica de consequências imprevisíveis, já que atingiria em cheio a separação de Poderes no Brasil e a própria soberania nacional.
Caso Battisti: a falácia do “ergástolo virtual”, do renomado jornalista italiano Tito Papo, mostra as artimanhas com que as autoridades italianas tentam iludir o Judiciário brasileiro, inclusive fazendo crer que a prisão perpétua seria automaticamente atenuada na Itália, embora não haja garantia nenhuma de que isto ocorrerá. Eis um trecho emblemático, em que fica totalmente evidenciada a farsa que nos está sendo impingida:Vejam mais em CONSCIÊNCIA.NET
