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quarta-feira, 24 de abril de 2013

A "armadilha" Boston-Tchetchenia do FBI

 
  A imprensa independente não se intimidou. Encontram-se fotos, em Natural News, um achado, um perfeito tesouro de fotos e mais fotos que mostram empregados da Craft no local da Maratona, em uniforme completo de combate, mochilas pretas, equipamento tático, portando até detector de radiação.


Por Pepe Escobar, da Asia Times Online


As fotos, portanto, existem. E como reagiu o FBI? Impôs total blecaute. Censura total de imagens, coisa do tipo “nenhuma outra imagem será confirmada” – só imagens que mostrem os irmãos Tsarnaev. A empresa Craft é intocável.

As bombas em Boston foram tiro pela culatra. Disso já não há qualquer dúvida. O que ainda não se sabe é que nível de tiro saiu-lhes pela culatra. 



Vejam mais no PORTAL VERMELHO

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Jornalista brasileiro condenado a pagar indenização em caso de difamação


Nova York, 31 de janeiro de 2013 - A decisão que obriga o jornalista Lúcio Flávio Pinto a pagar mais de US$ 200.000 em indenização relacionada a um processo por difamação deve ser revertida por um tribunal de recursos brasileiro, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas. O repórter, que inicialmente foi considerado responsável no final de 2012, perdeu na apelação em uma decisão divulgada em 23 de janeiro.
No recurso, um juiz no estado do Pará determinou que Pinto, editor do jornal quinzenal Jornal Pessoal, deveria pagar ao empresário paraense Romulo Maiorana Júnior e a sua empresa, Delta Publicidade, a quantia de R$ 410.000 (US$ 205.000), segundo as informações da imprensa. As acusações sugiram a partir de artigo publicado no Jornal Pessoal em 2005 no qual Pinto alega que o grupo de mídia de Maiorana, Organizações Romulo Maiorana, usou sua influência para obter publicidade junto a empresas e políticos, segundo as informações da imprensa.


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mídia internacional destaca amplamente a censura de CUBADEBATE no Youtube

A censura ao canal Cubadebate no site Youtube, integrante do consórcio Google, denunciada por esta página na manhã desta quinta-feira tem repercutido na mídia de todo o mundo.

A resenha aparece, entre outras, no El Clarín, de Buenos Aires, La República e El Comercio, de Lima, El Comercio, de Quito, El Correo del Orinoco e Noticias 365, de Caracas, El Universal e Milenio, do México, ABC da España, BBC da Gran Bretaña, e muitos mais que reproduzem cables das agencias de noticias AP, EFE, Prensa Latina, Notimex, Ansa, France Press, DPA e Europa Press, nas quais é citada amplamente a nota com que Cubadebate fez a imputação, incluindo a coincidência desta medida com o processo migratório contra o terrorista Luis Posada Carriles em El Paso, Texas.


Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

domingo, 22 de março de 2009

Gilmar Mendes, o ministro faz censura qdo nao gosta do que é publicado

Carta Aberta aos Jornalistas do Brasil, postada esta noite no site da CartaCapital pelo repórter Leandro Fortes, sobre entrevista que deu à TV Câmara no dia 11 - "Durante a gravaçao, discutimos questoes relativas à Satiagraha, à CPI, às açoes contra Protógenes e, é claro, ao grampo de áudio nunca revelado envolvendo Gilmar Mendes. Citei o fato de estar sendo processado por Mendes por ter denunciado os negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público, farto de contratos sem licitaçao firmados com órgzos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil... Qual foi minha surpresa ao ser informado por colegas, na 4a, dia 18, que o link para o programa havia sido retirado. Apurar o evento nao foi difícil - irritado com o teor, Mendes telefonou ao presidente da Câmara, Michel Temer, e pediu a retirada e a suspensao da veiculaçao na TV Câmara. O pedido foi prontamente atendido... Na semana passada, diante de um questionamento sobre a posiçao contrária ao MST, Mendes voltou-se furioso para o repórter e disparou - 'Tome cuidado ao fazer esse tipo de pergunta'. Como assim? Que perguntas podem ser feitas ao ministro Gilmar Mendes? Até onde nós, jornalistas, vamos deixar essa situaçao chegar sem nos pronunciarmos, em termos coletivos, sobre esse crescente cerco às liberdades individuais e de imprensa patrocinados pelo chefe do Judiciário?". Via Toda Midia. 20/03 Blue Bus

quinta-feira, 20 de março de 2008

Os motivos do rompimento

Não, desta vez não foi pressão de José Serra (PSDB). É raro, mas no caso da "demissão" de Paulo Henrique Amorim do iG, Serra está inocente. Ao que este blog conseguiu apurar - e não foi muita coisa ainda - a motivação do rompimento do contrato foi a postura firme de Paulo Henrique contra a fusão da Brasil Telecom com a Oi (a tal "Broi" de que ele tanto fala). Como a Brasil Telecom é controladora do iG, a versão faz sentido. E, a ser verdadeira esta versão, a recisão é, do ponto de vista do iG, compreensível. O que não cola é a desculpa dada pelo provedor de que o site não tinha audiência e não atraia anunciantes. Amanhã, no novo site do jornalista, será possível saber com detalhes o que ocorreu. De qualquer maneira, de positivo resta o fato de que a internet continua sendo o mais democrático dos meios de comunicação: a temporada fora de Paulo Henrique Amorim fora do ar será curta, para a decepção dos blogs direitosos, em festa hoje com a decisão do iG.

Texto do Blog Entrelinhas.

terça-feira, 18 de março de 2008

“Série de Nassif é campanha criminosa”, diz defesa de jornalistas da Veja

“Série de Nassif é campanha criminosa”, diz defesa de jornalistas da Veja

Carla Soares Martin

Pela primeira vez desde que o jornalista Luis Nassif começou, em janeiro deste ano, a publicar a série O Caso Veja, com o objetivo de apontar supostos deslizes no jornalismo da revista com maior circulação do Brasil, pôde-se ouvir o outro lado: o Comunique-se teve acesso às ações do diretor de redação da Veja, Eurípedes Alcântara, do redator-chefe, Mario Sabino, e do colunista do Radar, Lauro Jardim, contra Luis Nassif, movidas no Fórum João Mendes, em São Paulo. O jornalista é autor de uma “campanha criminosa”, alega a defesa dos profissionais da Veja.

“O jornalista, no seu sacerdócio, deve ser sereno como um juiz, honesto como um confessor, verdadeiro como um justo.” Com uma citação do advogado formado em Letras e Filosofia, Darcy Arruda Miranda Júnior, iniciam-se os processos movidos em varas diferentes no Fórum Central de São Paulo.

Na seqüência, os advogados Lourival José dos Santos e Alexandre Fidalgo apresentam o currículo dos jornalistas da Veja e um breve comentário sobre Nassif e o portal iG.

A defesa de Alcântara, Sabino e Jardim acusam Nassif de exercer “abuso no exercício da liberdade de informar.” Dizem ainda que todas as denúncias feitas pelo jornalista são falsas. Afirmam que não procedem, contudo, sem demonstrar provas do contrário.

Este texto continua no Comunique-se. Hilário este papo de "abuso no exercício da liberdade de informar".


quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Requião: "Sou um governador amordaçado"

A TV Educativa do Paraná interrompeu sua programação normal nesta terça-feira, dia 22, e transmitiu apenas uma nota da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), a cada 15 minutos, conforme determinação da Justiça, um depoimento do presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) e uma resposta do Governo do Estado. Em vez da programação normal, a TV Educativa deixou no ar o Hino do Paraná e o Hino Nacional.

Requião disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 23, que é um "governador sem voz" e que se sente amordaçado (clique aqui para ouvir o áudio).

"Eu me sinto impotente aqui. Censurado e impotente... amordaçado, sou um governador sem voz", disse Requião.

Roberto Requião disse também a Paulo Henrique Amorim que o problema é a Globo, que faz uma campanha contra o Governo dele. "O negócio é a Globo mesmo. Porque todas as vezes que eles publicaram uma mentira, eu botei a mentira deles e desmenti com uma reportagem, filmes e fatos. E foi ao ar na Educativa. Eles estão furiosos", disse Requião.

Requião disse que não pode criticar a Globo no seu programa na TV Educativa. "Eu não posso criticar a Globo, fui expressamente proibido de criticar a imprensa e a imprensa que eu critico aqui é a Globo, por causa da desinformação, não posso criticar o Judiciário, não posso falar das instituições. Ou seja, é tão maluca a coisa que como o Governo do Estado, o Executivo é uma instituição, eu não posso criticar nem o meu Governo. Não é uma instituição da República?", disse Requião.

Requião disse que está decepcionado com o silêncio da sociedade civil e da OAB. Ele disse que vai recorrer a organismos internacionais.


O texto completo, com entrevista do governador do Paraná, no Conversa Afiada.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Meu herói

Requião faz cena em TV para criticar Justiça .

Governador corta sua própria voz em programa de canal estatal em protesto à decisão judicial que o proíbe de fazer promoção pessoal. Juiz federal diz que só tenta vetar mau uso da emissora e que não se trata de censura; telespectador era conduzido a canal de secretário do PR.

Para protestar contra o juiz federal que o proibiu de atacar adversários pela TV Educativa do Paraná, o governador Roberto Requião (PMDB) cortou sua própria voz no programa "Escola de Governo", uma reunião semanal transmitida pela emissora para anúncio de obras e projetos das secretarias estaduais. Quando Requião se manifestava, o som era cortado e uma tarja com a palavra "censurado" era colocada na tela.Foi a primeira exibição do programa desde que o juiz Edgard Lippmann Júnior, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, atendeu na semana passada parte de um recurso da Procuradoria em Curitiba, que acusa Requião de usar a TV estatal para promoção pessoal e ataques a adversários, mídia, juízes e Ministério Público. O juiz proibiu as críticas, mas não suspendeu o programa, como pedia a Procuradoria.Na exibição, além da tarja, uma mensagem associava o silêncio de Requião à decisão do juiz e avisava que o pronunciamento poderia ser acompanhado sem cortes de áudio na emissora Canal 21, do empresário Luiz Mussi, secretário especial do governo. Procurado pela Folha, Mussi não ligou de volta.O programa começou ontem com depoimentos gravados em solidariedade ao governador e de repúdio à ordem judicial.Entre os que criticaram a decisão, estavam o senador Pedro Simon (PMDB-RS); o líder do MST João Pedro Stédile; o ex-assessor do presidente Lula Frei Betto; e os presidentes da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), Sergio Murillo de Andrade, e da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Maurício Azêdo."A censura é uma prática abominável que tivemos nos 21 anos de ditadura militar", afirmou Frei Betto.Ao final das declarações, Requião foi anunciado para falar. Enquanto as câmeras o mostravam conversando com a platéia, o som era cortado e aparecia a mensagem de censura. O áudio voltava quando os secretários iam a um púlpito falar sobre suas pastas. Quando Requião conversava com eles, o som era interrompido de novo.Em entrevista, o governador criticou o Judiciário. "Querem me transformar num divulgador de receitas de bolo, como aconteceu na ditadura", disse, numa referência à publicação de receitas pelo jornal "O Estado de S. Paulo" em protesto pelas notícias retiradas pelos censores do regime.Outro ladoO juiz Edgard Lippmann Júnior disse à rádio CBN que sua decisão não impede Requião de falar. "O que fizemos no processo foi vedar o mau uso da TV Educativa. Nunca impedi o governador de falar." Procurado pela Folha, ele afirmou que não daria mais entrevistas.O juiz disse que vai aguardar manifestação do Ministério Público para analisar se o teor do programa de ontem extrapolou a determinação judicial. "Se ficar caracterizado que isso se constitui numa afronta, vai ser analisado por mim, porque já existe uma multa prevista [de R$ 50 mil por cada agressão]", disse Lippmann Júnior.O juiz disse lamentar críticas de Requião sobre a decisão. Ele afirmou que recusa o convite feito pelo governador do Paraná para debater a decisão no programa.
Deu na FSP

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

O caso do livro no índex

A guerra ideológica continua produzindo uma vítima recorrente: a notícia. Digo isso a propósito do artigo de Ali Kamel em “O Globo”, reproduzido no “Estadão”, desancando o livro “Nova História Crítica, 8ª série” – acusado por ele de doutrinação comunista - , e denunciando o MEC (Ministério da Educação) de distribuí-lo gratuitamente.
A denúncia repercutiu na imprensa mundial, de “El Pais”, na Espanha, ao “Miami Herald”, nos Estados Unidos.
Na verdade o livro foi adotado pelo MEC em 2002, gestão Fernando Henrique Cardoso, e deixou de ser adotado em abril deste ano, gestão Luiz Ignácio Lula da Silva. E Kamel sabia disso. Para ler a íntegra do artigo de Luis Nassif clique aqui.

Nota do Editor: Luis Nassif desmonta as calúnias de Ali Kamel, o todo poderoso diretor de jornalismo da Rede Globo, agora investido também no cargo de Censor Geral do Brasil. Vale a pena ler.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

...e o governo censura

Expressões como ''Mao Tse-tung foi um grande estadista que amou inúmeras mulheres e foi correspondido''; ''A Revolução Cultural chinesa foi uma época em que se lutou contra velhos hábitos, velha cultura, velhas idéias, velhos costumes''; e ''a derrocada da União Soviética, reflexo do desejo por carros importados, bons restaurantes, aparelhos eletrônicos, roupas de marcas famosas e jóias'' levaram a Rede Globo de Televisão a fazer uma ampla campanha contra o livro didático Nova História Crítica (ed. Nova Geração), de Mario Schmidt, que é distribuído a alunos de 8ª série de escolas públicas desde 2002 -de 2005 a 2007. Cedendo a pressões, o Ministério da Educação decidiu retirar o livro das escolas à partir de 2008. Aqui, no Vermelho.