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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Jornalismo da Record "amarela" para a Globo e perde audiência

O telejornalismo da TV Record cresce quando se diferencia da TV Globo.

Nas eleições 2010, cresceu. Mostrou o que a Globo escondia.

Em 2011, a audiência do noticiário da Record perdeu cerca de 20% de seu público.

Há uma enorme janela de oportunidade para a Record crescer. Jornalismo depende de credibilidade, e o jornalismo da Globo está muito ruim e se expondo demais. Não apenas manipula, mas também está errando muito, e deixando transparecer seu partidarismo demo-tucano com matérias confusas, elitistas, lobistas,  com seletivismo nas denúncias, forçando destaque para assuntos irrelevantes, e está chato igual àqueles pessimistas azedos que as pessoas gostam de evitar. Até telespectador conservador esclarecido não gosta de ser manipulado. 

Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mídia rica, democracia pobre

Amy Goodman

Com o término das eleições de metade de mandato nos Estados Unidos, o maior vencedor ainda não foi declarado, porque a vitória foi dos grandes meios de comunicação.

O maior perdedor, por enquanto, tem sido a democracia. Estas eleições legislativas de metade de mandato foram as mais caras na história dos Estados Unidos: custaram quase USd 4 bilhões de dólares, dos quais USd 3 bilhões foram gastos em publicidade. Pergunto o que aconteceria se o tempo publicitário para as campanhas fosse gratuito. Não se ouvem debates a este respeito, e não se ouvem porque as corporações (conglomerados empresariais, em geral, transnacionais) que manejam (e manipulam e controlam) os meios de comunicação de massa obtêm imensos ganhos com os anúncios publicitários das campanhas políticas. No entanto, as ondas hertzianas (que trafegam pelo espectro radioelétrico) utilizadas pelas empresas de mídia para emitir seus sinais são públicas.

Vejam o texto completo em DIÁRIO LIBERDADE

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Onda crescente de censura na Internet

Os êxitos recentes nos combates contra o controle da Internet serão suficientes para impedir a tirania?

O foco das atenções voltou-se para a censura da Internet esta semana, quando artigos foram publicados simultaneamente no Time Magazine e no The New York Times, defendendo a obrigatoriedade de licença para operar sítios na Internet. Esses artigos foram devidamente criticados por Paul Joseph Watson como uma tentativa coxa de apoiar o monopólio da mídia hoje em desintegração em face de uma blogosfera que está rapidamente a substituí-lo.

Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Editorial da CARTA MAIOR

1] Por que a exemplo do que fez tantas vezes com o PT, a mídia não parte do fato policial para resgatar o passado e o presente das relações políticas do demo José Roberto Arruda? 2] Por que esquece --ou esconde?-- entre outras coisas, que Arruda foi nada menos que líder de FHC na Câmara Federal? 3] Por que a mesma amnésia subtrai ao leitor que Arruda era a grande --e única-- 'revelação administrativa' dos demos [sobretudo depois do fiasco Kassab], e nome natural' para ocupar a vice-presidência na coalizão demotucana liderada por Serra?


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

sábado, 5 de dezembro de 2009

Folha e UOL querem reprimir cancelamento de assinaturas

O movimento de internautas para de cancelamento de assinaturas da Folha e do UOL começa a incomodar o Grupo Folha.



Só isso explica acionar o departamento jurídico notificar o blog arlesophia de Antonio Arles, conforme ele relata:

Acabo de ser notificado extrajudicialmente por escritório de advocacia representando a Folha de São Paulo para que retirasse os selos da campanha #CancelandoFOLHA #CancelandoUOL, sob pena de processo por suposto uso indevido das marcas. Sendo assim, retirei imediatamente os referidos selos.

Vejam mais no blog Os Amigos do Presidente Lula

domingo, 29 de novembro de 2009

Diplomático estadounidense comete el sacrilegio de criticar a la prensa de su país

Dmitri Kosirev, RIA Novosti

A juzgar por los estereotipos establecidos en la sociedad de Estados Unidos, el embajador estadounidense en Pekín se ha comportado de manera muy extraña. Vale la pena destacar que últimamente con los funcionarios de la administración de Barack Obama han sucedido muchos incidentes poco comunes en Washington.

(...)

Se puede criticar una religión o una de las tantas sectas que abundan en EEUU, se puede reñir a los s compañeros de oficio como demuestran los debates públicos sobre Afganistán, pero sin embargo, nadie tiene derecho de arremeter contra los medios de prensa, porque semejante ataque es comparable a un suicidio.

Huntsman no armó un escándalo. Solamente declaró que los medios de información estadounidense "no prestaron la debida atención" al hecho de que las relaciones chino-americanas lograron un avance notable.


Vejam o texto completo em RIA NOVOSTI

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Por uma CPI do latifúndio midiático

Rosane Bertotti

Em seu "O Livro dos Abraços", Eduardo Galeano nos conta de uma tribo indígena que decepava a cabeça de seus adversários e as deixava minguar até caber na palma da mão. Para impedir qualquer surpresa desagradável, ainda costuravam sua boca.

Guardadas as proporções de sentido, é exatamente esta a direção do empenho dos barões da mídia quando inundam a programação das "suas" emissoras de rádio e televisão com desinformação e alienação. Entre outros lixos tóxicos, despejam cotidianamente em milhões de lares doses de apatia e criminalização dos movimentos sociais, a quem tentam macular com os antivalores do oportunismo, da covardia e da violência. Com a surrada fórmula da repetição, já que instrumentalizam os meios de comunicação para contaminar e degradar o ambiente das relações pessoais, buscam apequenar cérebros, silenciar falas, deturpar conceitos...

Felizmente, há lições que ficaram, aprendidas pelos anos de engano e manipulação, de edição de debates televisivos, de programas editorializados que interpretavam a realidade ao bel prazer do anunciante. Bem menos dócil e muito menos conformada, a população vem fazendo a sua própria leitura, ampliando a independência, cortando os fios que a buscavam conduzir mais para ser menos.


Vejam o texto completo em OBSERVATÓRIO DO DIREITO À COMUNICAÇÃO

sábado, 31 de outubro de 2009

A direita e o ódio mórbido ao sindicalismo

O ódio mortal da VEJA ao sindicalismo

A revista Veja desta semana voltou à carga contra o sindicalismo brasileiro. Depois de atacar a UNE, rotulando seus dirigentes de “juventude hitlerista”, e de satanizar os “bandidos” do MST, ela destila ódio contra as centrais sindicais. Em cinco páginas, ela desqualifica o sindicalismo e o governo Lula, relembrando o bordão fascista da “república sindical”, que ajudou a criar o clima para o golpe militar de 1964. A “reporcagem” evidencia que já passou da hora do sindicalismo deflagrar uma massiva campanha nacional de boicote às assinaturas desta publicação repugnante.

O texto é só adjetivação. A partir de alguns casos isolados, ela generaliza a crítica aos sindicatos, negando a necessidade da ação coletiva dos trabalhadores. Já na abertura, ele acusa: “De olho no dinheiro do imposto sindical, as centrais de trabalhadores contratam capangas armados a R$ 180 por cabeça para invadir territórios rivais e roubar filiados umas das outras. Poucos negócios no Brasil são tão lucrativos quanto montar um sindicato. Na república sindical instalada no país pelo governo petista, conseguir representar uma categoria de trabalhadores virou excelente negócio”.


A luta pelo horário sindical gratuito


Na pauta unitária definida pelas seis centrais sindicais legalizadas do país (CUT, FS, CTB, UGT, NCST e CGTB), que será apresentada na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), uma novidade começa a incomodar os barões da mídia: a do horário sindical gratuito. A coluna Painel da Folha já registrou esta demanda, que se soma a outras nove reivindicações – veja artigo abaixo. O jornal da famíglia Frias, que faz um silêncio sepulcral sobre a intensa preparação da Confecom, mas que já publicou um editorial contra esta iniciativa democrática do governo Lula, parece que não gostou muito desta justa proposta do sindicalismo brasileiro.

Apesar do inevitável terrorismo da ditadura midiática, as centrais estão dispostas a peitar a briga pelo horário sindical gratuito. A idéia foi aprovada por consenso na reunião da semana passada e, inclusive, já começa a ganhar corpo. O deputado federal Vicente de Paula, ex-presidente da CUT, já apresentou projeto de lei com este nobre objetivo. Na sua justificativa, ele alega que “a liberdade de expressão só é plena se houver garantia de acesso igualitário aos meios de comunicação”. Por isso, ele defende o chamado direito de antena. “Trata-se de assegurar espaço na mídia convencional, sobretudo no rádio e na TV, aos legítimos representantes dos interesses da sociedade”.



Vejam os dois textos completos no blog do ALTAMIRO BORGES

sábado, 15 de agosto de 2009

Onde é mesmo que fica o Brasil?

Para a maioria da imprensa estrangeira, se não estamos no melhor dos mundos, estamos fora do pior deles, pois o Brasil é um dos únicos países em que a pobreza está diminuindo, apesar das fragilidades e distâncias sociais continuarem de monta. Por outro lado, na imprensa brasileira, o presidente Lula ora aparece como um parvo, ora como um monstro, ora como apequenado. O caso Sarney – agora em vias de ser remetido a um sussurro obsequioso por ter se enredado no caso Arthur Virgílio – começa a ceder passo ao caso da ex-secretária da Receita Federal versus a ministra chefe da Casa Civil. O artigo é de Flávio Aguiar.
Depois que os portugueses chegaram ao futuro Brasil, formaram-se duas visões complementares sobre a nova terra. Algumas descrições cobriam a “nova” terra com sinais paradisíacos, a partir mesmo da própria carta redigida por Pero Vaz de Caminha ao rei D. Manuel. O clima ameno, as populações nativas num estado semelhante ao que Adão e Eva deveriam estar ao sair do Éden bíblico, as frutas suculentas e estranhas para os europeus, entre muita outra coisa, por exemplo. Tudo isso foi estudado no notável “Visão paraíso. Os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil”, de Sérgio Buarque de Hollanda.


Vejam mais em Carta Maior

domingo, 30 de novembro de 2008

ENCHENTES EM SANTA CATARINA


A imagem de Ana Maria Braga vestindo um uniforme camuflado ao apresentar, na sexta-feira (28/11), seu programa desde Blumenau, não foi apenas um escorregão de mau gosto dos produtores do Mais Você. No meio de toda esta tragédia, ficou claro mais uma vez, que a mídia convencional não consegue livrar-se da obsessão pelo espetáculo.

Preocupação similar mostrou o repórter José Luiz Datena, da Rede Bandeirantes, que estava mais preocupado em destacar a ação dos helicópteros da FAB na ajuda aos desabrigados do que com as histórias dos desabrigados. Datena chegou ao absurdo de classificar como "linda" a cena de uma mulher grávida sendo carregada para um helicóptero militar.

Vejam o texto completo no Observatório da Imprensa