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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Cultura: Portinari-Homem perigoso! (+Vídeo)

“Se o Senhor declarar que não é comunista eu lhe dou o visto”. Portinari recusou. O governo americano não permitiu que Candido Portinari inaugurasse “Guerra e Paz” na sede da ONU em N.Y. em 1956.

Documentário sobre Cândido Portinari apresentado por seu filho João Cândido.
Cândido Portinari foi um artista plástico com uma história pessoal extraordinária.Com o seu trabalho disperso pelo mundo, ainda é pouco conhecido dos brasileiros. Graças ao trabalho do Projeto Portinari , esse acervo foi catalogado e a história do pintor está sendo resgatada.


Vejam mais em KAOSENLARED

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ariano Suassuna palestra sobre cultura brasileira, com Lula na platéia

Na quarta-feira (15/06), a cidade de São Bernardo do Campo recebeu a visita do autor do Auto da Compadecida, Ariano Suassuna, na abertura do projeto Balaio Popular, da prefeitura.

Na plateia, ninguém menos que o presidente Lula e D. Marisa Letícia, ao lado do prefeito Luiz Marinho (PT/SP) e do vice-prefeito Frank Aguiar (PTB/SP).

Suassuna apresentou uma aula-espetáculo, analisando a cultura no Brasil, a partir da experiência na Secretaria de Cultura de Pernambuco. Tudo através de um bate-papo descontraído e bem-humorado, rico em "causos" e pensamento instigante, como se a palestra tivesse saltado das páginas de um seus livros para a vida real.

O romancista arrancou risos com tiradas, como a divisão da humanidade em duas partes: "uma que gosta de mim e a outra é equivocada... ", continuou arrancando risos ao falar de seu ativismo cultural aos 85 anos: "Tenho uma teoria: a gente só morre quando concorda. Eu não estou de acordo".

Vejam mais do Suassuna no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

domingo, 17 de outubro de 2010

Em 2010 como em 2002, artistas e intelectuais repudiam o 'preparado' José Serra

Em 1 de setembro de 2002, 300 artistas e intelectuais reuniam-se no Rio de Janeiro para manifestar seu apoio ao então candidato à Presidência da República pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva. Naquele momento,o candidato metalúrgico era alvo de uma desesperada ofensiva de calúnias e boatos que visavam desqualificá-lo como alternativa política ao colapso final do governo dirigido pelo tucano Fernando Henrique Cardoso, entrevado num cipoal de crise cambial, apagão e desemprego.

Ontem, como hoje, mídia e candidato tucano operavam na cadência de um jogral reacionário. Se o petista vencesse as eleições –como de fato venceu e gerou 14 milhões de empregos até agora– o Brasil, de acordo com a pregação do medo, seria palco de uma inevitável tragédia econômico financeira, associada a devastadora desestabilização política. Lula na presidência cindiria o Brasil, traria o chavismo populista para dentro da sociedade brasileira, a exemplo do que já ocorria na Venezuela.


Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

No Carnaval de 1969, um hino à liberdade ecoou na avenida...

Há quarenta anos, no carnaval de 1969 (dois meses após a decretação do tristemente célebre AI-5), o Império Serrano entrava na avenida com o enredo “Heróis da Liberdade”, embalado pelo belíssimo samba de Silas de Oliveira, Mano Décio e Manuel Ferreira. Em uma letra que exaltava as lutas pela liberdade ao longo da História brasileira - Inconfidência Mineira, Independência, Abolição - aparecem referências explícitas às manifestações contra o regime militar ocorridas no ano anterior: (Leia mais e ouça o samba no blog Abobrinhas psicodélicas).

domingo, 13 de julho de 2008

Os bons (e eróticos) tempos voltaram

O livro ‘Fuk fuk à brasileira’ desenterra o cinema pornô brasileiro dos anos 80 e seus personagens

Ricardo Schott

O engenheiro químico Fábio Veloso e o cineasta Daniel Camargo confessam já terem tido problemas com namoradas por causa de seu material de pesquisa – composto por antigas fitas VHS e cópias em DVD-R de filmes brasileiros pornôs dos anos 80. Debruçados sobre os vídeos, além do punhado de revistas pornográficas antigas, os dois finalizam o livro Fuk fuk à brasileira (Matrix), nome tirado de um dos mais cultuados longas da época, de Jean Garret (1986), sobre a produção do gênero no Brasil da década de 80.


Este interessante texto, com algumas recordações engraçadas, pode ser lido integralmente no JB Online.

domingo, 18 de maio de 2008

SOB A HEGEMONIA CULTURAL ESTRANGEIRA

A maior parte dos produtos de consumo, tais como geladeiras, sapatos e automóveis, tem efeito político e social diminuto sobre o consumidor e seu valor social corresponde ao de seu suporte físico, que resulta do seu processo produtivo, que empregou fatores de produção e gerou renda. O suporte físico do produto cultural, ao contrário, tem um valor infinitamente inferior ao seu valor cultural e a seu valor econômico. Basta comparar o valor do papel em que está impressa uma obra literária, o valor da película onde está registrado um filme ou o valor do mármore de uma escultura para se constatar esta divergência.

O valor social do produto cultural não se esgota com o seu consumo individual, mas se reproduz no tempo, enquanto o valor social de um produto comum se esgota com o seu consumo.
Leia o artigo de Samuel Pinheiro Guimarães, publicado no Vi o mundo.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

31 de Outubro: DIA DO SACI

Hoje, 31 de outubro, é o Dia do Saci.

Artistas, educadores, políticos e uma boa parcela da sociedade se mobiliza pela comemoração do dia do Saci em 31 de outubro há alguns anos. A idéia é de se homenagear o personagem do folclore nacional mais conhecido e descrito na literatura no mesmo dia em que, nos Estados Unidos, se comemora o Dia das Bruxas, ou o Raloin, na grafia dos saciólogos. Algumas cidades brasileiras, como São Paulo, já aprovaram leis que institui a data como dia do Saci e pela preservação da cultura nacional, mas o projeto que institui a data em âmbito nacional, ainda aguarda aprovação no Congresso Nacional.
Em entrevista à revista Fórum, Mouzar Benedito, membro da Sociedade dos Observadores do Saci (Sosaci), entidade fundada em 2003, e colunista da Fórum, comenta sobre a lei que institui o dia 31 como dia do Saci e sua importância para a valorização da cultura brasileira. Mouzar também é autor do Anuário do Saci, uma agenda que vale por três anos e trás o “lado B da” história do Brasil, além das ilustrações de Ohí.
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Visite também: http://www.sosaci.org/