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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Israel reconhece que assassinou cientista nuclear iraniano na semana passada

O serviço secreto israelense, o Mossad, reconheceu que assassinou na semana passada a Majid Shahriari e que feriu outro físico no Irã, segundo fontes do próprio Mossad em uma operação realizada em Teerã.

“É a última operação do chefe do Mosad“, afirmaram satisfeitos os responsáveis pelos serviços secretos israelenses reunidos em sua sede de Gelilot, ao norte de Tel Aviv. Referiam-se ao assassinato do destacado cientista nuclear iranianoMajid Shahriari na semana passada, cometido, ao que parece, por agentes secretos israelenses. Outro destacado físico atômico iraniano, Fridon Abasi, acabou gravemente ferido em uma operação similar e simultânea.


Vejam mais detalhes em CUBADEBATE

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Estadão e Folha tentam usar Dilma para apedrejar Lula

Em entrevista ao jornal Washington Post, a presidente eleita Dilma Rousseff foi perguntada sobre a política brasileira em relação ao Irã, e malandramente o jornal introduziu na mesma pergunta a questão "Por que o Brasil apoia um país que permite que as pessoas sejam apedrejadas...?"

Dilma não caiu na armadilha, e deixou claro que existe uma diferença. Ela apoia a política brasileira de buscar a construção da paz no Oriente Médio (ou seja, o caminho do diálogo e não da guerra), e não apoia apedrejamento.

É exatamente a mesma posição adotada pelo governo Lula e pelo Itamaraty. Tanto é que o Presidente ofereceu asilo no Brasil para Sakineh Ashtiani (mulher iraniana condenada à morte por apedrejamento).


Vejam mais detalhes no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O comércio entre Israel e o Irã

Por Alain Gresh

Para justificar o comércio, mesmo que indireto, com o Irã, Danny Catarivas, chefe da divisão de comércio internacional da Associação das Indústrias Israelenses explica que um país dependente do comércio internacional tem de separar o econômico do político e não entrar em um boicote econômico.

As declarações incendiárias do presidente Ahmadinejad contra Israel ou as proclamações dos dirigentes israelenses de que o Irã representa uma ameaça iminente e existencial poderiam nos fazer esquecer que as relações entre os dois países foram muitas vezes ambíguas, ao longo da história recente, mesmo após a revolução islâmica de 1979. Sabemos que, durante a ditadura do xá, Irã e Israel mantiveram relações estratégicas fundadas na luta contra o mundo árabe; essa aliança incluía também a Etiópia do negus e a Turquia, ou seja, os três países não-árabes da região. A revolução de 1979 conduziu à ruptura das relações diplomáticas entre os dois países, mas isso não significa que os contatos entre eles tenham desaparecido.


Vejam mais detalhes em REVISTA FORUM

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Brasil aguarda resposta do Irã sobre asilo oferecido à mulher condenada à morte

Isabela Vieira*
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O governo do Irã ainda não respondeu à oferta do Brasil de conceder asilo político à iraniana Sakineh Ashtiani, de 43 anos, condenada à morte por apedrejamento no país asiático. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, não confirmou hoje (11) que houve sinalizações por parte de autoridades iranianas de que a proposta vai ser recusada. O caso Ashtiani gerou comoção e campanhas internacionais.

Depois de dar uma palestra na Universidade do Estado do Rio (UniRio), Amorim reiterou que a oferta de asilo político, feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é um "gesto humanitário". O chanceler acrescentou ainda que "seria bom para a posição do Irã no mundo [aceitar a oferta brasileira]".

Viúva e mãe de dois filhos, Sakineh foi condenada à morte por apedrejamento sob a acusação de ter mantido relações sexuais com dois homens. Ela e a família negam as acusações. Mas a Justiça do Irã indicou que não pretende recuar. O advogado dela, Mohammad Mostafaei, recebeu asilo na Noruega. Ele tenta levar a família alegando que todos correm riscos no Irã.

Vejam o texto completo em AGÊNCIA BRASIL

quinta-feira, 11 de março de 2010

MCT manifesta-se sobre cooperação científica com Irã

Nota da Assessoria de Assuntos Internacionais garante que ministério "sequer cogitou de negociar com o Governo da República Islâmica do Irã qualquer projeto relacionado à área nuclear". SBF cria fórum de discussão sobre o tema

A manifestação do Ministério da Ciência e Tecnologia foi gerada após divulgação de nota da Sociedade Brasileira de Física (SBF).

(...)

O MCT afirmou que o "tema jamais foi tratado entre as partes" e que as "notícias veiculadas a respeito têm se configurado em meras especulações".

Leia a nota assinada pelo chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do MCT, José Monserrat Filho:


Vejam o texto completo no Jornal da Ciência-SBPC

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Irã: A Verdade e a Histeria

A Revolução Verde falhou na República Islâmica do Irão. Por uma razão muito boa: ela foi coordenada a partir do exterior, por dissidentes iranianos de famílias abastadas, e concentrada nas classes abastadas nos bairros abastados nas principais cidades. O povo está maciçamente em torno do Presidente Ahmadi-Nejad. Como , então, separar a verdade e a histeria?

Protestos no domingo. Mir Hussein Mousavi, o sobrinho. Assassinato pelas forças de segurança. Repressão. Estas são as manchetes de inúmeras fontes ocidentais da mídia depois dos protestos de domingo. As fontes? "Um proeminente defensor". "Um cineasta". "Um porta-voz da oposição (sem nome)".

Eufemismos tão profissionais...ou seja, material do e sgoto. Lixo . Tolice. Mentiras… do tipo escritos por jornalistas estagiários enviados para investigar um cano de esgoto bloqueado em um parque de estacionamento subterrâneo, e depois produzem "Alien Lixa Parque". Inglesmente falando, isso é…

No caso dos protestos de domingo em Teerão, enquanto a mídia ocidental está usando “alguém ouviu dizer que o padeiro disse” como fonte, o quê estão citando as autoridades?


Vejam mais em PRAVDA.RU

terça-feira, 4 de agosto de 2009

¿Mochileros paseando en zona de guerra? Raro, raro, raro...

Hace unos días, tres estadounidenses fueron detenidos por las fuerzas iraníes en la frontera que comparten Irán y el Kurdistán iraquí.

Fuentes kurdas dijeron que los arrestados son dos hombres y una mujer, que practicaban senderismo. Los tres, que portaban mochilas, se habían desplazado desde la ciudad de Suleimaniya hasta la estación turística de Ahmad Awa. ¿Turismo en un país en guerra? Raro, raro, raro...

(...)

¿Turistas y senderistas, viajando por una región tan "tranquila" que permite irse de excursión, pasar unas jornadas de relax en el campo y, para colmo hablan kurdo y árabe? Raro, raro, raro...

A partir de ahora, a los agentes de los servicios de información militar estadounidenses (o de la CIA), habrá que llamarlos también “mochileros”.

Vejam mais em la haine.org