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quarta-feira, 5 de junho de 2013

A MÍDIA E O SEQUESTRO EM MARCHA DE UMA NAÇÃO


O noticiário das últimas horas está salpicado de dados e fatos que
ensejam maior reflexão sobre os rumos do país. Eles não revogam os desafios que cercam a largada  para um novo ciclo de crescimento. Os impulsos nesse sentido são objetivos. Encerram escolhas estratégicas. Seu escrutínio requer o discernimento engajado da sociedade.  Mas, se não contradizem essa inflexão, os indicadores correntes exibem ao mesmo tempo uma vitalidade que desautoriza a sofreguidão do jogral conservador. Seu repertório para 2014 consiste em passar uma borracha nos avanços econômicos e democráticos dos últimos 11 anos, com um objetivo claro: revogar as balizas sociais que influenciaram a ordenação da economia na última década. Impedir que elas condicionem  a pavimentação do novo ciclo. Ou seja, desconstruir a essência do que deve ser preservado.  Trata-se de  enfraquecer ou desmoralizar o esboço de Estado Social que vem sendo erguido desde 2003.  


Vejam mais em CARTA MAIOR

segunda-feira, 27 de maio de 2013

A elegante resposta de Dilma e a verdade sobre boatos do Bolsa Família


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Elegante e firme, a resposta da presidenta Dilma Rousseff em relação aos boatos sobre o falso fim do programa Bolsa Família está à altura do cargo que ela ocupa. Nós não temos esse limite, essa injunção do cargo, e dizemos com todas letras aqui no blog o que foi aquela irresponsabilidade: sabotagem com objetivos políticos e eleitorais.

A boataria espalhada há uma semana provocou corrida bancária e tumulto em 13 Estados e levou 920 mil dos 13,5 milhões de famílias beneficiárias do programa a sacar R$ 152 milhões.  A presidenta Dilma afirmou que os boatos sobre o Bolsa levam o governo federal a aprimorar o sistema de fiscalização do benefício. "O que a gente pode tirar de bom disso? Ficar sempre mais atentos para essa possibilidade (de boatos), porque durante 10 anos nunca houve isso", afirmou a presidenta.

Vejam mais no blog do ZÉ DIRCEU

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Atuação da Globo rebaixa e desqualifica a política

O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN) é deputado há 42 anos. A TV Globo tem 47. Alves é um dos donos da TV Cabugi, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Norte. Tem também a Rádio Globo Natal, a Rádio Difusora de Mossoró e o jornal Tribuna do Norte.
A TV de Alves surgiu em 1987, período em que ACM (o avô) era Ministro das Comunicações e distribuiu canais de TV para deputados e senadores votarem com o governo da época (Sarney) e com o "centrão" na Constituinte de 1988. O "centrão" era um bloco de parlamentares conservadores e/ou fisiológicos que barraram vários tópicos progressistas do interesse dos trabalhadores.

Vejam mais em BRASIL ATUAL

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O silêncio que ofende a consciência nacional

Janio de Freitas, o decano dos comentaristas políticos do país, de quem não se pode dizer que seja simpatizante do PT, nem mesmo remotamente lulista, carrega algo indisponível nas dobradiças gelatinosas que compõem a espinha intelectual e profissional da maioria dos colunistas do dispositivo midiático conservador: ética profissional.

Sua coluna desta 3ª feira na 'Folha', 'A voz das provas', funciona como aquela sirene solitária que todavia não hesita em dar ao odor exalado das páginas ao seu redor o significado que tem na história.

A Suprema Corte do país, a quem caberia em última instância a tarefa de resguardar a Constituição e o Direito condenou lideranças políticas da esquerda brasileira com base em descarga verborrágica desprovida do fundamento basilar de um sentença em regime democrático: a prova do delito.

'A voz das provas', demonstra o artigo de Janio de Freitas, foi toscamente substituída e abafada "pelas imputações (do relator Joaquim Barbosa) compostas só de palavras".

Vejam o texto completo no Blog das Frases (CARTA MAIOR)

domingo, 23 de setembro de 2012

O 'mensalão' é a 'Miriam Cordeiro' do Serra

A história não permite incluir no âmbito da mera coincidência a decisão do relator Joaquim Barbosa de calibrar o julgamento do chamado do mensalão, de modo a levar a discussão sobre o ex-ministro José Dirceu à boca da urna, nas eleições de 7 e 28 de outubro próximo.

Ao fazê-lo, o relator abastece a cartucheira conservadora com mais uma daquelas balas de prata de que se vale frequentemente a direita brasileira quando parte para o tudo ou nada, sem deixar tempo ao adversário ou ao eleitor para reagir.

O conservadorismo sempre teve um aliado canino nesses botes. Agora pelo jeito tem dois.

O parceiro tradicional é a cobertura esperta da mídia 'isenta', que nunca sonegou a essa tocaia o amparo 'factual' que a legitima, e mais que isso, inocenta o capanga e criminaliza o alvo.

O rito sumário na boca da urna é uma das especialidades eleitorais desse jornalismo. À s vezes só há tempo para um jogo de fotos. Nisso também eles são bons .

 Quem não se lembra de um clássico do gênero, a edição da Folha de 30 de setembro de 2006, véspera do 1º turno da eleição presidencial daquele ano?

Um jato da Gol havia se chocado com outro avião no ar. Morreriam 155 pessoas. A tragédia, de longe, era o destaque do dia. Mas a Folha, a mesma que agora coloca na boca de Haddad a frase que ele nunca disse ('é degradante me associar a Dirceu..'), montou também uma 'pegadinha' nesse dia sombrio.

Virou um 'case' do jornalismo meliante.


Vejam mais em CARTA MAIOR

domingo, 29 de julho de 2012

A falácia da intervenção “humanitária” na Síria

A questão internacional central, e também o principal embate da encruzilhada síria, está na perigosa articulação do conceito de “intervenção humanitária”. O intelectual e escritor belga Jean Bricmont, em recente fala na Unesco, chama a atenção para o que rotulou de “noção falaciosa de guerra humanitária”, e denuncia um condicionamento ideológico proveniente das mídias, que segundo ele visam a tornar uma intervenção militar na Síria aceitável aos olhos da opinião pública mundial. O artigo é de Larissa Ramina.

A Síria enfrenta, há mais de um ano, uma onda de contestações em relação ao regime de Bashar Al Assad. No último mês de abril, foi decretado um cessar-fogo conforme o plano de paz elaborado pelo emissário especial da ONU e da Liga Árabe, e ex-Secretário-Geral das Nações Unidas Kofi Annan. Mais de 300 observadores da ONU foram enviados ao país, mas as hostilidades perduram. No momento, apenas a metade desse número permanece, em razão da absoluta falta de segurança.  

Vejam o texto completo em CARTA MAIOR

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Colunista do The Independent denuncia farsa da BBC em reportagens sobre Síria




Em coluna publicada pelo jornal ingles, “The Independent”, o colunista Patrick Cock-burn, declarou que a BBC e outras redes mostram fotos e videos norturnos de supostos eventos na Síria “eximindo-se da responsabilidade por sua autenticidade”.
Em seu artigo denominado “Que mãos estão por trás das dramáticas imagens no Youtube?”, publicado no dia 16, Cockburn escreve que “dá pra entender que as pessoas acreditem que se a BBC e outros canais não estivessem convencidos das imagens não as usariam como a sua principal fonte de informações sobre a Síria”.  


Vejam mais detalhes em PATRIA LATINA

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Erro da 'Folha' provoca mais tensão entre Equador e Colômbia

O jornal Folha de S.Paulo equivocou-se numa entrevista com o presidente do Equador, Rafael Correa. Ao transcrever um diálogo com o presidente, informou erroneamente que Correa dizia que a Colômbia é um “governo que não considerávamos amigos”, em resposta a uma pergunta sobre o abalo nas relações entre os dois países desde que, em março, a Colômbia entrou em território equatoriano para atacar uma base das Farc, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

Por Carla Soares Martin, no Comunique-se

Como explica uma nota na Folha desta segunda (06/10), foi colocado um “não” que não fora dito por Correa. “Na entrevista, quando questionado se considerava superada a crise com a Colômbia, após o ataque colombiano a uma base das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) no Equador, em 1º de março, Correa disse, segundo seus assessores: ‘(...) houve uma clara agressão deliberada, desleal ao território equatoriano não por parte de um país que consideramos irmão, mas de um governo que considerávamos amigo’. No texto publicado pela Folha foi incluído um ‘não’ que mudou o sentido da frase: ‘Esse caso nunca será superado porque há uma clara agressão deliberada e desleal ao território equatoriano por parte de um país que consideramos irmão, porém tem um governo que não consideramos amigo’”, disse a Folha.


Vejam o texto completo no Vermelho