Mostrando postagens com marcador finança mundial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador finança mundial. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

The Economist seca Dilma

The Economist traz uma análise do ano eleitoral brasileiro.
Diz que a popularidade de Dilma poderá derreter se acontecer alguma coisa.
Poucas vezes uma publicação internacional foi tão precisa na análise.
É preciso muito conhecimento de conjuntura e experiência política para se chegar a uma conclusão tão sofisticada e pontual.
The Economist prevê que algum estádio possa não ficar pronto para a Copa. O constrangimento daria munição aos adversários de Dilma.
As manifestações de rua poderão voltar.
Enfim, tudo poderá acontecer.


quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Brasil se diferencia na crise

"A recente turbulência no mercado financeiro internacional, motivada por problemas no setor de crédito dos Estados Unidos, mostra que, apesar dos riscos e da elevada volatilidade, a economia mundial se encontra hoje mais forte do que há dez anos, quando aconteceu a crise asiática. Uma outra novidade interessante é que, hoje, os mercados emergentes estão mais robustos e resistentes a perturbações.

(...)

Embora ainda seja muito cedo para comemoração, o Brasil se mostrou, em meio ao nervosismo, mais forte do que se esperava. Isso está se refletindo no comportamento dos papéis brasileiros. "Em um primeiro momento (da forte onda de volatilidade), houve expressivo estreitamento entre o valor de face dos papéis brasileiros e o da média dos mercados emergentes. Ou seja, diminuiu, consideravelmente, a distância entre o EMBI-Brasil e o EMBI+, que é a média dos países emergentes. Em seguida, ocorreu uma 'diferenciação por qualidade', com o aumento, a favor do Brasil, da distância entre o risco dos títulos brasileiros e a média dos títulos emergentes", diz Marcel Pereira, economista-chefe da RC Consultores."

Do Valor, via Leituras e Opiniões do Luis Favre.