O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta segunda-feira que o país pode recorrer à Organização Mundial de Comércio (OMC) contra a cláusula "Buy American" (compre produtos americanos, em tradução livre) do pacote de estímulo à economia aprovado pelo Congresso dos Estados Unidos na última sexta-feira.
"É uma análise legal complexa, mas estamos fazendo. (Ir à OMC) é uma opção real", afirmou Amorim, segundo a agência de notícias Reuters, durante uma entrevista à rede estatal TV Brasil que vai ao ar na próxima quarta-feira.
A cláusula em questão estipula que somente aço, minério de ferro e manufaturados produzidos nos Estados Unidos poderão ser utilizados em projetos contemplados pelo pacote US$ 787 bilhões.
Após protestos da União Europeia, do Canadá e do Brasil - que classificaram a legislação como "protecionista" -, no entanto, os senadores americanos votaram por amenizar a cláusula, prevendo que ela só poderá ser aplicada na medida em que não interfira nos acordos comerciais firmados pelos EUA.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
China ataca polêmico projeto "Buy American" dos Estados Unidos
PEQUIM (Reuters) - A agência oficial de notícias chinesa, a Xinhua, atacou a polêmica medida dos Estados Unidos de incentivo à compra de produtos norte-americanos --o "Buy American"--, que faz parte do pacote de estímulo econômico aprovado pelo Congresso. A agência afirmou que o protecionismo comercial é um "veneno" que prejudica os países pobres.
Os comentários foram a primeira reação em Pequim à medida norte-americana, que tem sido criticada até por grupos empresariais dos Estados Unidos, que temem que a ação possa levar outros países a deixar produtos norte-americanos de fora de seus programas de incentivo.
Os comentários foram a primeira reação em Pequim à medida norte-americana, que tem sido criticada até por grupos empresariais dos Estados Unidos, que temem que a ação possa levar outros países a deixar produtos norte-americanos de fora de seus programas de incentivo.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Lula criticó con dureza el proteccionismo de los países desarrollados
BRASILIA (dpa) - El presidente de Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva, volvió a criticar duramente hoy las medidas proteccionistas adoptadas por países industrializados para enfrentar la crisis financiera mundial.
"No puedo creer que los países ricos han pasado tres décadas diciendo que el comercio es la solución para los problemas del mundo y que sólo lo hicieron porque tenían más productos para vender e intentaban convencernos a comprarlos", expresó el presidente brasileño.
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