segunda-feira, 7 de maio de 2018
O general estadunidense aposentado Wesley Clark confirma que países amigos e aliados dos EEUU criaram o grupo terrorista Daesh
domingo, 11 de março de 2012
O grande "calote financeiro" dos EEUU para ser o dono do mundo
Todos os enredos são bons para os EEUU na hora de consolidar a governança global. A Reserva Federal (Fed) recorre a "práticas ilegais" de impressão de dinheiro e transferencias de "bônus falsificados", o que evidencia que a "máfia financeira internacional" nunca para de manipular as moedas mundiais para conseguir seus objetivos geopolíticos segundo experts e fontes próximas às agencias de inteligência citadas pelo portal russo tpp-inform.ru.
O
volume de lavagem de dinheiro alcança os 15 trilhões de dólares,
segundo revelou o empresário britânico James de Blackheath, que tornou
pública a história. Essas transações financeiras fraudulentas, afirma o
portal russo, estão dirigidas para mudar radicalmente a ordem mundial e a
preservar uma posição dominante das empresas transnacionais nas novas
condições históricas.
Vejam o texto original em RT ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A geopolítica do crepúsculo
A política externa multilateralista do governo Lula, por afirmar interesses nacionais, amplia áreas de atrito com grandes potências. Por isso mesmo é alvo da "retórica do medo", por parte dos que advogam o retorno do alinhamento incondicional com os Estados Unidos, Europa e Japão.
Gilson Caroni Filho
Fala-se que a política externa de um país é a expressão de sua política interna, da dinâmica de forças sociais que expressam um projeto de inserção no cenário mundial. Se for assim, como devem ser vistas as críticas de setores neoliberais que, em sintonia com a retórica de britânicos e estadunidenses, classificam-na como desastrosa, “sem uma avaliação adequada de nossas possibilidades e reais interesses"? A questão é importante, pois revela que, em uma eventual vitória da oposição na eleição de outubro, o Brasil sofrerá um processo de continuidade nessa área. Um lamentável retorno a teses e conceitos de uma geopolítica de vice-reinado.As declarações de ex-chanceleres do governo FHC denunciam, com toda a clareza possível, a natureza e orientação da subalternidade planejada. Seríamos reduzidos a uma máquina de segurança mercadológica dos produtos exportáveis, relegando a meras cerimônias aspectos substantivos que, nos últimos oito anos, passaram a refletir um país democrático e maduro.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Las olimpiadas y la geopolítica
Se supone que las olimpiadas modernas tienen que ver con dos cosas: promover la paz por todo el mundo mediante una competencia no violenta que esté por encima de la política, y exaltar los logros atléticos. Sin duda casi todos los atletas entran en las competencias olímpicas teniendo en mente lo segundo. Pero promover la paz parece ser casi la última cosa en la mente de los gobiernos cuyo respaldo de sus estructuras atléticas ha sido siempre crucial para el éxito de sus participantes nacionales.
(...)
Para la tercera ronda, Río de Janeiro emergió victorioso con dos tercios de los votos, lo que es un margen inusualmente amplio. No es difícil discernir por qué ocurrió así. Aunque Río es una sede atractiva en sí misma, los miembros del COI votaron menos por Río de Janeiro que por Brasil. Los tres otros candidatos fueron todos del norte –Estados Unidos, España y Japón-. Brasil representaba al sur.
El argumento público principal del presidente Lula es que Sudamérica es el único continente que nunca ha sido anfitrión de los Juegos Olímpicos de Invierno. Eso es cierto, pero pienso que Fidel Castro estaba más en lo cierto cuando de modo exultante describió la votación como un triunfo del tercer mundo
.
Y no sólo fue cualquier país del tercer mundo el que ganó la votación. Fue Brasil, uno de los gigantes del sur que se levantan. Lula mismo dijo después de la votación: Brasil pasó de ser un país de segunda a uno de primera clase, y ahora comenzamos a recibir el respeto que merecemos
.
Vejam o texto completo em REBELION
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
EUA e Polônia fecham acordo para escudo antimísseis
Os Estados Unidos e a Polônia assinaram nesta quinta-feira em Varsóvia um acordo preliminar que prevê a instalação de parte de um escudo de defesa antimísseis americano em território polonês.
O plano, que enfrenta uma forte resistência por parte da Rússia, prevê a instalação de dez mísseis interceptadores em uma antiga base militar perto da costa polonesa do Mar Báltico.
Em contrapartida, os Estados Unidos se comprometeram a ajudar a Polônia a melhorar suas forças armadas, além de remanejar para o país mísseis defensivos Patriot e militares americanos, para reforçar as defesas aéreas polonesas.
O pedido de ajuda aos Estados Unidos na área da defesa teria sido feito depois que Moscou ameaçou atacar o sistema antimíssil se ele fosse instalado na Polônia.
Notícia completa na BBC Brasil.
domingo, 9 de março de 2008
O Equador, o Brasil, e a tríplice fronteira
O Equador, o Brasil, e a tríplice fronteira
Mauro Santayana
Em política nada ocorre por acaso, embora o acaso possa ajudar nos projetos de poder. Essa constatação é mais freqüente nas relações internacionais. Constatação inquietante, no caso do incidente entre a Colômbia e o Equador é a de que a operação militar foi deflagrada no momento em que a França negociava diretamente com Reyes a libertação de Ingrid Betancourt.
Há que se presumir que as Farc, até mesmo por tática política, estavam buscando alternativa à mediação de Chávez. Os contatos com Chávez e a operação de libertação dos outros reféns haviam vulnerado, de uma e de outra forma, a segurança dos guerrilheiros. Tudo indica que eles preferissem - como alguns observadores sugeriram - negociar a libertação da senhora Betancourt e de outros reféns, mediante o Equador. Houve, em terceiros países, encontros entre representantes das Farc e emissários de Quito, o que é natural em situações semelhantes. Do ponto de vista político, logo depois de obtida, com a ajuda de Caracas, a última libertação de reféns, convinha às Farc afastarem-se, com discrição, do presidente da Venezuela. Urgia negociar com o governo francês o modo de libertar a Senadora, no momento enferma. Quando mais depressa pudesse libertá-la - desde que não lhe fora possível fazê-lo antes - melhor seria para a ação militar e política das Farc.
É nesse momento que entra em jogo outro e importantíssimo fator: o interesse direto de Washington em dificultar o envolvimento do Elisée e do Quai d'Orsay na região. Sabendo-se que as operações militares do governo de Bogotá são assessoradas, há décadas, por conselheiros norte-americanos, seria de esperar que os setores da inteligência do Pentágono e da CIA agissem rapidamente, e em conjunto, para a localização dos guerrilheiros e a operação que os matou. E é preciso suspeitar que os documentos "apreendidos" pelos colombianos com Reyes sejam tão autênticos quanto as armas de destruição em massa de Saddam Hussein. É inverossímil - e, portanto, improvável - que Reyes levasse consigo, em missão, tão delicada quanto perigosa, ao território equatoriano, supostas anotações sobre a ajuda de Chávez à guerrilha e fuzis de brinquedo para treinamento. Chega a ser estúpida a hipótese de que as Farc fossem fabricar munições radiativas em plena selva. Especialistas em fabricá-las e usá-las são os ianques, como se viu nos Bálcãs.
Os Estados Unidos continuam movidos pelo enunciado do Destino Manifesto (de 1845) e da Doutrina Monroe (1823). A Doutrina Monroe não chegou a ser aplicada, embora fosse invocada, em 1867, para pressionar a França a abandonar suas pretensões no México. Em 1898 voltou a ser reivindicada na Guerra contra a Espanha - e se perverteu de vez, em 1904 - com a mensagem de Theodore Roosevelt ao Congresso. Nesse documento, conhecido como Corolário da Doutrina Monroe, os Estados Unidos se arrogam o direito de intervir na América Latina, quando considerem que qualquer governo da região não aja "corretamente".
O discurso de Bush, ao reiterar apoio a Bogotá, e considerar legítima a violação do território equatoriano, sob o pretexto do "direito de perseguição", deve ser entendido em Paris como advertência a Sarkozy. A França tem seus interesses na área, com a velha presença na Guiana. Qualquer conflito ali a obrigará a nele envolver-se, sob o risco de perder o departamento ultramarino.
É velha a constatação de que é preciso manter, até a exaustão, as conversações em busca do entendimento. E outro velho aviso recomenda restringir-se a área do conflito, buscando a neutralidade dos vizinhos. A diplomacia brasileira está bem preparada para agir. Trata-se também de oportunidade para que os países da América Latina dispensem a tutela do big stick de Ted Roosevelt e as tentativas recolonizadoras da Europa, tão claramente expostas pelos espanhóis, sob a presunção imperial de Juan Carlos. Não entende o Bourbon que uma coisa é nascer Carlos V e legar o reino e o Império a Filipe II; outra é dever o trono ao fascista Francisco Franco.
A proposta do presidente Lula - que poderia ter sido formulada por Rio Branco - de se criar organismo regional de segurança da América do Sul, é a primeira reação, serena e firme, a fim de que o continente dispense, de vez, a tutela européia e norte-americana sobre a região. Não cremos em destinos manifestos, mesmo porque o nosso é o de conquistar o que já temos, mediante a ocupação dos grandes vazios geográficos internos. Mas, para proteger a própria soberania, devemos contribuir para que a soberania dos outros também seja preservada, no Equador, como na Tríplice Fronteira. A isso podemos chamar diplomacia responsável - e estrategicamente pragmática.
Texto do JB Online.domingo, 22 de julho de 2007
Pululu: União Africana, 5 anos depois
Mas se o início da moderna unidade africana esteve em Syrtre, a génese da unidade africana vamos encontrá-la nos movimentos pan-africanistas do início do século XX, nas ideias de George Padmore, de Marcus Garvey e, principalmente, nas de Kwane Nkrumah quando, em 1958, juntou um grupo de eminentes líderes emancipalistas e decidiram ser altura de juntar os povos africanos, que prospectivavam as independências das suas colónias, num África unida pelo federalismo político e social com o apagamento das fronteiras de régua e esquadro da Conferência de Berlim.Pululu: União Africana, 5 anos depois
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quinta-feira, 5 de julho de 2007
Austrália admite que está no Iraque pelo petróleo
«O Médio Oriente, e não apenas o Iraque, é um importante fornecedor de energia, petróleo em particular, para o resto do mundo», acrescentou o ministro, salientando que «qualquer retirada prematura do Iraque deveria ser objecto de reflexão».
sábado, 30 de junho de 2007
sexta-feira, 15 de junho de 2007
MST: reforma agrária e outras bandeiras sociais
Brasília - Criação de rádios comunitárias, educação no campo e luta contra aquecimento global. A política de integração dos governos da América Latina e a discussão de um modelo econômico que substitua o neoliberalismo. Demarcação de terras indígenas e quilombolas, além da invasão norte-americana no Iraque. A carta à sociedade brasileira divulgada hoje (14) pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) tem propostas para todos esses temas. E mostra que, no 5º Congresso Nacional em seus 23 anos de história, o MST não defende mais apenas a reforma agrária.
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Estados Unidos da África
News 24 reports, "Libyan leader Muammar Gaddafi and visiting Zimbabwean President Robert Mugabe want African leaders to agree next month to unite Africa under one government to help it solve its own problems, state media said on Thursday.
the 53-nation African Union (AU) should be turned into an embryonic federal government at an AU heads of state summit in Ghana on July 1-2
segunda-feira, 11 de junho de 2007
EUA muito na frente na corrida armamentista
A dimensão dos gastos militares norte-americanos fica mais clara quando eles são comparados com os outros países que lideram o ranking: Inglaterra, França, China e Japão, cada um com gastos militares entre 4 e 5% do total global, em 2006.