Imagem vista em REBELIÓN.ORG (de 27.04.2011)
Dilma foi um tsunami tão forte quanto Lula. E um tsunami que provocou a recuperação, parcial que seja, dos valores de uma sociedade patriarcal, misógina, homofóbica, autoritária e elitista. A parte da sociedade que assumiu esses valores de modo militante recusa conquistas já consagradas pelas sociedades democráticas avançadas. E o fez abraçando-se a religiões, pretendendo que o Estado brasileiro deixasse de ser laico, e se rendesse a princípios que contrariam os avanços da ciência e dos direitos à saúde, e atacando principalmente o direito das mulheres. O artigo é de Emiliano José.Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
As mulheres vêm travando uma longa e heróica batalha pelo reconhecimento de seus direitos sociais, econômicos e políticos no Brasil. Só poderemos afirmar que vivemos em uma sociedade moderna, avançada e justa quando, entre outras questões relevantes, estiverem derrotados todos os nossos ranços machistas e patriarcais e as mulheres desfrutarem de condição de igualdade com os homens em todos os setores.Infelizmente, na eleição presidencial brasileira, que deveria representar um momento de avanço também nesse sentido, estamos testemunhando um retrocesso na luta pela afirmação dos direitos da mulher, provocado por uma campanha moralista, conservadora, de fundo religioso, que manipula a fé das pessoas por propósitos estritamente eleitoreiros.
A questão do aborto e, consequentemente, de um direito da mulher, virou bandeira eleitoral da campanha de José Serra, que viu no tema uma oportunidade de encurralar a adversária, que, até por sua condição de gênero, é mais sensível à questão.
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No, no es un chiste. Goriletti apareció este martes sentado al lado de una eufórica presentadora de televisión. Ambos "oraron" para "reprender demonios", acabar con "las obras de las tiniebras" y "echar la brujería fuera de Honduras". ¿Así es que se gobierna?