Morreu na madrugada desta quinta, no Hospital Santa Helena, o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra. Ele foi comandante do Destacamento de Operações Internas (DOI-Codi) de São Paulo no período de 1970 a 1974, durante a ditadura militar. O coronel estava tratando contra câncer.
Ustra foi acusado pelo Ministério Público Federal por envolvimento em crimes como o assassinato do militante comunista Carlos Nicolau Danielli, sequestrado e torturado nas dependências do órgão. Em 2008, tornou-se o primeiro militar a ser reconhecido, pela Justiça, como torturador durante a ditadura.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Alguns militares ainda se orgulham da tortura, diz escritor sobre DOI-Codi
Mais de cinquenta anos depois do golpe, há militares que ainda se orgulham das torturas realizadas durante o regime, disse o escritor Marcelo Godoy, em entrevista à DW Brasil.
O jornalista acaba de lançar o livro A Casa da Vovó, fruto de mais de dez anos de pesquisa sobre o DOI-Codi em São Paulo, um dos principais centros de tortura do regime. Subordinado ao Exército, o órgão de inteligência e repressão política foi criado em 1969 – a princípio com o nome Oban (Operação Bandeirantes).
Confira na Deutsche Welle, via Diário do Centro do Mundo.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Na ditadura, Exército torturava recrutas em treinamento no Pará, diz ex-soldado
Além de perseguidos políticos, o Exército torturava seus próprios recrutas durante o período militar para "treiná-los". Durante diligência de reconhecimento da Comissão Nacional da Verdade sobre a Guerrilha do Araguaia nesta segunda-feira (15) na "Casa Azul" em Marabá (PA), o ex-soldado Manoel Messias Guido Ribeiro, o Guido, contou como foi torturado logo que foi convocado para trabalhar para os militares.
"Eles me colocaram em um tambor de metal e me trancaram ali pelado. E soltaram o tambor de um morro, machuca muito, bate em pedra e tudo o que é coisa. Eles falavam que era treinamento, mas queriam mesmo era brutalizar a gente, mas não conseguiram", conta.
Guido, 60, atuou como soldado entre 1974 e 1980 e é testemunha de violações aos direitos humanos cometidas pelo Exército para reprimir a guerrilha. Ele era um soldado conscrito, ou seja, um civil convocado pelos militares para prestar serviços às Forças Armadas por um tempo determinado. Seu depoimento ocorreu durante uma visita de pesquisa à "Casa Azul", atual sede do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que era usada pelo Exército como prisão ilegal e centro clandestino de tortura durante o regime militar.
Leia mais no UOL Notícias.
"Eles me colocaram em um tambor de metal e me trancaram ali pelado. E soltaram o tambor de um morro, machuca muito, bate em pedra e tudo o que é coisa. Eles falavam que era treinamento, mas queriam mesmo era brutalizar a gente, mas não conseguiram", conta.
Guido, 60, atuou como soldado entre 1974 e 1980 e é testemunha de violações aos direitos humanos cometidas pelo Exército para reprimir a guerrilha. Ele era um soldado conscrito, ou seja, um civil convocado pelos militares para prestar serviços às Forças Armadas por um tempo determinado. Seu depoimento ocorreu durante uma visita de pesquisa à "Casa Azul", atual sede do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que era usada pelo Exército como prisão ilegal e centro clandestino de tortura durante o regime militar.
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Analista: é possível julgar torturadores mesmo com anistia
Não é preciso revogar a anistia para julgar os crimes cometidos pela ditadura, afirma o pesquisador Peter Kornbluh, colaborador da Comissão Nacional da Verdade e uma das maiores autoridades mundiais sobre as relações entre os Estados Unidos e as ditaduras na América Latina durante a Guerra Fria. Para marcar os 50 anos do golpe de 1964, ele e seus colaboradores divulgaram em 1º de abril um relatório secreto dos EUA nos anos 70 descrevendo a tortura em Osasco e fornecido à comissão.
(...)
Kornbluh enxerga uma certa ironia poética em casos como o do Brasil, onde os militares ainda se recusam a colaborar e entregar documentos enquanto o farto material americano, devido ao apoio do país às ditaduras, ajuda a preencher a lacuna criada pela resistência interna. “É preciso dar crédito ao governo americano, que já a partir de 75 começou a liberar documentos”, diz ele. O documento revelado ontem é um exemplo disso, pois fornece um relato direto das violações dos direitos humanos pelo regime militar em 1973.
Confira no Terra.
(...)
Kornbluh enxerga uma certa ironia poética em casos como o do Brasil, onde os militares ainda se recusam a colaborar e entregar documentos enquanto o farto material americano, devido ao apoio do país às ditaduras, ajuda a preencher a lacuna criada pela resistência interna. “É preciso dar crédito ao governo americano, que já a partir de 75 começou a liberar documentos”, diz ele. O documento revelado ontem é um exemplo disso, pois fornece um relato direto das violações dos direitos humanos pelo regime militar em 1973.
Confira no Terra.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
CIA torturou cubanos desaparecidos durante ditadura militar na Argentina
Os diplomatas cubanos Jesús Cejas Arias e Crescencio Nicomedes Galañena Hernández foram torturados por agentes da CIA em território argentino durante a última ditadura militar do país vizinho (1976-1983). Segundo investigação divulgada nesta segunda-feira (29/07) pela agência de notícias estatal Infojus, a CIA enviou à Argentina os agentes Guillermo Novo Sampol, um cubano-americano que saiu de Miami rumo a Buenos Aires, e Michael Townley, que atuava no Chile junto à DINA (Direção de Inteligência Nacional) de Augusto Pinochet.
Confira no Opera Mundi.
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sábado, 8 de junho de 2013
Inferno em Cuba
Há, na ilha de Cuba, um campo de concentração que lembra os montados
pelos nazistas na Europa de Hitler. Mais de uma centena de prisioneiros
sem julgamento — já que não há nas leis nada que dê suporte legal para
tal ato — se encontram confinados desde 2002, em instalações precárias e
provisórias, submetidos desde então a maus-tratos e tortura, física e
psicológica. Quase todos eles se encontram há meses em greve de fome.
Depois da morte de nove deles, passaram a alimentá-los à força, prática
condenada pela Comissão de Direitos Humanos da ONU.
É bom explicar que não é um presídio do governo de Cuba mas, sim, estadunidense. Trata-se de parte da base naval de Guantánamo, ali instalada pelo governo dos Estados Unidos, depois da guerra vitoriosa contra a Espanha, em 1901. A partir de então, Cuba deixou de ser colônia de Madri para tornar-se dependência política de Washington.
Vejam mais no JORNAL DO BRASIL
É bom explicar que não é um presídio do governo de Cuba mas, sim, estadunidense. Trata-se de parte da base naval de Guantánamo, ali instalada pelo governo dos Estados Unidos, depois da guerra vitoriosa contra a Espanha, em 1901. A partir de então, Cuba deixou de ser colônia de Madri para tornar-se dependência política de Washington.
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sexta-feira, 7 de junho de 2013
Estudantes tentam provar que militante 'suicida' foi assassinado durante a ditadura em Porto Alegre
Uma série de 13 fotografias pode revelar mais um crime ocorrido no período da ditadura militar brasileira (1964-1985). Imagens e documentos encontrados em 2011 no arquivo do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul por dois estagiários de história podem recontar o que os registros oficiais apontam como suicídio. Em 22 de abril de 1970, o motorista de táxi e militante de esquerda Ângelo Cardoso da Silva foi encontrado morto, aos 26 anos de idade, em uma cela do Presídio Central, em Porto Alegre.
Confira no UOL Notícias.
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
Repressão começou antes da luta armada, reforça Comissão da Verdade
Em evento de balanço, CNV revelou documentos que comprovariam que a tortura era praticada pelo regime militar desde seu início, antes de existirem as organizações armadas de oposição; que ministros tinham o comando direto do aparato de repressão; e que a Marinha ocultou da presidência da República, já no período democrático, as informações que tinha sobre mortos pela repressão.
Vinicius Mansur
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sábado, 18 de maio de 2013
“Capitão Pereira deu um tiro na nuca de cada um deles”
Execução sumária na ditadura vem a público oficialmente
Em depoimento que terminou às altas horas desta quinta-feira, o ex-agente da repressão Valdemar Martins de Oliveira falou durante a audiência pública realizada da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo. Ex-paraquedista, Valdemar disse a Rodrigo Vianna, em reportagem exclusiva veiculada nessa quarta-feira 15 pelo Jornal da Record, que abandonou o Exército brasileiro por discordar de torturas e assassinatos cometidos pelos militares contra militantes políticos que se opunham à ditadura. Valdemar foi testemunha do assassinato do casal Catarina Abi-Eçab e João Antônio dos Santos Abi-Eçab, em 1968, no Rio de Janeiro. Os dois militavam no movimento estudantil e eram suspeitos de ter participado da execução do capitão do Exército norte-americano Charles Rodney Chandler, em 12 de outubro de 1968, feita pela ALN e pela VPR.
O
ex-soldado Valdemar Martins de Oliveira fala à Comissão da Verdade de
SP sobre a morte do casal Catarina Helena Abi-Eçab e João Antônio Santos
Abi-Eçab, em novembro de 1968.
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla morre na prisão aos 87 anos
O ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla morreu nesta sexta-feira (17/05) em sua cela, aos 87 anos. A imprensa argentina informa que ele morreu de causas naturais, às 8h25. Videla foi o cérebro da ditadura que governou a Argentina entre 1976 e 1983, período em que desapareceram cerca de 30 mil pessoas, segundo organizações de direitos humanos.
Ele foi o primeiro presidente da ditadura militar da Argentina. Na década de 1980, durante o julgamento das juntas militares que governaram durante o período ditatorial, o ex-general foi condenado à prisão perpétua por homicídios qualificados, 504 privações ilegais de liberdade, torturas, roubos agravados, falsidade ideológica de documentos públicos, usurpações, extorsões, roubo de menores, entre outros crimes contra a humanidade.
Leia mais no Opera Mundi.
Ele foi o primeiro presidente da ditadura militar da Argentina. Na década de 1980, durante o julgamento das juntas militares que governaram durante o período ditatorial, o ex-general foi condenado à prisão perpétua por homicídios qualificados, 504 privações ilegais de liberdade, torturas, roubos agravados, falsidade ideológica de documentos públicos, usurpações, extorsões, roubo de menores, entre outros crimes contra a humanidade.
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Pesquisa 'sinistra' do Datafolha testa popularidade da volta da ditadura
Pouca gente viu, quase ninguém comentou. No feriado de 1º de maio, o
instituto de pesquisa Datafolha, dos mesmos donos do jornalão Folha de S.Paulo,
divulgou uma pesquisa restrita à capital paulista para conferir se os
paulistanos apoiariam a implementação de uma ditadura no Brasil.
Na pesquisa sinistra – para dizer o mínimo –, os números estimulados foram:
- 53% dos entrevistados disseram concordar com a afirmação: "democracia é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo".
- 19% escolheram: "em certas circunstâncias, é melhor uma ditadura do que um regime democrático".
- 20% escolheram: "tanto faz se o governo é uma democracia ou uma ditadura".
Os 8% restantes se dividem entre quem se declarou explicitamente favorável a uma ditadura e os que responderam "não sei".
A notícia saiu sob o título “Apoio ao regime democrático tem ligeira queda” e tem viés de pregação antidemocrática. Isso porque, segundo a publicação, houve oscilação nos números em relação a 10 anos, quando 57% dos entrevistados responderam "democracia sempre" e os que responderam "depende das circunstâncias" foram 16%.
Vejam mais BRASIL ATUAL
Na pesquisa sinistra – para dizer o mínimo –, os números estimulados foram:
- 53% dos entrevistados disseram concordar com a afirmação: "democracia é sempre melhor do que qualquer outra forma de governo".
- 19% escolheram: "em certas circunstâncias, é melhor uma ditadura do que um regime democrático".
- 20% escolheram: "tanto faz se o governo é uma democracia ou uma ditadura".
Os 8% restantes se dividem entre quem se declarou explicitamente favorável a uma ditadura e os que responderam "não sei".
A notícia saiu sob o título “Apoio ao regime democrático tem ligeira queda” e tem viés de pregação antidemocrática. Isso porque, segundo a publicação, houve oscilação nos números em relação a 10 anos, quando 57% dos entrevistados responderam "democracia sempre" e os que responderam "depende das circunstâncias" foram 16%.
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terça-feira, 30 de abril de 2013
Mauro Santayana
Em sua cruzada contra o totalitarismo, Arthur Koestler disse que é possível explicar o racismo e identificar a origem da brutalidade dos torturadores e dos genocidas. Mas é necessário combatê-los, isolá-los, impedir que nos agridam e matem. Em alguns casos, podemos até mesmo curá-los. Mas isso não significa que devamos perdoá-los.
A aceitação das ideias alheias, que é o sumo das sociedades democráticas, tem limites e eles se encontram na intolerância dos fanáticos e extremistas.
Na verdade, dois são os vetores da brutalidade: o medo e a loucura. Os grandes assassinos são movidos pela paranoia, e a paranoia oscila entre o ilusório sentimento de absoluta potência e a frustração da impotência. É dessa forma que Adorno, em Mínima moralia, diz que o fascista é um masoquista, que só a mentira transforma em sádico, em agente da repressão.
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Em sua cruzada contra o totalitarismo, Arthur Koestler disse que é possível explicar o racismo e identificar a origem da brutalidade dos torturadores e dos genocidas. Mas é necessário combatê-los, isolá-los, impedir que nos agridam e matem. Em alguns casos, podemos até mesmo curá-los. Mas isso não significa que devamos perdoá-los.
A aceitação das ideias alheias, que é o sumo das sociedades democráticas, tem limites e eles se encontram na intolerância dos fanáticos e extremistas.
Na verdade, dois são os vetores da brutalidade: o medo e a loucura. Os grandes assassinos são movidos pela paranoia, e a paranoia oscila entre o ilusório sentimento de absoluta potência e a frustração da impotência. É dessa forma que Adorno, em Mínima moralia, diz que o fascista é um masoquista, que só a mentira transforma em sádico, em agente da repressão.
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Mercadante ignora o compromisso da Folha com a repressão da ditadura
Os carros dos agentes policiais e os veículos da Folha ficavam estacionados nas garagens da empresa. Não havia grande preocupação em esconder a logomarca da empresa nos veículos disponibilizados para a repressão. Certamente, o ministro Aloizio Mercadante, não sabia disto. Economista competente, Aloizio Mercadante desconhece também que eu fui um dos jornalistas presos em janeiro de 1974, no portão de entrada da Folha. O artigo é de Dermi Azevedo.
Dermi Azevedo
Em 1970, a redação da Folha, no quarto andar de um prédio da Alameda
Barão de Limeira, centro de São Paulo, era espacialmente dividida entre
os jornais Folha de S.Paulo, Folha da Tarde e Última Hora e por
policiais do DEOPS e do DOI-CODI. Eles espionavam diariamente os
jornalistas e os colaboradores. Seguiam de perto, de modo especial, o
jornalista Samuel Wainer, que havia negociado o jornal Ultima Hora com
Otávio Frias de Oliveira. “Eles acompanham todos os meus passos e
censuram as minhas informações”, queixou-se comigo Wainer, quando entrei
na sua pequena sala para lhe propor uma pauta. “Eu posso ser preso a
qualquer momento”, desabafou...
Vejam mais e CARTA MAIOR
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Marcada por ditaduras, Guatemala vê genocida no banco dos réus
Um dos mais sanguinários dos muito sanguinários generais
ditadores que assolaram a Guatemala, Efraín Ríos Montt, está sentado no
banco dos réus, acusado de genocídio e crimes contra a humanidade, entre
outras selvagerias menores.
Eric Nepomuceno
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
A cobrança anunciada da presidenta Dilma à Comissão da Verdade
Vejam mais no blog do JOSÉ DIRCEU
Quem é o Sr. Ramos? Jornalista que visitava os porões da repressão na ditadura.
A versão paulista da Comissão da Verdade, na Assembléia Legislativa de São Paulo, teve acesso ao livro de entrada do DOPS, e investiga o quê alguns nomes civis, como empresários ou pessoas ligadas a empresários iam fazer lá.
Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
quinta-feira, 28 de março de 2013
sábado, 23 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Família de Herzog recebe nova certidão de óbito
Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A família de Vladimir Herzog recebeu hoje (15), durante ato
público da 68 ª Caravana da Anistia, organizada pela Comissão de
Anistia do Ministério da Justiça, o novo atestado de óbito do
jornalista, torturado e morto nas dependências do DOI-Codi, em 1975,
durante a ditadura militar. O novo atestado aponta como causa da morte
lesões e maus-tratos sofridos por Herzog durante interrogatório no
DOI-Codi. Na versão anterior, sustentada pelo Exército na época, a causa
apontada foi asfixia mecânica por enforcamento, indicando que o
jornalista teria cometido suicídio.
Vejam mais na AGÊNCIA BRASIL
Repórter da Agência Brasil
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