Mostrando postagens com marcador Mutilação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mutilação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Rebeldes 'mataram mais de 400 no Congo', diz ONG

A organização humanitária católica Caritas acusou rebeldes de Uganda de matar mais de 400 pessoas no norte da República Democrática do Congo desde o dia de Natal.

Segundo o diretor da organização no Congo, Bruno Mitewo, cerca de 20 mil pessoas foram forçadas a fugir para as montanhas por temer ações dos rebeldes do grupo Exército de Resistência do Senhor (ERS), que negam ter realizado ataques na região.

Mais na BBC Brasil.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

África: 120 mi de mutilações genitais femininas

Realizada neste mês de dezembro, a conferência internacional do Cairo contra a mutilação genital feminina (MGF), apontou os países africanos onde essa condenável prática ainda é realizada: Yemen, Tanzânia, Quênia, Etiópia, Sudão, Egito, Chade, Nigéria, Niger, Camarões, Benin, República Centro Africana, Gana, Mali, Burkina Faso, Senegal, Mauritânia, Costa do Marfim.

Como se percebe, em pleno século 21, a mutilação genital feminina continua a ser realizada na África. E, em menor escala, na Ásia. Apesar do Protocolo de Maputo sobre direitos das mulheres africanas, a cultura tribal machista ainda não mudou.

Mais no Terra Magazine.


sábado, 20 de outubro de 2007

Ai!

Ilustrador imaginou como teriam sido os momentos que antecederam a tragédia (Foto: Ilustração/G1)

Uma mulher malaia cortou o pênis do marido depois que ele comparou o desempenho sexual dela com o da segunda esposa, 18 anos mais nova.
O homem, um indonésio de 43 anos, trabalha no estado de Johor, na Malásia. Ele estava na cama com sua mulher de 48 anos conversando sobre a segunda esposa, recém-casada com ele. De repente, ela se sentiu ofendida e atacou o pênis do marido com uma faca de cozinha, segundo o jornal "New Straits Times".
Apesar do choque e da dor, a vítima conseguiu vestir as calças e ir de motocicleta até um hospital próximo. Lá, os médicos reimplantaram o órgão com 11 pontos.
O indonésio denunciou a primeira mulher à polícia. Ela foi presa e pode pegar três anos de prisão.
Apesar de ser considerada ilegal na Malásia desde 1982, uma minoria de casais mantém a tradição da bigamia no país. Saiu no G1.