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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Soldados do Camboja e da Tailândia entram em confronto na fronteira pelo 4º dia seguido

Soldados do Camboja e Tailândia trocaram tiros nesta segunda-feira (25) pelo quarto dia consecutivo, enquanto a saída diplomática foi freada pelo cancelamento do diálogo da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

A troca de disparos e bombas começou por volta das 10h do horário local no templo de Ta Muen e, por enquanto, não causou vítimas frente os 11 mortos registrados desde sexta-feira.


Continue lendo a notícia, da EFE, no UOL

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Tropas da Tailândia e Camboja se enfrentam na fronteira

Bangcoc, 15 out (Prensa Latina) Um choque armado hoje entre as forças da Tailândia e do Camboja elevou a preocupação da região, em expectativa também pelo devir de uma crise interna tai e sua eventual repercussão no Sudeste Asiático.

O fato agrava a agitação política tailandesa, marcada por um forte componente nacionalista prevalecente na oposição, que pressiona o reclamo da zona fronteiriça do templo de Preah Vihear, em disputa há décadas entre as duas nações vizinhas.

O santuário khmer do século 11 ficou sob soberania cambojana desde 1962 por sentença da Corte Internacional de Haia, a qual Tailândia reconheceu em um acordo no qual deveria se retratar por essas pressões depois de sua declaração pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, em julho último.

Fontes oficiais de ambos os lados disseram, no entanto, que o confronto chegou a uma pausa e se negociava um cessar fogo.

No momento, Bangcoc ordenou responder a qualquer ataque, segundo declarou o chefe do exército, general Anupong Paochinda. Um porta-voz militar da Tailândia disse que morreu um soldado cambojano e quatro tais foram feridos.


Vejam mais na Prensa-Agencia Informativa Latinoamericana S.A.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Fogo sobre o Camboja

O banco de dados, ainda incompleto (ele apresenta vários períodos “obscuros”), revela que, de 4 de outubro de 1965 a 15 de agosto de 1973, os Estados Unidos lançaram sobre o Camboja uma quantidade de bombas muito maior do que se estimava até agora: 2.756.941 toneladas, totalizando 230.516 surtidas sobre 113.716 locais. Mais de 10% desse bombardeio foi indiscriminado: 3.580 locais apresentavam alvos “desconhecidos” e 8.238, simplesmente não apresentavam alvos. O banco de dados revela, também, que o bombardeio começou durante a presidência de Lyndon Johnson e não de Richard Nixon – portanto, quatro anos antes do que geralmente se supunha.

O impacto do bombardeio, objeto de muita discussão nas últimas três décadas, mostra-se agora mais claro do que nunca. A matança de civis no Camboja jogou um povo exasperado nos braços de um movimento guerrilheiro que até então recebera um apoio relativamente limitado da população, provocando a expansão da guerra do Vietnã no interior do Camboja, um golpe de estado em 1970, a rápida ascensão do Khmer Vermelho e, em última instância, o genocídio cambojano.

O excerto acima é parte de texto do Le Monde Diplomatique, sobre os bombardeios dos Estados Unidos, no Camboja nas décadas de 1960 e 1970. Confira o texto completo no Le Monde Diplomatique Brasil.